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supernova
  • A conta do Instagram do Mapa das Artes (@mapadasartesoficial) atingiu hoje, 20/09, a marca dos 20 mil seguidores!! São quatro mil novos seguidores nos últimos 40 dias! Agora estamos com 0,27 % dos seguidores da diva brasileira Pabllo Vittar com seus 7,300 milhões seguidores; dos quais 423 mil não deixaram de lado e curtiram o post #ELENÃO #ELENUNCA #ELEJAMAIS
  • Pela primeira vez em 67 anos de história da Bienal de São Paulo, Portugal não tem nenhum artista no evento... Sorte de Portugal!!!
  • "A arte é longa, a vida é curta" (Hipócrates). Frase usada na mais recente newsletter da revista de arte "Dasartes".
  • A Elite e a Bienal de São Paulo 1. “Finalmente, se organiza esta famosa Bienal reunindo todo um lote de empresas estrangeiras (e nacionais a elas ligadas) que exploram miseravelmente o nosso povo e que agora pretendem aparecer como protetoras da nossa arte” (frase do jornalista Fernando Pedreira, datada de 1951 e usada como epígrafe em libreto de autoria de Fábio Cypriano. Editado pela n-1edicoes.org, o volume “A Bienal da Elite de São Paulo” é um resumo de sua tese de pós-doutorado na USP sobre a elite paulista e a Bienal de São Paulo.
  • A Elite e a Bienal de São Paulo 2. “Nunca conheci uma elite tão limitada e sem cultura como a do Brasil”, disse o curador Charles Esche, um dos responsáveis pela 31ª Bienal de São Paulo, em 2014. Ele se refere às dificuldades de diálogo com a direção da Fundação Bienal, que não entendeu o boicote dos artistas contra a logomarca de Israel, irritou-se com o posicionamento dos curadores e como castigo rompeu o contrato e tirou Esche e seu time da Bienal de Veneza. Trecho do libreto “A Bienal da Elite de São Paulo”, de autoria de Fábio Cypriano. Editado pela n-1edicoes.org, o volume “A Bienal da Elite de São Paulo” é um resumo de sua tese de pós-doutorado na USP sobre a elite paulista e a Bienal
  • A Elite e a Bienal de São Paulo 3. O personalismo da oligarquia brasileira se mantém na Bienal, mesmo que ela não esteja no campo dos negócios de maneira explícita. Entretanto, a Bienal sempre foi um exemplo de usurpação do espaço público em favorecimento de interesses privados. Foi assim no seu surgimento e segue assim até hoje. Trecho do libreto de autoria de Fábio Cypriano. Editado pela n-1edicoes.org, o volume “A Bienal da Elite de São Paulo” é um resumo de sua tese de pós-doutorado na USP sobre a elite paulista e a Bienal de São Paulo.
  • A conta no Instagram do Mapa das Artes (@mapadasartesoficial) atingiu hoje, 10/9/18, a marca de 19 mil seguidores! São mil novos seguidores em apenas oito dias... Ou seja, mais de cem novos seguidores a cada dia!!! Com isso atinge a marca de 0,01332% dos seguidores da campeã @selenagomez (que finalmente voltou a conquistar novos seguidores e está com 142,5 milhões de perseguidores). E falando de Brasil, o insta do Mapa das Artes alcançou 0,06049 dos seguidores da campeã tupiniquim Bruna Marquezine (@brumarquezine), que possui 31,4 milhões de seguidores.
  • O Mapa das Artes não entendeu ainda por qual razão a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro, vai encerrar a censurada exposição “Queermuseu” em 16/9? Por que essa pressa quando a feira de arte ArtRio está programada para a mesma cidade entre 26 e 30/9? E o primeiro turno das eleições é em 7/10? Será que é difícil perceber que exposição, censura, mercado de arte e eleições são fatos todos relacionados? Ou será que a EAV está com uma agenda super-concorrida que não pode prorrogar a exposição? O Mapa das Artes duvida...
  • As feiras internacionais Art Basel, Frieze e FIAC e a Gallery Weekend Berlin anunciaram sistemas de preços mais aceitáveis para as galerias. A notícia vem em resposta a uma onda de debandada de pequenas e médias galerias que não suportavam os preços abusivos cobrados pelas principais feiras internacionais. O fenômeno já acontece no Brasil, mas as feiras locais ainda não pensaram em uma solução para isso...
  • A revista “Veja” desta semana de 8/9/2018 publicou artigo sobre o trágico incêndio no Museu Nacional, no Rio de Janeiro: “O Brasil perde o imenso e valioso acervo por pura negligência. E ninguém pediu desculpas, ninguém renunciou, ninguém foi demitido”. Nada seria mais justo... Que o diretor do Museu Nacional da Quinta da Bioa Vista, Alexander Kellner; que o reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Leher; que o ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão; e que o presidente da República, Michel Temer, pedissem desculpas, fossem demitidos e renunciassem!