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  • Viva Nelson Leirner 1. Notoriamente avesso ao circuito comercial de arte, tendo já realizado diversas obras que o contestam e até o desmascaram, o genial paulistano, radicado no Rio de Janeiro, Nelson Leirner parece que está sendo digerido pelo mercado de arte. Na última edição da SP-Arte, um exemplar de sua paradigmática obra “Homenagem a Fontana” (1967) foi oferecido ao mercado por R$ 900 mil! E não era pela gaúcha Bolsa de Arte ou pela carioca Silvia Cintra + Box 4, as galerias que o representam no país. Leirner não tem galeria oficial em São Paulo.
  • Viva Nelson Leirner 2. Em maio, o artista é homenageado com duas mostras em São Paulo. A Pinacoteca do Estado apresenta a instalação “O Anjo Exterminador” no Octógono. Na Biblioteca Mário de Andrade, o novo diretor Charles Cosac deu seu aval para a realização da mostra coletiva “Acordo de Confiança”, que se propõe a discutir a montagem de exposições de maneira metalinguística. Leirner será a grande estrela, com obras, convites, fotografias, artigos de jornais, publicações e outros.
  • Viva Nelson Leirner 3. Idolatrado pelos decanos da curadoria brasileira, como Tadeu Chiarelli, Agnaldo Farias, Moacir dos Anjos e Ivo Mesquita, o mestre Leirner será curado por José Augusto Ribeiro na Pinacoteca do Estado e por Jacopo Crivelli Visconti na Biblioteca Municipal.
  • A dupla britânica Sam Bompas e Harry Parr, a kind of David Lachapelle da gastronomia e das artes, aterriza no MAM-SP a partir de 16/5. http://bompasandparr.com
  • O mega galerista alemão David Zwirner, que administra espaços em NY e Londres e que marca presença na 13ª SP-Arte, divulgou que pretende abrir um terceiro espaço em NY este ano, no Upper East Side, bairro onde a antiga Zwirner & Wirth (com o ex-sócio Iwan Wirth) operou por nove anos e que fechou em 2009. A nova galeria será na 34 East com 69th Street, onde já funcionou a Richard L. Feigen & Co Gallery. A galeria dividirá espaço com a recentemente fundada empresa de consultas e investimentos Adler Beatty. David Zwirner vai se juntar no Upper East Side a mega galerias, como a Gagosian e a Hauser & Wirth, além da brasileira Nara Roesler, que se transferiu para o bairro em fevereiro último.
  • A 6ª edição do Prêmio CNI-SESI Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas recebeu 633 inscrições de artistas e curadores de 22 Estados brasileiros mais o DF. 23 deles foram selecionados para concorrer ao prêmio de R$ 50 mil.
  • A sede da Galeria Nara Roesler em Nova York desce as escadas e se muda para um dos bairros mais hypados da big apple. Antes localizada no 2o andar de um prédio próximo à Broadway, a galeria passa attender no 22 East 69th Street, 3R, a apenas uma quadra da quinta avenida e do Central Park, dividindo um edifício com a loja da Dolce & Gabbana. Quem abre as portas do novo espaço é o artista carioca Marcos Chaves, com mostra individual em cartaz até 8/4.
  • O artista mineiro Jefferson Lourenço é o vencedor da 8ª edição do Salão dos Artistas Sem Galeria, evento promovido anualmente pelo portal Mapa das Artes. Jefferson Lourenço recebeu 25 pontos entre os 30 pontos possíveis e receberá R$ 1.000,00. O prêmio foi definido pelos três membros do júri desta edição, formado por Adriana Duarte (galerista capixaba da paulistana Casa da Xiclet), Paula Alzugaray (jornalista e editora da revista “Select”) e Rodrigo Editore (galerista e sócio da também paulistana galeria Casa Triângulo).
  • A galeria paulistana Bergamin & Gomide é a única brasileira participante da versão nova-iorquina da tradicional feira europeia TEFAF, original de Maastricht (Holanda),. A feira internacional intitulada TEFAF New York Spring tem a participação de 92 expositores, com ênfase em arte moderna e contemporânea e também em design, e ocorre no Park Avenue Armory entre 4 e 8/5.
  • “Viva Arte Viva” é o título da 57ª Esposizione Internazionale d’Arte, também conhecida como Bienal de Veneza, da qual artistas de 51 países exibem trabalhos em torno da proposta de contrapor o debate de ideias humanistas e o agravamento de conflitos políticos de diversas ordens. Quatro brasileiros foram escalados pela curadora francesa Christine Macel: o baiano Ayrson Heráclito, a paulistana Erika Verzutti, o pernambucano Paulo Bruscky e o carioca Ernesto Neto. No pavilhão brasileiro, a mineira Cinthia Marcelle apresenta uma grande instalação. A Bienal de Veneza fica em cartaz entre maio e novembro.