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BECO DO PINTO

  • O Beco é uma passagem antiga que serviu para o trânsito de pessoas e animais na São Paulo colonial entre o largo da Sé à várzea do rio Tamanduateí. O portal foi fechado em 1821 pelo primeiro proprietário, o Brigadeiro José Joaquim Pinto de Moraes Leme, e reaberto em 1826 como Beco do Colégio. Após a abertura da ladeira do Carmo em 1912, atual av. Rangel Pestana, a passagem foi desativada. Após restauro na década de 1990, o beco passou a integrar o circuito cultural da cidade, entre o Solar da Marquesa de Santos e a Casa da Imagem , e constitui um conjunto significativo arquitetônico, histórico e cultural, que integra o Museu da Cidade de São Paulo.

BIBLIOTECA BRASILIANA GUITA E JOSÉ MINDLIN

  • Uma Vida Entre Livros é mostra permanente que exibe imagens, textos e vídeos sobre a vida do casal Mindlin, a formação e a construção da biblioteca (mostra de longa duração).
  • A biblioteca inaugurada em março de 2013 reúne acervo doado pela família Mindlin à USP (Universidade de São Paulo). São, sobretudo, publicações reunidas ao longo de 80 anos pelo bibliófilo José Mindlin (1914-2010) e sua esposa Guita (1916-2006), considerado o maior acervo particular de livros do Brasil. O espaço conta com cerca de 17 mil títulos (40 mil volumes). A biblioteca possui ainda a maior coleção de matrizes de gravuras em metal e em madeira de arte brasileira, de artistas como Goeldi, Djanira, Darel, Renina Katz e Evandro Carlos Jardim. Tem também livros impressos a mão, em pequena tiragem, de Miró, Derain, Chagall e de vários artistas brasileiros. Na coleção de gravuras há obras de Mário Gruber, Samico, Lívio Abramo, Regina Silveira, Alex Flemming e outros.
  • Cidade Universitária: av. Prof. Luciano Gualberto, 78, tel. (11) 3091-1154. Pesquisa: seg. a sex., 13h/17h. Administração: seg. a sex., 8h/17h. www.brasiliana.usp.br

BIBLIOTECA MARIO DE ANDRADE

  • A hemeroteca do espaço abriga a exposição "Syl.São São.Syl", com 62 obras das artistas Sylvia Soares e São Queiroz, dedicadas à gravura e que trabalham juntas há muito tempo. Elas partem da figura humana e seguem caminhos complementares entre figuração e abstração. Sylvia soma uma persona própria com a figura de outras pessoas, com experimentações de linha, luz e claro-escuro. Os desenhos, gravuras e monotipias de São Queiroz são mais dedicados à abstração do que à composição (de 01/09/16, às 19h30, a 17/12/16).
  • A exposição Massao Ohno, Editor é uma seleção dos cerca de 700 livros editados por Massao Ohno, pertencente ao acervo da Biblioteca Mário de Andrade. São apresentadas cerca de 40 peças, entre livros e cartazes realizados pelo editor que, desde a década de 60, marcou singularmente a nossa produção editorial. Organização de Cecília Arbolave e curadoria e expografia de Danilo de Paulo e Gilberto Tomé (até 31/01/17).
  • A exposição “Livio Abramo: Insurgência e Lirismo” resgata a produção de Livio Abramo (1903-1992) com 120 trabalhos que permeiam seu engajamento com questões políticas, sociais, movimento modernista e sua eventual ruptura por uma identidade e estética própria. Com curadoria de Paulo Herkenhoff, a mostra reúne linoleogravuras, xilogravuras, litogravuras, aquarelas, grafites e nanquins, além de matrizes em madeira, matrizes em linóleo, clichês de metal, croquis, estudos e provas do artista (de 07/12/16, às 19h, a 16/03/17).
  • Com acervo de cerca de 3,3 milhões itens, entre livros, periódicos, mapas e multimeios, a biblioteca mantém grandes coleções especiais, que incluem um dos maiores acervos de livros de arte de São Paulo, uma biblioteca depositária da ONU e uma riquíssima coleção de obras raras, considerada a segunda maior coleção pública do Brasil. A coleção da biblioteca fica na sala Sergio Milliet, criada em 1945, e tem mais de 27 mil livros, 10 mil periódicos e 2.927 outros documentos (catálogos, cartazes e reproduções). Parte do acervo de livros pode ser pesquisado no catálogo online, disponível por meio do site bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa

BIBLIOTECA PÚBLICA INFANTOJUVENIL MONTEIRO LOBATO

  • 80 Anos da Biblioteca Monteiro Lobato, com curadoria de Mariana Mifano Galender, é exposição de fotografias do acervo em comemoração aos 80 anos da biblioteca. As imagens fazem uma retrospectiva da história do espaço, a primeira biblioteca do país dirigida ao público infantil (até 30/12/16).
  • Vila Buarque: r. General Jardim, 485, tels. (11) 3256-4122 / 4438 / 4038. Seg. a sex. 8h/18h; sáb. 10h/17h; dom., 10h/14h.

BIBLIOTECA TEMÁTICA DE CULTURA POPULAR BELMONTE

  • A biblioteca conta com a exposição permanente Visagens - Visões Comuns, Visões Sublimes, formada por retratos feitos por Ernesto Bonato em xilogravura de pessoas que circulam pelos arredores da biblioteca. O trabalho levou nove meses para ser concluído.
  • Santo Amaro: r. Paulo Eiró, 525, estação Largo Treze do Metrô, tel. (11) 5687-0408. Seg. a sáb., 9h/17h. www.bibliotecas.sp.gov.br

CAPELA DO MORUMBI

  • Carmela Gross ocupa o local histórico com a instalação “81 Unidades de Fragmentos de Madeira”, projeto feita pela artista para a Capela em 1992. São 81 peças desiguais construídas pelo empilhamento de diferentes fragmentos, de alumínio, pano, madeira e parafina, estruturadas por um eixo central e penduradas no telhado por fios de nylon. A remontagem da instalação integra a retrospectiva de Carmela exibida até 08/01/17 na Chácara Lane, no bairro Consolação (de 04/09/16, às 11h, a 05/03/17).
  • Construída em 1949 pelo arquiteto Gregori Warchavchik (1896-1972) sobre ruínas em taipa de pilão de uma capela construída por escravos no século 19, abriga exposições que estabelecem relação de aproximação entre a arte contemporânea e o patrimônio histórico, consolidando-se como espaço para instalações site specific na cidade.

CASA DA IMAGEM

  • A mostra Fotografia Publicitária Brasileira, com curadoria do pesquisador de fotografia Rubens Fernandes Junior, reúne imagens de 80 profissionais atuantes na área desde o final dos anos 1950 até os dias atuais. São 480 trabalhos de nomes como German Lorca, Henrique Becherini, Hans Gunter Flieg, Chico Albuquerque, Otto Stupakoff, Sergio Jorge e Thomas Scheier (de 19/11/16, às 11h, a 02/04/17).
  • A instituição foi criada para ser a sede do Acervo Iconográfico da Cidade de São Paulo e promover sua preservação, pesquisa e difusão, além de desenvolver ações voltadas à memória da imagem documental da cidade. A coleção de 710 mil fotografias passou por detalhada intervenção de conservação preventiva e agora se encontra em uma reserva técnica especialmente projetada para sua tipologia, seguindo padrão internacional. Cerca de 130 mil destas imagens foram digitalizadas e, juntamente com suas informações catalográficas, estão disponíveis no banco de dados, possibilitando o gerenciamento da coleção e o resgate de informações.

CASA DAS ROSAS

  • A casa projetada na década de 1930 por Ramos de Azevedo é uma das poucas construções do período restantes na avenida Paulista. Ela foi tombada pelo Condephaat em 1985 e restaurada de 1986 a 1991. A mansão recebeu o nome de Casa das Rosas - Galeria Estadual de Arte em 1991, tornando-se um espaço para mostras temporárias de obras do acervo artístico do Estado. Em março de 2003, foi fechada para reformas. Em dezembro de 2004, foi reinaugurada com a designação de Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura. Em 2007, ela passou novamente por reformas. O espaço mantém uma exposição permanente de alguns móveis e obras do acervo do poeta Haroldo de Campos (1929-2003), selecionadas periodicamente por poetas, escritores e especialistas em poesia e literatura. O espaço oferece visitas monitoradas previamente agendadas a escolas e grupos de no mínimo cinco pessoas.
  • Cerqueira César: av. Paulista, 37, estação Brigadeiro do Metrô, tels. (11) 3285-6986 e 3288-9447. Ter. a sáb., 10h/22h; dom., 10h/18h. www.casadasrosas.org.br

CASA DE DONA YAYÁ

  • A mostra Cores do Bixiga na Yayá traz desenhos, pinturas e maquetes produzidas durante duas oficinas de arte naïf promovidas pelo CPC-USP, em 2015, ministradas pelo artista plástico Arieh. Integram também vídeos, depoimentos, peças gráficas e cenográficas feitas dos elementos visuais criados pelos participantes (de 01/12/16 a 24/03/17).
  • O espaço é sede do Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo (CPC-USP).
  • Bela Vista: r. Major Diogo, 353, tel. (11) 3106-3562. Seg. a sex., 9h/17h; dom., 10h/15h. www.usp.br/cpc

CASA DO GRITO

  • A casa foi motivo de pesquisas a respeito do valor histórico e cultural, pela associação do imóvel ao quadro de Pedro Américo, intitulado “Independência ou Morte” (1888), onde é retratada uma casa com características semelhantes. O casebre de taipa de sopapo ou pau-a-pique é datado de 1844 e constou como moradia para diversas famílias até 1911, quando foi comprada pela família Tavares de Oliveira que permaneceu até 1936. Em 1955 foi lançada uma campanha de revitalização e restauro para visitação pública com a intenção de reaproximá-la da casa presente na pintura de Pedro Américo. No final da década de 1970, as críticas sobre as concepções museológicas implicaram na desmontagem do cenário. Em1981 a casa passou por restauro e pesquisas arqueológicas, que procurou corrigir os excessos das intervenções anteriormente realizadas. Em 2007 passou por uma nova etapa de restauro e conservação e foi reinaugurada em 2008.
  • Da Independência ao Grito: História de uma Casa de Pau a Pique, com curadoria de Margarida Andreatta (arqueóloga do Museu Paulista), revela aspectos da casa histórica do Parque da Independência por meio de imagens, desenhos e fragmentos do cotidiano.

CASA DO SERTANISTA

  • A construção da Casa do Caxingui remonta a meados do século 17. Sua arquitetura em três lanços, telhado de quatro águas e paredes em taipa de pilão é característica das casas bandeiristas. A casa foi doada à municipalidade em 1958. Em 1970 foi instalado o Museu do Sertanista, voltado essencialmente para a cultura indígena. Até 1987, realizaram-se várias exposições e mostras com o acervo indígena que lá ficava. Em 1989, por meio de um decreto de permissão de uso, a casa histórica passou a abrigar o Núcleo de Cultura Indígena da União das Nações Indígenas e a Embaixada dos Povos da Floresta. Com a saída do Núcleo de Cultura Indígena em 1993, a casa passou por novas obras de conservação e restauro, sendo ocupada pelo Museu do Folclore “Rossini Tavares de Lima” de 2000 até 2007. Após reformas, foi reinaugurada em 2013 como uma das casas históricas do Museu da Cidade de São Paulo.

CASA DO TATUAPÉ

  • Construída em taipa de pilão, a Casa do Tatuapé é a casa bandeirista mais antiga da cidade. Estima-se que sua construção tenha ocorrido entre 1668 e 1698, por Mathias Rodrigues da Silva, administrador das terras do Padre Matheus Nunes, que era dono de propriedades na região. Suas paredes de taipa possuem até 60cm de espessura. A casa possui planta retangular e cobertura em duas águas. Aberta ao público em 1981, faz parte do Patrimônio Histórico da cidade.

CASA GUILHERME DE ALMEIDA

  • Primeira casa-museu biográfica de São Paulo, a Casa Guilherme de Almeida foi reaberta em dezembro de 2010, após ficar fechada por quatro anos. O espaço, que passou por uma reestruturação, apresenta a sala de leitura, a máquina de escrever e a cama em que dormia e onde foi encontrado morto o poeta, escritor e jornalista Guilherme de Almeida (1890-1969). Também são mostrados retratos e esculturas de artistas como Brecheret, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Lasar Segall. Há ainda uma biblioteca com mais de 5 mil títulos.

CASA MODERNISTA

  • A primeira casa modernista do país, projetada por Gregori Warchavchik, inaugurada em 1928, passou por um apurado restauro e voltou ao circuito expositivo da cidade.

CEMITÉRIO DA CONSOLAÇÃO

  • A mais antiga necrópole da cidade foi inaugurada em 15 de agosto de 1858 com o objetivo de evitar epidemias ao substituir o hábito de sepultar os mortos no interior das igrejas. Um dos sinais da prosperidade da burguesia paulistana nos séculos 19 e 20 foi decorar os jazigos de seus familiares com esculturas de Victor Brecheret, Bruno Giorgi, Rodolfo Bernardelli, Celso Antônio de Menezes, Francisco Leopoldo e Silva, Amadeu Zani e outros. O portão monumental e a capela do cemitério são projetos do arquiteto Ramos de Azevedo. O cemitério guarda os túmulos de Maria Domitila de Castro Canto e Melo (marquesa de Santos), José Bonifácio de Andrada e Silva (Patriarca da Independência), dona Olívia Guedes Penteado, Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Monteiro Lobato, Antônio de Alcântara Machado, Eduardo da Silva Prado, Campos Sales, Washington Luis, Ademar de Barros, Ramos de Azevedo, Antoninho da Rocha Marmo, Mario Zan, Ruth Cardoso e outros. Um dos destaques do cemitério é o colossal mausoléu da família Matarazzo, com 25m de altura e ornamentado por um conjunto escultórico em bronze do escultor italiano Brizzolara.
  • Cerqueira César: r. da Consolação, 1.660, tels. (11) 3396-3815 / 3833. Diariamente, 7h/18h. Visitas monitoradas do projeto Arte Tumular: 8h/15h.

CENTRO CULTURAL SÃO PAULO

  • A mostra Nervo Óptico – 40 Anos celebra o aniversário do grupo de artistas gaúchos que apostou no uso da fotografia experimental, na década de 1970, para criar obras conceituais e irônicas, como estratégia discursiva, crítica e poética. O grupo era formado por Carlos Asp, Carlos paquetti, Clóvis Dariano, Mara Alvares, Vera Chaves Barcellos e Telmo Lanes. A mostra é parte da programação da II Mostra do Programa de Exposições 2016 (de 19/11/16, às 15h, a 12/03/17).
  • A 3ª Mostra do Programa de Exposições 2016 apresenta individuais simultâneas dos artistas selecionados Alessandra Bochio e Felipe Merker Castellani, Odaraya Mello, Bruno Miguel e Alan Adi. Em paralelo, os artistas convidados Falves Silva e Jota Medeiros e o Grupo Nervo Óptico exibem projetos a convite da Curadoria do CCSP (de 19/11/16 a 12/03/17).
  • O projeto “Atlas Abstrato”, também selecionado pelo Edital Programa de Exposições, de Juliana Monachesi, propõe atualizar a leitura crítica das linguagens abstratas da Coleção de Arte da Cidade de São Paulo e investigar como os artistas se apropriam das diferentes maneiras abstratas já inventariadas nos últimos 100 anos (de 19/11/16 a 13/03/17).
  • O CCSP, projetado pelos arquitetos Eurico Prado Lopes (1939-1985) e Luiz Benedito de Castro Telles (1943-2014), foi inaugurado em 1982. Ele promove anualmente uma seleção de artistas para o programa de exposições do local, um dos mais importantes do país. O Arquivo Multimeios contém 900 mil documentos de artes visuais, arquitetura, artes gráficas e outros assuntos. A Biblioteca Alfredo Volpi é uma das mais abrangentes em artes plásticas da cidade.

CENTRO DE CULTURA, MEMÓRIA E ESTUDOS DA DIVERSIDADE SEXUAL

  • "Caio Mon Amor" homenageia o escritor Caio Fernando Abreu (1948 - 1996) (de 11/09/16 a 28/01/17).
  • Centro: praça da República, dentro da estação República do metrô, tel. (11) 2627-8078. centrodiversidadesexual@sp.gov.br

CENTRO UNIVERSITÁRIO MARIA ANTONIA

  • O Centro Universitário Maria Antônia (Ceuma) é um órgão de extensão universitária e cultural ligado à USP (Universidade de São Paulo), responsável pela promoção de exposições artísticas, cursos ligados à área de humanidades e pela difusão cultural, científica, artística e tecnológica de uma forma geral. Ocupa a antiga sede da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP juntamente com o Teatro da USP (Tusp), em um conjunto arquitetônico considerado patrimônio histórico da cidade.
  • Vila Buarque: r. Maria Antonia, 294, tel. (11) 3123-5201. Ter. a sex., 10h/20h; sáb. e dom., 10h/18h. www.usp.br/mariantonia

CHÁCARA LANE

  • A mostra “Arte à Mão Armada” é uma panorama de 50 anos de trabalho da artista Carmela Gross, com 15 séries entre obras históricas e inéditas, além de extensa documentação nunca exposta sobre seus trabalhos e processo criativo. Inclui “A Negra” (1997) e os “Carimbos e Carimbadas” (1977), com desenhos e estudos de execução. Curadoria de Douglas de Freitas. Como parte da exposição, a Capela do Morumbi inaugura instalação realizada pela artista em 1992 (de 03/09/16, às 15h, a 08/01/17).

ESPAÇO DAS ARTES DA ECA-USP

  • Recém-inaugurado, o espaço agora administrado pela Escola de Comunicação e Artes da USP apresenta a exposição Pós-Poéticas, que reúne trabalhos de nove artistas do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da ECA-USP. Participam Ana Tomimori, Andréa Tavares, Cassia Aranha, Filipe Barrocas, Inês Bonduki, Julia Mota, Juliano Gouveia dos Santos, Pedro Hamaya e Renato Pera (de 23/11/16 a 18/03/17).
  • Cidade Universitária: Rua da Praça do Relógio, 160. Seg. a sex., 10h/18h.

ESTAÇÃO PINACOTECA

  • Situações: a Instalação no Acervo da Pinacoteca de São Paulo reúne obras de Carla Zaccagnini, Claudia Andujar, Gisela Motta e Leandro Lima, Cildo Meireles, Guto Lacaz, Iran do Espírito Santo, Jac Leirner, Julio Plaza, Marcelo Moscheta, Mariana Manhães, Nicolás Robbio, Regina Silveira, Rivane Neuenschwander e Waltercio Caldas. Curadoria de Fernanda Pitta (de 06/08/16, às 11h, a 20/02/17).
  • O Memorial da Resistência de São Paulo apresenta quatro eixos temáticos para visitação pública: “O Edifício e suas Memórias”, “Controle, Repressão e Resistência”, “A Construção da Memória” e “Da Carceragem ao Centro de Referência”.
  • Luz: Largo General Osório, 66, tel. (11) 3335-4990. Qua. a seg., 10h/17h30 (com permanência até as 18h). Ingr.: R$ 6. O ingresso dá direito a visitação à Estação Pinacoteca e à Pinacoteca do Estado. Professores da rede pública (com direito a quatro acompanhantes), alunos da rede pública (em visita com a escola), funcionários de órgãos públicos e de outros museus, pessoas com mais 60 anos e crianças com até 10 anos não pagam ingresso. Estudantes e professores da rede privada têm 50% de desconto. Grátis aos sábados. www.pinacoteca.org.br

FUNDAÇÃO CULTURAL EMA GORDON KLABIN

  • A coleção da empresária e mecenas Ema Gordon Klabin (1907-1994) é mostrada em sua casa, nos ambientes originais. O acervo, que abrange mais de 3 mil anos e reúne 1.500 peças, contempla quase toda a história da civilização ocidental, desde as civilizações grega e etrusca até os grandes mestres europeus. A arte brasileira é representada na coleção por obras de modernistas como Portinari, Di Cavalcanti, Lasar Segall, Tarsila do Amaral e Victor Brecheret.
  • Jardim Europa: r. Portugal, 43. Qua. a dom., 14h/17h. R$ 10 e R$ 5 (aposentados e estudantes). Professores e grupos de estudantes de escolas públicas têm entrada franca. Entrada franca aos sábados e domingos. | www.emaklabin.org.br

FUNDAÇÃO MARIA LUISA E OSCAR AMERICANO

  • A fundação fica em um parque de 75 mil m² e foi criada em 1974 pelo engenheiro Oscar Americano (1908-1974). Aberta ao público em 1980, tem programas educativos na área de meio ambiente e abriga acervo de arte e mostras temporárias. O acervo é composto por três núcleos: Brasil Colônia, Brasil Império e Mestres do Século 20. São 1.500 peças, como pinturas, mobiliário, prataria e louças. Entre os destaques estão uma série de oito pinturas do holandês Frans Post e telas de Candido Portinari e Lasar Segall. O parque, projeto do arquiteto-paisagista Otávio Augusto Teixeira Mendes (1907-1988), tem cerca de 25 mil árvores de diversas espécies da Mata Atlântica, habitadas por diversos tipos de aves. A sede, antiga residência da família Americano, tem projeto de Oswaldo Arthur Bratke (1907-1997).
  • Morumbi: Av. Morumbi, 4.077, tel. (11) 3742-0077. Ter. a dom., 10h/17h30. R$ 10 e R$ 5 (estudantes e pessoas com mais de 60 anos) e grátis para crianças até 6 anos. Entrada franca para o público em geral toda primeira terça-feira de cada mês. www.fundacaooscaramericano.org.br

GALERIA OLIDO

  • Hoje tem Espetáculo exibe seleção de documentos e fotografias de trupes, famílias e artistas circenses pertencentes ao acervo do Centro de Memória do Circo. Expografia de Carla Caffé e curadoria de Verônica Tamaoki (mostra de longa duração).
  • Centro: av. São João, 473, tels. (11) 3331-8399 / 3397-0171. Seg., qua. qui. e sex., 10h/20h; sáb. e dom., 13h/20h. www.galeriaolido.sp.gov.br

IGREJA DAS CHAGAS DO SERÁPHICO PAI SÃO FRANCISCO

  • O espaço espositivo da Venerável Ordem Terceira de São Francisco da Penitência da Cidade de São Paulo tem exposição permanente de acervo, com obras dos séculos 17 ao 20, além de mostras temporárias. A igreja conta com coleção de pinturas e retábulos do século 18, realiza palestras sobre artes e tem programação musical (concertos de orquestras, conjuntos de câmara e solistas).
  • Sé: Largo São Francisco, 173. Igreja: seg. a sex., 9h/17h; sáb., 9h/13h. Visitas agendadas ao acervo e dependências da igreja: qui., às 14h.

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE SÃO PAULO

  • O IHGSP é uma instituição científica e cultural que tem como principais objetivos a pesquisa e a divulgação da história, da geografia e de correlatos, principalmente com respeito à cidade e ao Estado de São Paulo. A instituição realiza mostras permanentes e temporárias.
  • Arqueologia e Contemporaneidade traz trabalhos de três pesquisadores da instituição - Guy Collet, Luiz Caldas Tibiriçá e Heinz Budweg - realizados em expedições por diversas regiões do Brasil.
  • Trilha do Peabiru é exposição permanente sobre o trecho paulista da antiga trilha indígena que, ao tempo do descobrimento, interligava o Estado de São Paulo ao Paraguai. A mostra tem colaboração do cacique Tukumbó Dyeguaká.
  • Praça da Sé: r. Benjamin Constant, 158, 7º andar, tel. (11) 3242-8064. Seg. a sex., 13h/17h. Visitas no período da manhã somente mediante agendamento. www.ihgsp.org.br

INSTITUTO LINA BO E P. M. BARDI | CASA DE VIDRO

  • Instalado na Casa de Vidro, antiga residência do casal criador do Masp, o instituto tem como objetivo divulgar e promover a cultura e as artes brasileiras no Brasil e no exterior. Projetada por Lina Bo Bardi em 1950, a casa é um marco da arquitetura moderna brasileira. Tombada em 1987 pelo Condephaat, abriga documentos de arquitetura, fotografias, correspondências, entrevistas, escritos, além da coleção de arte popular e objetos de design e artes plásticas dos Bardi.
  • Morumbi: r. General Almério de Moura, 200, tels. (11) 3744-9902 e 3744-9830. As visitas devem ser agendadas. www.institutobardi.com.br

MAC-USP (MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO) | EX-DETRAN

  • Na mostra “Inventário: Arte Outra”, o artista paulista Gustavo von Há exibe 34 trabalhos recentes e inéditos, entre pinturas, objetos e vídeo, que remetem a uma visualidade inscrita a partir do segundo pós-guerra, entre os anos 1950 e 1960 (de 03/09/16, às 11h, a 05/02/17).
  • A nova sede do museu, instalada no antigo prédio do Detran, apresenta a mostra inaugural O Tridimensional no Acervo do MAC: Uma Antologia, composta por 17 obras que tratam da crise das artes visuais, sobretudo a partir do final da Segunda Guerra, focando no esfacelamento do conceito tradicional da escultura ocorrido nas últimas décadas. Há obras de Frida Baranek, Eduardo Climachauska e Paulo Climachauska, Sérvulo Esmeraldo, Carlos Fajardo, Carmela Gross , Liuba Wolf, Maria Martins, Cildo Meireles, Henry Moore, Ernesto Neto, Gustavo Rezende, Chihiro Shimotani, François Stahly, Sofu Teshigahara, Ângelo Venosa, Franz Weissmann e Haruhiko Yasuda (a partir de 28/01/12; mostra de longa duração).
  • A mostra Rafael França: Entre Mídias apresenta um conjunto inédito de obras de um dos mais importantes artistas contemporâneos brasileiros na pesquisa entre arte e tecnologia. A mostra reúne montagens fotográficas, gravuras, xerox e vídeos buscando revelar que a imagem fotográfica não tinha existência autônoma pra o artista, mas funcionava como elemento de ligação entre as diferentes mídias com as quais trabalhou. As obras em exibição são do arquivo pessoal de Rafael França (1957-1991), doadas ao MAC USP em 1993 (de 15/03/14, às 11h, a agosto 2016).
  • Classicismo, Realismo, Vanguarda: Pintura Italiana no Entreguerras reúne 71 pinturas italianas adquiridas entre 1946 e 1947 por Francisco Matarazzo Sobrinho, o Ciccillo, e sua esposa Yolanda Penteado para a criação do MAM-SP. A exposição integra obras de dez artistas brasileiros cujas práticas se relacionam ao tema. Curadoria de Ana Magalhães (de 31/08/13, às 11h, a 2017).
  • A mostra “Samson Flexor - Traçados e Abstrações” apresenta 35 obras do artista moldávio Samson Flexor (1907-1971), entre desenhos e pinturas, pertencentes ao acervo do museu. A seleção traça aspectos da trajetória do artista, dando ênfase na produção feita entre 1948 e 1960. A transformação plástica desse período busca uma movimentação na estrutura, que constitui nos pensamentos estéticos entre abstrato, construtivo e expressivo. Na abertura ocorre oficina infantil (de 24/01/15, às 11h, a 2017).
  • A exposição Vizinhos Distantes: Arte da América Latina no Acervo do MAC USP apresenta cerca de 250 trabalhos, entre pinturas, esculturas, instalações, objetos, fotografias, registros e projetos de performances, vídeos e publicações de artistas, todos do acervo do MAC USP. São obras de artistas como Marta Colvin e Nemesio Antúnez (Chile), René Portocarrero e Wifredo Lam (Cuba), Lucio Fontana e León Ferrari (Argentina), Diego Barboza e Jesús Rafael Soto (Venezuela), Ulises Carrión, Felipe Ehrenberg e José Luis Cuevas (México), Sergio Meirana e Clemente Padín (Uruguai), Carlos Mérida (Guatemala), Armando Morales (Nicarágua), Luiz Fernando Peláez e Omar Rayo (Colômbia) e Lucía Chiriboga (Equador), entre outros. Curadoria de Cristina Freire. Na abertura ocorre os lançamento do livro “Terra Incógnita: Conceitualismos da América Latina no Acervo do MAC" (de 20/06/15, às 11h, a 2017).
  • A exposição A Casa um conjunto de obras inspirado no poema de Vinícius de Morais musicado ao lado de Toquinho em 1980, que fala da criação de um lar, mas que é repleto de elementos faltantes e da própria ausência de praticidade esperada do ambiente doméstico. São expostos 18 trabalhos pertencentes ao acervo do museu, dos artistas Alexander Calder, Leda Catunda, Alex Flemming, Iran do Espírito Santo, Cildo Meireles, Nina Moraes, Alex Vallauri, Flávio Cerqueira, Barrão, Regina Silveira, Maria Tomaselli, Camille Kachani, Ângelo Venosa, José Carratu e Ana Teixeira (de 12/09/15, às 11h, a 2017).
  • Visões da Arte no Acervo do MAC USP 1900-2000 reúne cerca de 160 obras, escolhidas entre as quase 12 mil peças do acervo, de artistas como Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, Flávio de Carvalho, Anita Malfatti, Volpi, Brecheret, De Chirico, Picasso, Kandinsky, Modigliani, Boccioni, Matisse, Max Bill e muitos outros. As curadoras Ana Magalhães, Carmen Aranha e Helouise Costa buscam lançar indagações sobre conjuntos de obras capazes de revelar algumas das especificidades da arte e da cultura brasileiras em sua interação com a arte internacional, apresentando as principais escolas e movimentos artísticos deste período, com destaque às suas crises e rupturas. Assim, no sétimo andar o visitante encontra temas como “A Instauração do Moderno”, “A Circulação da Arte Moderna”, “Vanguarda e Política: O expressionismo em Questão”, “Realismos, Abstracionismos”, além de situar as relações da Bienal de São Paulo com o MAC USP. Já no sexto andar estão as seções “Figurações, Arte Política, Arte como Ideia e Por uma Arte Global: Arte Contemporânea na Virada do Século XXI”, mostrando as transformações das experiências artísticas da segunda metade do século XX (a partir de 26/09/16, às 11h, a 2020).
  • Goeldi/Jardim: A Gravura e o Compasso reúne 40 trabalhos de Oswaldo Goeldi (1895-1961) e Evandro Carlos Jardim (1935) que pertencem a coleção do museu. São 12 obras de Goeldi , produzidas entre o final da década de 1930 e anos 1950. Já Jardim mostra xilogravuras, água-forte e desenhos realizados de 1960 a 2011 (até 2017).
  • A mostra Alex Flemming: RetroPerspectiva apresenta a trajetória de 40 anos de carreira do artista brasileiro que vive na Alemanha. São expostas cerca de 120 obras em três eixos: o trabalho com o corpo humano, a pintura sobre superfícies não tradicionais e sua pesquisa de materiais de produção. Entre os trabalhos está a obra "Lápides", composta por 60 computadores pintados que levam os nomes de seus antigos dono; além das séries "Caos", "Alturas" e "Body Builders". Curadoria de Mayra Laudanna (de 13/08/16, às 11h, a 2017).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, 1.301, antigo prédio do Detran, tel. (11) 2648-0254. Ter. a dom., 10h/18h. www.mac.usp.br

MAE (MUSEU DE ARQUEOLOGIA E ETNOLOGIA) | USP

  • A exposição Pólis Viver na Cidade Grega Antiga apresenta a antiga cidade grega – a pólis – como uma forma original do “viver junto”, estabelecido pelos helenos em contato com outras sociedades, como o Mediterrâneo (de 11/03/16 a 27/01/17).
  • O acervo do MAE abriga mais de 100.000 espécimes, com objetos arqueológicos e etnográficos desde a Europa Paleolítica até recentes produções dos povos indígenas. O acervo tem origem das antigas coleções dos setores de Arqueologia e Etnologia do Museu Paulista, do antigo Museu de Arqueologia e Etnologia, do Instituto de Pré-História e do Departamento de Antropologia da USP.
  • Reserva Técnica Visitável: Revelando os Bastidores de um Museu é constituída por artefatos provenientes de diferentes regiões da Amazônia e evidencia importantes formas de ocupação deste território pelas populações indígenas desde períodos remotos. Visitas apenas por agendamento prévio (longa duração).
  • Butantã: av. Professor Almeida Prado, 1.466, Cidade Universitária, tel. (11) 3091-4905. Seg., qua. qui. e sex., 9h/17h. Abre no segundo sábado de cada mês, 10h/16h. www.mae.usp.br

MAM | MUSEU DE ARTE MODERNA

  • Pinturas em pequenas dimensões e 50 estudos de Alfredo Volpi (1896-1988), vindos da Coleção Ladi Biezus, mostram uma produção mais intimista do artista ítalo-brasileiro. Curadoria de Aracy Amaral (de 20/06/16, às 20h, a 18/12/16).
  • O “Projeto Parede” homenageia o prestigiado artista francês François Morellet, um dos maiores nomes da arte do século 20, falecido em junho deste ano aos 90 anos. Co-fundador da arte cinética e arte ótica, sua obra antecipa muitas questões, procedimentos e materiais consagrados posteriormente pela arte contemporânea (de 20/06/16, às 20h, a 18/12/16).
  • Greve Geral é resultado do Laboratório de Curadoria e Criação intitulado "A idade do ócio", exibida na biblioteca do museu. A mostra reflete sobre a forma de resistência política na suspensão do trabalho seja na forma de preguiça, férias, ócio ou greve. São expostas obras da coleção do MAM selecionadas pelos alunos do Laboratório, sob a supervisão de Veronica Stigger (de 05/09/16, às 20h, a 18/12/16).
  • O Útero do Mundo, sob influência da obra literária de Clarice Lispector, está dividida em “Grito Ancestral”, “Montagem Humana” e “Vida Primária”. Com seleção de 280 pinturas, fotografias, gravuras, desenhos, performances e vídeos pertencentes ao acervo do museu, a exposição faz elogio à loucura e trata da impulsividade humana. Participam Arthur Omar, Tunga, Adriana Varejão, Cildo Meireles, Farnese de Andrade, Flávio de Carvalho, Claudia Andujar, Rodrigo Braga, Edouard Fraipont, Keila Alaver, Klaus Mitteldorf e outros. Curadoria de Veronica Stigger. Em 19/10, às 19h, é lançado o catálogo da exposição e, em seguida, os professores e pesquisadores Raul Antelo e Eliane Robert Moraes escolhem e comentam trechos de obras de Clarice Lispector e Hilda Hilst (de 05/09/16, às 20h, a 18/12/16).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3, tel. (11) 5085-1300. Ter. a dom., 10h/18h. Ingr.: R$ 6,00. Grátis aos domingos para o público em geral. Crianças até 10 anos e adultos com mais de 65 anos não pagam entrada. www.mam.org.br

MASP (MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO)

  • A instalação “Trabalho” de Thiago Honório reúne uma coleção de ferramentas que pertenceram a mestres de obras e pedreiros, envolvidos no restauro de uma antiga subestação de energia do centro de São Paulo, um edifício da década de 1920 (de 11/08/16, às 20h, a 29/01/17).
  • A Mão do Povo Brasileiro, 1969/2016, célebre exposição organizada por Lina Bo Bardi e que inaugurou a sede do museu na Paulista em abril de 1969, é reapresentada por meio de quase mil objetos da cultura popular como carrancas, ex-votos, tecidos, ferramentas, mobiliário, brinquedos, adornos, imagens sacras, joias, esculturas e pinturas de Agnaldo dos Santos, Cardosinho, Zé Caboclo e outros. Curadoria de Adriano Pedrosa, Julieta González e Tomas Toledo. Acompanha ciclo de filmes (de 01/09/16, às 20h, a 29/01/17).
  • A mostra Avenida Paulista aborda um dos principais marcos da cidade de São Paulo. Os artistas convidados são: Ana Luisa Dias Batista, Luiz Roque, Dora Longo Bahia, Cinthia Marcelle, Lais Myrrha, Rubens Mano, Marcius Gallan, Graziela Kunsch, Renata Lucas, Rochelle Costi, André Komatsu, Daniel de Paula, Ibã Sales, Marcelo Cidade e Mauro Restiffe (de 16/02/17 a 04/06/17).
  • A mostra Agostinho Batista de Freitas, São Paulo apresenta 74 trabalhos do artista paulista, dos anos 1950 até a década de 1990, marcando seu retorno ao museu após 60 anos. Batista de Freitas (1927 – 1997) foi um artista autodidata, que vendia seus trabalhos no centro de São Paulo e suas obras retratam cenas urbanas da capital e revelam alguns dos principais marcos arquitetônicos. Curadoria de Fernando Oliva e Rodrigo Moura. Na abertura ocorre o lançamento do catálogo ilustrado (256 pp.), com reproduções de todas as obras em exibição e textos (de 09/12/16, às 20h, a 09/04/17).
  • Mostra de Teresinha Soares (Araxá / MG; 1927), uma das principais artistas que trabalhou com questões relacionadas à mulher no Brasil nos anos 1960 e 1970. A obra dela tem um caráter contestatório, transgressivo e erótico. Essa primeira retrospectiva dela em um museu reúne pinturas, desenhos, instalações e objetos, além de registros de performances e vasta documentação (de 27/04/17 a 06/08/17).
  • Mostra de Wanda Pimentel (Rio de Janeiro / RJ; 1943), que trabalha com o universo feminino em pinturas que revelam o ambiente doméstico, no qual objetos do cotidiano parecem interagir com fragmentos do corpo da mulher. A exposição no Masp contempla uma seleção de pinturas da série “Envolvimento”, do final dos anos 1960 e início dos 1970, que apresenta cenas de interiores sempre a partir de uma perspectiva intimista (de 18/05/17 a 17/09/17).
  • Mostra de Henri de Toulouse-Lautrec (1864-1901), artista central do pós-impressionismo francês, cuja obra retrata uma viva crônica da Paris do final do século 19. Inteiramente organizada e produzida pelo Masp, a exposição apresenta uma seleção das mais emblemáticas pinturas de Toulouse-Lautrec, tais como desenhos e gravuras da vida noturna parisiense, com personagens boêmios, decadentes, sensuais e ambíguos, em cenas noturnas, cabarés, casas de concerto e nas maisons closes. O Masp possui a maior e mais importante coleção de trabalhos do artista na América Latina e é a partir dela que se constrói o conjunto apresentado na mostra (de 29/06/17 a 01/10/17).
  • Mostra de Pedro Correia de Araújo (Paris,1874 – Rio de Janeiro, 1955), importante pintor e professor de sua época. Ele dirigiu a Academie Ranson, em Paris, e participou dos grupos de vanguarda com Picasso, Matisse, Rivera, entre outros. De volta ao Brasil, em 1929, fixa-se no Rio de Janeiro e também participa ativamente dos círculos modernos do país, tendo convivido com Portinari, Guignard, Di Cavalcanti e Ismael Nery. É abordada uma das facetas mais pungentes da obra dele: a vida noturna, a boemia e seus personagens (de 25/08/17 a 18/11/17).
  • Histórias da Sexualidade reúne múltiplas representações do tema da sexualidade, organizadas em torno de núcleos temáticos (de 19/10/17 a 09/02/18).
  • O museu possui a mais importante coleção da América Latina e de todo o Hemisfério Sul. Os destaques são as pinturas de Rafael, Mantegna, Botticceli, Bellini, Ticiano, Poussin, Delacroix, Manet, Degas, Cézanne, Monet, Van Gogh, Matisse, Modigliani, Chagall, Velázquez, Maria Martins, Visconti, Portinari, Di Cavalcanti e muitos outros. Agora sob a direção de Heitor Martins (ex-Fundação Bienal), o museu tem curadoria de Adriano Pedrosa e dos assistentes Fernando Oliva, Luiza Proença e Tomás Toledo. A equipe conta ainda com a assistência de Rodrigo Moura (curador adjunto), Julieta Gonzalez (arte moderna e contemporânea), Luciano Migliaccio (arte europeia), Patrícia Carta (moda), Martin Corullon (arquiteto) e Raul Loureiro (designer gráfico).
  • A exposição Acervo em Transformação retoma o projeto expográfico radical de 1968 dos cavaletes de cristal, de autoria da arquiteta Lina Bo Bardi (1914-1992), que projetou também o prédio do Masp. A pinacoteca no segundo andar volta a ter essas peças que sustentam as obras, também chamadas de cavaletes de vidro, sem uso desde 1996. São suportes transparentes, sustentados por uma base de concreto, espalhados livremente pelo monumental espaço da pinacoteca. As obras parecem suspensas no ar. Sem um roteiro predeterminado a seguir, o visitante tem autonomia para decidir o próprio percurso. Para a retomada da expografia original, o escritório Metro Arquitetos Associados reconstruiu mais de cem cavaletes desenhados por Lina. A mostra reúne 117 trabalhos, mesclando diversas coleções da instituição. O mais antigo é uma escultura da deusa Higia do século 4 a.C. e o mais recente, é uma escultura de Marcelo Cidade, de 2011. Participam ainda trabalhos de Botticelli, Tintoretto, Ticiano, Rembrandt, Goya, Ingres, Cézanne, Van Gogh, Monet, Picasso, Matisse, Rodin, Lasar Segall, Volpi, Di Cavalcanti e outros. O milagre se dá sob a direção de Heitor Martins (ex-Fundação Bienal). A curadoria é de Adriano Pedrosa e de três membros da equipe curatorial do museu: Fernando Oliva, Luiza Proença e Tomás Toledo. Junto à mostra é lançado catálogo “Concreto e Cristal: o Acervo do Masp nos Cavaletes de Lina Bo Bardi (editora Cobogó; 305 págs; R$ 150), com organização de Adriano Pedrosa e Luiza Proença (mostra a partir de 10/12/15, às 19h30; exposição de longa duração).
  • Mostra da Coleção Masp Landmann, de Edith e Oscar Landman, é uma das principais coleções de arte de arte pré-colombiana da América Latina. Parte do acervo foi cedido em comodato ao museu por 10 anos. Composta por cerca de 900 obras, cobre um arco temporal de quase 2.500 anos (1000 a.C. ao século 16) com peças em diversos suportes (de janeiro a agosto de 2017).
  • Exposição de Miguel Rio Branco (1946) reúne um dos mais importantes corpos de obra do artista, em uma seleção das fotografias feitas no bairro do Maciel, no Pelourinho, em Salvador (BA), no final dos anos 1970. Nessas imagens, Rio Branco retrata a prostituição instalada nos antigos casarões coloniais baianos, seus personagens e suas histórias, humanas e violentas, registrando com lirismo e exuberância visual a relação entre sociedade, sexualidade, história e cidade. A exposição traz cerca de 40 fotos do período (de julho a outubro de 2017).
  • Mostra do coletivo Guerrilla Girls, criado nos anos 1980 e uma das principais vozes sobre a participação das mulheres no mundo da arte. Por meio de performances e da utilização de cartazes sobre sexismo e racismo, o coletivo destaca não apenas o fato de que as mulheres artistas foram ativamente excluídas do "cânone" da arte, mas também foram exploradas como temas na história da arte, muitas vezes em nus. A exposição dos cartazes de Guerrilla Girls no Masp cria uma nova reflexão sobre o tema da sexualidade e da afirmação dos gêneros na sociedade contemporânea (de 28/09/17 a dezembro de 2017).
  • Mostra de Tunga (Palmares / PE, 1952 – Rio de Janeiro / RJ, 2016), artista central na história da arte brasileira. Em quase meio século de produção, constituiu uma obra com referências a um universo simbólico único. A mostra traz obras que lidam com o desejo e o erotismo. Reunindo trabalhos em diferentes formatos, como desenhos, esculturas e filmes, a retrospectiva é a primeira grande exposição do artista em uma grande instituição brasileira desde o recente falecimento do artista (de 14/12/17 até 2018).
  • Cerqueira César: av. Paulista, 1.578, tel. 3149-5959. Ter., qua., sex., sáb., dom. 10h/18h; qui. 10h/20h. R$ 30 e R$ 15. Estudantes, professores e maiores de 60 anos pagam meia entrada. Grátis às terças e para menores de 10 anos. www.masp.art.br

MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA

  • Arte Naif, Uma Viagem na Alma Brasileira reúne trabalhos de 70 nomes que representam expressões regionais de diversas partes do Brasil. Sob curadoria de Jacques Ardies, a mostra se divide em dois núcleos: histórico, composto por registros de nomes já reconhecidos no segmento e com trajetória sólida; e atual, com nomes ativos no presente, cujos trabalhos também sofrem influências de novas técnicas e temas contemporâneos. Participam obras de Agenor, Agostinho Batista de Freitas, Alba Cavalcanti, Ana Maria Dias, Antônio de Olinda, Antônio Julião, Antônio Porteiro, Artur Perreira, Bajado, Bebeth, Chico da Silva, Conceição da Silva, Constância Nery, Crisaldo Morais, Dila, Doval, Edivaldo, Edna de Araraquara, Edson Lima, Francisco Severino, Geraldo Teles de Oliveira, Gerson, Gilvan, Helena Coelho, Iaponí Araújo, Ignácio da Nega, Iracema, Isabel de Jesus, Ivonaldo Veloso de Melo, José Antônio da Silva, José de Freitas, José Perreira, Louco, Lourdes de Deus, Malu Delibo, Mara Toledo, Maria Auxiliadora, Maria Guadalaupe, Passarinheiro, Rodolpho Tamanini Netto, Rosina Becker do Valle, Sônia Furtado e Waldomiro de Deus, entre outros (de 12/11/16, às 16h, a 06/01/17).
  • No Pavilhão da Criatividade é exibida vasta coleção de arte popular latino-americana.
  • Barra Funda: av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, estação Barra Funda do Metrô, tels. (11) 3823-4600 / 4705. Ter. a dom., 9h/18h. www.memorial.sp.gov.br

MIS (MUSEU DA IMAGEM E DO SOM)

  • Na penúltima mostra do programa Nova Fotografia 2016, Bárbara Bragato exibe a exposição “Escola de Histórias” composta por uma série com imagens que retratam o dia a dia e como vivem estudantes de uma pequena escola na Índia (de 27/10/16, às 19h, a 11/12/16).
  • Como parte do programa Nova Fotografia 2016, a fotógrafa Paula Clerman exibe na mostra “Beleza Americana” um conjunto de nove imagens de uma pesquisa da artista que discute os padrões de beleza e comportamento na sociedade norte-americana, sob um olhar brasileiro. Na abertura ocorre o lançamento do catálogo da exposição (de 14/12/16, às 19h, a 29/01/17).
  • O animador e empresário de TV Silvio Santos, um dos lideres na comunicação de massa no país, é homenageado com a mostra imersiva Silvio Santos Vem Aí!, sobre sua trajetória com depoimentos, fotos, vídeos e materiais inéditos de seu acervo particular. Retrata ainda o império empresarial e televisivo que criou há quase 60 anos (de 07/12/16 a 12/03/17; ingressos antecipados a R$ 30).
  • O Museu da Imagem e do Som de São Paulo, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, foi inaugurado em 1970. Seu acervo conta com mais de 200 mil itens como fotografias, filmes, vídeos e cartazes. Além de exposições e mostras de cinema regulares, o MIS possui uma programação cultural diversificada voltada para todos os públicos e abre espaço para novos artistas, que, por meio de seleção, exibem seus trabalhos dentro de programas de fotografia, cinema, dança e música.
  • Jardim Europa: av. Europa, 158, tel. (11) 2117-4777. Ter. a sáb., 12h/21h; dom., 11h/20h. www.mis-sp.org.br

MuBA | MUSEU BELAS ARTES DE SÃO PAULO (Núcleo Design)

  • A mostra em homenagem à Patrícia Viera divide três momentos importantes do trabalho da estilista: o processo criativo, com uma exposição de fotos e referências de sua última viagem de pesquisa para a Ilha de Páscoa; o resultado desse desenvolvimento, com peças da coleção Cruise 2017; e as técnicas de fábrica, mostrando o maquinário e a metodologia utilizada no trabalho com o couro (a partir de 25/10/16, às 20h).
  • Vila Mariana: r. José Antonio Coelho,8 79, Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, tel. (11) 5576-7300. Seg. a sex., 10h/20h; sáb. 10h/16h. www.belasartes.br | www.muba.com.br

MuBE | MUSEU BRASILEIRO DA ESCULTURA

  • O coletivo OPAVIVARÁ! exibe a instalação “Remotupy”, uma canoa triciclo elétrica tem como proposta repensar a cidade e seus meios de transporte. O barco é uma escultura relacional, um dispositivo móvel, que precisa da ação do público, pois funciona dinamicamente. Curadoria de Cauê Alves (de 04/11/16 a 11/12/16).
  • Paisagens Invisíveis apresenta trabalhos sonoros de seleção de artistas. Os espaços do museu permanecem vazios para a imersão sonora do público. Curadoria de Cauê Alves e Floriano Romano (de 17/12/16 a 29/01/17).
  • Jardim Europa: av. Europa, 218, tel. (11) 2594-2601. Ter. a dom., 10h/19h. www.mube.art.br

MUSEU AFRO BRASIL

  • Portugal Portugueses - Arte Contemporânea é a maior exposição de arte portuguesa contemporânea já realizada no país, com cerca de 200 obras de 40 artistas. Destaque para a grande gama de artistas modernistas, mulheres consideradas bases da contemporaneidade portuguesa, com obras surrealistas, geométricas e que se conectam com Brasil e a África. Participam Albuquerque Mendes, Ana Vieira, Antonio Manuel, Artur Barrio, Ascânio MMM, Cristina Ataíde, Didier Faustino, Fernando Lemos,Helena de Almeida, Joana Vasconcelos, João Pedro Vale e Nuno Alexandre, Joaquim Rodrigo, Joaquim Tenreiro, José de Guimarães, José Loureiro, José Pedro Croft, Jorge Molder, Julião Sarmento, Paulo Lisboa, Pedro Barateiro, Pedro Cabrita Reis, Teresa Braula, Yonamine, entre outros. Em 10/12, às 12h, ocorre o lançamento do catálogo da exposição (de 08/09/16, às 19h, a 08/01/17).
  • Coordenado pelo artista plástico e curador baiano Emanoel Araujo, o museu recupera, preserva, valoriza e divulga o universo histórico-cultural do negro brasileiro, sempre colocado à margem pelas instituições oficiais. O acervo tem mais de 5 mil obras de arte e objetos históricos.
  • Arte, Adorno, Design e Tecnologia no Tempo da Escravidão, que esteve em cartaz no museu durante mais de dois anos, volta ao cartaz. São cerca de 70 objetos de ofícios urbanos e rurais - muitos deles usados em fazendas e engenhos de açúcar - compondo um conjunto que realça as contribuições dos negros para a ciência e a tecnologia no Brasil (de 21/11/15, às 12h, mostra de longa duração).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 10, Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, tel. (11) 3320-8900. Ter. a dom., 10h/18h (entrada até 17h). Ingr.: R$ 6. Entrada gratuita aos sábados. www.museuafrobrasil.org.br

MUSEU ANCHIETA

  • Parte do complexo histórico do Pateo do Collegio, marco do nascimento de São Paulo, foi transformada em centro cultural com museu e acervo de 500 itens, como peças de arte sacra, quadros, fotografias, aquarelas, artefatos indígenas contemporâneos e mapas de São Paulo antigo.
  • Centro: praça Pateo do Collegio, 2, tel. 3105-6899. Ter. a sex., 9h/16h45; sáb. e dom., 9h/16h30. Ingr.: R$ 8; estudantes de escola particular, universitários e professores pagam R$ 4; estudantes de escola pública (Ensino Médio e Fundamental) pagam R$ 2; e aposentados, idosos, crianças menores de sete anos e deficientes físicos têm entrada franca. www.pateocollegio.com.br

MUSEU CATAVENTO

  • O projeto de iniciação científica Catavento tem ênfase na ciência, nas artes e no conhecimento humano. O Museu de Tecnologia tem em acervo inúmeros recursos de simulação, que proporcionam aos visitantes a oportunidade de interagir com o seu conteúdo, ou de participar diretamente em experiências virtuais. Uma das atividades digitais é uma viagem aérea virtual em três dimensões pelo Rio de Janeiro (RJ).
  • A mostra permanente Do Macaco ao Homem apresenta conhecimentos sobre o processo de hominização e os principais passos de nossa linhagem evolutiva. A exposição reúne réplicas de nossos ancestrais, bem como de réplicas de artefatos de pedra lascada e de osso, além de peças de cunho artístico, retirados do acervo do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos da USP. Necessário retirar senha na bilheteria.
  • Centro: Palácio das Indústrias, Parque D. Pedro II, tel. (11) 3315-0051 Ter. a dom., 9h/17h. R$ 6. Aposentados, idosos e estudantes com carteirinha pagam R$ 3. Grátis aos sábados para o público em geral. www.cataventocultural.org.br

MUSEU DA CASA BRASILEIRA

  • A mostra Coleção Museu da Casa Brasileira – Novas Doações apresenta um conjunto de 87 peças inéditas de destaques do design brasileiro, como a Poltrona Jangada de Jean Gillon, a Luminária Concha de Fábio Alvim e outras. Também ocorre o 30º Prêmio Design MCB com trabalhos vencedores nas categorias mobiliário, utensílio, iluminação, têxtil, eletroeletrônico, equipamento de construção e equipamento de transporte, além do vencedor do cartaz do evento. No dia de abertura da exposição, ocorre a cerimônia de premiação, o lançamento do livro “Prêmio Design MCB 30 edições” (de 24/11/16, às 19h30, a 29/01/17).
  • O MCB foi criado em 1970 e, em 1972, ganhou sua sede definitiva: um solar neoclássico construído entre 1942 e 1945, originalmente para abrigar o ex-prefeito de São Paulo, Fábio da Silva Prado (1887-1963), e sua esposa Renata Crespi Prado (1897-1981). O projeto arquitetônico do paraense Wladimir Alves de Souza (1908-1994) remete às linhas do Palácio Imperial de Petrópolis (RJ). O casal morou na residência por 18 anos e a transformou em centro de grandes recepções oficiais. Após a morte de Fábio Prado, Renata Crespi se mudou da casa, e, em 1968, doou o imóvel ao Estado de São Paulo.
  • O MCB mantém dois acervos, somando um total de cerca de 500 peças. A Coleção Crespi-Prado exibe porcelanas, móveis, pratarias e pinturas. A Coleção MCB, que apresenta 85 móveis e objetos representativos da casa brasileira desde o século 17 até os dias de hoje, é reorganizada e recebe 87 novas peças do período modernista no Brasil, um recorte fundamental para discussão das questões ligadas ao design. Entre os novos itens, recebidos por meio de doações, estão peças como a poltrona “Jangada”, de Jean Gillon, a luminária “Concha”, de Fábio Alvim e a cadeira Oswaldo Bratke. Há também trabalhos vencedores da história do Prêmio Design MCB, como a poltrona “Mandacaru”, de Baba Vacaro, a estante “Labirinto”, dos irmãos Campana, e a poltrona “Cadê”, da Ovo. A mostra traz ainda uma coleção de imagens constituída a partir do projeto Casas do Brasil, de resgate e memória sobre a diversidade do morar brasileiro, com registros de moradias como casas populares de diferentes Estados, casa xinguana, barraca cigana, habitação ribeirinha e o Carandiru (Coleção MCB, a partir de 24/11/16, às 19h30).
  • Jardim Paulistano: av. Brigadeiro Faria Lima, 2.705, tels. (11) 3032-3727 e 3032-2564. Ter. a dom., 10h/18h. R$ 7. Meia-entrada: R$ 3,50. Pessoas com deficiência e acompanhante pagam meia-entrada. Maiores de 60 anos e crianças até 10 anos não pagam. Grátis aos sábados e domingos para o público em geral. www.mcb.org.br

MUSEU DA ENERGIA DE SÃO PAULO

  • A mostra Tempos de Energia - São Paulo em Transformação explora o desenvolvimento do Estado a partir da evolução da energia elétrica, através de objetos antigos, documentos raros e múltiplos recursos tecnológicos. Com um mapa virtual a exposição traça a evolução urbana, com telas interativas, miniaturas perfeitas de hidrelétricas e sistemas de geração de energia solar e eólica; ferros de passar roupa, enceradeiras, televisores, rádios, secadores de cabelo e dezenas de objetos antigos (a partir de 05/09/14; mostra de longa duração).
  • O edifício foi construído entre 1890 e 1894, quando o bairro dos Campos Elíseos era o endereço mais sofisticado de São Paulo, abrigando parte da elite cafeeira da época. O palacete, projeto do escritório de Ramos Azevedo, foi residência de Henrique Santos Dumont, irmão do aviador Alberto Santos Dumont e um dos homens mais ricos do Brasil à época. Inaugurado em junho de 2005, o museu é voltado à história e ao futuro do sistema de energia. É mantido pela Fundação Energia e Saneamento, mantida por Sabesp, Cesp e Emae.

MUSEU DA IMIGRAÇÃO | MEMORIAL DO IMIGRANTE

  • A proposta da exposição Direitos Migrantes: Nenhum a Menos é estimular a reflexão sobre a situação de pessoas que migram ou solicitam refúgio no Brasil, retratando sua mobilização e a ocupação de espaços nas cidades (de 24/09/16, às 11h, a 18/12/16).
  • O museu ocupa parte da antiga Hospedaria do Imigrante, um imponente complexo, construído entre 1886 e 1888 no bairro do Brás, com finalidade de receber e encaminhar ao trabalho os imigrantes trazidos por conta do governo. A Hospedaria foi criada para reunir e preservar a documentação, memória e objetos de imigrantes que vieram para o Brasil em busca de esperança, aventuras, fortuna ou simplesmente fugindo de uma situação difícil nas suas pátrias de origem. Instalado em um dos poucos edifícios centenários da cidade de São Paulo. De 1882 a 1978, passaram por ali pessoas de mais de 60 nacionalidades e etnias, todas devidamente registradas em livros e listagens. Além do trabalho de divulgação destas histórias, há também a recuperação dos carros de madeira (o termo vagão é usado quando se trata de transporte de carga), da antiga São Paulo Railway. Dois deles estão restaurados, sendo um carro de bagagem, correio e chefe de trem, de 1914, e outro de passageiros, 2ª classe, de 1931. O Memorial do Imigrante é responsável pela preservação, estudo e divulgação de importante acervo histórico referente à imigração no Estado de São Paulo nos últimos 120 anos.
  • O museu apresenta um novo plano museológico para a mostra de longa duração Migrar: Experiências, Memórias e Identidades, que explica como o processo migratório é um fenômeno permanente na história do mundo (mostra de longa duração).
  • Mooca: r. Visconde de Parnaíba, 1.316, estação Bresser do Metrô, tel. (11) 2692-1866. Ter. a sáb., 9h/17h; dom., 10h/17h. Quinzenalmente, às sextas-feiras, visitação estendida até as 21h. Ingr.: R$ 6 e R$ 3 (meia-entrada). Grátis aos sábados. www.museudaimigracao.org.br

MUSEU DA PESSOA

  • O Museu Virtual reúne histórias de vida e é aberto à participação gratuita de toda pessoa que queira compartilhar sua biografia.

MUSEU DE ARTE SACRA

  • A mostra de presépios de 2016 Sagrada Família, Família Sagrada, com curadoria de Francesca Alzati, apresenta conjunto de 22 presépios montados e idealizados por 30 convidados da curadora, como Allex Colontonio, Ana Ferraz, Andre Rodrigues, Bia Doria, Carol e Fabio Quinteiro, Chris Bicalho, Claudia Cinel, Constance Zahn, Cris Ferraz, Leda Machado, Luiz Fronterrota, Marie Tchilian, Monica Barbosa, Monica Mangini, Osmundo Teixeira, Patricia Cardim, Renata Paula, Samuel Cirnansck, Sandra Habib, Tarsila do Amaral, Zizi Carderari,e outros. Parte da exposição pode ser vista no anexo do museu na estação Tirandente do Metrô (de 28/11/16, às 18h, a 06/01/17).
  • A exposição “Portal da Misericórdia - o Sacro Revisitado” apresenta 85 obras do artista Mirtis Moraes, entre esculturas em bronze, alumínio e mármore, que refletem sobre as limitações impostas pela matéria ao espírito e dialogam com a arte contemporânea. Curadoria de Beatriz Vicente de Azevedo (de 15/10/16, às 11h, a 08/01/17).
  • A exposição Fragmentos: Coleção de Rafael Schunk reúne fragmentos oriundos de demolições de catedrais, igrejas e capelas brasileiras. São objetos valiosos, pedaços de desmanche das construções, pinturas, obras de arte e santos feitos por mestres santeiros reconhecidos. A Coleção de Arte Sacra de Rafael Schunk enfatiza produções artísticas do período bandeirista a partir do século XVII, desde o surgimento da arte barroca brasileira até suas ramificações na cultura caipira, com permanência de arcaísmos até a modernidade. São, na maioria, fragmentos oriundos de catedrais do interior de São Paulo, como da antiga catedral de Taubaté, de Pindamonhangaba, da Basílica Velha de Aparecida, de Queluz e de Bananal. Um dos destaques é o conjunto de 60 azulejos da Osirarte. A curadoria é de Percival Tirapeli (de 17/09/16, às 11h, a 08/01/17).
  • Localizado no Mosteiro da Luz, fundado e construído em taipa de pilão por Frei Galvão por volta de 1774, o museu é considerado um dos mais importantes monumentos arquitetônicos coloniais paulistas. Seu precioso acervo é composto por mais de 4 mil obras de arte religiosa, entre imaginária sacra, retábulos, altares, oratórios, prataria, objetos, vestimentas litúrgicas e livros raros dos séculos 16 ao 20.
  • No Museu dos Presépios do MAS é exposto um verdadeiro Presépio Napolitano, do século 18, com 1.620 peças, um dos últimos e maiores conjuntos do gênero remanescentes no mundo.
  • A mostra Barro Paulista, com curadoria de Dalton Sala, reúne cerca de 50 obras que intencionam reapresentar a arte colonial paulista do século XVII, a partir do acervo do museu. São expostas imagens em terracota, ou barro cozido, feitas na Capitania de São Vicente (SP), e depois na de São Paulo, tendo como destaques cinco esculturas: São Francisco Xavier, São Francisco de Paula, Nossa Senhora da Purificação, Santo Amaro e São Francisco das Chagas (mostra de longa duração).
  • A exposição Arte Sacra na Ourivesaria traz cerca de 130 peças de acervo, entre joias, relíquias, navetas, gomil e jarras, ostensórios, âmbulas, cálices, penas, cruzes, santos óleos e uma instalação de lampadários, além de outros objetos sacros, que traçam uma leitura dos artesãos de metais nobres na colônia, com acabamento típico das obras europeias (mostra de longa duração).
  • Luz: av. Tiradentes, 676, estação Tiradentes do Metrô, tel. (11) 3326-3336. Estacionamento pago à r. Jorge Miranda, 43. Ter. a dom., 9h/17h. R$ 6 e R$ 3 (estudantes). Grátis aos sábados. Pessoas com mais de 60 anos e crianças de até 7 anos têm entrada franca. Visitas monitoradas para escolas públicas são gratuitas. www.museuartesacra.org.br

MUSEU DO FUTEBOL

  • Inaugurado em setembro de 2008, o museu, que está instalado numa área de 6.900m², propõe uma narrativa linear da história do futebol por meio de aparelhos multimídia. São 15 salas temáticas com cerca de 1.400 fotografias, seis horas de vídeos e outras atrações, como um aparelho que mede a velocidade dos chutes dos visitantes.
  • Pacaembu: praça Charles Miller, s/n°, tel. (11) 3664-3848. Ter. a dom., 9h/17h. R$ 6 e R$ 3 (estudantes e pessoas com mais de 60 anos). Grátis para crianças de até 7 anos. www.museudofutebol.org.br

MUSEU DO THEATRO MUNICIPAL

  • Descendo as escadarias ao lado do Theatro, embaixo do Viaduto do Chá, fica este pequeno museu, que existe desde 1983 e foi instalado nos baixos do viaduto em 1995. Ele esteve em reforma entre junho de 2005 e o final de 2006, período em que atendeu apenas aos pesquisadores. A exposição de longa duração Theatro Municipal Ícone e Memória reabriu o espaço em dezembro de 2006. Nela, a história do teatro mais importante da cidade, aberto em 1911, é contada por meio de vídeo, painéis, fotografias, cartazes, vestidos de cantoras de ópera, um órgão, coleção de postais, maquetes cenográficas e muitos textos ilustrados. O local ainda serve para pesquisas mais aprofundadas.

MUSEU FLORESTAL OCTÁVIO VECCHI

  • O espaço fica no Horto Florestal (Parque Estadual Albert Löefgren), que ocupa uma área de 174 alqueires e é localizado ao lado do Parque Estadual da Cantareira. O Museu Florestal Octávio Vecchi (Museu da Madeira) foi inaugurado em 1931 e possui o maior acervo de madeiras da América Latina. As amostras de madeira têm entalhes que reproduzem as folhas e frutos das espécies das quais foram extraídas.
  • Horto Florestal: r. do Horto, 931, tel. (11) 2231-8049. Ter. a sex., 9h/12h e 13h30/16h30; dom., 10h/15h30. http://museuflorestal.blogspot.com

MUSEU HISTÓRICO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA NO BRASIL

  • Fundado em 18 de junho de 1978, o Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil, da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social, possui o maior acervo sobre a imigração japonesa no Brasil, composto por de 97 mil itens pertencentes aos imigrantes japoneses, tais como documentos diversos, fotos, jornais, microfilmes, livros, revistas, filmes, vídeos, discos LP, quadros de pinturas, utensílios domésticos e de trabalho e quimonos.
  • Liberdade: r. São Joaquim, 381, tel. (11) 3209-5465 / 3208-1755 , ramal 117. Ter. a dom., 13h30/17h30. R$ 6 (inteira). Estudantes com carteirinha e crianças até 11 anos pagam meia. Menores de cinco anos e idosos acima de 65 anos têm entrada franca. www.museubunkyo.org.br

MUSEU LASAR SEGALL

  • Idas e Vindas – Segall e o Brasil faz panorama sobre a produção de Lasar Segall (1891-1957) com enfoque na sua fase brasileira. Destaque para o painel “Emigração” (07/11/15 a 29/12/16).
  • Liuba - Esculturas e Relevos apresenta cerca de 30 obras de Liuba (Bulgária - 1923 / São Paulo - 2005), uma das principais escultoras do Brasil. Os trabalhos são dos anos 1960 aos 1980, com ênfase nos 1970. Com exceção da obra escultórica de Lasar Segall, exposta em 1991, é a primeira vez que a instituição apresenta uma exposição individual e retrospectiva de esculturas. Inicialmente figurativa, a produção de Liuba passa por uma mudança formal a partir da década de 1960: a modelagem ganha novos contornos e surgem “seres” e formas orgânicas, entre a figura e o abstrato, entre o real e o surreal. Curadoria de Jorge Schwartz e Marcelo Monzani (de 29/10/16, às 17h, a 20/02/17).
  • O museu preserva acervo e documentos referentes a Lasar Segall (1891-1957), artista lituano que se fixou no Brasil.
  • Vila Mariana: r. Berta, 111, próximo à estação Santa Cruz do Metrô, tel. (11) 2159-0400. Qua. a seg., 11h/19h. www.museusegall.org.br

MUSEU PAULISTA (DO IPIRANGA)

  • Aberto em 1895, o museu é o mais antigo da cidade. Conserva em acervo a tela “Independência ou Morte”, pintada em 1888 por Pedro Américo, que se encontra no Salão Nobre. A escultura de D. Pedro I, situada no nicho central da escadaria, foi feita por Rodolfo Bernardelli. A instituição exibe ainda móveis, louças, armas e utensílios domésticos, fotografias e pinturas históricas.
  • O museu se encontra fechado para reforma por tempo indeterminado. A expectativa é que reabra só em 2022.
  • Ipiranga: Parque da Independência, s/nº, tel. (11) 2065-8000. www.mp.usp.br

OCA | PAVILHÃO LUCAS NOGUEIRA GARCEZ

  • Francesco Vezzoli - Cinerama é a primeira mostra retrospectiva no Brasil do artista e cineasta italiano Francesco Vezzoli (1971; Brescia), que tem produção baseada na criação de paródias e alegorias subversivas, incluindo bordados, foto, escultura, trailers satíricos para filmes que jamais serão produzidos e performances site specific com participação de celebridades do cinema e da música. Ele examina questões relacionadas a sexo, opressão, narcisismo da cultura ocidental, relações de poder e desconstrução de estratégias da indústria do entretenimento. O foco da exibição é na extensa produção audiovisual e traz 19 trabalhos emblemáticos. Entre os atores que atuaram em filmes de Vezzoli estão Benício del Toro, Bianca Jagger, Cate Blanchett, Courtney Love, Gerard Butler, Helen Mirren, Lauren Bacall, Michelle Williams, Milla Jovovich, Natalie Portman e Sonia Braga. A organização da mostra é da Dueto Produções, em parceria com a Black Frame, de Nova York. O evento é atração da 3ª edição do Preciosidades Vivara (de 10/11/16, das 19h às 22h, a 11/12/16; ter. a dom., 10h às 19h; ingr.: R$ 10; www.ingressorapido.com.br).
  • Parque Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/n°, portão 3, tel. (11) 3241-1082, ramal 104, e 5082-1777. Ter. a dom., 9h/17h. oca@prefeitura.sp.gov.br

OFICINA CULTURAL OSWALD DE ANDRADE

  • Em “Primeiro Ato”, Arturo Gamero exibe 60 obras em diferentes suportes como gravura, desenho, escultura e literatura (de 19/10/16 a 28/01/17).
  • “Invólucros: do Substrato ao Esvaziamento” apresenta duas instalações de Érika Malzoni idealizadas para a guarita de segurança e para a parede da área de convivência da Oficina Cultural (de 19/10/16 a 28/01/17).
  • A exposição apresenta a intervenção urbana “Monumento Mínimo”, de Néle Azevedo, além da documentação de seu percurso pelo mundo e, ampliando o diálogo com iniciativas de reflexão e resistência. Serão também exibidos trechos de “Memórias Resistentes, Memórias Residentes”, projeto desenvolvido por Luis Felipe Abbud. Curadoria de Priscila Arantes (de 29/10/16, das 11h às 18h, a 28/01/17).
  • “Solo Sul” reúne vídeos, fotografias, instalações e registros de intervenções realizadas pelos artistas Julia Viana e Luciano Favaro sobre os conceitos de território, fronteira (geográfica, política e cultural) e solo durante viagem por 12 países da América do Sul (até 28/01/2017).
  • A Oficina Oswald de Andrade foi inaugurada em 1986 e está instalada em um edifício histórico do bairro do Bom Retiro, construído em 1905 para abrigar a Escola Livre de Farmácia. O espaço oferece gratuitamente cursos, oficinas e workshops em áreas como artes plásticas, ação e gestão cultural, cinema, dança, design, fotografia, história em quadrinhos, literatura, música, rádio, teatro e vídeo, entre outras.
  • Bom Retiro: r. Três Rios, 363, próximo à estação Tiradentes do Metrô, tels. (11) 3222-2662 / 3221-4704. Seg. a sex., 9h/22h; sáb., 13h/21h. www.oficinasculturais.org.br

OFICINA DA PALAVRA CASA MÁRIO DE ANDRADE

  • A casa reabre com a mostra permanente Morada do Coração Perdido, que ocupa quatro salas.
  • Barra Funda: r. Lopes Chaves, 546, tel. (11) 3666-5803 / 3826-4085. Seg. a sex., 13h/22h; sáb., 10h/14h. e-mail: casamariodeandrade@oficinasculturais.org.br

OFICINAS CULTURAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO

  • A Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo mantém sete oficinas na capital paulista e outras 12 no interior e litoral do Estado (Araraquara, Bauru, Campinas, Iguape, Limeira, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São Carlos, São João da Boa Vista e Sorocaba).
  • Endereços das oficinas da capital: # Bom Retiro: r. Três Rios, 363, tels. (11) 3221-5558 / 3222-2662. Seg. a sex., 9h/22h; sáb., 10h/18h. # Barra Funda: Oficina da Palavra Casa Mário de Andrade, r. Lopes Chaves, 546, tels. 3666-5803 e 3826-4085. Seg a sex., 13h/22h. # Brás: Oficina Amácio Mazzaropi, av. Rangel Pestana, 2.401, tels. 6292-7071 e 6292-7711. Seg a sex., 13h/22h; sáb., 10h/18h; dom., 13h/17h. # Brás: Oficina Terceira Idade, av. Rangel Pestana, 2.401, tel. 6096-2635. Seg a sex., 8h/17h; sáb., 10h/18h; dom., 10h/14h. # Itaquera: Oficina Alfredo Volpi, r. Victorio Santim, 206, tel. 6205-5180. Seg a sex., 13h/22h; sáb., 10h/18h; dom., 14h/18h. # São Miguel Paulista: Oficina Luiz Gonzaga, r. Amadeu Gamberine, 259, tel. 6956-2449. Seg a sex., 14h/22h; sáb., 14h/18h; dom., 10h/14h. # Vila Brasilândia: Oficina Maestro Juan Serrano, r. Joaquim Pimentel, 200, tel. 3994-3362. Seg. a sex., 8h/18h. # Mais informações: www.assaoc.org.br | www.oficinasculturais.org.br

PALÁCIO DO HORTO

  • O antigo Palácio de Verão do Governo de São Paulo fica no Horto Florestal, no Parque Estadual da Cantareira, em uma edificação da década de 1930. Mantém em acervo obras de Collete Pujol, Margaret Mee, Rugendas, Mário Gruber, Antonio Henrique do Amaral, Oscar Pereira da Silva, Milton Dacosta, J. Barbosa Rodrigues e outros.

PALÁCIO DOS BANDEIRANTES

  • O Palácio dos Bandeirantes, sede do Governo do Estado de São Paulo, abriga vasto acervo com obras de artistas que marcaram a história do Estado. Pelos corredores, salões e jardins, o visitante encontra telas de Candido Portinari, Manabu Mabe e Tomie Ohtake; esculturas de Chico Stockinger e Felícia Leiner; gravuras de Lívio Abramo e Tarsila do Amaral; além de porcelana e mobiliário dos séculos passados.
  • A coleção do Palácio exibe um novo percurso de visitação que narra a trajetória cultural e política do Estado de São Paulo. No térreo, uma breve história do Estado, do Palácio dos Bandeirantes e de sua coleção de arte. Na entrada principal, obras de Henrique Bernardelli, Candido Portinari e Giovanni Oppido homenageiam os bandeirantes. O Hall Nobre trata da expansão de São Paulo, com o painel de Antonio Henrique Amaral, e aborda a origem rural desse crescimento, com as obras de Djanira e Clóvis Graciano. No primeiro andar, retratos de 30 ex-governantes de São Paulo são expostos no Mezanino, promovendo uma leitura histórica e estética do retrato. No Salão dos Conselhos, 100 pinturas de José Cláudio da Silva narram a viagem da comitiva científica de Paulo Vanzolini ao rio Madeira, na região amazônica. Rumo ao Salão dos Pratos, encontram-se relevantes obras de arte moderna brasileira. A visita é finalizada com a exposição de pinturas, móveis e objetos da Fundação Crespi Prado e da Pinacoteca do Estado de São Paulo, atualmente em comodato com o Acervo Artístico-Cultural dos Palácios (longa duração).
  • Morumbi: av. Morumbi, 4.500, portão 2. Ter. a dom., 10h/17h. Para visitas individuais, não é necessário agendar. Todas as visitas são acompanhadas por monitores. Para grupos, de no máximo 20 pessoas, é necessário agendamento prévio pelo site www.acervo.sp.gov.br . Agendamento também de seg. a sex., 9h/17h, pelo tel. (11) 2193-8282. www.saopaulo.sp.gov.br

PAVILHÃO DA BIENAL

  • "Incerteza Viva" é o tema da 32ª Bienal Internacional de São Paulo, sob curadoria-geral de Jochen Volz. O enfoque é sobre a percepção das incertezas no mundo contemporâneo e apresenta projetos e obras de 81 artistas e coletivos de 33 países. Participam Ana Mazzei, Bárbara Wagner, Bené Fonteles, Charlotte Johannesson, Eduardo Navarro, Felipe Mujica, Gilvan Samico, Grada Kilomba, Heather Phillipson, Hito Steyerl, Lays Myrrha, Lourdes Castro, Öyvind Fahlström, Pope L., Rachel Rose, Ruth Ewan, Video nas Aldeias e outros (Aberturas em 05/09/16, às 10h, para imprensa; 06/09/16, às 19h, para convidados, e 07/09/16, às 9h, para o público em geral. Em cartaz até 12/12/16. Visitação: ter., qua., sex. e dom., 9h/19h; qui. e sáb., 9h/22h. Entrada franca).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/n°, portão 3, tel. (11) 5576-7600. Ter., qui., sex. e dom., 9h/19h; qua. e sáb., 9h/22h. www.bienal.org.br | www.fbsp.org.br

PAVILHÃO DAS CULTURAS BRASILEIRAS

  • O prédio de 11 mil m² com arquitetura de Oscar Niemeyer, ao lado da Fundação Bienal, Oca, do MAM e do Museu Afro-Brasil, passa a ser ocupado com o imenso acervo do antigo Museu do Folclore, criado por Rossini Tavares de Lima, da Missão de Pesquisas Folclóricas, organizada por Mário de Andrade, e obras adquiridas recentemente pela Prefeitura.
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 10, Pavilhão Engenheiro Armando Arruda Pereira, tel. (11) 5083-0199. Ter. a dom., 9h/18h (entrada até às 17h). www.culturasbrasileiras.sp.gov.br

PINACOTECA DO ESTADO DE SÃO PAULO

  • Coleções em Diálogo: Museu Paulista e Pinacoteca de São Paulo remete à origem comum de ambas as instituições, já que a Pinacoteca nasceu da transferência em 1905 de 20 obras reunidas pelo Estado de São Paulo no Museu Paulista (Museu do Ipiranga), inaugurado em 1895. A mostra possibilita também ao público ver ou rever importantes peças do Museu Paulista, que atualmente está fechado à visitação, por conta dos trabalhos de restauro e modernização do edifício-monumento. A mostra reúne cerca de 50 obras (pinturas, desenhos, fotografias e objetos) assinadas por artistas como Antônio Parreiras, Benedito Calixto, Adrien van Emelen, Oscar Pereira da Silva, João Baptista da Costa, Antônio Ferrigno, Henrique Bernardelli e Rodolfo Amoedo. Curadoria de Valéria Piccoli e Fernanda Pitta (de 25/01/16, às 11h, a 30/01/17).
  • Em “Contenção Verde”, Fernando Limberger apresenta uma instalação composta por um jardim em proporções de plantas adultas, com espécies arbóreas, arbustivas e herbáceas, nativas e exóticas, colocadas juntas em um mesmo espaço, formando um grande volume verde circundando por grades de ferro pintadas na cor verde (de 19/11/16, às 11h, a 20/02/17).
  • No Lugar Mesmo: uma Antologia de Ana Maria Tavares reúne 160 obras da artista mineira. Os trabalhos rearticulam elementos fundamentais da produção de Ana de 1982 até a atualidade. Além de obras marcantes da trajetória da artista, há um site specific feito especialmente para o Octógono do museu (de 19/11/16, às 11h, a 10/04/17).
  • Consciência Funcional reúne obras selecionadas pelo Núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca (de 07/11/16 a 29/05/17).
  • O museu apresenta a mostra permanente Galeria Tátil de Esculturas Brasileiras, com 12 obras selecionadas para que visitantes com deficiências visuais possam tocá-las e receber informações por meio de etiquetas em Braille, além de áudio-guia.
  • O acervo da Pinacoteca conta com cerca de 8 mil obras, formando um amplo panorama das artes visuais produzidas no Brasil da segunda metade do século 19 até os dias de hoje.
  • Construção e Figuração na Coleção de Roger Wright traz um recorte de cerca de 80 obras da coleção realizadas entre as décadas de 1960 e 1970 no Brasil, com obras seminais dos artistas mais representativos da nova figuração e da explosão política e colorida do Pop (de 27/08/16 até o fim de 2017).
  • A obra “O Anjo Exterminador” do artista Nelson Leirner é exposta no Octógono, que fica no primeiro andar do museu. A peça, de 1984, faz referência ao filme homônimo do espanhol Luis Buñuel, e reúne centenas de estatuetas e bibelôs alinhados em dois grupos posicionados frente a frente e separados por uma ponte (2017).
  • A exposição Galeria José e Paulina Nemirovsky - Arte moderna apresenta 110 importantes obras do modernismo brasileiro oriundas dos acervos da Pinacoteca do Estado de São Paulo, da Fundação José e Paulina Nemirovsky e da Coleção Roger Wright. Participam trabalhos de Tarsila do Amaral, Portinari, Ernesto de Fiori, Di Cavalcanti, Lasar Segall, Volpi, José Antonio da Silva, Ismael Nery, Vicente do Rego Monteiro, entre outros (a partir de 22/10/16, às 11h, até 2017).
  • Luz: Praça da Luz, 2, tel. (11) 3324-1000. Qua. a seg., 10h/17h30 (com permanência até as 18h). Ingr.: R$ 6. O ingresso dá direito a visitação à Pinacoteca do Estado e à Estação Pinacoteca. Professores da rede pública (com direito a quatro acompanhantes), alunos da rede pública (em visita com a escola), funcionários de órgãos públicos e de outros museus, pessoas com mais de 60 anos e crianças com até 10 anos não pagam ingresso. Estudantes e professores da rede privada têm 50% de desconto. Grátis aos sábados. www.pinacoteca.org.br

SÍTIO DA RESSACA

  • A exposição Luiz Gama - Poeta, republicano e abolucionista narra a história de Luiz Gama (1830 -1882) e seu trabalho na causa abolicionista vivenciada em São Paulo na segunda metade do século 19. Curadoria de Maria Luiza Ferreira da Oliveira (a partir 19/06/14, às 11h; mostra de longa duração).

SÍTIO MORRINHOS

  • Mãos no Barro da Cidade: Uma Olaria no Coração de Pinheiros, a partir de tecnologia, permite a interatividade a partir de material encontrado em escavações no bairro da zona Oeste nas últimas décadas (até dezembro de 2016).
  • Escavando o Passado - A Arqueologia na Cidade de São Paulo é exposição de arqueologia com fragmentos encontrados na cidade de São Paulo nos últimos anos, como pedras lascadas, cerâmica indígena e materiais históricos. Curadoria da arqueóloga Cíntia Bendazzoli.

SOLAR DA MARQUESA DE SANTOS

  • Yolanda Penteado, a Dama das Artes de São Paulo exibe a trajetória da aristocrata e fomentadora cultural Yolanda Penteado (1903-1983), casada com Ciccillo Matarazzo, que contribuiu para a criação do Masp e da Bienal (até 10/12/2018).
  • Localizado ao lado do Pateo do Collegio, o imóvel pertenceu à Domitila de Castro Canto e Melo (1797-1867), a Marquesa de Santos, entre 1834 e 1867. Conhecido também como o Palacete do Carmo, o espaço ficou famoso pelas festas e eventos decorrentes na época e considerada uma das residências mais aristocráticas de São Paulo. Após este período o imóvel foi submetido a diversas reformas que alteraram sua estrutura original, que apenas em 1975 foi tombado e serviu de sede da Secretaria Municipal de Cultura. Desde uma reforma em 1991, o Solar da Marquesa de Santos abriga exposições e atividades museológicas, além da sede do Museu da Cidade de São Paulo.
  • Centro: r. Roberto Simonsen, 136-B, Páteo do Colégio, tel. (11) 3241-4238 e 3105-6118 . Ter. a dom., 9h/17h. www.museudacidade.sp.gov.br

VILA ITORORÓ

  • O canteiro de obras de restauração da Vila Itororó, patrimônio histórico no bairro Bela Vista (Bixiga), é o mais novo centro cultural da cidade, chamado de Canteiro Aberto. Um galpão anexo à vila histórica recebe atividades culturais como oficinas, palestras e exposições. As casas que integram a vila têm visitas guiadas. Toda a programação é gratuita.
  • A Vila Itororó, construída em 1922, com 7 mil m², é um dos últimos exemplares remanescentes de um tipo de construção típico de bairros operários. As casas que integram a vila carregam diversos fragmentos da história local, em especial peças resgatadas da demolição do Teatro São José, que funcionou de 1903 até 1923 na frente do Teatro Municipal. A restauração foi iniciada em 2014.
  • Bela Vista: r. Pedroso, 238, próximo à estação São Joaquim do Metrô. Abertura do galpão: qua. e sex., 11h/17h; qui., 11h/20h. Visitas ao canteiro de obras da restauração: Qua., qui. e sex., às 16h. Abertura extra do galpão com visitas e oficinas: a partir de maio, todo último final de semana do mês. www.vilaitororo.org.br