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BECO DO PINTO

  • O Beco é uma passagem antiga que serviu para o trânsito de pessoas e animais na São Paulo colonial entre o largo da Sé à várzea do rio Tamanduateí. O portal foi fechado em 1821 pelo primeiro proprietário, o Brigadeiro José Joaquim Pinto de Moraes Leme, e reaberto em 1826 como Beco do Colégio. Após a abertura da ladeira do Carmo em 1912, atual av. Rangel Pestana, a passagem foi desativada. Após restauro na década de 1990, o beco passou a integrar o circuito cultural da cidade, entre o Solar da Marquesa de Santos e a Casa da Imagem , e constitui um conjunto significativo arquitetônico, histórico e cultural, que integra o Museu da Cidade de São Paulo.

BIBLIOTECA BRASILIANA GUITA E JOSÉ MINDLIN

  • Uma Vida Entre Livros é mostra permanente que exibe imagens, textos e vídeos sobre a vida do casal Mindlin, a formação e a construção da biblioteca (mostra de longa duração).
  • A biblioteca inaugurada em março de 2013 reúne acervo doado pela família Mindlin à USP (Universidade de São Paulo). São, sobretudo, publicações reunidas ao longo de 80 anos pelo bibliófilo José Mindlin (1914-2010) e sua esposa Guita (1916-2006), considerado o maior acervo particular de livros do Brasil. O espaço conta com cerca de 17 mil títulos (40 mil volumes). A biblioteca possui ainda a maior coleção de matrizes de gravuras em metal e em madeira de arte brasileira, de artistas como Goeldi, Djanira, Darel, Renina Katz e Evandro Carlos Jardim. Tem também livros impressos a mão, em pequena tiragem, de Miró, Derain, Chagall e de vários artistas brasileiros. Na coleção de gravuras há obras de Mário Gruber, Samico, Lívio Abramo, Regina Silveira, Alex Flemming e outros.
  • Cidade Universitária: av. Prof. Luciano Gualberto, 78, tel. (11) 3091-1154. Pesquisa: seg. a sex., 13h/17h. Administração: seg. a sex., 8h/17h. www.brasiliana.usp.br

BIBLIOTECA MARIO DE ANDRADE

  • O artista Thiago Limón exibe na exposição “Marginália” um conjunto de obras inspiradas em nomes da contracultura que contribuíram efetivamente para novas perspectivas sociais na contemporaneidade. São retratos, em uma série de seis obras, Madame Satã, Marietta Baderna, Nise da Silveira, Margarida Maria Alves, Maria da Penha e (Dadá) Sérgia Ribeiro da Silva (de 08/08/16, às 19h, a 30/10/16).
  • A hemeroteca do espaço abriga a exposição "Syl.São São.Syl", com 62 obras das artistas Sylvia Soares e São Queiroz, dedicadas à gravura e que trabalham juntas há muito tempo. Elas partem da figura humana e seguem caminhos complementares entre figuração e abstração. Sylvia soma uma persona própria com a figura de outras pessoas, com experimentações de linha, luz e claro-escuro. Os desenhos, gravuras e monotipias de São Queiroz são mais dedicados à abstração do que à composição (de 01/09/16, às 19h30, a 17/12/16).
  • Com acervo de cerca de 3,3 milhões itens, entre livros, periódicos, mapas e multimeios, a biblioteca mantém grandes coleções especiais, que incluem um dos maiores acervos de livros de arte de São Paulo, uma biblioteca depositária da ONU e uma riquíssima coleção de obras raras, considerada a segunda maior coleção pública do Brasil. A coleção da biblioteca fica na sala Sergio Milliet, criada em 1945, e tem mais de 27 mil livros, 10 mil periódicos e 2.927 outros documentos (catálogos, cartazes e reproduções). Parte do acervo de livros pode ser pesquisado no catálogo online, disponível por meio do site bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa

BIBLIOTECA MÁRIO SCHENBERG

  • A Associação Brasileira de Aquarela apresenta o Festival de Aquarelas Anual 2016 ABA traz obras em aquarelas dos artistas Caio Martinelli, Carla Petrini, Cassiano Pereira Nunes, Celia Custarella, Claudia Simões, Darci Linguittet, Diana Martire, Eddy Tricerri, Elza Oda, Flavio Ribeiro, Francisca do Val, Gladys Maldaun, Godiva Accioly, Helena Miller, Heloisa Pessoas, Ilma Ponte, Iole Di Natale, Isabel Cardoso, Ivani Ranieri, Ivone Beltran, Lílian Arbex, Luci Brandimiller, Luiz Neto, Marco São Pedro, Margarida Gregori, Maria Clarice Sarraf, Maria Inês Lukacs, Maria Luara A. Marques, Maria Lucia Panizza, Maria Luiza Mello, Marina Martinelli, Rosemary Granata, Silvia Raso, Sonia Scalabrin, Suely Cauduro, Vera Chalmers e Zilá Troper. Curadoria de Isabel Cardoso, Iole Di Natale e Maria Inês Lukacs (de 10/09/16, às 11h, a 10/12/16).
  • Lapa: r. Catão, 611. Seg. a sex., 10h/19. Sáb. 09h/16h.

BIBLIOTECA TEMÁTICA DE CULTURA POPULAR BELMONTE

  • A biblioteca conta com a exposição permanente Visagens - Visões Comuns, Visões Sublimes, formada por retratos feitos por Ernesto Bonato em xilogravura de pessoas que circulam pelos arredores da biblioteca. O trabalho levou nove meses para ser concluído.
  • Santo Amaro: r. Paulo Eiró, 525, estação Largo Treze do Metrô, tel. (11) 5687-0408. Seg. a sáb., 9h/17h. www.bibliotecas.sp.gov.br

CAPELA DO MORUMBI

  • Carmela Gross ocupa o local histórico com a instalação “81 Unidades de Fragmentos de Madeira”, projeto feita para a Capela em 1992 (de 04/09/16, às 11h, a 05/03/17).
  • Construída em 1949 pelo arquiteto Gregori Warchavchik (1896-1972) sobre ruínas em taipa de pilão de uma capela construída por escravos no século 19, abriga exposições que estabelecem relação de aproximação entre a arte contemporânea e o patrimônio histórico, consolidando-se como espaço para instalações site specific na cidade.

CASA DA CULTURA SALVADOR LIGABUE

  • Negros e Alvos é projeto de multilinguagem que trata sobre o combate ao racismo e valorização da cultura afro brasileira, através de mostra iconográfica da cultura afro-brasileira. Na abertura ocorre um espetáculo com performances e bate-papo aberto, às 20h (de 03/09/16, às 19h).

CASA DA IMAGEM

  • No primeiro andar do museu, a exposição “Garagem Automática”, de Felipe Russo, apresenta um ensaio fotográfico sobre a tipologia urbana dos edifícios-garagem. A mostra propõe um redescobrimento da solução criada na década 1960 para resolver a demanda de estacionamentos no centro da cidade de São Paulo (de 09/07/16, das 11h às 14h, a 16/10/16).
  • O fotógrafo Tuca Vieira apresenta resultados de sua recente pesquisa de documentação e representação urbana, que vem criando desde 2014. Em “Atlas Fotográfico da Cidade de São Paulo” 203 imagens representam uma amostragem do desenvolvimento, da mobilidade e da extensão da metrópole. Em 03/09, à 11h, ocorre bate-papo aberto ao público entre o Tuco e o crítico Guilherme Wisnik (de 09/07/16, das 11h às 14h, a 16/10/16).
  • A instituição foi criada para ser a sede do Acervo Iconográfico da Cidade de São Paulo e promover sua preservação, pesquisa e difusão, além de desenvolver ações voltadas à memória da imagem documental da cidade. A coleção de 710 mil fotografias passou por detalhada intervenção de conservação preventiva e agora se encontra em uma reserva técnica especialmente projetada para sua tipologia, seguindo padrão internacional. Cerca de 130 mil destas imagens foram digitalizadas e, juntamente com suas informações catalográficas, estão disponíveis no banco de dados, possibilitando o gerenciamento da coleção e o resgate de informações.

CASA DAS ROSAS

  • Em Página Viva!, 27 artistas apresentam livros autorais que trabalham a linguagem do livro de artista em suas variadas formas, processos de confecção, interação e exposição. Participam Ana Francisca Martins & Suzana Maino, Adriana Rocha & Marcia Rosa, Ana Paola, Amir Brito Cador, Danilo Perillo, Del Pilar Sallum, Felipe Barros, Feres Lourenço Khoury, Fernanda Grigolin, Hélio Lima, Ivanir Cozeniosque Silva, Lúcia Fonseca, Lúcia Loeb, Luciane Kunde, Ludmilla Porto, Vinicius Almeida, Marcus Mazieri, Luciana Nobre, Luise Weiss, Lygia Eluf, Ligia Minami, Marcia Rosa, Monique Allain, Paula Éster, Rafaela Jemmene, Simone Peixoto, Sylvia Furegatti, Renina Katz e Juan Romero. Curadoria de Luise Weiss e Marcia Rosa. Na abertura ocorre bate-papo mediado por Paulo Silveira e Edson Pfutzenreuter (de 03/09/16, às 10h30, a 03/10/16).
  • A casa projetada na década de 1930 por Ramos de Azevedo é uma das poucas construções do período restantes na avenida Paulista. Ela foi tombada pelo Condephaat em 1985 e restaurada de 1986 a 1991. A mansão recebeu o nome de Casa das Rosas - Galeria Estadual de Arte em 1991, tornando-se um espaço para mostras temporárias de obras do acervo artístico do Estado. Em março de 2003, foi fechada para reformas. Em dezembro de 2004, foi reinaugurada com a designação de Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura. Em 2007, ela passou novamente por reformas. O espaço mantém uma exposição permanente de alguns móveis e obras do acervo do poeta Haroldo de Campos (1929-2003), selecionadas periodicamente por poetas, escritores e especialistas em poesia e literatura. O espaço oferece visitas monitoradas previamente agendadas a escolas e grupos de no mínimo cinco pessoas.
  • Cerqueira César: av. Paulista, 37, estação Brigadeiro do Metrô, tels. (11) 3285-6986 e 3288-9447. Ter. a sáb., 10h/22h; dom., 10h/18h. www.casadasrosas-sp.org.br

CASA DE DONA YAYÁ

  • O espaço é sede do Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo (CPC-USP).
  • Bela Vista: r. Major Diogo, 353, tel. (11) 3106-3562. Seg. a sex., 9h/17h; dom., 10h/15h. www.usp.br/cpc

CASA DO GRITO

  • A casa foi motivo de pesquisas a respeito do valor histórico e cultural, pela associação do imóvel ao quadro de Pedro Américo, intitulado “Independência ou Morte” (1888), onde é retratada uma casa com características semelhantes. O casebre de taipa de sopapo ou pau-a-pique é datado de 1844 e constou como moradia para diversas famílias até 1911, quando foi comprada pela família Tavares de Oliveira que permaneceu até 1936. Em 1955 foi lançada uma campanha de revitalização e restauro para visitação pública com a intenção de reaproximá-la da casa presente na pintura de Pedro Américo. No final da década de 1970, as críticas sobre as concepções museológicas implicaram na desmontagem do cenário. Em1981 a casa passou por restauro e pesquisas arqueológicas, que procurou corrigir os excessos das intervenções anteriormente realizadas. Em 2007 passou por uma nova etapa de restauro e conservação e foi reinaugurada em 2008.

CASA DO SERTANISTA

  • A construção da Casa do Caxingui remonta a meados do século 17. Sua arquitetura em três lanços, telhado de quatro águas e paredes em taipa de pilão é característica das casas bandeiristas. A casa foi doada à municipalidade em 1958. Em 1970 foi instalado o Museu do Sertanista, voltado essencialmente para a cultura indígena. Até 1987, realizaram-se várias exposições e mostras com o acervo indígena que lá ficava. Em 1989, por meio de um decreto de permissão de uso, a casa histórica passou a abrigar o Núcleo de Cultura Indígena da União das Nações Indígenas e a Embaixada dos Povos da Floresta. Com a saída do Núcleo de Cultura Indígena em 1993, a casa passou por novas obras de conservação e restauro, sendo ocupada pelo Museu do Folclore “Rossini Tavares de Lima” de 2000 até 2007. Após reformas, foi reinaugurada em 2013 como uma das casas históricas do Museu da Cidade de São Paulo.

CASA DO TATUAPÉ

  • Construída em taipa de pilão, a Casa do Tatuapé é a casa bandeirista mais antiga da cidade. Estima-se que sua construção tenha ocorrido entre 1668 e 1698, por Mathias Rodrigues da Silva, administrador das terras do Padre Matheus Nunes, que era dono de propriedades na região. Suas paredes de taipa possuem até 60cm de espessura. A casa possui planta retangular e cobertura em duas águas. Aberta ao público em 1981, faz parte do Patrimônio Histórico da cidade.

CASA GUILHERME DE ALMEIDA

  • Primeira casa-museu biográfica de São Paulo, a Casa Guilherme de Almeida foi reaberta em dezembro de 2010, após ficar fechada por quatro anos. O espaço, que passou por uma reestruturação, apresenta a sala de leitura, a máquina de escrever e a cama em que dormia e onde foi encontrado morto o poeta, escritor e jornalista Guilherme de Almeida (1890-1969). Também são mostrados retratos e esculturas de artistas como Brecheret, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Lasar Segall. Há ainda uma biblioteca com mais de 5 mil títulos.

CASA MODERNISTA

  • A primeira casa modernista do país, projetada por Gregori Warchavchik, inaugurada em 1928, passou por um apurado restauro e voltou ao circuito expositivo da cidade.

CEMITÉRIO DA CONSOLAÇÃO

  • A mais antiga necrópole da cidade foi inaugurada em 15 de agosto de 1858 com o objetivo de evitar epidemias ao substituir o hábito de sepultar os mortos no interior das igrejas. Um dos sinais da prosperidade da burguesia paulistana nos séculos 19 e 20 foi decorar os jazigos de seus familiares com esculturas de Victor Brecheret, Bruno Giorgi, Rodolfo Bernardelli, Celso Antônio de Menezes, Francisco Leopoldo e Silva, Amadeu Zani e outros. O portão monumental e a capela do cemitério são projetos do arquiteto Ramos de Azevedo. O cemitério guarda os túmulos de Maria Domitila de Castro Canto e Melo (marquesa de Santos), José Bonifácio de Andrada e Silva (Patriarca da Independência), dona Olívia Guedes Penteado, Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Monteiro Lobato, Antônio de Alcântara Machado, Eduardo da Silva Prado, Campos Sales, Washington Luis, Ademar de Barros, Ramos de Azevedo, Antoninho da Rocha Marmo, Mario Zan, Ruth Cardoso e outros. Um dos destaques do cemitério é o colossal mausoléu da família Matarazzo, com 25m de altura e ornamentado por um conjunto escultórico em bronze do escultor italiano Brizzolara.
  • Cerqueira César: r. da Consolação, 1.660, tels. (11) 3396-3815 / 3833. Diariamente, 7h/18h. Visitas monitoradas do projeto Arte Tumular: 8h/15h.

CENTRO CULTURAL SÃO PAULO

  • Laura Gorski realiza a mostra “Repouso”, composta por três salas interligadas que propõe um ambiente de submersão criado a partir de um conjunto de pedras, galhos, um barco e áreas pintadas de preto do chão até determinadas alturas na parede (de 06/08/16 a 30/10/16).
  • Mauricio Adinolfi exibe a instalação intitulada "Adamastror". A obra é criada com um barco de 7 metros, ossos de uma baleia Jubarte, mercúrio, asfalto e sal. A separação entre a popa e a proa do barco faz surgir um espaço vazio, que acaba por inventar um espaço poético tensionado por 20 cabos de aço, criando uma certa dramaticidade, por estar sobre um espaço de altura considerável. Os cabos formam uma espécie de desenho no abismo que flutua sobre o céu do espaço cultural (de 06/08/16, das 15h às 18h, a 30/10/16).
  • Como parte da programação do Programa de exposições, o artista português radicado em São Paulo Tiago Mestre apresenta “La Californie”, projeto que se apropria do nome da famosa villa, em Cannes, no sul da França, que Pablo Picasso habitou e transformou em ateliê a partir de 1955. A mostra, de caráter evolutivo, relaciona o sistema de arte em diversos formatos (de 06/08/16, ás 15h, a 30/10/16).
  • Daniel Jablonski, artista premiado na 7ª edição do Salão dos Artistas sem Galeria, apresenta fotografias e instalação na mostra “Pergunte a seus Vizinhos”, como parte da I e II Mostras do Programa de Exposições do espaço cultural (de 06/08/16, às 15h, a 30/10/16).
  • A exposição “Assalto Olímpico”, do artista Bruno Faria, artista convidado da I Mostra do Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo, é composta por cinco obras inéditas que foram realizados no contexto de uma residência artística no Hangar em Barcelona. Os trabalhos desenvolvidos partiram de uma pesquisa do artista sobre o impacto que a cidade espanhola sofreu ao receber em 1992 os Jogos Olímpicos, que alteraram de forma significativa a arquitetura e o próprio cotidiano da cidade num processo de gentrificação (de 06/08/16, às 15h, a 30/10/16).
  • A exposição retrospectiva Hudinilson Jr: Zona de Tensão apresenta um conjunto de 50 obras do artista e compõe-se de segmentos temáticos referentes às séries Posição Amorosa, Narciso, Zona de Tensão, Referências e intervenção urbana, que evidenciam o caráter intermidiático da obra de Hudinilson e o seu trânsito pela fotografia, arte xerox, arte postal, instalação, colagem, graffiti, intervenção urbana, performance, entre outros meios. Curadoria de Marcio Harum, Maria Adelaide Pontes e Maria Olimpia Vassão (de 06/08/16 a 30/10/16).
  • As I e II Mostras do Programa de Exposições 2016 apresentam individuais simultâneas de Anna Israel, Daniel Jablonski, Flora Rebollo, Gian Spína, Gustavo Torres, Yuli Yamagata, Mauricio Adinolfi e Tiago Mestre, além dos artistas convidados Bruno Faria e Luiz Roque (de 06/08/16 a 30/10/16).
  • A exposição Novas Aquisições traz 13 produções, entre desenhos, pinturas e uma instalação, incorporados recentemente ao acervo do Museu de Artes Plásticas de Anápolis (MAPA- GO), dos artistas Carlos Sena, Marcelo Solá, Divino Sobral, Rodrigo Godá, Humberto Espíndola, Gê Orthof, Elyeser Szturm, Elder Rocha, Luiz Mauro, Pitágoras Lopes e Adir Sodré. A exposição faz um recorte curatorial marcado pela diversificação de linguagens abordadas por esses artistas da região Centro-Oeste, e fortalece as divisas culturais geradas a partir da interação com as outras regiões do Brasil. Curadoria de Paulo Henrique Silva (de 03/09/16, às 11h, a 04/12/16).
  • O CCSP, projetado pelos arquitetos Eurico Prado Lopes (1939-1985) e Luiz Telles (1943), foi inaugurado em 1982. Ele promove anualmente uma seleção de artistas para o programa de exposições do local, um dos mais importantes do país. O Arquivo Multimeios contém 900 mil documentos de artes visuais, arquitetura, artes gráficas e outros assuntos. A Biblioteca Alfredo Volpi é uma das mais abrangentes em artes plásticas da cidade.

CENTRO DE CULTURA, MEMÓRIA E ESTUDOS DA DIVERSIDADE SEXUAL

  • "Caio Mon Amor" homenageia o escritor Caio Fernando Abreu (1948 - 1996) (A a partir de 11/09/16).
  • Centro: praça da República, dentro da estação República do metrô, tel. (11) 2627-8078. centrodiversidadesexual@sp.gov.br

CENTRO UNIVERSITÁRIO MARIA ANTONIA

  • O espaço retoma atividades com a primeira mostra do projeto Paisagens Fugidias, que traz uma série de trabalhos das artistas Laura Vinci ("No Ar"), Rosângela Rennó ("Imagem de Sobrevivência") e Marcia Xavier ("Paisagem Líquida I e II"). O projeto convida as artistas para ocuparem os espaços expositivos, onde são criadas situações de passagem de sentidos que se deslocam nas funcionalidades originalmente atribuídas a esses lugares. As obras de Laura e Rosângela lidam com a mudança da luminosidade do dia e têm horário de visitação mais restrito, das 16h às 20h. Há uma série de conversas, sempre às 17h: em 02/09/16, Rosângela e Thais Rivitti; 14/09/16, Laura e Cauê Alves; e 21/09/16, Marcia e Rafael Vogt Maia Rosa (exposições de 01/09/16, às 19h30, a 30/10/16).
  • O Centro Universitário Maria Antônia (Ceuma) é um órgão de extensão universitária e cultural ligado à USP (Universidade de São Paulo), responsável pela promoção de exposições artísticas, cursos ligados à área de humanidades e pela difusão cultural, científica, artística e tecnológica de uma forma geral. Ocupa a antiga sede da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP juntamente com o Teatro da USP (Tusp), em um conjunto arquitetônico considerado patrimônio histórico da cidade.
  • Vila Buarque: r. Maria Antonia, 294, tel. (11) 3123-5201. Ter. a sex., 10h/20h; sáb. e dom., 10h/18h. www.usp.br/mariantonia

CHÁCARA LANE

  • A mostra “Arte à Mão Armada” é uma panorama de 50 anos de trabalho da artista Carmela Gross, com 15 séries entre obras históricas e inéditas, além de extensa documentação nunca exposta sobre seus trabalhos e processo criativo. Inclui “A Negra” (1997) e os “Carimbos e Carimbadas” (1977), com desenhos e estudos de execução. Curadoria de Douglas de Freitas. Como parte da exposição, a Capela do Morumbi inaugura instalação realizada pela artista em 1992 (a partir de 03/09/16, às 15h).

ESTAÇÃO PINACOTECA

  • Situações: a Instalação no Acervo da Pinacoteca de São Paulo reúne obras de Carla Zaccagnini, Claudia Andujar, Gisela Motta e Leandro Lima, Cildo Meireles, Guto Lacaz, Iran do Espírito Santo, Jac Leirner, Julio Plaza, Marcelo Moscheta, Mariana Manhães, Nicolás Robbio, Regina Silveira, Rivane Neuenschwander e Waltercio Caldas. Curadoria de Fernanda Pitta (de 06/08/16, às 11h, a 20/02/17).
  • O Memorial da Resistência de São Paulo apresenta quatro eixos temáticos para visitação pública: “O Edifício e suas Memórias”, “Controle, Repressão e Resistência”, “A Construção da Memória” e “Da Carceragem ao Centro de Referência”.
  • Luz: Largo General Osório, 66, tel. (11) 3335-4990. Qua. a seg., 10h/17h30 (com permanência até as 18h). Ingr.: R$ 6. O ingresso dá direito a visitação à Estação Pinacoteca e à Pinacoteca do Estado. Professores da rede pública (com direito a quatro acompanhantes), alunos da rede pública (em visita com a escola), funcionários de órgãos públicos e de outros museus, pessoas com mais 60 anos e crianças com até 10 anos não pagam ingresso. Estudantes e professores da rede privada têm 50% de desconto. Grátis aos sábados. www.pinacoteca.org.br

FUNDAÇÃO CULTURAL EMA GORDON KLABIN

  • A coleção da empresária e mecenas Ema Gordon Klabin (1907-1994) é mostrada em sua casa, nos ambientes originais. O acervo, que abrange mais de 3 mil anos e reúne 1.500 peças, contempla quase toda a história da civilização ocidental, desde as civilizações grega e etrusca até os grandes mestres europeus. A arte brasileira é representada na coleção por obras de modernistas como Portinari, Di Cavalcanti, Lasar Segall, Tarsila do Amaral e Victor Brecheret.
  • Jardim Europa: r. Portugal, 43. Qua. a dom., 14h/17h. R$ 10 e R$ 5 (aposentados e estudantes). Professores e grupos de estudantes de escolas públicas têm entrada franca. Entrada franca aos sábados e domingos. Visitação somente com agendamento prévio pelo tel. (11) 3062-5245 ou e-mail agendamento@emaklabin.org.br | www.emaklabin.org.br

FUNDAÇÃO MARIA LUISA E OSCAR AMERICANO

  • A fundação fica em um parque de 75 mil m² e foi criada em 1974 pelo engenheiro Oscar Americano (1908-1974). Aberta ao público em 1980, tem programas educativos na área de meio ambiente e abriga acervo de arte e mostras temporárias. O acervo é composto por três núcleos: Brasil Colônia, Brasil Império e Mestres do Século 20. São 1.500 peças, como pinturas, mobiliário, prataria e louças. Entre os destaques estão uma série de oito pinturas do holandês Frans Post e telas de Candido Portinari e Lasar Segall. O parque, projeto do arquiteto-paisagista Otávio Augusto Teixeira Mendes (1907-1988), tem cerca de 25 mil árvores de diversas espécies da Mata Atlântica, habitadas por diversos tipos de aves. A sede, antiga residência da família Americano, tem projeto de Oswaldo Arthur Bratke (1907-1997).
  • Morumbi: Av. Morumbi, 4.077, tel. (11) 3742-0077. Ter. a dom., 10h/17h30. R$ 10 e R$ 5 (estudantes e pessoas com mais de 60 anos) e grátis para crianças até 6 anos. Entrada franca para o público em geral toda primeira terça-feira de cada mês. www.fundacaooscaramericano.org.br

GALERIA OLIDO

  • A exposição Niggaz da Hora - Graffiti, Memória e Juventude traz trabalhos de artistas inspirados na figura do grafiteiro Alexandre Luis da Hora Silva, o Niggaz (1982 -2003). Participam Enivo, Mauro, Jerry Batista, Ricardo Akn, Ciro Schu, Oito, Sliks, Deddo Verde, Lele Paes, Ribeiro, Paulo Ito, Highraff, Michel Onguer, Zizi, Mathiza, Claudio Ganu, Binho, Tarsila Portella e Zezão (de 03/09/16, às 13h, a 03/10/16).
  • Hoje tem Espetáculo exibe seleção de documentos e fotografias de trupes, famílias e artistas circenses pertencentes ao acervo do Centro de Memória do Circo. Expografia de Carla Caffé e curadoria de Verônica Tamaoki (mostra de longa duração).

IGREJA DAS CHAGAS DO SERÁPHICO PAI SÃO FRANCISCO

  • O espaço espositivo da Venerável Ordem Terceira de São Francisco da Penitência da Cidade de São Paulo tem exposição permanente de acervo, com obras dos séculos 17 ao 20, além de mostras temporárias. A igreja conta com coleção de pinturas e retábulos do século 18, realiza palestras sobre artes e tem programação musical (concertos de orquestras, conjuntos de câmara e solistas).
  • Sé: Largo São Francisco, 173. Igreja: seg. a sex., 9h/17h; sáb., 9h/13h. Visitas agendadas ao acervo e dependências da igreja: qui., às 14h.

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE SÃO PAULO

  • O IHGSP é uma instituição científica e cultural que tem como principais objetivos a pesquisa e a divulgação da história, da geografia e de correlatos, principalmente com respeito à cidade e ao Estado de São Paulo. A instituição realiza mostras permanentes e temporárias.
  • Arqueologia e Contemporaneidade traz trabalhos de três pesquisadores da instituição - Guy Collet, Luiz Caldas Tibiriçá e Heinz Budweg - realizados em expedições por diversas regiões do Brasil.
  • Trilha do Peabiru é exposição permanente sobre o trecho paulista da antiga trilha indígena que, ao tempo do descobrimento, interligava o Estado de São Paulo ao Paraguai. A mostra tem colaboração do cacique Tukumbó Dyeguaká.
  • Praça da Sé: r. Benjamin Constant, 158, 7º andar, tel. (11) 3242-8064. Seg. a sex., 13h/17h. Visitas no período da manhã somente mediante agendamento. www.ihgsp.org.br

INSTITUTO LINA BO E P. M. BARDI | CASA DE VIDRO

  • Instalado na Casa de Vidro, antiga residência do casal criador do Masp, o instituto tem como objetivo divulgar e promover a cultura e as artes brasileiras no Brasil e no exterior. Projetada por Lina Bo Bardi em 1950, a casa é um marco da arquitetura moderna brasileira. Tombada em 1987 pelo Condephaat, abriga documentos de arquitetura, fotografias, correspondências, entrevistas, escritos, além da coleção de arte popular e objetos de design e artes plásticas dos Bardi.
  • Morumbi: r. General Almério de Moura, 200, tels. (11) 3744-9902 e 3744-9830. As visitas devem ser agendadas. www.institutobardi.com.br

MAC-USP (MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO) | EX-DETRAN

  • A mostra “Julio Plaza Indústria Poética” reúne parte da obra do artista espanhol Julio Plaza (1938-2003), que ocupou importante papel na condução de novos sentidos e os limites dos dispositivos tecnológicos na arte dos anos 1970. Curadoria de Cristina Freire (de 09/11/13, às 11h, a 16/10/16).
  • A mostra Alex Flemming: RetroPerspectiva apresenta a trajetória de 40 anos de carreira do artista brasileiro que vive na Alemanha. São expostas cerca de 120 obras em três eixos: o trabalho com o corpo humano, a pintura sobre superfícies não tradicionais e sua pesquisa de materiais de produção. Entre os trabalhos está a obra "Lápides", composta por 60 computadores pintados que levam os nomes de seus antigos dono; além das séries "Caos", "Alturas" e "Body Builders". Curadoria de Mayra Laudanna (de 13/08/16, às 11h, a 11/12/16).
  • Na mostra “Inventário: Arte Outra”, o artista paulista Gustavo von Há exibe 34 trabalhos recentes e inéditos, entre pinturas, objetos e vídeo, que remetem a uma visualidade inscrita a partir do segundo pós-guerra, entre os anos 1950 e 1960 (de 03/09/16, às 11h, a 05/02/17).
  • A nova sede do museu, instalada no antigo prédio do Detran, apresenta a mostra inaugural O Tridimensional no Acervo do MAC: Uma Antologia, composta por 17 obras que tratam da crise das artes visuais, sobretudo a partir do final da Segunda Guerra, focando no esfacelamento do conceito tradicional da escultura ocorrido nas últimas décadas. Há obras de Frida Baranek, Eduardo Climachauska e Paulo Climachauska, Sérvulo Esmeraldo, Carlos Fajardo, Carmela Gross , Liuba Wolf, Maria Martins, Cildo Meireles, Henry Moore, Ernesto Neto, Gustavo Rezende, Chihiro Shimotani, François Stahly, Sofu Teshigahara, Ângelo Venosa, Franz Weissmann e Haruhiko Yasuda (a partir de 28/01/12; mostra de longa duração).
  • A mostra Rafael França: Entre Mídias apresenta um conjunto inédito de obras de um dos mais importantes artistas contemporâneos brasileiros na pesquisa entre arte e tecnologia. A mostra reúne montagens fotográficas, gravuras, xerox e vídeos buscando revelar que a imagem fotográfica não tinha existência autônoma pra o artista, mas funcionava como elemento de ligação entre as diferentes mídias com as quais trabalhou. As obras em exibição são do arquivo pessoal de Rafael França (1957-1991), doadas ao MAC USP em 1993 (de 15/03/14, às 11h, a agosto 2016).
  • Classicismo, Realismo, Vanguarda: Pintura Italiana no Entreguerras reúne 71 pinturas italianas adquiridas entre 1946 e 1947 por Francisco Matarazzo Sobrinho, o Ciccillo, e sua esposa Yolanda Penteado para a criação do MAM-SP. A exposição integra obras de dez artistas brasileiros cujas práticas se relacionam ao tema. Curadoria de Ana Magalhães (de 31/08/13, às 11h, a 2017).
  • A mostra “Samson Flexor - Traçados e Abstrações” apresenta 35 obras do artista moldávio Samson Flexor (1907-1971), entre desenhos e pinturas, pertencentes ao acervo do museu. A seleção traça aspectos da trajetória do artista, dando ênfase na produção feita entre 1948 e 1960. A transformação plástica desse período busca uma movimentação na estrutura, que constitui nos pensamentos estéticos entre abstrato, construtivo e expressivo. Na abertura ocorre oficina infantil (de 24/01/15, às 11h, a 2017).
  • A exposição Vizinhos Distantes: Arte da América Latina no Acervo do MAC USP apresenta cerca de 250 trabalhos, entre pinturas, esculturas, instalações, objetos, fotografias, registros e projetos de performances, vídeos e publicações de artistas, todos do acervo do MAC USP. São obras de artistas como Marta Colvin e Nemesio Antúnez (Chile), René Portocarrero e Wifredo Lam (Cuba), Lucio Fontana e León Ferrari (Argentina), Diego Barboza e Jesús Rafael Soto (Venezuela), Ulises Carrión, Felipe Ehrenberg e José Luis Cuevas (México), Sergio Meirana e Clemente Padín (Uruguai), Carlos Mérida (Guatemala), Armando Morales (Nicarágua), Luiz Fernando Peláez e Omar Rayo (Colômbia) e Lucía Chiriboga (Equador), entre outros. Curadoria de Cristina Freire. Na abertura ocorre os lançamento do livro “Terra Incógnita: Conceitualismos da América Latina no Acervo do MAC" (de 20/06/15, às 11h, a 2017).
  • A exposição A Casa um conjunto de obras inspirado no poema de Vinícius de Morais musicado ao lado de Toquinho em 1980, que fala da criação de um lar, mas que é repleto de elementos faltantes e da própria ausência de praticidade esperada do ambiente doméstico. São expostos 18 trabalhos pertencentes ao acervo do museu, dos artistas Alexander Calder, Leda Catunda, Alex Flemming, Iran do Espírito Santo, Cildo Meireles, Nina Moraes, Alex Vallauri, Flávio Cerqueira, Barrão, Regina Silveira, Maria Tomaselli, Camille Kachani, Ângelo Venosa, José Carratu e Ana Teixeira (de 12/09/15, às 11h, a 2017).
  • Visões da Arte no Acervo do MAC USP 1900-2000 reúne cerca de 160 obras, escolhidas entre as quase 12 mil peças do acervo, de artistas como Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, Flávio de Carvalho, Anita Malfatti, Volpi, Brecheret, De Chirico, Picasso, Kandinsky, Modigliani, Boccioni, Matisse, Max Bill e muitos outros. As curadoras Ana Magalhães, Carmen Aranha e Helouise Costa buscam lançar indagações sobre conjuntos de obras capazes de revelar algumas das especificidades da arte e da cultura brasileiras em sua interação com a arte internacional, apresentando as principais escolas e movimentos artísticos deste período, com destaque às suas crises e rupturas. Assim, no sétimo andar o visitante encontra temas como “A Instauração do Moderno”, “A Circulação da Arte Moderna”, “Vanguarda e Política: O expressionismo em Questão”, “Realismos, Abstracionismos”, além de situar as relações da Bienal de São Paulo com o MAC USP. Já no sexto andar estão as seções “Figurações, Arte Política, Arte como Ideia e Por uma Arte Global: Arte Contemporânea na Virada do Século XXI”, mostrando as transformações das experiências artísticas da segunda metade do século XX (a partir de 26/09/16, às 11h, a 2020).
  • Goeldi/Jardim: A Gravura e o Compasso reúne 40 trabalhos de Oswaldo Goeldi (1895-1961) e Evandro Carlos Jardim (1935) que pertencem a coleção do museu. São 12 obras de Goeldi , produzidas entre o final da década de 1930 e anos 1950. Já Jardim mostra xilogravuras, água-forte e desenhos realizados de 1960 a 2011 (até 2017).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, 1.301, antigo prédio do Detran, tel. (11) 2648-0254. Ter. a dom., 10h/18h. www.mac.usp.br

MAE (MUSEU DE ARQUEOLOGIA E ETNOLOGIA) | USP

  • A exposição Pólis Viver na Cidade Grega Antiga apresenta a antiga cidade grega – a pólis – como uma forma original do “viver junto”, estabelecido pelos helenos em contato com outras sociedades, como o Mediterrâneo (de 11/03/16 a 27/01/17).
  • O acervo do MAE abriga mais de 100.000 espécimes, com objetos arqueológicos e etnográficos desde a Europa Paleolítica até recentes produções dos povos indígenas. O acervo tem origem das antigas coleções dos setores de Arqueologia e Etnologia do Museu Paulista, do antigo Museu de Arqueologia e Etnologia, do Instituto de Pré-História e do Departamento de Antropologia da USP.
  • Reserva Técnica Visitável: Revelando os Bastidores de um Museu é constituída por artefatos provenientes de diferentes regiões da Amazônia e evidencia importantes formas de ocupação deste território pelas populações indígenas desde períodos remotos. Visitas apenas por agendamento prévio (longa duração).
  • Butantã: av. Professor Almeida Prado, 1.466, Cidade Universitária, tel. (11) 3091-4905. Seg., qua. qui. e sex., 9h/17h. Abre no segundo sábado de cada mês, 10h/16h. www.mae.usp.br

MAM | MUSEU DE ARTE MODERNA

  • Pinturas em pequenas dimensões e 50 estudos de Alfredo Volpi (1896-1988), vindos da Coleção Ladi Biezus, mostram uma produção mais intimista do artista ítalo-brasileiro. Curadoria de Aracy Amaral (de 20/06/16, às 20h, a 18/12/16).
  • O “Projeto Parede” homenageia o prestigiado artista francês François Morellet, um dos maiores nomes da arte do século 20, falecido em junho deste ano aos 90 anos. Co-fundador da arte cinética e arte ótica, sua obra antecipa muitas questões, procedimentos e materiais consagrados posteriormente pela arte contemporânea (de 20/06/16, às 20h, a 18/12/16).
  • O Útero do Mundo, sob influência da obra literária de Clarice Lispector, está dividida em “Grito Ancestral”, “Montagem Humana” e “Vida Primária”. Com seleção de 280 pinturas, fotografias, gravuras, desenhos, performances e vídeos pertencentes ao acervo do museu, a exposição faz elogio à loucura e trata da impulsividade humana. Participam Arthur Omar, Tunga, Adriana Varejão, Cildo Meireles, Farnese de Andrade, Flávio de Carvalho, Claudia Andujar, Rodrigo Braga, Edouard Fraipont, Keila Alaver, Klaus Mitteldorf e outros. Curadoria de Veronica Stigger (de 05/09/16, às 20h, a 18/12/16).
  • Greve Geral é resultado do Laboratório de Curadoria e Criação intitulado "A idade do ócio", exibida na biblioteca do museu. A mostra reflete sobre a forma de resistência política na suspensão do trabalho seja na forma de preguiça, férias, ócio ou greve. São expostas obras da coleção do MAM selecionadas pelos alunos do Laboratório, sob a supervisão de Veronica Stigger (de 05/09/16, às 20h, a 18/12/16).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3, tel. (11) 5085-1300. Ter. a dom., 10h/18h. Ingr.: R$ 6,00. Grátis aos domingos para o público em geral. Crianças até 10 anos e adultos com mais de 65 anos não pagam entrada. www.mam.org.br

MASP (MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO)

  • Portinari Popular reúne 50 obras do acervo e de outras instituições em que são explorados conteúdos sociais e representações populares na produção de Cândido Portinari. A exposição é remontagem de projeto expográfico de Lina Bo Bardi, em 1970 (de 11/08/16, às 20h, a 15/11/16).
  • A instalação “Trabalho” de Thiago Honório reúne uma coleção de ferramentas que pertenceram a mestres de obras e pedreiros, envolvidos no restauro de uma antiga subestação de energia do centro de São Paulo, um edifício da década de 1920 (de 11/08/16, às 20h, a 29/01/17).
  • A Mão do Povo Brasileiro, 1969/2016, célebre exposição organizada por Lina Bo Bardi e que inaugurou a sede do museu na Paulista em abril de 1969, é reapresentada por meio de quase mil objetos da cultura popular como carrancas, ex-votos, tecidos, ferramentas, mobiliário, brinquedos, adornos, imagens sacras, joias, esculturas e pinturas de Agnaldo dos Santos, Cardosinho, Zé Caboclo e outros. Curadoria de Adriano Pedrosa, Julieta González e Tomas Toledo. Acompanha ciclo de filmes (de 01/09/16, às 20h, a 29/01/17).
  • O museu possui a mais importante coleção da América Latina e de todo o Hemisfério Sul. Os destaques são as pinturas de Rafael, Mantegna, Botticceli, Bellini, Ticiano, Poussin, Delacroix, Manet, Degas, Cézanne, Monet, Van Gogh, Matisse, Modigliani, Chagall, Velázquez, Maria Martins, Visconti, Portinari, Di Cavalcanti e muitos outros. Agora sob a direção de Heitor Martins (ex-Fundação Bienal), o museu tem curadoria de Adriano Pedrosa e dos assistentes Fernando Oliva, Luiza Proença e Tomás Toledo. A equipe conta ainda com a assistência de Rodrigo Moura (curador adjunto), Julieta Gonzalez (arte moderna e contemporânea), Luciano Migliaccio (arte europeia), Patrícia Carta (moda), Martin Corullon (arquiteto) e Raul Loureiro (designer gráfico).
  • A exposição Acervo em Transformação retoma o projeto expográfico radical de 1968 dos cavaletes de cristal, de autoria da arquiteta Lina Bo Bardi (1914-1992), que projetou também o prédio do Masp. A pinacoteca no segundo andar volta a ter essas peças que sustentam as obras, também chamadas de cavaletes de vidro, sem uso desde 1996. São suportes transparentes, sustentados por uma base de concreto, espalhados livremente pelo monumental espaço da pinacoteca. As obras parecem suspensas no ar. Sem um roteiro predeterminado a seguir, o visitante tem autonomia para decidir o próprio percurso. Para a retomada da expografia original, o escritório Metro Arquitetos Associados reconstruiu mais de cem cavaletes desenhados por Lina. A mostra reúne 117 trabalhos, mesclando diversas coleções da instituição. O mais antigo é uma escultura da deusa Higia do século 4 a.C. e o mais recente, é uma escultura de Marcelo Cidade, de 2011. Participam ainda trabalhos de Botticelli, Tintoretto, Ticiano, Rembrandt, Goya, Ingres, Cézanne, Van Gogh, Monet, Picasso, Matisse, Rodin, Lasar Segall, Volpi, Di Cavalcanti e outros. O milagre se dá sob a direção de Heitor Martins (ex-Fundação Bienal). A curadoria é de Adriano Pedrosa e de três membros da equipe curatorial do museu: Fernando Oliva, Luiza Proença e Tomás Toledo. Junto à mostra é lançado catálogo “Concreto e Cristal: o Acervo do Masp nos Cavaletes de Lina Bo Bardi (editora Cobogó; 305 págs; R$ 150), com organização de Adriano Pedrosa e Luiza Proença (mostra a partir de 10/12/15, às 19h30; exposição de longa duração).
  • Cerqueira César: av. Paulista, 1.578, tel. 3251-5644. Ter., qua., sex., sáb., dom. 10h/18h; qui. 10h/20h. R$ 25 e R$ 12. Estudantes, professores e maiores de 60 anos pagam meia entrada. Grátis às terças e para menores de 10 anos. www.masp.art.br

MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA

  • A artista São Queiroz exibe quatro obras na exposição “O Encontro da Imagem com a Literatura Latino-Americana”. A mostra faz parte de projeto onde cada artista convidado se inspira em uma obra literária para produzir suas obras (de 01/09/16 a 01/10/16).
  • No Pavilhão da Criatividade é exibida vasta coleção de arte popular latino-americana.
  • Barra Funda: av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, estação Barra Funda do Metrô, tels. (11) 3823-4600 / 4705. Ter. a dom., 9h/18h. www.memorial.sp.gov.br

MIS (MUSEU DA IMAGEM E DO SOM)

  • O Paço das Artes ocupa temporariamente o MIS e apresenta mostra “Fundação” de Tiago Mestre. Em 23/09/16, às 19h, ocorre mesa-redonda com Jacopo Crivelli Visconti, Miguel Wisnik, Priscila Arantes e o artista. Em 07/10/16, às 15h, ocorre visita guiada com Cauê Alves ao MuBE (de 13/09/16 a 16/10/16).
  • João Vianna e Camila Fialho mostram trabalhos recentes em “330 (ou Sobre uma Única Viagem)” (de 25/10/16 a 27/11/16).
  • Frida Kahlo – Suas Fotos exibe 241 retratos familiares, imagens da artista mexicana quando criança, de amigos como a atriz Dolores Del Rio e do amante, o muralista Diogo Rivera, além de conjunto de fotos do húngaro Nickolas Muray, que a retratou na cama após grave acidente que a imobilizou. As fotografias do Museu Frida Khalo foram exibidas apenas em 2007. A mostra ocorre simultaneamente no Espaço Cultural Porto Seguro. Uma van transporta o público gratuitamente entre um local e outro (de 03/09/16 a 20/11/16).
  • O Acervo MIS tem cerca de 300 mil itens, entre fotografias, filmes, vídeos, cartazes, discos de vinil e registros sonoros. Entre os destaques figura o depoimento em vídeo da artista Tarsila do Amaral.
  • Jardim Europa: av. Europa, 158, tel. (11) 2117-4777. Ter. a sáb., 12h/21h; dom., 11h/20h. www.mis-sp.org.br

MuBE | MUSEU BRASILEIRO DA ESCULTURA

  • Transparência e Reflexo apresenta 23 trabalhos de grande porte, que dialogam com a arquitetura do museu, de autoria Paulo Mendes da Rocha. Participam Amélia Toledo, Angelica Teuta, Arnaldo Antunes, Antonio Mauel, Carlos Fajardo, Damien Ortega, Debora Bolsoni, Iole de Freitas, Iran do Espírito Santo, Iole de Freitas, Ivan Navarro, Jac Leiner, José Bechara, José Resende, Laura Belém, Lea Van Stenn e Raquel Kogan, Lucia Koch, Marcia Xavier, Marcius Galan, Nuno Ramos, Rodrigo Bueno, Tulio Pinto, Vanderlei Lopes e Waltercio Caldas. Curadoria de Cauê Alves (de 07/09/16, às 11h30, a 30/10/16).
  • Jardim Europa: av. Europa, 218, tel. (11) 2594-2601. Ter. a dom., 10h/19h. www.mube.art.br

MUSEU AFRO BRASIL

  • Portugal Portugueses - Arte Contemporânea é a maior exposição de arte portuguesa contemporânea já realizada no país, com cerca de 200 obras de 40 artistas. Destaque para a grande gama de artistas modernistas, mulheres consideradas bases da contemporaneidade portuguesa, com obras surrealistas, geométricas e que se conectam com Brasil e a África. Participam Albuquerque Mendes, Ana Vieira, Antonio Manuel, Artur Barrio, Ascânio MMM, Cristina Ataíde, Didier Faustino, Fernando Lemos,Helena de Almeida, Joana Vasconcelos, João Pedro Vale e Nuno Alexandre, Joaquim Rodrigo, Joaquim Tenreiro, José de Guimarães, José Loureiro, José Pedro Croft, Jorge Molder, Julião Sarmento, Paulo Lisboa, Pedro Barateiro, Pedro Cabrita Reis, Teresa Braula, Yonamine, entre outros (de 08/09/16, às 19h, a 08/01/17).
  • Coordenado pelo artista plástico e curador baiano Emanoel Araujo, o museu recupera, preserva, valoriza e divulga o universo histórico-cultural do negro brasileiro, sempre colocado à margem pelas instituições oficiais. O acervo tem mais de 5 mil obras de arte e objetos históricos.
  • Arte, Adorno, Design e Tecnologia no Tempo da Escravidão, que esteve em cartaz no museu durante mais de dois anos, volta ao cartaz. São cerca de 70 objetos de ofícios urbanos e rurais - muitos deles usados em fazendas e engenhos de açúcar - compondo um conjunto que realça as contribuições dos negros para a ciência e a tecnologia no Brasil (de 21/11/15, às 12h, mostra de longa duração).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 10, Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, tel. (11) 3320-8900. Ter. a dom., 10h/18h (entrada até 17h). Ingr.: R$ 6. Entrada gratuita aos sábados. www.museuafrobrasil.org.br

MUSEU ANCHIETA

  • Parte do complexo histórico do Pateo do Collegio, marco do nascimento de São Paulo, foi transformada em centro cultural com museu e acervo de 500 itens, como peças de arte sacra, quadros, fotografias, aquarelas, artefatos indígenas contemporâneos e mapas de São Paulo antigo.
  • Centro: praça Pateo do Collegio, 2, tel. 3105-6899. Ter. a sex., 9h/16h45; sáb. e dom., 9h/16h30. Ingr.: R$ 8; estudantes de escola particular, universitários e professores pagam R$ 4; estudantes de escola pública (Ensino Médio e Fundamental) pagam R$ 2; e aposentados, idosos, crianças menores de sete anos e deficientes físicos têm entrada franca. www.pateocollegio.com.br

MUSEU CATAVENTO

  • O projeto de iniciação científica Catavento tem ênfase na ciência, nas artes e no conhecimento humano. O Museu de Tecnologia tem em acervo inúmeros recursos de simulação, que proporcionam aos visitantes a oportunidade de interagir com o seu conteúdo, ou de participar diretamente em experiências virtuais. Uma das atividades digitais é uma viagem aérea virtual em três dimensões pelo Rio de Janeiro (RJ).
  • A mostra permanente Do Macaco ao Homem apresenta conhecimentos sobre o processo de hominização e os principais passos de nossa linhagem evolutiva. A exposição reúne réplicas de nossos ancestrais, bem como de réplicas de artefatos de pedra lascada e de osso, além de peças de cunho artístico, retirados do acervo do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos da USP. Necessário retirar senha na bilheteria.
  • Centro: Palácio das Indústrias, Parque D. Pedro II, tel. (11) 3315-0051 Ter. a dom., 9h/17h. R$ 6. Aposentados, idosos e estudantes com carteirinha pagam R$ 3. Grátis aos sábados para o público em geral. www.cataventocultural.org.br

MUSEU DA CASA BRASILEIRA

  • Na mostra “Hugo França: Escalas em Contraste”, o artista e designer Hugo França apresenta série de miniaturas de madeira ao lado da suas respectivas esculturais de tamanhos naturais. Inclui também uma exibição de vídeos e fotos de processos de produção (de 13/08/16, às 11h, a 16/10/16).
  • Design Mirim apresenta miniaturas de mobiliário e objetos de uso cotidiano. Parte das peças reproduz cadeiras clássicas de José Zanine Caldas, Abraham Palatnik, Lina Bo Bardi e outros (de 13/08/16 a 16/10/16).
  • O projeto Balanço MCB + BoomSPDesign, sob curadoria de Roberto Cocenza, apresenta no jardim 11 balanços concebidos por Ruy Ohtake, Renata Moura, Carol Gay, Coletivo Pax.Arq e outros (de 13/08/16 a 16/10/16).
  • A Coleção Crespi-Prado exibe porcelanas, móveis, pratarias e pinturas de Fábio Prado, ex-prefeito de São Paulo (1934-1938), e sua mulher, Renata Crespi. A Coleção MCB traz 85 peças de mobiliário brasileiro dos séculos 17 ao 21, como a poltrona Mole (1957), de Sergio Rodrigues (mostras de longa duração).
  • Jardim Paulistano: av. Brigadeiro Faria Lima, 2.705, tels. (11) 3032-3727 / 2564. Ter. a dom., 10h/18h. R$ 7. Meia-entrada: R$ 3,50. Maiores de 60 anos e crianças até 10 anos não pagam. Grátis aos sábados e domingos para o público em geral. www.mcb.org.br

MUSEU DA ENERGIA DE SÃO PAULO

  • A mostra Tempos de Energia - São Paulo em Transformação explora o desenvolvimento do Estado a partir da evolução da energia elétrica, através de objetos antigos, documentos raros e múltiplos recursos tecnológicos. Com um mapa virtual a exposição traça a evolução urbana, com telas interativas, miniaturas perfeitas de hidrelétricas e sistemas de geração de energia solar e eólica; ferros de passar roupa, enceradeiras, televisores, rádios, secadores de cabelo e dezenas de objetos antigos (a partir de 05/09/14; mostra de longa duração).
  • O edifício foi construído entre 1890 e 1894, quando o bairro dos Campos Elíseos era o endereço mais sofisticado de São Paulo, abrigando parte da elite cafeeira da época. O palacete, projeto do escritório de Ramos Azevedo, foi residência de Henrique Santos Dumont, irmão do aviador Alberto Santos Dumont e um dos homens mais ricos do Brasil à época. Inaugurado em junho de 2005, o museu é voltado à história e ao futuro do sistema de energia. É mantido pela Fundação Energia e Saneamento, mantida por Sabesp, Cesp e Emae.

MUSEU DA IMIGRAÇÃO | MEMORIAL DO IMIGRANTE

  • A proposta da exposição Direitos Migrantes: Nenhum a Menos é estimular a reflexão sobre a situação de pessoas que migram ou solicitam refúgio no Brasil, retratando sua mobilização e a ocupação de espaços nas cidades (de 24/09/16, às 11h, a 04/11/16).
  • O museu ocupa parte da antiga Hospedaria do Imigrante, um imponente complexo, construído entre 1886 e 1888 no bairro do Brás, com finalidade de receber e encaminhar ao trabalho os imigrantes trazidos por conta do governo. A Hospedaria foi criada para reunir e preservar a documentação, memória e objetos de imigrantes que vieram para o Brasil em busca de esperança, aventuras, fortuna ou simplesmente fugindo de uma situação difícil nas suas pátrias de origem. Instalado em um dos poucos edifícios centenários da cidade de São Paulo. De 1882 a 1978, passaram por ali pessoas de mais de 60 nacionalidades e etnias, todas devidamente registradas em livros e listagens. Além do trabalho de divulgação destas histórias, há também a recuperação dos carros de madeira (o termo vagão é usado quando se trata de transporte de carga), da antiga São Paulo Railway. Dois deles estão restaurados, sendo um carro de bagagem, correio e chefe de trem, de 1914, e outro de passageiros, 2ª classe, de 1931. O Memorial do Imigrante é responsável pela preservação, estudo e divulgação de importante acervo histórico referente à imigração no Estado de São Paulo nos últimos 120 anos.
  • O museu apresenta um novo plano museológico para a mostra de longa duração Migrar: Experiências, Memórias e Identidades, que explica como o processo migratório é um fenômeno permanente na história do mundo (mostra de longa duração).
  • Mooca: r. Visconde de Parnaíba, 1.316, estação Bresser do Metrô, tel. (11) 2692-1866. Ter. a sáb., 9h/17h; dom., 10h/17h. Quinzenalmente, às sextas-feiras, visitação estendida até as 21h. Ingr.: R$ 6 e R$ 3 (meia-entrada). Grátis aos sábados. www.museudaimigracao.org.br

MUSEU DA PESSOA

  • O Museu Virtual reúne histórias de vida e é aberto à participação gratuita de toda pessoa que queira compartilhar sua biografia.

MUSEU DE ARTE SACRA

  • “Portal da Misericórdia: O Sacro Revisitado”, com obras de Mirtis Moraes (de 15/10/16 a 08/01/17).
  • Exposição Museu de Arte Sacra de São Paulo (de 17/09/16 a 08/01/17).
  • A exposição Fragmentos: Coleção de Rafael Schunk reúne fragmentos oriundos de demolições de catedrais, igrejas e capelas brasileiras. São objetos valiosos, pedaços de desmanche das construções, pinturas, obras de arte e santos feitos por mestres santeiros reconhecidos. A Coleção de Arte Sacra de Rafael Schunk enfatiza produções artísticas do período bandeirista a partir do século XVII, desde o surgimento da arte barroca brasileira até suas ramificações na cultura caipira, com permanência de arcaísmos até a modernidade. São, na maioria, fragmentos oriundos de catedrais do interior de São Paulo, como da antiga catedral de Taubaté, de Pindamonhangaba, da Basílica Velha de Aparecida, de Queluz e de Bananal. Um dos destaques é o conjunto de 60 azulejos da Osirarte. Na abertura ocorre palestra e visita-guiada. A curadoria é de Percival Tirapeli (de 17/09/16, às 11h, a 08/01/17).
  • Localizado no Mosteiro da Luz, fundado e construído em taipa de pilão por Frei Galvão por volta de 1774, o museu é considerado um dos mais importantes monumentos arquitetônicos coloniais paulistas. Seu precioso acervo é composto por mais de 4 mil obras de arte religiosa, entre imaginária sacra, retábulos, altares, oratórios, prataria, objetos, vestimentas litúrgicas e livros raros dos séculos 16 ao 20.
  • No Museu dos Presépios do MAS é exposto um verdadeiro Presépio Napolitano, do século 18, com 1.620 peças, um dos últimos e maiores conjuntos do gênero remanescentes no mundo.
  • Luz: av. Tiradentes, 676, estação Tiradentes do Metrô, tel. (11) 3326-3336. Estacionamento pago à r. Jorge Miranda, 43. Ter. a dom., 9h/17h. R$ 6 e R$ 3 (estudantes). Grátis aos sábados. Pessoas com mais de 60 anos e crianças de até 7 anos têm entrada franca. Visitas monitoradas para escolas públicas são gratuitas. www.museuartesacra.org.br

MUSEU DO FUTEBOL

  • Inaugurado em setembro de 2008, o museu, que está instalado numa área de 6.900m², propõe uma narrativa linear da história do futebol por meio de aparelhos multimídia. São 15 salas temáticas com cerca de 1.400 fotografias, seis horas de vídeos e outras atrações, como um aparelho que mede a velocidade dos chutes dos visitantes.
  • Pacaembu: praça Charles Miller, s/n°, tel. (11) 3664-3848. Ter. a dom., 9h/17h. R$ 6 e R$ 3 (estudantes e pessoas com mais de 60 anos). Grátis para crianças de até 7 anos. www.museudofutebol.org.br

MUSEU DO THEATRO MUNICIPAL

  • Descendo as escadarias ao lado do Theatro, embaixo do Viaduto do Chá, fica este pequeno museu, que existe desde 1983 e foi instalado nos baixos do viaduto em 1995. Ele esteve em reforma entre junho de 2005 e o final de 2006, período em que atendeu apenas aos pesquisadores. A exposição de longa duração Theatro Municipal Ícone e Memória reabriu o espaço em dezembro de 2006. Nela, a história do teatro mais importante da cidade, aberto em 1911, é contada por meio de vídeo, painéis, fotografias, cartazes, vestidos de cantoras de ópera, um órgão, coleção de postais, maquetes cenográficas e muitos textos ilustrados. O local ainda serve para pesquisas mais aprofundadas.

MUSEU FLORESTAL OCTÁVIO VECCHI

  • O espaço fica no Horto Florestal (Parque Estadual Albert Löefgren), que ocupa uma área de 174 alqueires e é localizado ao lado do Parque Estadual da Cantareira. O Museu Florestal Octávio Vecchi (Museu da Madeira) foi inaugurado em 1931 e possui o maior acervo de madeiras da América Latina. As amostras de madeira têm entalhes que reproduzem as folhas e frutos das espécies das quais foram extraídas.
  • Horto Florestal: r. do Horto, 931, tel. (11) 2231-8049. Ter. a sex., 9h/12h e 13h30/16h30; dom., 10h/15h30. http://museuflorestal.blogspot.com

MUSEU HISTÓRICO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA NO BRASIL

  • Fundado em 18 de junho de 1978, o Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil, da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social, possui o maior acervo sobre a imigração japonesa no Brasil, composto por de 97 mil itens pertencentes aos imigrantes japoneses, tais como documentos diversos, fotos, jornais, microfilmes, livros, revistas, filmes, vídeos, discos LP, quadros de pinturas, utensílios domésticos e de trabalho e quimonos.
  • Liberdade: r. São Joaquim, 381, tel. (11) 3209-5465 / 3208-1755 , ramal 117. Ter. a dom., 13h30/17h30. R$ 6 (inteira). Estudantes com carteirinha e crianças até 11 anos pagam meia. Menores de cinco anos e idosos acima de 65 anos têm entrada franca. www.museubunkyo.org.br

MUSEU LASAR SEGALL

  • A mostra "Os Caprichos – Crônicas de uma Guerra (1936-1939)" traz uma série de 30 obras do artista argentino Gustavo Cochet (1894 - 1979) que retratou, através de gravuras em água-forte, água-tinta e gravura a açúcar, a Guerra Civil Espanhola. Gustavo viveu 25 anos entre Paris e Barcelona na época e participou como militante nas fileiras libertárias, na luta contra o fascismo, voltando à Argentina em 1939. A série foi uma homenagem do artista ao francês Jacques Callot (1592-1635) e Francisco Goya (1746 - 1828) que, inspirado em Callot, realizou uma série de estampas satirizando a sociedade espanhola do final do século XVIII (de 18/06/16, às 17h, a 26/09/16).
  • Idas e Vindas – Segall e o Brasil faz panorama sobre a produção de Lasar Segall (1891-1957) com enfoque na sua fase brasileira. Destaque para o painel “Emigração” (07/11/15 a 29/12/16).
  • O museu preserva acervo e documentos referentes a Lasar Segall (1891-1957), artista lituano que se fixou no Brasil.
  • Vila Mariana: r. Berta, 111, tel. (11) 2159-0400. Diariamente, 11h/19h. Fecha às terças-feiras. www.museusegall.org.br

MUSEU PAULISTA (DO IPIRANGA)

  • Aberto em 1895, o museu é o mais antigo da cidade. Conserva em acervo a tela “Independência ou Morte”, pintada em 1888 por Pedro Américo, que se encontra no Salão Nobre. A escultura de D. Pedro I, situada no nicho central da escadaria, foi feita por Rodolfo Bernardelli. A instituição exibe ainda móveis, louças, armas e utensílios domésticos, fotografias e pinturas históricas.
  • O museu se encontra fechado para reforma por tempo indeterminado. A expectativa é que reabra só em 2022.
  • Ipiranga: Parque da Independência, s/nº, tel. (11) 2065-8000. www.mp.usp.br

OCA | PAVILHÃO LUCAS NOGUEIRA GARCEZ

  • O norte-americano Nathan Sawaya apresenta na mostra “The Art of the Brick” um conjunto de 84 esculturas feitas a partir de peças de Lego, incluindo a do homem amarelo que se abre e revela blocos soltos dentro do peito. Além de um T-Rex de seis metros e as versões pop de David, de Michelangelo, ou de O Beijo, de Gustav Klimt. A exposição itinerante já passou por cerca de 80 museus pelo mundo, desde 2007, e depois de São Paulo seguirá para o Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro. Ingr: R$20 (inteira) e R$ 10 (meia); gratuito pra crianças até dois anos e professores (de 11/08/16 a 30/10/16).
  • Parque Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/n°, portão 3, tel. (11) 3241-1082, ramal 104, e 5082-1777. Ter. a dom., 9h/17h. oca@prefeitura.sp.gov.br

OFICINA CULTURAL OSWALD DE ANDRADE

  • Em “Os Fósseis ou as Laranjas”, Marcia de Moraes apresenta uma série de desenhos e colagens inéditas (de 11/08/16 a 08/10/16).
  • A instalação “Pai dos Burros”, de Teresa Berlinck e Julio de Paula reúne 400 desenhos e uma peça sonora que revisitam o "Dicionário do Folclore Brasileiro", de Luís da Câmara Cascudo, contrapondo-o à memória contemporânea e à Internet para especular sobre o lugar da cultura tradicional na atualidade. Curadoria de Maria Catarina Duncan (de 20/08/16, das 15h às 18h, a 08/10/16).
  • Em "Escola da Floresta - Leitura Pública do Relatório Figueiredo", (documento que ficou desaparecido por 45 anos e que relata o extermínio e perseguição de tribos indígenas no Brasil por latifundiários e membros do próprio Serviço de Proteção ao Índio durante a década de 1960), Fabio Tremonte apresenta uma instalação que consiste numa mesa contendo os 29 tomos do documento e um sistema de microfone e amplificação permitindo que público (convidados e voluntários) possam ler parte do relatório (de 26/07/16 a 08/10/16).
  • A Oficina Oswald de Andrade foi inaugurada em 1986 e está instalada em um edifício histórico do bairro do Bom Retiro, construído em 1905 para abrigar a Escola Livre de Farmácia. O espaço oferece gratuitamente cursos, oficinas e workshops em áreas como artes plásticas, ação e gestão cultural, cinema, dança, design, fotografia, história em quadrinhos, literatura, música, rádio, teatro e vídeo, entre outras.
  • Em “Crônico”, Pedro Hórak apresenta série composta de 35 impressões sobre papel (até 08/10/16).
  • Bom Retiro: r. Três Rios, 363, próximo à estação Tiradentes do Metrô, tels. (11) 3222-2662 / 3221-4704. Seg. a sex., 9h/22h; sáb., 13h/21h. www.oficinasculturais.org.br

OFICINA DA PALAVRA CASA MÁRIO DE ANDRADE

  • A casa reabre com a mostra permanente Morada do Coração Perdido, que ocupa quatro salas.
  • Barra Funda: r. Lopes Chaves, 546, tel. (11) 3666-5803 / 3826-4085. Seg. a sex., 13h/22h; sáb., 10h/14h. e-mail: casamariodeandrade@oficinasculturais.org.br

OFICINAS CULTURAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO

  • A Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo mantém sete oficinas na capital paulista e outras 12 no interior e litoral do Estado (Araraquara, Bauru, Campinas, Iguape, Limeira, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São Carlos, São João da Boa Vista e Sorocaba).
  • Endereços das oficinas da capital: # Bom Retiro: r. Três Rios, 363, tels. (11) 3221-5558 / 3222-2662. Seg. a sex., 9h/22h; sáb., 10h/18h. # Barra Funda: Oficina da Palavra Casa Mário de Andrade, r. Lopes Chaves, 546, tels. 3666-5803 e 3826-4085. Seg a sex., 13h/22h. # Brás: Oficina Amácio Mazzaropi, av. Rangel Pestana, 2.401, tels. 6292-7071 e 6292-7711. Seg a sex., 13h/22h; sáb., 10h/18h; dom., 13h/17h. # Brás: Oficina Terceira Idade, av. Rangel Pestana, 2.401, tel. 6096-2635. Seg a sex., 8h/17h; sáb., 10h/18h; dom., 10h/14h. # Itaquera: Oficina Alfredo Volpi, r. Victorio Santim, 206, tel. 6205-5180. Seg a sex., 13h/22h; sáb., 10h/18h; dom., 14h/18h. # São Miguel Paulista: Oficina Luiz Gonzaga, r. Amadeu Gamberine, 259, tel. 6956-2449. Seg a sex., 14h/22h; sáb., 14h/18h; dom., 10h/14h. # Vila Brasilândia: Oficina Maestro Juan Serrano, r. Joaquim Pimentel, 200, tel. 3994-3362. Seg. a sex., 8h/18h. # Mais informações: www.assaoc.org.br | www.oficinasculturais.org.br

PALÁCIO DO HORTO

  • O antigo Palácio de Verão do Governo de São Paulo fica no Horto Florestal, no Parque Estadual da Cantareira, em uma edificação da década de 1930. Mantém em acervo obras de Collete Pujol, Margaret Mee, Rugendas, Mário Gruber, Antonio Henrique do Amaral, Oscar Pereira da Silva, Milton Dacosta, J. Barbosa Rodrigues e outros.

PALÁCIO DOS BANDEIRANTES

  • O Palácio dos Bandeirantes, sede do Governo do Estado de São Paulo, abriga vasto acervo com obras de artistas que marcaram a história do Estado. Pelos corredores, salões e jardins, o visitante encontra telas de Candido Portinari, Manabu Mabe e Tomie Ohtake; esculturas de Chico Stockinger e Felícia Leiner; gravuras de Lívio Abramo e Tarsila do Amaral; além de porcelana e mobiliário dos séculos passados.
  • A coleção do Palácio exibe um novo percurso de visitação que narra a trajetória cultural e política do Estado de São Paulo. No térreo, uma breve história do Estado, do Palácio dos Bandeirantes e de sua coleção de arte. Na entrada principal, obras de Henrique Bernardelli, Candido Portinari e Giovanni Oppido homenageiam os bandeirantes. O Hall Nobre trata da expansão de São Paulo, com o painel de Antonio Henrique Amaral, e aborda a origem rural desse crescimento, com as obras de Djanira e Clóvis Graciano. No primeiro andar, retratos de 30 ex-governantes de São Paulo são expostos no Mezanino, promovendo uma leitura histórica e estética do retrato. No Salão dos Conselhos, 100 pinturas de José Cláudio da Silva narram a viagem da comitiva científica de Paulo Vanzolini ao rio Madeira, na região amazônica. Rumo ao Salão dos Pratos, encontram-se relevantes obras de arte moderna brasileira. A visita é finalizada com a exposição de pinturas, móveis e objetos da Fundação Crespi Prado e da Pinacoteca do Estado de São Paulo, atualmente em comodato com o Acervo Artístico-Cultural dos Palácios (longa duração).
  • Morumbi: av. Morumbi, 4.500, portão 2. Ter. a dom., 10h/17h. Para visitas individuais, não é necessário agendar. Todas as visitas são acompanhadas por monitores. Para grupos, de no máximo 20 pessoas, é necessário agendamento prévio pelo site www.acervo.sp.gov.br . Agendamento também de seg. a sex., 9h/17h, pelo tel. (11) 2193-8282. www.saopaulo.sp.gov.br

PAVILHÃO DA BIENAL

  • "Incerteza Viva" é o tema da 32ª Bienal Internacional de São Paulo, sob curadoria-geral de Jochen Volz. O enfoque é sobre a percepção das incertezas no mundo contemporâneo e apresenta projetos e obras de 81 artistas e coletivos de 33 países. Participam Ana Mazzei, Bárbara Wagner, Bené Fonteles, Charlotte Johannesson, Eduardo Navarro, Felipe Mujica, Gilvan Samico, Grada Kilomba, Heather Phillipson, Hito Steyerl, Lays Myrrha, Lourdes Castro, Öyvind Fahlström, Pope L., Rachel Rose, Ruth Ewan, Video nas Aldeias e outros (Aberturas em 05/09/16, às 10h, para imprensa; 06/09/16, às 19h, para convidados, e 07/09/16, às 9h, para o público em geral. Em cartaz até 12/12/16. Visitação: ter., qua., sex. e dom., 9h/19h; qui. e sáb., 9h/22h. Entrada franca).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/n°, portão 3, tel. (11) 5576-7600. Ter., qui., sex. e dom., 9h/19h; qua. e sáb., 9h/22h. www.bienal.org.br | www.fbsp.org.br

PAVILHÃO DAS CULTURAS BRASILEIRAS

  • O prédio de 11 mil m² com arquitetura de Oscar Niemeyer, ao lado da Fundação Bienal, Oca, do MAM e do Museu Afro-Brasil, passa a ser ocupado com o imenso acervo do antigo Museu do Folclore, criado por Rossini Tavares de Lima, da Missão de Pesquisas Folclóricas, organizada por Mário de Andrade, e obras adquiridas recentemente pela Prefeitura.
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 10, Pavilhão Engenheiro Armando Arruda Pereira, tel. (11) 5083-0199. Ter. a dom., 9h/18h (entrada até às 17h). www.culturasbrasileiras.sp.gov.br

PINACOTECA DO ESTADO DE SÃO PAULO

  • A mostra Fora da Ordem - Obras da Coleção Helga de Alvear apresenta 120 trabalhos quase todos inéditos no Brasil, desta que é uma das mais importantes coleções de arte da Europa, sediada em Cáceres, na Espanha. São pinturas, esculturas, vídeos, instalações, desenhos e gravuras de quase 70 artistas, como Wassily Kandinsky, Marcel Duchamp, Gerhard Richter, Bruce Nauman, Cindy Sherman, Francis Alÿs, Marcel Dzama, Jac Leirner, Iran do Espírito Santo e José Damasceno (de 25/06/16, às 11h, a 26/09/16).
  • A obra “O Anjo Exterminador” do artista Nelson Leirner é exposta no Octógono, que fica no primeiro andar do museu. A peça, de 1984, faz referência ao filme homônimo do espanhol Luis Buñuel, e reúne centenas de estatuetas e bibelôs alinhados em dois grupos posicionados frente a frente e separados por uma ponte (de 08/10/16, às 11h, a 24/10/16).
  • Coleções em Diálogo: Museu Paulista e Pinacoteca de São Paulo remete à origem comum de ambas as instituições, já que a Pinacoteca nasceu da transferência em 1905 de 20 obras reunidas pelo Estado de São Paulo no Museu Paulista (Museu do Ipiranga), inaugurado em 1895. A mostra possibilita também ao público ver ou rever importantes peças do Museu Paulista, que atualmente está fechado à visitação, por conta dos trabalhos de restauro e modernização do edifício-monumento. A mostra reúne cerca de 50 obras (pinturas, desenhos, fotografias e objetos) assinadas por artistas como Antônio Parreiras, Benedito Calixto, Adrien van Emelen, Oscar Pereira da Silva, João Baptista da Costa, Antônio Ferrigno, Henrique Bernardelli e Rodolfo Amoedo. Curadoria de Valéria Piccoli e Fernanda Pitta (de 25/01/16, às 11h, a 30/01/17).
  • O museu apresenta a mostra permanente Galeria Tátil de Esculturas Brasileiras, com 12 obras selecionadas para que visitantes com deficiências visuais possam tocá-las e receber informações por meio de etiquetas em Braille, além de áudio-guia.
  • O acervo da Pinacoteca conta com cerca de 8 mil obras, formando um amplo panorama das artes visuais produzidas no Brasil da segunda metade do século 19 até os dias de hoje.
  • Construção e Figuração na Coleção de Roger Wright traz um recorte de cerca de 80 obras da coleção realizadas entre as décadas de 1960 e 1970 no Brasil, com obras seminais dos artistas mais representativos da nova figuração e da explosão política e colorida do Pop (de 27/08/16 até o fim de 2017).
  • Luz: Praça da Luz, 2, tel. (11) 3324-1000. Qua. a seg., 10h/17h30 (com permanência até as 18h). Ingr.: R$ 6. O ingresso dá direito a visitação à Pinacoteca do Estado e à Estação Pinacoteca. Professores da rede pública (com direito a quatro acompanhantes), alunos da rede pública (em visita com a escola), funcionários de órgãos públicos e de outros museus, pessoas com mais de 60 anos e crianças com até 10 anos não pagam ingresso. Estudantes e professores da rede privada têm 50% de desconto. Grátis aos sábados. www.pinacoteca.org.br

SÍTIO DA RESSACA

  • A exposição Luiz Gama - Poeta, republicano e abolucionista narra a história de Luiz Gama (1830 -1882) e seu trabalho na causa abolicionista vivenciada em São Paulo na segunda metade do século 19. Curadoria de Maria Luiza Ferreira da Oliveira (a partir 19/06/14, às 11h; mostra de longa duração).

SOLAR DA MARQUESA DE SANTOS

  • Yolanda Penteado, a Dama das Artes de São Paulo exibe a trajetória da aristocrata e fomentadora cultural Yolanda Penteado (1903-1983), casada com Ciccillo Matarazzo, que contribuiu para a criação do Masp e da Bienal (até 10/12/2018).
  • Localizado ao lado do Pateo do Collegio, o imóvel pertenceu à Domitila de Castro Canto e Melo (1797-1867), a Marquesa de Santos, entre 1834 e 1867. Conhecido também como o Palacete do Carmo, o espaço ficou famoso pelas festas e eventos decorrentes na época e considerada uma das residências mais aristocráticas de São Paulo. Após este período o imóvel foi submetido a diversas reformas que alteraram sua estrutura original, que apenas em 1975 foi tombado e serviu de sede da Secretaria Municipal de Cultura. Desde uma reforma em 1991, o Solar da Marquesa de Santos abriga exposições e atividades museológicas, além da sede do Museu da Cidade de São Paulo.
  • Centro: r. Roberto Simonsen, 136-B, Páteo do Colégio, tel. (11) 3241-4238 e 3105-6118 . Ter. a dom., 9h/17h. www.museudacidade.sp.gov.br

VILA ITORORÓ

  • O canteiro de obras de restauração da Vila Itororó, patrimônio histórico no bairro Bela Vista (Bixiga), é o mais novo centro cultural da cidade, chamado de Canteiro Aberto. Um galpão anexo à vila histórica recebe atividades culturais como oficinas, palestras e exposições. As casas que integram a vila têm visitas guiadas. Toda a programação é gratuita.
  • A Vila Itororó, construída em 1922, com 7 mil m², é um dos últimos exemplares remanescentes de um tipo de construção típico de bairros operários. As casas que integram a vila carregam diversos fragmentos da história local, em especial peças resgatadas da demolição do Teatro São José, que funcionou de 1903 até 1923 na frente do Teatro Municipal. A restauração foi iniciada em 2014.
  • Bela Vista: r. Pedroso, 238, próximo à estação São Joaquim do Metrô. Abertura do galpão: qua. e sex., 11h/17h; qui., 11h/20h. Visitas ao canteiro de obras da restauração: Qua., qui. e sex., às 16h. Abertura extra do galpão com visitas e oficinas: a partir de maio, todo último final de semana do mês. www.vilaitororo.org.br