Mapa Das Artes http://www.mapadasartes.com.br Mapa Das Artes - O portal de arte brasileiro pt-br Mapa Das Artes http://www.mapadasartes.com.br/img/cid1.gif http://www.mapadasartes.com.br 217 33 Ismaïl Bahri exibe filme no Festival Arte Serrinha http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13414&ncid=1000&pg=0 O franco-tunisiano Ismaïl Bahri participa do 17º Festival Arte Serrinha, evento multicultural que reúne shows, performances, palestras e apresentações teatrais entre 9 e 29/7, em Bragança Paulista, no interior de São Paulo. No Festival, o artista exibe seu filme Foyer e, na sequência, participa de um bate-papo para discutir os processos de criação de sua obra. A exibição ocorre no dia 20/7, às 20h. O encontro é gratuito e dispensa inscrição prévia. Em “Foyer”, a tela é preenchida apenas por variações de luz e cor. Pelas ruas de Túnis, capital da Tunísia e sua cidade natal, Bahri filma uma folha de papel em branco, fixada a poucos centímetros da objetiva de sua câmera. O experimento aparentemente formal, aos poucos é habitado pelas vozes dos transeuntes, intrigados com o estranho artifício em torno do qual se reúnem. O filme compõe também o corpo da exposição Instrumentos, em cartaz até 5 de agosto, no Espaço Cultural Porto Seguro. Assinada por Marie Bertran, curadora independente, e por Marta Gili, diretora do Jeu de Paume, de Paris, a exposição reúne nove videoinstalações, que focam em movimentos e elementos singelos para a discussão de temas universais. Sobre o Festival Arte Serrinha Criado em 2002, o Festival acontece durante três semanas do mês de julho no bairro da Serrinha, em Bragança Paulista (SP). O evento tem como objetivo estabelecer um momento de celebração e imersão artística na natureza com oficinas, vivências, residências, shows, performances, palestras, teatro, cinema e exposições de arte. Sobre o artista Ismaïl Bahri nasceu em 1978, em Túnis, capital da Tunísia. Atualmente, vive e trabalha entre sua cidade natal e as francesas Paris e Lyon. O vídeo ocupa um lugar importante em seu trabalho, embora o artista crie também desenhos, fotografias e instalações. Participou da 13ª Bienal de Sharjah, nos Emirados Árabes, e expôs em instituições culturais como o Centro de Arte Contemporânea La Criée, em Rennes; no Jeu de Paume, em Paris; Les Églises, em Chelles; e no museu alemão Staatliche Kunsthalle, em Karlsruhe. Serviço 17º Festival de Arte Serrinha: "Quem somos nós?" Local: Fazenda Serrinha Endereço: Rua José Vaccari, s/n, 1,4km. Serrinha – Bragança Paulista, SP Período: 9 até 29 de julho Visitação: de segunda a domingo, das 9h às 17h Informações e inscrições: www.arteserrinha.com.br Instrumentos, individual de Ismaïl Bahri Local: Espaço Cultural Porto Seguro Endereço: Alameda Barão de Piracicaba, 610. Campos Elíseos – São Paulo Abertura: 22 de maio, a partir das 19h Período expositivo: 23 de maio até 5 de agosto Visitação: de terça a sábado, das 10h às 19h; domingos e feriados, das 10h às 17h Entrada gratuita Capacidade: 305 pessoas Acessibilidade O edifício é acessível para pessoas com mobilidade reduzida. A exposição oferece atendimento especial na visitação com mediadores bilíngues em inglês, espanhol e libras mediante agendamento prévio. Estacionamento Alameda Barão de Piracicaba, 634 (sede Porto Seguro). De Segunda a sexta-feira até 1h30 gratuito (1ª, 2ª e 3ª hora adicional R$ 10,00 a hora. A partir da 4ª hora adicional, R$ 5,00 a hora). A partir das 17h30 e aos sábados, domingos e feriados - R$ 20,00 (preço único). Serviço de vans: O Complexo Cultural Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro Porto Seguro e do Espaço Cultural Porto Seguro. Na Estação da Luz, o ponto de encontro das vans é na saída Rua José Paulino / Praça da Luz / Pinacoteca, em frente ao Parque Jardim da Luz. Há instrutores no local para orientar o embarque. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (11) 3226-7361. Exposição de Yutaka Toyota realiza programação especial de férias http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13413&ncid=1&pg=0 Durante o mês de julho a exposição “TOYOTA – O Ritmo do Espaço” realiza no Museu de Arte Brasileira – FAAP, em São Paulo, uma programação especial para as crianças e toda a família curtirem as férias. A principal atração é uma oficina de escultura com o próprio artista Yutaka Toyota, que irá auxiliar e compartilhar suas experiências com o público. Entre as atividades estão oficinas de kirigami (arte de dobrar e cortar papeis), de confecção de caleidoscópio e hologramas e autorretrato. As oficinas são totalmente gratuitas e acontecem todos os dias (exceto terça-feira) das 14h às 17h. PROGRAMAÇÃO - Oficina de Escultura com Yutaka Toyota Data: 28/07 Horário: 14h às 16h - Atividades Diárias: Segunda-feira (23/07 e 30/07) Oficina de Kirigami Através da observação das obras do artista Yutaka Toyota, os participantes conhecerão técnicas e receberão materiais para desenvolverem seu próprio kirigami (kiru, "recortar", e kami, "papel"), uma variante do origami. Público-alvo: a partir de 9 anos Quarta-feira (18/07 e 25/07) Oficina de Escultura de Pensamentos Física quântica e espiritualidade Zen são os temas para a Oficina de Escultura de Pensamentos, inspirada no trabalho de Toyota. Venha conosco vivenciar outras dimensões de espaço-tempo. Público-alvo: a partir de 6 anos Quinta-feira (19/07 e 26/07) Oficina Holograma Caseiro O holograma caseiro é uma forma divertida de descobrir em detalhes como funciona uma ilusão de ótica. Nessa oficina, usaremos materiais simples e luz para falar de reflexo, refração e outras mágicas da física. Traga seu celular e venha participar da experiência! Público-alvo: a partir de 10 anos Sexta-feira (20/07 e 27/07) Oficina Autorretrato Você já se viu na 4ª dimensão? Que tal entrar na obra do artista Toyota e se desenhar como você mesmo nunca se viu? Público-alvo: a partir de 6 anos Sábado (21/07 e 28/07) Oficina “Refletir sobre os reflexos” Amplie a percepção de si mesmo através da Oficina de selfies enquanto discutimos os reflexos na obra de Toyota. Público-alvo: a partir de 12 anos Domingo (22/07 e 29/07) Oficina Caleidoscópio Construa o seu próprio caleidoscópio na nossa oficina enquanto discutimos a física por detrás da magia dos objetos reflexivos! Público-alvo: a partir de 7 anos SERVIÇO Programação de férias – Exposição “TOYOTA – O Ritmo do Espaço” Local: Museu de Arte Brasileira da FAAP Endereço: R. Alagoas, 903 - Higienópolis, São Paulo - SP, 01242-902 Telefone: +55 11 3662-7198 Dias: Todos os dias, exceto terça-feira Horário: 14h às 17h Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil recebe inscrições http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13412&ncid=1000&pg=0 A 21ª Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil recebe inscrições entre 06/07/18 a 10/08/18 de obras em qualquer formato e linguagem vindas do Sul Global, de países de língua portuguesa e de integrantes de povos originários de qualquer país. Os artistas selecionados irão participar de exposição no Sesc 24 de Maio e nas atividades paralelas no Galpão VB, ambas em São Paulo, no período entre outubro de 2019 e fevereiro de 2020 e passam a concorrer a cinco prêmios, concedidos por um júri internacional. Prêmio Estado da Arte – Prêmio em dinheiro no valor de R$ 100 mil para a melhor participação de artista ou grupo Prêmio Sesc de Arte Contemporânea – Dois prêmios para obras de artistas brasileiros no valor de R$ 50 mil cada. As obras passam a integrar o Acervo Sesc de Arte Brasileira Prêmios de residência – Três prêmios oferecidos para jovens artistas, para apoio e produção de uma obra inédita dentro da Rede de Residências Videobrasil (detalhes anunciados em breve) Prêmio O.F.F. – Prêmio em dinheiro no valor de R$ 25 mil oferecido pelo Ostrovsky Family Fund para um/a artista com investigação original sobre a imagem em movimento Sob o tema “Comunidades Imaginadas”, a Bienal retorna ao nacionalismo como chave para a compreensão das disputas que moldam este nosso tempo, deixando no ar a pergunta sobre a duração e o alcance desse novo ciclo regressivo. O título é emprestado do clássico estudo de Benedict Anderson sobre o nacionalismo para investigar como poéticas oriundas do Sul. Sem abandonar o foco geopolítico, a equipe curatorial da 21ª Bienal, formada por Gabriel Bogossian, Luisa Duarte, Miguel López e Solange Farkas, pretende alargar o repertório de questionamentos e ampliar a diversidade das vozes que ouvimos. Quem pode participar Podem participar artistas com obras de qualquer natureza, nascido/as ou radicado/as há mais de cinco anos nos países do Sul Global e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, além de integrantes de povos originários de todos os países. As obras em qualquer linguagem, tema ou suporte devem ser inéditas na cidade de São Paulo e assim permanecer até a inauguração da Bienal. | Mais informações e detalhes sobre o processo de seleção: bienalsescvideobrasil.org.br/inscricao Urbe Mostra de Arte Pública traz obras para o Largo da Batata (SP) http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13411&ncid=1000&pg=0 A 3ª edição da URBE - Mostra de Arte Pública ocorre entre 04 e 19/08/18 no Largo da Batata, em São Paulo. A mostra segue para sua terceira edição com o objetivo de investigar e ativar o espaço público por meio de práticas artísticas que assimilam a fusão entre obra e lugar com intervenções temporárias, criando um percurso orientado pelo interesse do espectador. Participam obras de Estela Sokol, LiveNoiseTupi e OPAVIVARÁ!, com curadoria de Felipe Brait e Reinaldo Botelho. Durante a programação da mostra, além das obras, há oficinas, conversas e caminhadas com os artistas, curadores e convidados. Estela Sokol (SP) criou “Greta Barbo”, uma escultura de resina com iluminação difusa. Sua implantação possui uma dimensão estética que envolve a lógica dos sentidos e se relaciona com o espaço criando novas percepções e afetos na paisagem. Já o coletivo LiveNoiseTupi apresenta a obra “Apanoesh” (Abrigo de Proteção em Ambiente Natural e Observatório de Entorno para a Sobrevivência Humana), uma instalação interativa imersiva que parte de uma realidade distópica, em um contexto ficcional pós-nuclear, onde o público toma contato com um complexo processo de composição de narrativas transmidiáticas dentro de um universo de conexões entre saberes futurísticos e ancestrais. O coletivo OPAVIVARÁ! leva ao Largo da Batata a obra “Brasa Ilha” criada a partir da apropriação e da conversão de um automóvel em uma cozinha de uso público, com a qual os artistas buscam ativar processos subjetivos de contato e interação com uma obra de arte pública. O público participante poderá cozinhar alimentos criando uma relação direta com a obra. | Confira a programação: Diariamente, das 10h às 20h. Oficinas com inscrições pelo site www.institutotomieohtake.org.br 04/08, das 11h às 21h30: Festa de abertura em parceria com Batata Eletrônica Às 11h - Caminhada com curadores, colaboradores e equipe Local de encontro: Obra Brasa Ilha Às 16h - Conversa "Circuito de Afetos" com curadores, OPAVIVARÁ!, Marcio Black (Fundação Tide Setubal) e Ricardo Cardim (Floresta de Bolso). Local: Void General Store SP 05/08, das 11h às 13h - Oficina com OPAVIVARÁ! Local: Instituto Tomie Ohtake 09/08, das 19h às 21h: Oficina com Ricardo Palmieri (LiveNoiseTupi) Local: Instituto Tomie Ohtake 11/08, às 16h: Conversa "Arquitetura de Conexões" com curadores, Ricardo Palmieri (LiveNoiseTupi), Raphael Franco (A Batata Precisa de Você), Felipe "Juca" Sanches, Afonso Coutinho e Sandro Friedland (Garoa Hacker Clube); Local: Void General Store SP 12/08, às 11h - Caminhada com curadores, colaboradores e equipe Local de encontro: Obra Apanoesh 16/08, das 19h às 21h: Conversa "Paisagens Invisíveis" com o curador Reinaldo Botelho, Estela Sokol, Fernando Túlio Salva Rocha Franco (LabCidade + IAB-SP) e Roni Hirsch (eRê Lab); Local: Instituto Tomie Ohtake 19/08, às 11h - Caminhada com curadores, colaboradores e equipe Local de encontro: Obra Greta Garbo | Mais informações: www.urbe.org.br. Encontro Paulista de Museus chega à sua 10ª edição http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13410&ncid=1&pg=0 A 10ª edição do Encontros Paulista de Museus (EPM) ocorre entre 18 e 20/07/18, sob o tema “Gestão e Governança”, no Memorial da América Latina em São Paulo. Assim como edições anteriores, a programação mantém a tendência em focar em principais temas relacionados ao Cadastro Estadual de Museus (CEM-SP), cujo advento, em 2016, traz uma nova perspectiva de reflexões sobre a gestão das instituições museológicas. Os interessados podem se inscrever presencialmente durante o evento. | Mais informações: Memorial da América Latina – Auditório Simón Bolívar Barra Funda: av. Auro Soares de Moura Andrade, 664. goo.gl/DSVKu7 "Banhei Minha Mãe" tem lançamento na 16ª FLIP http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13409&ncid=1000&pg=0 A 16ª Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), que acontece entre 25 e 29/7, abrigará em 27/7, às 16h, o lançamento do livro de poemas “banhei Minha Mãe”, de Beto Furquim, que conta com ilustrações do artista plástico Alex Cerveny. O livro tem projeto gráfico de Luciana Facchini , apresentação do artista, escritor e curador Renato Rezende e é um lançamento da editora Laranja Original. A tarde de autógrafos acontece no cais do porto de Paraty, em frente ao barco da própria editora. O livro já se encontra no site da Amazon: https://www.amazon.com.br/Banhei-minha-m%C3%A3e-Beto-Furquim/dp/8592875374. Seminário debate experiências de fabulação da cultura japonesa nas artes http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13407&ncid=1&pg=0 O Centro de Pesquisa e Formação do Sesc realiza entre 23 e24/07/18 o seminário “Fabulações do Japão: dança, artes visuais, mídias” que apresenta análises de experiências de fabulação da cultura japonesa e o modo como alguns artistas e pesquisadores têm lidado com isso em seus processos de criação. Participam nomes como Michiko Okano, Christine Greiner, Leticia Sekito, Gal Opido, entre outros. Na ocasião, acontecem os lançamento da versão em português do livro “Tatsumi Hijikata, pensar o corpo esgotado” do filósofo Kuniichi Uno, publicado pela editora n-1, e do livro “A Erótica Japonesa na Pintura & na Escritura dos Séculos XVII a XIX”, de Madalena Hashimoto Cordaro. Recomendação etária: 16 anos. 30 vagas. Investimento de R$ 60; R$ 30; e R$ 18. Tradução em Libras disponível. Faça sua solicitação com no mínimo dois dias de antecedência da atividade através do e-mail centrodepesquisaeformacao@sescsp.org.br. Informações e inscrições pelo site (sescsp.org.br/cpf) ou nas unidades do Sesc no Estado de São Paulo. Confira a programação: 23/7, às 14h - Quando a dança fabula as imagens do Japão... Os coreógrafos Marcelo Evelin (Teresina), Alejandro Ahmed (Florianópolis) e Leticia Sekito (São Paulo) apresentam alguns dos seus processos de criação que fabularam imagens do Japão. Às 17h15 - Apontamentos sobre o livro Tatsumi Hijikata, pensar o corpo esgotado do filósofo Kuniichi Uno Conferência, ilustrada por fotografias, notações coreográficas e fragmentos de filmes referentes ao livro do filósofo japonês Kuniichi Uno, traduzido para o português com o título “Tatsumi Hijikata, pensar o corpo esgotado”. Esta obra tornou-se a principal referência acerca da pesquisa deste polêmico artista. Propõe uma ampliação dos debates em torno do butô, extrapolando a sua habitual definição como gênero de dança. Uno explicita as redes transculturais que constituíram a singularidade desta experiência, tendo como questão mais relevante a relação entre corpo e política, corpo e imagem, corpo e lugar. Às 18h - Lançamento da versão em português do livro “Tatsumi Hijikata, pensar o corpo esgotado” do filósofo Kuniichi Uno. 24/07, às 14h - Artes visuais e o fetiche do Japão As professoras Michiko Okano, Madalena Hashimoto Cordaro e o artista Gal Oppido falam sobre suas pesquisas e experiências. Michiko Okano apresentará a palestra "Expressões da arte nipo-brasileira". As expressões de artistas nipo-brasileiros são diversas e as suas obras trazem distintas exteriorizações de identificações que ora se apresentam como brasileiras, ora como japonesas, ora como globais. Às 16h: Lançamento do livro “A Erótica Japonesa na Pintura & na Escritura dos Séculos XVII a XIX”, de Madalena Hashimoto Cordaro. Às 16h30 - Imagens do Japão nas mídias e no cinema A pesquisadora Regiane Ishii apresenta os modos como as imagens do Japão reverberam nas mídias e no cinema. | Mais informações: Centro de Pesquisa e Formação do Sesc Bela Vista: r. Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar. Tel:(11) 3254-5600. Residência Artística Faap recebe inscrições para 2019 http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13406&ncid=1000&pg=0 A Residência Artística FAAP recebe inscrições até 15/08/18 de artistas brasileiros que residem fora do Estado de São Paulo e estrangeiros para se instalarem no Edifício Lutetia, no Centro de São Paulo, no primeiro semestre de 2019. O principal objetivo da Residência Artística é servir de local temporário para artistas visuais que desejam pesquisar e desenvolver projetos na capital paulista, trabalhando em um ambiente que tem se afirmado como uma das formas mais características de apoio e incentivo ao desenvolvimento dos processos criativos, e em especial artes. Os interessados em participar do processo de seleção devem encaminhar projeto, uma documentação formada por cartas de recomendação, currículo, fotografia 3x4, portfólio e a ficha de inscrição preenchida, que está disponível no site. A residência promove a interação dos artistas com os alunos e professores da Fundação, além da comunidade da cidade e a troca de experiências dos residentes com a comunidade FAAP. O processo de integração acadêmico acontece por meio de atividades distintas como aulas, palestras, workshops, oficinas, acompanhamento e participação nos open studios. Participação também ocorre nos Seminários de Investigações contemporâneas I e II, promovidos pelos Cursos de Artes Visuais, além de outras atividades de inserção, como visitas e contatos com profissionais e instituições da área. | Mais informações: www.central.faap.br/residenciaartistica Tel.: (11) 3101-1776 | resartisfaap.info@faap.br ou pelo skype: residencia.artistica.faap Filme “Casa da Xiclet” ganha menção honrosa em festival carioca http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13402&ncid=1000&pg=0 O média-metragem “Casa da Xiclet”, dirigido por Sofia Amaral e realizado em comemoração aos 15 anos de atividade da galeria paulistana Casa da Xiclet, recebeu menção honrosa do júri oficial do 8° Rio Festival de Gênero & Sexualidade no Cinema, no Rio de Janeiro. O filme já havia ganho os prêmios de “melhor média metragem” e “melhor direção” no no 16º Recine - Festival Internacional de Cinema de Arquivo (2017), também no Rio de Janeiro. “Casa da Xiclet” também participou do 25° Festival Mix Brasil (São Paulo, 2017) e da 12ª Mostra Produção Independente Aldeias (Vitória, 2017). Em 4/7/18, foi exibido em Araraquara, interior de São Paulo, no encerramento do evento “XV Território da Arte de Araraquara”. Janaina Tschäpe, Sergio Lucena e outros brasileiros no exterior http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13400&ncid=1000&pg=0 Juliana Cerqueira Leite (Casa Triângulo) participa do projeto “Sculpture in the City”, na Mitre Square, em Londres, entre 27/6/18 e 27/6/19. A praça londrina é um marco turístico na cidade, pois foi ali, no canto Sul, que foi encontrado o corpo de Catherine Eddowes, mutilado e esquartejado por Jack, o Estripador, em 30/9/1888. | Marilá Dardot (Galeria Vermelho) participa da mostra “Saudade (Our Flag)”, no Montalvo Arts Center, em Saratoga (EUA), entre 15 e 20/7/18. | Cerca de 100 obras de arte da parisiense Fondation Cartier estão em exibição pela primeira vez na China, em Xangai, no espaço de arte contemporânea Power Station of Art. A mostra “A Beutifu Elsewhere” apresenta obras da ceramista mineira Isabel Mendes da Cunha e fotografias da suíço-brasileira Claudia Andujar. A curadoria é de Hervé Chandès、Grazia Quaroni e Fei Dawei. A mostra traz ainda obras de Jean-Michel Alberola、Christian Boltanski、Frédéric Bruly Bouabré、Cai Guo-Qiang、Marc Couturier、Raymond Depardon、Diller Scofidio + Renfro、Gao Shan、Hu Liu、Huang Yong Ping、Julia Isidrez、Beat Takeshi Kitano、Bernie Krause、Li Yongbin、David Lynch、Alessandro Mendini、Mœbius、Moriyama Daido、Ron Mueck、Marc Newson、Claudine Nougaret、Jean-Michel Othoniel、Artavazd Pelechian、Juana Marta Rodas、Chéri Samba、Sarah Sze、Yokoo Tadanori e United Visual Artists (UVA). A mostra fica em cartaz entre 25/4 e 29/7. | Marlon de Azambuja participa da Cleveland Triennial for Contemporary Art, que acontece entre 14/7 e 30/9 no The Cleveland Museum of Art, nos EUA, A mostra conta ainda com a participação de Juan Araujo, Walead Beshty, Candice Breitz, Cyprien Gaillard, Luisa Lambri, Kerry James Marshall, Ad Minoliti, Sarah Morris, Allan Sekula, Yinka Shonibare, Jessica Stockholder, Heimo Zobernig e outros. www.frontart.org. O artista também aprticipa da mostra coletiva “En Construcción”, uma curadoria de Santiago Olmo no CGAC, em Santiago de Compostela (espanha), entre 6/7 e 28/10/18. Participan ainda Lara Almarcegui, Pablo Barreiro, Carlos Bunga, Rosendo Cid, Björn Dahlem, Tamara Feijoo, María Luisa Fernández, Fernanda Fragateiro, Juan Gopar, Hisae Ikenaga, Kiko Pérez, Tobias Rehberger, Jessica Stockholder e Héctor Zamora. http://cgac.xunta.gal. Junto com o também barsileiro Cadu, Azambuja também tem obra até 5/8 na mostra “Narrativas - Colección Pedro Montes”, em cartaz no Centro Cultural El Tranque, em Santiago do Chile. Participam ainda Marta Minujín, Moris, Iván Navarro, Mario Navarro, Giancarlo Scaglia e outros... entre outros. artishockrevista.com. | Clarissa Tossin (Galeria Luisa Strina) participa da mostra coletiva “Pacha, Llaqta, Wasichay: Indigenous Space, Modern Architecture, New Art”, com curadoria de Marcela Guerrero e Alana Hernandez. A mostra acontece entre 13/7 e 30/9/18 no Whitney Museum of American Art, em Nova York. A artista realiza ainda a mostra individual “When the Land Speaks”, com curadoria de Carla Acevedo-Yates e Steven L. Bridges, no MSU Broad Museum/East Lansing, em Michigan (EUA) entre 3 e 29/7/18. | A Thomas Dane Gallery, em Londres, realiza a mostra “Signals: If You Like I Shall Grow”, que apresenta obras de Sergio Camargo, Lygia Clark, Hélio Oiticica, Mira Schendel e outros. Até 21/7/18. | O artista mineiro Paulo Nazareth (Mendes Wood DM) participa da mostra coletiva “Dancing with Myself”, no Palazzo Grassi, na Punta della Dogana, em Veneza (Itália), até 6/1/2019. A mostra conta ainda com obras de Alighiero Boetti, Marcel Broodthaers, Martin Kippenberger e outros. | A carioca Adriana Varejão (Fortes D’Aloia & Gabriel) realiza mostra individual na filial em Veneza da galeria londrina Victoria Miro. A mostra fica em cartaz entre 14/7 e 8/9/2018. | Rivane Neuenschwander (Fortes D’Aloia & Gabriel) participa da mostra coletiva “Take Me (I’m Yours)”, em cartaz na L’Accademia di Francia a Roma, na Villa Medici, até 19/8/18. | Em comemoração ao 50º aniversário da mostra “Cybernetic Serendipity”, realizada em 1968 no The Institute of Contemporary Arts, em Londres, e considerada a primeira exposição de arte cibernética do mundo, a londrina Mayor Gallery realiza até 27/7/18 a exposição “Writing New Codes”, com obras de três pioneiros da arte com computador (Waldemar Cordeiro, Robert Mallary e Vera Molnár), datadas entre 1969 e 1977. A curadoria é de Jasia Reichardt. | A filial nova-iorquina da Galeria Nara Roesler realiza a mostra individual “Laura Vinci: Diurna” entre 11/7 e 10/8/18. É a primeira mostra individual da artista em Nova York. | A carioca Fernanda Gomes (Galeria Luisa Strina) realiza exposição individual no Museo Jumex, na Cidade do México, entre 29/7 e 30/9/18. Curadoria de Catalina Lozano. | Beto Shwafaty (Galeria Luisa Strina) participa da mostra coletiva “Live Works” no Centrale Fies - Ambienti per la Produzione di Performing Art, em Dro, na Itália, no sábado 21/7/18. | Marcellvs L. (Galeria Luisa Strina) realiza a mostra individual “6X6” no Haus Mödrath - Räume für Kunst, em Kerpen, na Alemanha, entre 14/7 e 19/8/18. | Com patrocínio da Fondation Beyeler, da Suíça, o artista plástico carioca Ernesto Neto (Fortes D’Aloia & Gabriel) realiza em Zurique a instalação “GaiaMotherTree”. A obra fica exposta entre 29/6 e 29/7 na Zürich Hauptbahnhof, a estação central de trem da capital suíça. Trata-se de uma escultura inteiramente feita à mão com tiras coloridas de algodão, estendendo-se do chão ao teto da estação com seus vinte metros de altura. O público pode entrar na estrutura, que funciona como um ponto de encontro e meditação. Um programa variado de eventos, com música, workshops, visitas guiadas e palestras, acontecerá dentro da instalação ao longo do mês. | Janaina Tschäpe (Fortes D’Aloia & Gabriel) participa da coletiva “Oceans. Imagining a Tidalectic Worldview” no Museum of Modern Art Dubrovnik, na Croácia, até 30/9/18. | Marina Rheingantz (Fortes D’Aloia & Gabriel) participa da Biennial of Painting: On Landscapes, uma coletiva em cartaz no Museum Dhondt-Dhaenens, em Deurle, na Bélgica, até 30/9/18. | Os artistas paulistanos Jac Leirner, Edgard de Souza e Ana Maria Tavares têm obras na mostra “Contra a Abstração, Obras da Coleção CGD”, uma coletiva em cartaz no Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor, em Portugal, até 27/10/18. | “Brasile: Il Coltello nella Carne” (Brasil: A Faca na Carne), mostra coletiva com curadoria de Jacopo Crivelli Visconti e Diego Sileo, apresenta obras de Ana Mazzei, André Komatsu, Berna Reale, Carlos Zilio, Carmela Gross, Celso Renato, Cinthia Marcelle, Clara Ianni, Daniel de Paula, Daniel Steegmann Mangrané, Deyson Gilbert, Fernanda Gomes, Franceso João, Iole de Freitas, Ivan Grilo, Ícaro Lima, Jonathas de Andrade, Leonilson, Letícia Parente, Luiz Roque, Maria Thereza Alves, Maurício Ianês, Mauro Restiffe, Paloma Bosquê, Regina Parra, Runo Lagomarsino, Sofia Borges, Tamar Guimarães, Tunga e Vijai Patchineelam. O título é uma referência à peça “Navalha na Carne”, do escritor e diretor teatral Plínio Marcos, ativo durante os anos da ditadura militar no Brasil. A intenção da curadoria não é expor um retrato do Brasil ou de sua cena artística, mas sim propor reflexões sobre conflitos (confrontos, violência e opressão política, social, racial, ecológico e cultural). É também um desdobramento de sonhos despedaçados e expectativas frustradas de um povo que sabe manter um otimismo surpreendente e confiança no futuro. Fica em cartaz entre 3/7 e 9/9/18 no PAC Milano - Padiglione d'Arte Contemporanea. www.pacmilano.it. | Renata Lucas (Galeria Luisa Strina) participa da 8ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Melle, na França, entre 30/7 e 23/9/18. | Alexandre da Cunha (Galeria Luisa Strina) participa da mostra “Between the Lines”, no Peles Empire, em Berlim (Alemanha, entre 29/6 e 1/8/18. | O brasileiro Sérgio Lucena e a africana radicada em Paris Thenjiwe Niki Knosi dividem o espaço da Mariane Ibrahim Gallery, em Seattle, nos EUA, na mostra “Common Place”, entre 19/7 e 2/9/18. | Ivan Grilo (Luciana Caravello Galeria de Arte e Casa Triângulo) participa da mostra coletiva “Ver as Vozes dos Artistas”, uma curadoria de Miguel Von Hafe Pérez para o Metro do Porto, em Portugal, em cartaz entre 22/6 e 22/9/18. | Albano Afonso (Casa Triângulo) participa da mostra coletiva “Pois Eu É Um Outro: Obras da Coleção Norlinda e José Lima”, uma curadoria de Miguel Amado para o Centro de Artes de Águeda, em Portugal, entre 26/5 e 28/10/18. | A instalação "Ciclotrama 50 (wind)" (2018), da artista Janaina Mello Landini, passa a fazer parte da coleção da Fondation Carmignac, na França. O trabalho está na exposição de longa duração que inaugurou a sede da instituição, na Ilha de Porquerolles, na França. A obra está na mostra “Sea of Desire", com curadoria de Dieter Buchhart, apresenta um recorte desta coleção criada há 27 anos por Edouard Carmignac. A proposta é estabelecer diálogos entre as produções de artistas icônicos - como Sandro Botticelli, Andy Warhol, Jean-Michel Basquiat, Roy Lichtenstein, Gerhard Richter, Andreas Gursky, Keith Haring, Martial Raysse - e a de nomes emergentes - como Jeppe Hein, Olaf Breuning e Jean Denant. A mostra fica emcartaz até 4/11/18. | O coletivo carioca OPAVIVARÁ! (A Gentil Carioca) participará do Womad Festival, em Wiltshire, na Inglaterra, entre 26 e 29/7/18. O grupo participará ainda do Far Festival - Transnômades, em Nyon, na Suíça, entre 17 e 25/8/18. | Maria Laet (A Gentil Carioca) participa da mostra coletiva “Cosmogenies, Au Gré des Éléments”, no MAMAC, em Nice (França), até 16/9/18. | Vivian Caccuri (Galeria Leme e A Gentil Carioca) participa de mostra “For The Record”, uma curadoria de Bhavisha Panchia para a IFA Gallery, em Berlim, até 30/9/18. | Artur Barrio e Lenora de Barros (Galeria Millan), participam da mostra “A Tale of Two Worlds. Experimental Latin American Art in Dialogue with the MMK Collection 1940s-1980s”, coletiva no Museo de Arte Moderno de Buenos Aires, entre 7/7 e 14/10/18. Barrio participa ainda da mostra “Sublevaciones”, no Museo Universitário de Arte Contemporáneo em Coyoacán, no México, até 29/7/18. | José Damasceno (Galeria Millan) está na coletiva “Trains & Boats & Planes”, na Maisterravalbuena, em Lisboa, até 28/7/18. | O artista paraense Emmanuel Nassar realiza até 28/7/18 na Kubikgallery (Cidade do Porto) a mostra “Trapioca 101”. A mostra surge de uma serie de trabalhos na qual o artista usou fragmentos de chapas metálicas, madeiras, ferros e peneiras de farinha recolhidas nas feiras populares de Belém, cidade onde nasceu, no norte do Brasil. Em “Trapioca101”, o artista aplica a palavra “Trap”, que em inglês significa “armadilha”, associada à tapioca que funciona como uma licença poética, uma armadilha do olhar. Geraldo de Barros (Luciana Brito Galeria de Arte) tem obras na mostra “Historia de Dos Mundos”, no Museo de Arte Moderno de Buenos Aires, na Argentina, até 14/10/18. O fotógrafo brasileiro German Lorca participa da mostra coletiva “Shape of Light 100 Years of Photography ans Abstract Art” na Tate Modern, em Londres, até 14/10/18. A mostra apresenta mais de 350 obras de cerca 100 artistas, como László Moholy-Nagy, Man Ray, Edward Weston, Aaron Siskind, Floris Neusüss, Gottfried Jäger, Antony Cairns, Maya Rochat e Daisuke Yokota, entre outros. Curadoria de Simon Baker. O artista paulistano Hudinilson Jr. (Galeria Jaqueline Martins) tem obras na mostra coletiva “Cut Up the World”, na Scrap Metal, em Toronto (Canadá), até 16/9/18. Lucas Arruda, Adriano Costa, Sonia Gomes, Lorenzato, Solange Pessoa, Daniel Steegmann Mangrané, Naufus Ramírez-Figueroa, Kishio Suga, Alvaro Barrington, Julien Bismuth e Paloma Bosquê participam da mostra coletiva “Natura Naturans”, que acontece na filial nova-iorquina da galeria paulistana Mendes Wood DM entre 26/6 e 20/8/18. | O artista carioca Carlos Vergara inaugura em 8/9/18 uma mostra individual no Museu do Vinho de São João da Pesqueira, em Portugal. | A dupla Detanico Lain (Galeria Vermelho) participa da mostra coletiva “Ouvres de la Collection Lambert”, que acontece na histórica cidade de Avignon, na França, entre 16/6 e 4/11/18. A dupla está ainda nas coletivas “Another visit with the Sculpture”, na Arte Alameda / National Institute of Fine Arts, na Cidade do México, entre 27/6 e 2/9/18, e “Unpacking my Library” no National Museum of Contemporary Arte (EMST), em Atenas, na Grécia, entre 14/6 e 19/8/18. | O artista alagoano-pernambucano Jonathas de Andrade (Galeria Vermelho) realiza a mostra “Artapes” no museu MAXXI, em Roma, entre 12/6 e 10/7/18. O artista foi participa ainda da mostra do Prêmio Paulo Cunha e Silva, na cidade do Porto, em Portugal, entre 9/6 e 19/8/18. Também em Portugal, Jonathas de Andrade está em “Untitled (How Does it Feel)”, no SolMar Center, em Açores, entre 30/6 e 28/7/18. | Obras de Clara Ianni e Marcelo Moscheta (ambos da Galeria Vermelho) foram selecionadas para o evento “Fracture Zone - International Symposium on Eletronic Art”, em Durban, na África do Sul, entre 23 e 30/6/18. | Ivan Grilo (Luciana Caravello Galeria de Arte e Casa Triângulo) tem obras na coletiva “Ver as Vozes dos Artistas”, uma curadoria de Miguel Von Hafe Pérez no espaço Metro, na cidade do Porto, em Portugal, entre 22/6 e 22/9/18. | Leticia Parente, Regina Vater, Sonia Andrade têm obras na mostra coletiva “Feminist Avant-Garde of the 1970s (From The Sammlung Verbund Collection - Vienna”, no Stanager Art Museum, em Stavanger, na Noruega, entre 15/6 e 14/10/18. Participam ainda Helena Almeida, Eleanor Antin, Anneke Barger, Lynda Benglis, Judith Bernstein, Renate Bertlmann, Dara Birnbaum, Teresa Burga, Marcella Campagnano, Judy Chicago, Linda Christanell, Lili Dujourie, Mary Beth Edelson, Renate Eisenegger, Valie Export, Esther Ferrer, Margaret Harrison, Lynn Hershman Leeson, Alexis Hunter, Sanja Iveković, Birgit Jürgenssen, Kirsten Justesen, Auguste Kronheim, Ketty La Rocca, Leslie Labowitz, Suzanne Lacy, Suzy Lake, Katalin Ladik, Brigitte Lang, Natalia LL, Karin Mack, Ana Mendieta, Rita Myers, Lorraine O’Grady, Orlan, Florentina Pakosta, Gina Pane, Letícia Parente, Ewa Partum, Friederike Pezold, Margot Pilz, Ulrike Rosenbach, Martha Rosler, Suzanne Santoro, Carolee Schneemann, Lydia Schouten, Elaine Shemilt, Cindy Sherman, Penny Slinger, Annegret Soltau, Betty Tompkins, Regina Vater, Hannah Wilke, Martha Wilson, Francesca Woodman e Nil Yalter. Curadoria de Gabriele Schor, Hanne Beate Ueland e Vibece Salthe. | Começou em 15/6/18, ”, na Fundação Prada, em Milão, na Itália, a exposição “Cavalo come Rei”, em que a artista mineira, radicada no Rio de Janeiro, Laura Lima (Galeria Luisa Strina e A Gentil Carioca) apresenta três obras monumentais que ocupam o espaço da Cisterna se relacionam com a verticalidade do local: "Pêndulo" (2018), baseado no Pêndulo de Foucault, pendula a obra ´Pescador ao Sol´, de Salvador Dali (1928). "Telescópio" (2018), uma labiríntica estrutura de andaimes, leva o público a dois patamares a 10 metros do chão, onde, no primeiro patamar, têm aulas de astronomia com astrônomos do Cívico Planetário Ulrico Hoepli de Milão, e no segundo patamar, encontram um telescópio apontado para a clarabóia e cegado pela luz do sol. A última obra, "Pássaro" (2016) (na imagem), em co-autoria com o artista Zé Carlos Garcia, mostra um pássaro gigante caído do céu, apenas iluminado pela luz natural do lugar. Curadoria de Elvira Dyangani Ose. Laura Lima participa ainda da coletiva “Forecast Berlim”, no Projeto HKW, com curadoria de Freo Majer, no Haus der Kulturen der Welt, em Berlim, até 29/7/18. | Frederico Filippi (Galeria Leme) participa da mostra coletiva “Processos em Trânsito - O Livro de Artista 2018”, entre 9/6 e 28/7/18, na Galeria da Câmara de Matosinhos, em Portugal. | Ana Mazzei (Galeria Jaqueline Martins) realiza a mostra “Hands, Spells and Papers”, em que apresenta 39 desenhos inspirados nos pensamentos emancipadores de Paulo Freire e Augusto Boal na La Galerie Centre d´Art Contemporain, em Noysy-le-Sec, na França, até 21/7/18. Ao redor da exposição, gravitarão ainda obras de Félicia Atkinson, Laëtitia Badaut Haussmann, Sébastien Rémy e Cyril Verde. | O artista luso-brasileiro Artur Barrio (Galeria Millan) realiza a individual “Artur Barrio: Experiencias y Situaciones” no Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em Madri, até 27/8/18. A individual se articula em duas salas: na primeira traça-se um itinerário histórico através de documentos do arquivo de Barrio, fotografias, filmes e manifiestos, mediante os quais permaneceu um registro das situações e experiências criadas por ele em diferentes lugares e momentos ao longo de sua carreira. A segunda sala apresenta uma experiência in-situ realizada pelo artista na semana prévia à abertura da mostra: Barrio ocupa o museu e intervém em seu espaço, ocasião em que a instituição responde e se adapta à espontaneidade do gesto e à performatividade do acontecimento artístico. | O artista português, radicado em São Paulo, Tiago Mestre (Galeria Millan), realiza no Colégio das Artes de Coimbra (Portugal) a exposição individual “More News From Nowhere” de 15/6 a 27/7/18. Texto de Jacopo Crivelli Visconti. www.galeriamillan.com.br | A fotógrafa Claudia Andujar (Galeria Vermelho) participa entre 1/6 e 30/9/18 do Festival Photo de la Gacilly, no Jardin du Relais, em Gacilly, na França. | Carla Zaccagnini (Galeria Vermelho) apresenta suas obras na coletiva “El Presente, Mañana”, no Museo Experimental El Eco, na Cidade do México, entre 6/6 e 26/8/18. Zaccagnini participa ainda da mostra “Out of Words”, no espaço Röda Sten Konshall, em Gotemburgo, na Suécia, entre 9/6 e 19/8/18. | Renata Lucas (Galeria Luisa Strina) participa da 8ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Melle, no Quartier Mairie, em Melle (França), entre 30/6 e 23/9/18. | O artista paraense, radicado em Londres, Tonico Lemos Auad (Galeria Luisa Strina) participa da mostra coletiva “Enchanted Bodies / Fetish for Freedom”, curadoria de Bernardo Mosqueira na GAMeC Galleria d'Arte Moderna e Contemporanea, em Bergamo (Itália) entre 8/6 e 9/9/18. | O artista carioca Cildo Meirees e o espanhol Antoní Muntadas (ambos da Galeria Luisa Strina) participam da mostra “Zero em Comportamento”, curadoria de João Ribas, Ricardo Nicolau e Paula Fernandes que acontece no Museu Serralves, na cidade do Porto, em Portugal, entre 1/6 e 9/9/18. | O artista Felipe Seixas (Galeria Zipper) participa da 250ª edição do Summer Exhibition, na Royal Academy of Arts em Londres, que faz parte das comemorações dos 250 anos da instituição. Felipe é o único brasileiro a participar da exposição, coordenada por Grayson Perry, sob o tema "Art Made Now". A mostra reúne tanto artistas jovens, como Phylida Barlow, Antony Gormley e Tony Cragg, ao lado de grandes nomes, como Anish Kapoor, Anselm Kiefer, Bruce Nauman, Bill Viola, David Hockney e Marina Abramović. A exposição abre ao público dia 12/06. Mais informações: Burlington House, Piccadilly, Mayfair, London. | A artista paulistana Flávia Vieira inaugurou em 26/5 a sua primeira mostra individual, “Hopes and Fears”, na Kubikgallery, na cidade do Porto (Portugal). A mostra reúne um conjunto de trabalhos inéditos especialmente desenvolvidos para esta ocasião, que partem de uma reflexão sobre o fazer artesanal como modelo social. A curadoria do projeto é de Marta Mestre. A exposição tem como ponto de partida o ensaio homónimo do artista e escritor britânico William Morris (1834-1896) que, no final do séc. XIX, defendeu um retorno ao trabalho artesanal e manual como reação ao sistema capitalista. | PAIR, Galleries é a nova empreitada da galerista brasileira Liliana Beltran em Miami. Ao lado dos sócios Michel e Luciana Farah (empresários e colecionaores) e Eduardo Rezende (fotógrafo), Beltran, que já foi dona da Bossa Gallery, pretende agora organizar exposições de artistas representados por galerias brasileiras que não possuam espaço nos EUA. A parceria começará com a individual “Under Pressure”, do artista gaúcho Tulio Pinto (representado no Brasil pela Baró Galeria) entre 18/5 e 25/7/18. A PAIR, Galleries fica no 1.201, 20th Street, Miami, www.pairgalleries.com. | Rodrigo Torres participa da mostra coletiva “A Luta Continua”, um recorte da The Sylvio Perlstein Collection, em cartaz na galeria Hauser & Wirth, em Nova York, até 27/07/18. | Ascânio MMM (Casa Triângulo) participa da coletiva “Latinoamerica: Volver al Futuro”, uma curadoria de Federico Baeza em cartaz no Museo de Arte Contemporaneo de Buenos Aires até 3/3/2019. | Artur Barrio realiza a mostra individual “Experiencias y Situaciones” no Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em Madri, entre 23/5 e 27/8/18. | Regina Silveira participa da mostra “Mixed Realities: Virtuelle und reale Welten in der Kunst” no Stuttgart Kunst Museum, na Alemanha, entre 5/5 e 26/8/18. | Thomas Farkas tem obras na coletiva “The Shape of Light: 100 Years of Photography and Abstract Art”, na Tate Modern, em Londres, até 14/10/18. | Maria Nepomuceno participa da coletiva “Pulling at Threads”, uma curadoria de Owen Martin na Norval Foundation, na Cidade do Cabo (Africa do Sul), até 20/8/2018. | Hélio Oiticica tem mostra individual no ICA Miami até 11/11/2018. | Cadu (Galeria Vermelho) participa da mostra “Movilizando Afectos: Coparticipación e Inserción Local, Tres Proyectos Artísticos”, no Museu Amparo, em Puebla, no México, entre 21/4 e 30/7/18. | Igor Vidor (Luciana Caravello Galeria de Arte) e Jaime Lauriano (Galeria Leme) participam da mostra coletiva “The Wold's Game: Fútbol and Contemporary Art”, uma curadoria de Franklin Sirmans e Jennifer Inacio em cartaz no Pérez Art Museum Miami, nos EUA, entre 13/4 e 2/9/18. | Regina Silveira e Thomaz Farkas participam da mostra “Memorias del Subdesarrollo: El Arte y el Giro Descolonial en America, 1960-1985”, no Museo Jumex, na Cidade do México, entre 22/3 e 9/9/18. | Clara Ianni participa da mostra coletiva “Line of Sight. Lethal Design”, no Museum of Contemporary Design and Applied Arts of Lausanne, na Suíça, entre 14/3 e 26/8/18. | Clarissa Tossin (Galeria Luisa Strina) realiza no Blanton Museum of Art, da Universidade do Texas, em Austin, a mostra individual “Encontro das Águas”, com curadoria de Beverly Adams. Fica em cartaz entre 13/2 e 1/7/18. A mostra trata do desenvolvimento da Amazônia e do impacto da industrialização na cultura dos diversos grupos indígenas da Amazônia. Tossin participa ainda da coletiva “The House Imaginary” no San Jose Museum of Art, em San Jose, nos EUA, entre 20/4 e 19/8/18. | A obra “Poema” (1979), da artista paulistana Lenora de Barros (Galeria Millan), ilustra a capa do catálogo da mostra "Radical Women: Latin American Art, 1960-1985" e também a fachada principal do Hammer Museum, em Los Angeles. A mostra apresenta cerca de 260 obras (fotografias, vídeos, técnicas mistas e experimentações) produzidas por mais de cem artistas de 15 países. Entre as selecionadas estão ainda Iole de Freitas, Vera Chaves Barcellos, Neide Sá, Claudia Andujar, Carmela Gross, Martha Araújo, Regina Vater, Ana Vitória Mussi, Lygia Clark, Anna Bella Geiger, Leticia Parente, Regina Silveira, Anna Maria Maiolino, Lygia Pape, Ana Mendieta, Liliana Porter, Marta Minujín, Zilia Sánchez e Feliza Bursztyn, A mostra acontece no Brooklyn Museum, em Nova York, entre 13/4 e 29/7/2018. A mostra faz parte do projeto “Pacific Standard Time: LA/LA”, uma iniciativa da Getty Foundation de Los Angeles, que reúne diversas instituições artísticas do sul da Califórnia sob um único tema: explorar o diálogo entre a cidade de Los Angeles (e arredores) e a arte latino-americana. Suprema Corte da Índia manda restaurar ou demolir o Taj Mahal http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2730&pg=0&ncid=1 “Ou fechamos o Taj Mahal e o demolimos ou o restauramos”, diz comitê de dois juízes às autoridades estaduais. Em maio último, os juízes disseram que o monumento de mármore branco estava ficando amarelo e até marrom em algumas partes devido à poluição e fezes de insetos. Deu então um ultimato ao governo local para procurar especialistas estrangeiros para consertar a preocupante mudança de cor do monumento de mármore branco, que é Patrimônio Mundial da Unesco. Artigo de Gareth Harris para o site www.theartnewspaper.com, editado em 16/7/18. David Douglas Duncan, fotógrafo de Pablo Picasso, morre aos 102 anos http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2729&pg=0&ncid=1 Duncan é autor da famosa fotografia do pintor espanhol tomando banho em uma banheira e de outras 25 mil imagens do artista. Também se notabilizou como fotógrafo de guerra. Massacre na boite Pulse, em Orlando, ganha memorial em Nova York http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2728&pg=0&ncid=1 O trabalho do artista plástico Anthony Goicolea foi instalado no Hudson River Park, em Nova York, e consiste de nove “pedras" de bronze cortadas e com vidro reflexivo arco-íris. Governador de SP promulga lei que institui classificação indicativa em mostras http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2727&pg=0&ncid=1 Com a medida, as exposições terão seis possíveis classificações: livre ou não recomendada para menores de 10, 12, 14, 16 ou 18 anos. Artigo de Isabella Menon para o jornal “Folha de S. Paulo” editado em 15/7/18. Funarte lança edital em que o artista paga tudo http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2726&pg=0&ncid=1 A Fundação Nacional de Artes, lançou em 2/7/18 edital para ocupação de galerias em suas unidades de São Paulo, Brasília e Belo Horizonte em que o artista ou proponente deve pagar tudo, pois não haverá prêmio em dinheiro ou transferência de recursos financeiros da parte da Funarte. A instituição é presidida pelo ator Stepan Nercessian. As inscrições são online, até 16/8/18, às 17h , pelo horário de Brasília... Secretário de Cultura fala sobre a polêmica do Parque Lage e é rebatido http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2725&pg=0&ncid=1 Leandro Monteiro questiona destino de recursos e assessoria do conselho da Associação de Amigos da Escola de Artes Visuais responde: "De transparência, a associação não tem medo". Artigo publicado originalmente na revista “Veja Rio” em 13/07/2018. Red Bull expande suas iniciativas artísticas em Detroit, nos EUA http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2724&pg=0&ncid=1 A gigante mundial das bebidas energéticas oferece pequenas bolsas anuais para artistas, curadores e escritores Os participantes dos novos programas baseados em Detroit da Red Bull podem receber até US$ 12 mil por ano. Artigo de Henri Neuendorf para o portal de notícias Arte (www.artnet.com) editado em 11/07/18. Sociedade Histórica de NY lança programa sobre história afro-americana http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2723&pg=0&ncid=1 O programa se concentrará em tópicos que vão desde o movimento dos direitos civis até as definições em evolução da cidadania. Artigo de Henri Neuendorf para o portal de notícias Artnet (www.artnet.com) editado em 11/7/18. Shu Lea Cheang representará Taiwan na Bienal de Veneza em 2019 http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2722&pg=0&ncid=1 Conhecida por suas instalações de net art, filmes e ações artísticas, que repensam o meio termo entre tecnologia e humanidade, Cheang se considera um “nômade digital”. Notícia divulgada no site da revista norte-americana de arte !”Artforum” (www.artforum.com/news) em 12/7/18. Fujiko Nakaya e Pierre Alechinsky ganham japonês Praemium Imperiale http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2721&pg=0&ncid=1 Escultor japonês conhecido por seus trabalhos com névoa e artista belga membro do Grupo Cobra vencem prestigioso prêmio anual apoiado pela família imperial japonesa. Os prós e os contras de roubar arte http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=214&ncid=1000&pg=0 Dez dias atrás, uma obra de Banksy avaliada em cerca de US$ 40 mil foi roubada de uma exposição no Canadá. Foi um crime aparentemente sem esforço: um homem entrou, tirou o trabalho da parede e saiu, como a maioria desses tipos de crime acontecem... O trabalho pesado vem depois. “A regra é que não é tão difícil roubar arte, mesmo dos museus, mas é quase impossível transformar essa arte em dinheiro vivo”, diz Noah Charney, um acadêmico e escritor que publicou vários livros sobre roubo de arte. Pinturas podem ser rapidamente cortadas de suas molduras, pequenas esculturas podem ser colocadas em bolsas e jóias podem ser facilmente escondidas, mas encontrar um comprador para uma obra de arte ou um diamante é muitas vezes impossível. “Os criminosos não entendem isso, porque o conhecimento deles sobre crimes de arte é baseado em filmes e ficção”, diz Charney. Há exceções, é claro, incluindo um roubo muito divulgado em março de 2017, quando quatro homens de uma família criminosa árabe-curda na Alemanha invadiram o Museu Bode de Berlim e roubaram uma moeda de 221 libras (pouco mais de 100 quilos) feita pela Casa da Moeda canadense. Usando o teste de DNA, a polícia alemã conseguiu caçar e prender os homens em menos de quatro meses (um deles havia trabalhado como guarda de segurança no museu), mas a moeda já havia desaparecido há muito tempo. O roubo foi notável, não apenas porque os criminosos foram pegos (uma raridade, em geral), mas também porque conseguiram vender o que roubaram por uma quantia significativa de dinheiro. Se os ladrões de arte soubessem o quanto era realmente difícil vender a arte que haviam roubado, diz Charney, quase certamente haveria muito menos roubos de arte. A boa notícia, se você é um ladrão de arte, é que “somos muito ruins em pegar ladrões de arte”, diz Charney. “Temos uma taxa de recuperação e acusação muito baixa: algo como 1,5% dos casos de roubo de arte têm a arte recuperada e o criminoso processado”. Então, se um ladrão tiver um comprador esperando nos bastidores ou simplesmente quiser uma pintura ou um objeto de arte para si mesmo, há uma boa chance de ele sair ileso. Acrescente a isso o prestígio de ser um ladrão de arte. “Arte sempre foi associada à elite social, então é uma coisa ambiciosa”, explica Charney, e roubar arte parece ser um bom negócio. A má notícia, se você não tem um comprador antes de roubar o trabalho, é que você está com problemas. “As pessoas assumem que encontrarão colecionadores de arte”, diz Charney, “quando, na verdade, temos muito poucos exemplos históricos disso...”. A pior de todas as notícias é que “quando as pessoas não encontram esses compradores criminosos, acabam oferecendo material roubado para pessoas que se parecem com os criminosos, geralmente policiais disfarçados”, diz Charney. Em outras palavras, as pessoas muitas vezes roubam a arte pensando que podem vendê-la, percebem que não é tão fácil (se fosse, todos seriam legítimos negociantes de arte) e acabam fazendo um marketing discreto, mas obviamente indiscreto esforço para tentar vender a arte e ser pego. Mesmo que os criminosos não estejam desesperados o suficiente para começar a vender suas mercadorias a estranhos, uma vez que eles descobrem que não há um grande grupo de negociantes dispostos a gastar com isso, eles recorrem a um plano B, que é “devolvê-lo à vítima ou para a companhia de seguros", explica Charney. Mas, dado que essa tática é um claro sinal de desespero, a vítima ou a companhia de seguros está em uma posição quase inatacável de negociação, o que resulta, pelo menos historicamente, no resgate da obra e na prisão do criminoso. "Realmente não existe um Plano B", diz Charney, "a menos que seja ouro". # Artigo de James Tarmy publicado no site da Blomberg em 26/6/2018. www.bloomberg.com/news/articles/2018-06-26/the-pros-and-cons-of-stealing-fine-art Quadro de Banksy é roubado de exposição em Toronto http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=213&ncid=1000&pg=0 TORONTO — Um vídeo compartilhado pela polícia de Toronto mostra o momento em que um homem misterioso rouba uma gravura do grafiteiro Banksy de uma exposição dedicada à sua obra. Nas imagens, é possível ver o momento em que o homem entra na sala de exposição com o casaco levantado até o rosto, pega o quadro da parede e sai correndo pela porta. A polícia local anunciou, nesta quinta-feira, a abertura de uma investigação para apurar o crime. O trabalho roubado, "Trolley Hunters", mostra três homens vestidos com uma tanga, no meio de um campo, apontando lanças afiadas para carrinhos de supermercado vazios. O valor estimado do quadro, roubado no último domingo, é de cerca de 45mil dólares canadenses (cerca de R$ 140 mil), segundo a porta-voz da polícia de Toronto, Jenifferjit Sidhu. "Recebemos um telefonema sobre uma entrada forçada no oeste da cidade. Em algum momento do domingo, uma gravura de Banksy desapareceu da exposição", disse Jenifferjit à AFP. Bansky é famoso por imagens recheadas de ironia que já se tornaram ícones da geração atual, como Mona Lisas empunhando armas, policiais se beijando na boca e ratos, muitos ratos. O artista inglês preserva seu anonimato a qualquer custo. A exposição, não autorizada pelo artista, foi inaugurada na quarta-feira em um edifício industrial de Toronto transformado em galeria de arte, como parte de uma turnê pela América do Norte. A mostra é apresentada como a maior dedicada até agora ao artista. Com aproximadamente 80 obras de coleções privadas, que incluem esculturas, serigrafias, pinturas e peças multimídia, a exposição está aberta ao público até o dia 11 de julho. | Matéria publicada originalmente no jornal “O Globo” (oglobo.com), em 16/06/18. Carta de Colombo roubada estava com colecionador brasileiro http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=212&ncid=1000&pg=0 Estava com um colecionador brasileiro a carta de Cristóvão Colombo que havia sido roubada da Biblioteca Nacional da Catalunha, na Espanha, e foi recuperada após uma investigação de sete anos realizada pelo governo dos Estados Unidos. A impressão da carta do italiano Colombo, na qual o “descobridor” da América descreve à coroa espanhola os resultados de sua primeira expedição, foi vendida várias vezes após ser roubada no início dos anos 2000 —a última vez por mais de US$ 1 milhão (R$ 3,7 milhões) a um colecionador no Brasil, informou na quinta-feira (7) o Departamento de Justiça dos EUA. A identidade dele não foi divulgada. O documento, impresso em 1493, fazia parte da coleção da biblioteca catalã desde 1918. Uma investigação de sete anos que envolveu autoridades de Espanha, França e Brasil determinou que a carta de Colombo foi vendida por dois livreiros italianos, em novembro de 2005, pelo valor de € 600 mil (R$ 2,7 milhões). Após ficar sabendo que duas impressões à mão da mesma carta —há ao todo 16 no mundo— tinham sido roubadas e substituídas por cópias em bibliotecas de Florença e do Vaticano, um especialista e um policial americano visitaram em 2012 a Biblioteca da Catalunha, em Barcelona, e determinaram que essa versão também era falsa. Em março de 2013, as autoridades descobriram que a impressão à mão da carta de Colombo tinha sido revendida pela última vez em junho de 2011 por € 900 mil (R$ 4,1 milhões). Depois de extensas negociações, a pessoa em posse da carta no Brasil concordou em entregá-la em 2014 a agentes da unidade de investigações da Polícia Federal brasileira. As autoridades continuam investigando, mas ainda não houve prisões. # Artigo editado no jornal "Folha de S. paulo" em 09/06/18. Uma dívida histórica http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=211&ncid=1000&pg=0 Entre 1933 e 1945, sistematicamente, o partido nazista da Alemanha roubou ou adquiriu compulsoriamente um enorme número de obras de arte de museus em toda a Europa, e de colecionadores judeus. Impossível saber os dados exatos, mas estimativas sugerem que só o número de pinturas saqueadas totalizaria 650 mil – um quinto de todas as pinturas existentes na Europa na época. Os esforços para restituir as obras para seus proprietários têm sido lentos e somente em 1998 um conjunto de princípios internacionais para lidar com o problema foi criado. Quarenta e quatro países se juntaram para redigir o documento Princípios de Washington, que incentiva as coleções públicas a realizarem pesquisas sobre a proveniência de suas obras e, se necessário, devolver aquelas roubadas que estão em sua posse para os proprietários de direito ou seus descendentes, especialmente no caso de colecionadores judeus que foram forçados a fugir da Alemanha. E o problema é que esse processo se torna cada vez mais difícil à medida que as pistas desaparecem e os proprietários originais (e suas lembranças) envelhecem. O regime nazista rotulou muitas obras, especialmente as de vanguarda e modernistas, como Arte Degenerada (Entartete Kunst) – ou comunista, “não-germânica”, uma arte repugnante para os valores nazistas. Exibidas numa mostra tristemente famosa com o mesmo nome em 1937, esses trabalhos foram expurgados das coleções ou destruídos e, em outros casos, vendidos para financiar a guerra. À medida que mais e mais judeus fugiam ou eram assassinados, suas coleções de arte eram compradas por somas ridículas, ou simplesmente roubadas. Hermann Göring, encarregado deste trabalho por Hitler, acumulou uma fortuna. Os esforços com vistas à restituição das obras começaram em 1957, mas muitos dos envolvidos em negócios com arte saqueada, antes e depois da guerra, não sabiam que as obras haviam sido roubadas. Em alguns casos essa ignorância era deliberadas – resultado de uma tentação de desviar o olhar de uma verdade dolorosa e custosa. Em outros, foi fruto de simples negligência. Mas com o tempo, o comportamento alemão mudou: a vontade de enfrentar o passado e agir de modo correto é hoje um valor nacional com amplo apoio da sociedade. Isto ficou bem claro após a descoberta, em 2012, de inúmeras obras de arte ocultas que estavam em mãos de Cornelius Gurlitt e. No inicio deste ano, foram enviada para ser expostas em Berna e Bonn, após inúmeras complicações legais. As duas exposições irão para o museu Martin-Gropius Bau em Berlim no final deste ano. As indenizações de guerra pagas pela Alemanha incluem um fundo público de quase US$ 7 milhões por ano, destinados à pesquisa sobre a proveniência das obras do museu através da German Lost Art Foundation. E foi com recursos desse fundo que o Museu Zeppelin, em Friedrichshafen, lançou um projeto de averiguação da sua própria coleção de 4 mil obras de arte, incluindo uma seleção impressionante de pinturas de Otto Dix (considerada arte degenerada pelos nazistas) como também obras barrocas e góticas. Como Friedrichshafen era um centro de produção de armas, a própria coleção do museu foi destruída por bombardeios durante a guerra. Assim, toda a coleção que abrigava foi vendida após 1945. No entanto vários marchands, como Benno Griebert e Otto Staebler, que tiveram um longo contato com o museu após a guerra, teriam relação com obras de arte roubadas pelos nazistas. “Queremos mostrar aos visitantes como trabalhamos”, afirmou Fanny Stoye, que atua no projeto de pesquisa. A exposição atual The Obligation of Ownership: An Art Collection Under Scrutiny, permite responder perguntas sobre períodos chave envolvendo a propriedade das obras, especialmente a de saber onde estava determinada obra entre 1933 e 1945. O sistema adotado é importante: pinturas e esculturas são expostas com o verso à mostra de modo que marcas e números de identificação da obra sejam mostrados. “É melhor fazer a sua pesquisa e depois mover uma ação”, disse a diretora do museu Claudia Emmert. A pesquisa sistemática e transparente fica clara até mesmo para um observador casual com um sistema de classificação de “risco de ser roubada” com etiquetas verdes, amarelas, laranja e vermelho no cartão identificador da obra. A metade tem etiqueta verde e muitas marcadas em amarelo. Apenas duas contém o selo laranja e a etiqueta vermelha não aparece em nenhuma. Mas existem muitas lacunas na investigação. “Venho trabalhando nisso desde agosto de 2016, mas muita pesquisa ainda é necessária” afirmou Fanny Stoye. Mesmo assim a mostra tem um significado importante para a pesquisa sobre a origem de obras no geral. Uma das peças na exposição com a etiqueta laranja adicionou um novo personagem à lista de colecionadores judeus cujas obras podem ser sido roubadas pelos nazistas: Max Strauss, que provou ser proprietário do quadro Bouquet, de Otto Dix, que o museu mantém em sua coleção. O paradeiro da pintura era totalmente desconhecido entre 1928 e 1990, e acabou aparecendo misteriosamente da maneira que muitas outras: em um armazém aduaneiro em algum lugar na Suíça. Strauss, que emigrou para os Estados Unidos e nunca voltou à Alemanha após fugir para a França em 1933, já faleceu. Sua família não tinha a mínima ideia da sua coleção de arte em Berlim. Teria ele vendido em Berlim antes de fugir da Alemanha? Neste caso, teria vendido sob coação? A seção final da exposição leva o título An Ongoing Obligation for Museums. Com o conhecimento que existe hoje, a esperança é de que mais instituições, e na verdade mais colecionadores privados, sigam o exemplo do Museu Zeppelin – e o façam publicamente – para encontrar essas respostas. # Artigo editado no jornal "O Estado de S. paulo" em 10/06/18. "Inhotim é um monumento à onipresença do dinheiro sujo do mercado de arte" http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=210&ncid=1000&pg=0 Faz menos de um ano que o reinado de Bernardo de Mello Paz ruiu. Em agosto, o idealizador do Instituto Inhotim, maior museu a céu aberto da América Latina, foi condenado em primeira instância a nove anos de prisão por lavagem de dinheiro. Quatro meses depois, já longe da presidência do Inhotim, o empresário foi condenado a outros cinco anos por evasão fiscal. Agora, uma investigação da revista Bloomberg Businessweek, assinada pelo repórter Alex Cuadros, autor do best seller Brazillionaires, revela novidades: a fortuna que colocou a cidade mineira de Brumadinho no circuito da arte mundial foi construída à base de trabalho infantil e escravo, desmatamento ilegal e grilagem de terras. Inhotim era sequer um sonho distante quando, em 1973, Paz foi trabalhar com o sogro na Itaminas, uma companhia de minério de ferro. Mais interessado no lucro do que em projetos sociais, como escreve Cuadros, o empresário passou a incorporar outras mineradoras e se apossou de terras ocupadas há décadas por agricultores familiares. Através da Replasa Reflorestadora SA, Paz cultivou mais de 20 mil hectares de eucalipto no cerrado mineiro. As árvores – fontes do carvão que esquentava as máquinas de fundição das mineradoras – foram plantadas na nascente de córregos, infringindo a legislação ambiental. A água, antes abundante, secou. Os agricultores foram expulsos. “Foi uma humilhação”, desabafou o filho de um agricultor ao jornalista, lembrando-se do dia em que funcionários da Replasa chamaram a polícia para enxotá-los de uma colheita. Hoje com 41 anos, José Gonçalves Dias começou a trabalhar aos 10, sem qualquer registro, em uma carvoaria contratada pela Replasa, para ajudar a família. Às vezes, os pés da criança, calçados apenas com chinelos, sofriam queimaduras. Sua irmã Maria do Rosário Gonçalves Dias, que aos 14 anos trabalhava diretamente para a Replasa espalhando pesticidas, também não tinha equipamento de proteção. Um advogado da empresa nega as denúncias. Apesar dessas acusações, Paz só virou manchete em 1986, quando sete trabalhadores morreram no rompimento de uma barragem de rejeitos da Itaminas. Um funcionário afirma que a estrutura, sobrecarregada, foi construída sem uma planta adequada. Duas décadas depois, outras violações foram reveladas. Em 2007, descobriu-se que uma das fornecedoras de carvão das empresas de Paz empregava 36 pessoas em condições análogas à escravidão. Os trabalhadores eram obrigados a comprar suas próprias serras-elétricas e viviam em um local infestado por escorpiões. No ano seguinte, algumas das empresas de Paz tiveram que pagar mais de 13 milhões de dólares em multas pelo uso de carvão proveniente de desmatamento ilegal. Em 2009, as infrações do cultivo de eucalipto de Paz foram pegas pela fiscalização. Naquele mesmo ano, Dias e outros agricultores decidiram ocupar a plantação. O grupo foi expulso por mais de 70 policiais, mas o processo judicial que se seguiu acabou revelando mais uma possível ilegalidade do empresário. O aluguel das terras, concedido pelo governo, seria ilegal, descobriu o advogado e ativista André Alves de Souza, que entrou com uma ação judicial questionando a posse de Paz. Segundo a Procuradoria-Geral de Minas Gerais, a transação foi comandada por um servidor envolvido em um esquema de venda de terras públicas. Ainda assim, Paz nunca deixou o local. A ação continua em andamento, mas já surtiu efeito sobre os negócios da Replasa e seu dono. Hoje, a maior parte das plantações está parada, e Paz teve que empenhar um complexo de produção de um subproduto do minério de ferro como garantia para pagamento de suas diversas multas. “O Inhotim é um monumento à onipresença do dinheiro sujo do mercado de arte”, escreve Alex Cuadros. Em abril deste ano, Paz se comprometeu a transferir a posse de 20 obras expostas em seu museu, todas em seu nome, para o governo – é o equivalente a 100 milhões de dólares em impostos atrasados. Em contrapartida, convenceu o governo a mantê-las em Inhotim. Trata-se do “truque mais brilhante da carreira de Paz”, conclui o repórter: decidir como os impostos que nunca pagou devem ser gastos. # Artigo de Bruna de Lara publicado no site https://theintercept.com em 8/6/18. África exige da Europa restituição de tesouros roubados http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=209&ncid=1000&pg=0 Embora de acordo com a etiqueta os três totens expostos no Museu Quai Branly de Paris sejam uma "doação", seu país de origem, o Benim pede a restituição do que considera um tesouro roubado durante a época colonial. Na realidade, essas imponentes estátuas foram pegas em 1892 pelas tropas francesas do general Alfred Amédée Dodds durante o roubo do Palácio de Abomey, a capital histórica do atual Benim. Segundo o país africano, na França existem entre 4.500 e 6.000 objetos que pertencem ao país, incluindo tronos, portas de madeira gravada e cetros reais. Do British Museum de Londres ao Museu Tervuren da Bélgica, numerosas coleções europeias transbordam de objetos de arte chamados "coloniais", adquiridos em condições muitas vezes discutíveis. Naquela época, militares, antropólogos, etnógrafos e missionários que percorriam os países conquistados voltavam para casa com recordações compradas ou trocadas, e às vezes roubadas. Inclusive o ex-ministro francês de Cultura André Malraux foi condenado nos anos 1920 no Camboja por ter tentado arrancar os baixo-relevos de um templo khmer. A controvérsia não é nova e não concerne unicamente à África. Há décadas a Grécia exige ao Reino Unido, em vão, a restituição dos frisos do Partenon. Mas o continente africano foi especialmente afetado. 'Hemorragia' patrimonial "A África sofreu uma hemorragia de seu patrimônio durante a colonização e inclusive depois, com o tráfico ilegal", lamenta El Hadji Malick Ndiaye, conservador do museu de arte africana de Dakar. Mais de 90% das peças importantes da África subsaariana estão fora do continente, segundo os especialistas. A Unesco apoia há mais de 40 anos a luta dessas nações para que lhes restituam seus bens culturais desaparecidos durante a época colonial. Para Crusoe Osagie, porta-voz do governador do Estado de Edo, na Nigéria, não é normal que seus filhos tenham que ir ao exterior para admirar o patrimônio de seu país. "Esses objetos pertencem a nós e nos tiraram à força", destaca. Assim como o Benim, cujo pedido de restituição foi negado pela França em 2016, outros países africanos receberam negativas. Contudo, houve exceções, como em 2003, quando o museu etnológico de Berlim devolveu uma preciosa estátua de um pássaro ao Zimbábue, ex-colônia britânica. Os dirigentes africanos esperam agora uma mudança de atitude da França, depois que o presidente Emmanuel Macron disse em novembro em Burkina Faso que dará "as condições para uma devolução do patrimônio africano à África" em um prazo de cinco anos. Uma "ruptura histórica", segundo o ministro camaronês da Cultura, Narcisse Mouelle Kombi. Seu país, colonizado sucessivamente por Alemanha, França e Grã-Bretanha, "é um dos principais interessados", afirma. "Macron se comprometeu com os africanos a mudar o que tem sido as cinco últimas décadas da política de nossos museus: encontrar as artimanhas jurídicas necessárias para evitar a devolução" das peças, observa o historiador Pascal Blanchard, especialista na época colonial. O Museu Quai Branly de Paris não quis responder às perguntas da AFP. Paternalismo Mas ainda existem muitos obstáculos técnicos e jurídicos, admitem os dois especialistas que o presidente Macron nomeou em março para concretizar sua promessa. Para se negar a devolver as obras, os especialistas argumentaram durante anos que os museus africanos não têm as condições adequadas de segurança e conservação. Mas de acordo com o conservador do museu de Dakar, El Hadji Malick Ndiaye, se trata de um velho debate, inclusive "paternalista". Na África "existem muitas instituições de museus, na África do Sul, no Quênia, no Mali, em Zimbábue", assegura. O British Museum propôs empréstimos à Nigéria e à Etiópia, saqueadas durante uma expedição britânica em 1868, mas resiste a restituir os bens. O debate está mais avançado na Alemanha, um país sensível a isso pelos espólios da época nazista e os roubos do Exército Vermelho. Vários museus estão trabalhando para identificar a origem de milhares de obras da época colonial, quando a Alemanha controlava Camarões, Togo e Tanzânia. É o caso do Museu Humboldt Forum, que abrirá em breve em Berlim e especificará a procedência dos objetos. | Matéria publicada originalmente na Agencie France Presse, para o G1 (www.g1.com), em 01/06/18. O museu da arte perdida http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=208&ncid=1000&pg=0 Poderia ser o enredo de um filme de ação de Hollywood. Em um dia gelado em Estocolmo, dois carros de repente explodem em chamas na rua. Policiais espalham-se no que parece um ataque terrorista, enquanto um carro acelera em direção ao Museu Nacional da Suécia, um grande edifício de frente para a baía da cidade. Três homens armados pulam para fora e correm para dentro. Gritando ameaças através de suas balaclavas, eles forçam os visitantes a se deitarem. Correm pela galeria, arrancando quadros da parede. Com um carregamento que inclui dois Renoirs e um Rembrandt, escapam em uma lancha, atracada do lado de fora. Cinco anos depois, em um elaborado assalto, um agente do FBI se apresenta como um colecionador tentando capturar uma raridade em Copenhague, e o Autorretrato de Rembrandt é recuperado. O roubo de arte nem sempre é tão cinematográfico quanto essa história da vida real, mas é surpreendentemente comum. Em um novo livro, Noah Charney, um historiador de arte, cita os dados do Departamento de Justiça americano elencando o roubo de obras de arte como o terceiro crime de maior lucro bruto do país. Na Itália, cerca de 30 mil obras de arte são roubadas anualmente. E em 2013, a polícia na Grã-Bretanha considerou que a arte roubada rendeu aos criminosos um total de mais de 300 milhões de libras (US$ 405 milhões) por ano. Mas não é esta a única maneira de se perder uma obra de arte. Charney cataloga o que ele chama de “história do espaço negativo da arte”, repleta de “mais obras-primas do que todos os museus do mundo juntos”. Para Charney, a arte que perdura nem sempre é a melhor. “Nossa compreensão da arte é distorcida, inevitavelmente, para as obras que podem ser vistas”, escreve ele. “São inúmeros os perigos... que podem acontecer a uma obra de arte, muitas vezes tão frágil quanto um pedaço de papel.” Seu livro enciclopédico e envolvente é estruturado em torno desses diferentes perigos, das inúmeras maneiras diferentes de se perder uma obra de arte (às vezes encontrada mais tarde). Tome-se a guerra, como exemplo. O livro conta como 15 mil objetos desapareceram do Museu Nacional em Bagdá durante a guerra do Iraque em 2003, e como o armistício de Napoleão, de 1792 em Modena, foi o primeiro tratado dos tempos modernos a exigir que obras de arte fossem entregues em troca de um cessar-fogo. Em um capítulo sobre vandalismo e iconoclastia, o autor descreve como o Taleban destruiu dois enormes Budas do século 4 no vale de Bamiyan, no Afeganistão, em 2001. Estes são os tipos óbvios de culpados, mas o livro também mostra como os próprios artistas são propensos da mesma forma a destruir algo que fizeram. Michelangelo queimou a maioria de seus desenhos e esboços preliminares. Na Itália do século 16, os artistas não queriam que ninguém soubesse o quanto davam duro para criar suas obras-primas. O verdadeiro gênio foi definido por um traço especial, uma “sprezzatura”, ao idealizar um trabalho brilhante sem qualquer esforço. Ele jogou fora todas as evidências da dificuldade para que, como Giorgio Vasari, um contemporâneo e famoso cronista das vidas dos artistas da Renascença, escrevesse, “ele não pode parecer menos do que perfeito”. Não é de se surpreender que fogo seja citado em outros lugares ao longo do livro de Charney. Em 1734, um enorme incêndio no palácio de Alcázar em Madri transformou centenas de obras de arte em cinzas, incluindo muitas de Velázquez, Rubens e Ticiano. Três séculos depois, em 2004, um armazém no leste de Londres incendiou-se, incinerando a coleção de arte contemporânea de Charles Saatchi incluindo artistas como Damien Hirst, Paula Rego e Chris Ofili. A obra de Tracey Emin, Todas as Pessoas com as Quais Eu Já Dormi Entre 1963-1995 foi uma das obras destruídas no fogo. Uma tenda azul coberta por 102 quadrados de retalhos que menciona os nomes de todas as pessoas com quem ela já dividiu a cama, feita de tecido sintético altamente inflamável não teve a menor chance. Naquele momento, os críticos sarcásticos gritavam coisas como “milhões de pessoas não aplaudiram quando esse 'lixo' pegou fogo?” E “você teria pensado que, com determinação e financiamento, muitos desses trabalhos seriam perfeitamente substituíveis”. Para esse fim, a Saatchi Gallery supostamente ofereceu a Emin um milhão de libras para que ela recriasse a obra. Ela recusou: “Meu trabalho é muito pessoal, o que as pessoas sabem, então eu não posso criar essa emoção novamente – é impossível.” Há também artistas que criam obras que jamais foram feitas para durar, pois em vez disso pretendiam viver nas fotografias ou filmes que as documentassem. Charney dedica espaço a peças efêmeras como Estudo para o Fim do Mundo, de Jean Tinguely; uma engenhoca de 8,2 metros de altura que ele construiu com a ajuda de Robert Rauschenberg no início dos anos 1960. Projetado para destruir-se automaticamente, a obra explodiu na frente de 250 espectadores no deserto de Nevada: uma confusão flamejante e fascinante de uma mecânica intencionalmente defeituosa. Meio século depois, em outra peça intencionalmente destruída, Heather Benning, uma artista canadense, passou 18 meses construindo uma casa de bonecas em tamanho real chamada A Casa de Bonecas. Uma criação surreal em forma de palco, com uma parede de tijolos substituída por acrílico, era uma visão ampliada de um brinquedo de infância. Uma cena perfeita de uma casa serena, mas estranhamente vazia, parecendo congelada no tempo como um mausoléu. Quando as fundações do edifício finalmente se tornaram instáveis, Benning incendiou sua criação. Este sempre foi seu plano. Ela tirou fotos enquanto o fogo brilhava, fazendo um novo trabalho a partir do antigo. As imagens revelando a fragilidade da casa de bonecas que ela construiu e são uma metáfora apropriada para a inerente fragilidade da arte. Noah Charney documenta em seu livro cuidadosamente como a violência e os caprichos da guerra, saques, acidentes, vandalismo e desastres naturais sempre causarão estragos na arte e por que a proteção de obras contra esse tipo de perigo é vital. Mas para alguns artistas como Tinguely e Benning, a própria destruição é onde a criação também pode ser encontrada. # Artigo do jornal "The Economist", editado no jornal "O Estado de S. Paulo", com tradução de Claudia Bozzo. Museu francês descobre que metade de sua coleção é falsa http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=207&ncid=1000&pg=0 Mais da metade das obras da coleção de um museu francês dedicado ao fauvista Étienne Terrus (1857-1922) revelou-se falsa depois que um historiador de arte que visitava o local alertou a equipe, que desconhecia que as obras pareciam suspeitas. O Museu Étienne Terrus, localizado na pequena cidade natal do artista, Elne, contratou o historiador de arte Eric Forcada para reformar sua coleção após a recente restauração de seu prédio. Durante sua missão, o historiador descobriu que 82 pinturas - ou cerca de 60% das propriedades do museu - não foram pintadas por Terrus, de acordo com o jornal “The Guardian”. Forcada disse que percebeu que as obras eram falsas quase que imediatamente. “Em uma pintura, a assinatura foi apagada quando passei minha luva branca sobre ela”, disse ele ao jornal inglês. O historiador de arte informou o ministro da cultura da região e convocou um painel de especialistas, que confirmaram suas suspeitas. “Os suportes de algodão não correspondem à tela usada pelo Terrus. E existem alguns anacronismos”, disse. O conselho local adquiriu a coleção de 140 pinturas e aquarelas para o museu ao longo de duas décadas. As descobertas chocaram os moradores locais, incluindo o prefeito da cidade, Yves Barniol. “Étienne Terrus foi o grande pintor de Elne. Ele fazia parte da comunidade, ele era nosso pintor ”, disse Barniol ao “The Guardian”. “Sabendo que as pessoas visitaram o museu e viram uma coleção, a maioria é falsa, isso é ruim. É uma catástrofe para o município”. O prefeito abriu uma investigação sobre as falsificações e insistiu que os responsáveis seriam pegos. As autoridades do Musée Terrus não responderam imediatamente ao pedido de comentários da artnet News. # Artigo de Henri Neuendorf publicado no portal de notícias Artnet (www.artnet.com) em 30/4/18. União Europeia adota nova regra contra lavagem de dinheiro no mercado de arte http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=206&ncid=1000&pg=0 União Europeia adota nova regra contra lavagem de dinheiro no mercado de arte Folha de S. Paulo O Parlamento Europeu adotou na quinta-feira (19) uma nova diretriz anti-lavagem de dinheiro, informou a publicação especializada The Art Newspaper. Trata-se da quinta medida deste caráter com o intuito de reforçar a regulamentação do mercado de arte. As novas regras têm como objetivo aumentar a transparência em torno de transações financeiras do mercado, exigindo que bancos e comerciantes verifiquem as identidades dos clientes e relatem comportamentos suspeitos. A previsão é de que a regulamentação entre em vigor em 2019 e abranja transações a partir de 10 mil euros (aproximadamente 42 mil reais), independentemente do método de pagamento —a regra atual abarca apenas transações feitas em dinheiro. Segundo a publicação, a Confederação Internacional dos Negociantes de Obras de Arte (Cinoa) teria pressionado contra a nova legislação, argumentando que ela impõe burocracias adicionais às pequenas empresas. A principal queixa da Cinoa seria a de que o limite de 10 mil euros é muito baixo e que, com isso, muitas transações menores, que juntas ultrapassam o valor estipulado, serão afetadas. A confederação também teria questionado como seria feito o monitoramento de compras pela internet, quando a empresa não consegue verificar pessoalmente a identidade de um novo cliente. Ao jornal, Anthony Browne, presidente da Federação Britânica do Mercado de Arte (BAMF), disse que a federação não se opõe às novas leis, mas que se preocupa em "trabalhar com o governo para minimizar o efeito administrativo sobre as pequenas empresas". A regulamentação do setor tem sido reforçada desde que foram divulgadas as investigações internacionais conhecidas como Panamá Papers, sobre fraudes fiscais trazidas à tona após o vazamento de registros de um escritório de advocacia panamenho. | Matéria publicada originalmente no jornal "Folha de São Paulo", em 01/05/18. FBI resolve caso de 30 anos de roubo de Marc Chagall http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=205&ncid=1000&pg=0 Trinta anos depois de ter sido roubado, um Marc Chagall foi recuperado pelo FBI. A pintura, intitulada “Otelo e Desdêmona”, pertencia ao joalheiro aposentado e colecionador de arte Ernest "Pick" Heller e sua esposa Rose "Red" Heller, e foi roubada de seu apartamento em Nova York em 1988, juntamente com inúmeras outras pinturas, esculturas e objetos de arte, incluindo jóias, tapetes, prataria e porcelana chinesa. “Frequentemente trabalhamos em recuperações com mais de 25 anos, mas este é único pelo excelente trabalho realizado 30 anos após o roubo”, disse Chris Marinello, da Art Recovery, que representa a companhia de seguros Hellers, à Artnet News em um e-mail. "O FBI e a Procuradoria dos EUA poderiam facilmente ter descartado este assunto como 'história antiga', mas eles o perseguiram com precisão e vigor." Ernest e Rose, então com 85 e 88 anos, haviam retornado de sua viagem anual de dois meses para Aspen, no Colorado, apenas para descobrir que seu apartamento havia sido roubado. Eles tinham um sistema de alarme instalado, mas não havia sinal de arrombamento. Hoje, os investigadores acreditam que o roubo foi cometido por alguém que trabalhou no prédio e teve acesso ao sistema de segurança. O culpado foi, de acordo com um comunicado, mais tarde "condenado em tribunal distrital federal de transporte interestadual de propriedade roubada e fraude relacionado ao roubo e venda de outras obras de arte de apartamentos de outros prédios." Além de Chagall, o casal possuía cerca de 21 quadros e 12 esculturas ao todo, incluindo obras de August Renoir, Othon Friesz, Georges Rouault, Pablo Picasso e Edward Hopper. No momento do assalto, a propriedade roubada do casal foi coletivamente avaliada em cerca de US$ 600.000. Ajustando a inflação, isso seria de US$ 1,3 milhão hoje. “Foi uma vida inteira colecionando”, disse Ernest à UPI na época do crime. "Eu gostava de todos eles, mas o Chagall foi muito interessante porque era uma pintura de 1911." Ele expressou suas dúvidas de que seus objetos de valor roubados seriam recuperados. Até hoje, “Otelo e Desdêmona” éa única peça do assalto que foi encontrada; as 13 outras pinturas continuam desaparecidas. A Equipe de Crimes de Arte do FBI rastreou a pintura com a ajuda de uma galeria em Washington, DC. De acordo com uma queixa apresentada na Corte Distrital dos EUA e intitulada "United States v. One Oil Painting, Othello and Desdemona, de Marc Chagall", para o Distrito de Columbia, a “pessoa 1” abordou a “pessoa 2” no final dos anos 80 ou início dos anos 90, para ajudar a vender o Chagall roubado a envolvidos com o crime organizado búlgaro. O acordo não foi adiante por que uma das partes tentou enganar a segunda. Por causa da investigação em curso sobre o paradeiro das outras pinturas, o FBI não está revelando os nomes de nenhuma das partes envolvidas. A pessoa 2 trouxe a pintura para a galeria DC em 2011, e novamente em 2017. Uma terceira parte não identificada já havia trazido a pintura para a galeria em 1989. Todas as três vezes, o revendedor disse que não poderia ajudar a vender a peça sem a prova de propriedade e proveniência. Incentivado pela galeria, e agora com 72 anos de idade, com doença terminal e procurando limpar sua consciência, a pessoa 2 finalmente contatou o FBI, que recuperou a pintura. O depósito de hoje é um confisco civil, que permite ao governo apreender bens roubados sem iniciar um processo criminal contra um suspeito culpado. "Isso não significa que não iremos processar alguém mais tarde", observou Zia Faruqui, o promotor do caso, em um telefonema com a Artnet News. "Otelo e Desdêmona" foi avaliado na Sotheby's por US$ 50.000 a US$ 65.000 em 1974. Ele foi originalmente comprado pelo pai de Ernest, Samuel Heller, por apenas US$ 50 em 1913. Um estudante da Çole Julien Art School em Paris, Samuel era amigo de Fernand Léger, que provavelmente apresentou ele para Chagall. Depois de confiscar a pintura, o FBI descobriu uma etiqueta nas costas, em alemão, que identificou “Mr. + Mrs. E.S. Heller, Nova Iorque ”como o“ besitzer ”, a palavra alemã para dono. O casal emprestou a peça para uma exposição de Chagall no Kunsthaus Zurich, em Genebra, na Suíça, em 1967 - e até recusou uma oferta de uma galeria local interessada em comprá-la. "Tivemos sorte porque a etiqueta de Zurique tinha um espaço para os proprietários", admitiu o agente do FBI, Marc Hess, ao Artnet News. A partir daí, os investigadores puderam localizar notícias sobre o roubo e entrar em contato com Alan Scott, o advogado da propriedade dos Hellers, que confirmou que a pintura era sua propriedade roubada. "Ambos os Hellers eram filantrópicos e altamente ativos no cenário artístico de Nova York em meados do século 20", disse Scott à Artnet News. Ernest Heller morreu em 1998, aos 95 anos, e Rose Heller, em 2003, aos 105 anos. Eles tinham sobrinhas e sobrinhos, mas sua vontade beneficiou principalmente a MacDowell Colony, em Peterborough, New Hampshire, uma residência de arte contemporânea. O produto da venda da pintura será dividido entre MacDowell (80%) e a Columbia University de Nova York e o NYU Medical Center (10% cada). "Normalmente, a companhia de seguros alega a totalidade dos lucros em casos como este, mas como o dinheiro seria destinado à caridade, a empresa concordou em receber apenas o valor do pagamento e nada mais", disse Marinello. Ele disse que os Hellers receberam US$ 100.000 de sua apólice de seguro para a pintura roubada. Hoje, de acordo com o banco de dados Price Database, o trabalho de Chagall é rotineiramente vendido por milhões em leilões. Seu registro é de US$ 28,45 milhões para "Les Amoureux", uma tela de 1928. A pintura, vendida em novembro na Sotheby's New York, retrata a primeira esposa e o grande amor da artista, Bella Rosenfeld. "Otelo e Desdêmona", no entanto, é improvável que alcancem alturas semelhantes. "Não é uma pintura particularmente atraente, nem da fotografia parece estar em condições particularmente boas", disse o assessor de arte Todd Levin ao Artnet News. "Peças semelhantes foram vendidas em um passado relativamente recente e acho que elas terão sorte de receber US$ 600.000 hoje, incluindo o prêmio do comprador". "Uma estimativa sensata do leilão seria de US$ 300.000 a 500.000, e é muito possível que a pintura não seja vendida", acrescentou. "Esta não é uma pintura importante na produção dos artistas por assunto, escala, período ou de qualquer outra forma." Levin observou que o fato de que o trabalho estava faltando há tantos anos provavelmente só diminuiria o seu valor, devido a probabilidade de a pintura ter sido armazenada de forma inadequada. Marinello citou um valor mais alto. "Recebemos estimativas preliminares de cerca de US$ 700.000 a US$ 900.000", disse ele. “A proveniência é impecável. O pai da vítima comprou a pintura do próprio Chagall. Há um histórico significativo de exposições também ”. Independentemente do valor monetário da pintura, sua recuperação após três décadas continua sendo uma grande conquista. "Fiquei impressionado quando, 30 anos depois de um crime em Nova York, agentes do FBI estavam procurando por essa propriedade em DC e fazendo o trabalho duro para descobrir quem eram os proprietários e devolvê-los a eles", disse Faruqui. "Agora vai para uma instituição de caridade e fala muito bem do departamento. É uma verdadeira história boa! | Matéria de Sarah Cascone publicada originalmente no site do Artnet, em 12/04/18. Festival de Fotografia de Paranapiacaba (SP) | 2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=616&pg=0&ncid=1 Edital de seleção de ensaios autorais com inscrições abertas de 25/06/18 a 20/08/18. Edital Paralelos Artes Visuais Funarte http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=615&pg=0&ncid=1 Para este edital, não haverá prêmio em dinheiro ou transferência de recursos financeiros da parte da Funarte, devendo o proponente arcar com todo e qualquer custo de seu projeto/programa de ocupação, sem ônus para a Funarte. Edital visa ocupar espaços expositivos em São paulo, Brasília e Belo Horizonte. As inscrições são online, até 16/8/18, às 17h , pelo horário de Brasília. Mais informações podem ser obtidas pelo email pav@funarte.gov.br. 6º Prêmio Luiz de Castro Faria | 2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=614&pg=0&ncid=1 Inscrições até 27/07/18. Residência para Coletivos - Casa do Povo | 2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=613&pg=0&ncid=1 Inscrições abertas até 29/07/18. Prêmio Pernambuco de Fotografia – 2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=612&pg=0&ncid=1 Inscrições abertas até 31/08/18. 6º Prêmio Luiz de Castro Faria | 2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=611&pg=16&ncid=1 Inscrições até 27/07/18. Prêmio Aniceto Matti – Maringá (PR) | 2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=610&pg=0&ncid=1 Inscrições abertas até 16/07/18. Festival Interfoto - Itu (SP) | 2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=609&pg=0&ncid=1 Inscrições abertas até 29/06/18. Convocatória BienalSur para Artistas e Curadores | 2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=608&pg=0&ncid=1 Inscrições até 30/06/18. 26º SLAC - Salão Limeirense de Arte Contemporânea | 2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=607&pg=0&ncid=1 Inscrições abertas até 30/07/18.