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  • O mega galerista alemão David Zwirner, que administra espaços em NY e Londres e que marca presença na 13ª SP-Arte, divulgou que pretende abrir um terceiro espaço em NY este ano, no Upper East Side, bairro onde a antiga Zwirner & Wirth (com o ex-sócio Iwan Wirth) operou por nove anos e que fechou em 2009. A nova galeria será na 34 East com 69th Street, onde já funcionou a Richard L. Feigen & Co Gallery. A galeria dividirá espaço com a recentemente fundada empresa de consultas e investimentos Adler Beatty. David Zwirner vai se juntar no Upper East Side a mega galerias, como a Gagosian e a Hauser & Wirth, além da brasileira Nara Roesler, que se transferiu para o bairro em fevereiro último.
  • A 6ª edição do Prêmio CNI-SESI Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas recebeu 633 inscrições de artistas e curadores de 22 Estados brasileiros mais o DF. 23 deles foram selecionados para concorrer ao prêmio de R$ 50 mil.
  • A sede da Galeria Nara Roesler em Nova York desce as escadas e se muda para um dos bairros mais hypados da big apple. Antes localizada no 2o andar de um prédio próximo à Broadway, a galeria passa attender no 22 East 69th Street, 3R, a apenas uma quadra da quinta avenida e do Central Park, dividindo um edifício com a loja da Dolce & Gabbana. Quem abre as portas do novo espaço é o artista carioca Marcos Chaves, com mostra individual em cartaz até 8/4.
  • O artista mineiro Jefferson Lourenço é o vencedor da 8ª edição do Salão dos Artistas Sem Galeria, evento promovido anualmente pelo portal Mapa das Artes. Jefferson Lourenço recebeu 25 pontos entre os 30 pontos possíveis e receberá R$ 1.000,00. O prêmio foi definido pelos três membros do júri desta edição, formado por Adriana Duarte (galerista capixaba da paulistana Casa da Xiclet), Paula Alzugaray (jornalista e editora da revista “Select”) e Rodrigo Editore (galerista e sócio da também paulistana galeria Casa Triângulo).
  • “Viva Arte Viva” é o título da 57ª Esposizione Internazionale d’Arte, também conhecida como Bienal de Veneza, da qual artistas de 51 países exibem trabalhos em torno da proposta de contrapor o debate de ideias humanistas e o agravamento de conflitos políticos de diversas ordens. Quatro brasileiros foram escalados pela curadora francesa Christine Macel: o baiano Ayrson Heráclito, a paulistana Erika Verzutti, o pernambucano Paulo Bruscky e o carioca Ernesto Neto. No pavilhão brasileiro, a mineira Cinthia Marcelle apresenta uma grande instalação. A Bienal de Veneza fica em cartaz entre maio e novembro.
  • A 8ª edição do Salão dos Artistas Sem Galeria recebeu 194 inscrições (aumento de 13% em relação à 7ª edição) de 12 Estados mais o Distrito Federal. São Paulo compareceu com 101 artistas, sendo 75 da capital, 15 do interior, 8 da Grande São Paulo e três do litoral. Rio de Janeiro teve 28 inscritos (21 da capital, cinco do litoral e dois do interior). Em seguida, vieram Minas Gerais (22 inscrições, sendo 16 de Belo Horizonte e seis do interior de MG), Paraná (13, sendo nove de Curitiba), Rio Grande do Sul (11, sendo oito de Porto Alegre), Distrito Federal (cinco), Pernambuco (dois de Recife), Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Mato Grosso do Sul (um de cada).
  • A 8ª edição do Salão dos Artistas Sem Galeria mostra ainda que os locais de nascimento dos artistas são ainda mais variados: 14 Estados, Distrito Federal e seis outros países (2 da Argentina, Japão, Itália, Cuba, Moçambique e França). A maioria é natural do Estado de São Paulo (88, sendo 60 da capital). Depois vem Minas Gerais (17 de Belo Horizonte e nove do interior), Rio de Janeiro (17 da capital, três do interior e dois do litoral), Rio Grande do Sul (apenas dois de Porto Alegre e dez do interior), Paraná (11 de Curitiba e quatro do interior), Espírito Santo, Goiás e Santa Catarina (três cada), Bahia, Paraíba, Ceará e Piauí (dois cada) e Rondônia e Mato Grosso do Sul (um cada).
  • Nesta 8ª edição do Salão dos Artistas Sem Galeria, o curador Cauê Alves conquistou pela primeira vez o posto de curador preferido pelos postulantes ao Salão, ao ser mencionado por 15 dos artistas inscritos (votação opcional). Agnaldo Farias e Paulo Miyada vieram em seguida, com 13 indicações. Eder Chiodetto foi citado sete vezes. Obtiveram seis menções os curadores Douglas de Freitas, Marcelo Campos, Rafael Fonseca e Mario Gioia. Paulo Herkenhoff, Adriano Pedrosa e Moacir dos Anjos obtiveram cinco menções cada. Outros 98 nomes foram mencionados nas fichas de inscrição. A indicação de até três curadores na ficha de inscrição foi opcional.
  • A galeria paulistana Zipper repetiu o feito dos três anos anteriores e continua sendo a preferida dos 194 artistas inscritos agora na 8ª edição do Salão dos Artistas Sem Galeria. A Zipper recebeu 55 votos opcionais e espontâneos. A Casa Triângulo recolheu os frutos de sua mudança para os Jardins e obteve 28 menções. Em seguida vieram Millan e Vermelho, com 21 menções cada. Fortes D’Aloia & Gabriel (ex-Fortes Vilaça) e Nara Roesler tiveram 14 menções. A Mendes Wood DM teve 12. Outras 45 galerias foram citadas na enquete opcional.
  • O apressadinho Luiz Carlos Moreira, o Lula, do Tableau, saiu na frente e já divulgou toda a sua agenda de leilões em 2017, a saber: fevereiro, captação entre 23/1 e 1/2, exposição entre 17 e 20/2, leilão em 21, 22 e 23/2; março, captação entre 24/2 e 8/3, exposição entre 24 e 27/3, leilão em 28, 29 e 30/3; abril e maio, captação entre 31/3 e 12/4, exposição entre 28/4 e 1/5, leilão em 2, 3 e 4/5; e junho, captação entre 5 e 17/5, exposição entre 2 e 5/6 e leilão em 6, 7 e 8/6. O segundo semestre pode ser acompanhado no site da casa de leilões: www.tableau.com.br.