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BECO DO PINTO

  • O Beco é uma passagem antiga que serviu para o trânsito de pessoas e animais na São Paulo colonial entre o largo da Sé à várzea do rio Tamanduateí. O portal foi fechado em 1821 pelo primeiro proprietário, o Brigadeiro José Joaquim Pinto de Moraes Leme, e reaberto em 1826 como Beco do Colégio. Após a abertura da ladeira do Carmo em 1912, atual av. Rangel Pestana, a passagem foi desativada. Após restauro na década de 1990, o beco passou a integrar o circuito cultural da cidade, entre o Solar da Marquesa de Santos e a Casa da Imagem , e constitui um conjunto significativo arquitetônico, histórico e cultural, que integra o Museu da Cidade de São Paulo.

BIBLIOTECA BRASILIANA GUITA E JOSÉ MINDLIN

  • Uma Vida Entre Livros é mostra permanente que exibe imagens, textos e vídeos sobre a vida do casal Mindlin, a formação e a construção da biblioteca (mostra de longa duração).
  • A biblioteca inaugurada em março de 2013 reúne acervo doado pela família Mindlin à USP (Universidade de São Paulo). São, sobretudo, publicações reunidas ao longo de 80 anos pelo bibliófilo José Mindlin (1914-2010) e sua esposa Guita (1916-2006), considerado o maior acervo particular de livros do Brasil. O espaço conta com cerca de 17 mil títulos (40 mil volumes). A biblioteca possui ainda a maior coleção de matrizes de gravuras em metal e em madeira de arte brasileira, de artistas como Goeldi, Djanira, Darel, Renina Katz e Evandro Carlos Jardim. Tem também livros impressos a mão, em pequena tiragem, de Miró, Derain, Chagall e de vários artistas brasileiros. Na coleção de gravuras há obras de Mário Gruber, Samico, Lívio Abramo, Regina Silveira, Alex Flemming e outros.
  • Cidade Universitária: av. Prof. Luciano Gualberto, 78, tel. (11) 3091-1154. Pesquisa: seg. a sex., 13h/17h. Administração: seg. a sex., 8h/17h. www.brasiliana.usp.br

BIBLIOTECA MARIO DE ANDRADE

  • Com acervo de cerca de 3,3 milhões itens, entre livros, periódicos, mapas e multimeios, a biblioteca mantém grandes coleções especiais, que incluem um dos maiores acervos de livros de arte de São Paulo, uma biblioteca depositária da ONU e uma riquíssima coleção de obras raras, considerada a segunda maior coleção pública do Brasil. A coleção da biblioteca fica na sala Sergio Milliet, criada em 1945, e tem mais de 27 mil livros, 10 mil periódicos e 2.927 outros documentos (catálogos, cartazes e reproduções). Parte do acervo de livros pode ser pesquisado no catálogo online, disponível por meio do site bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa

BIBLIOTECA TEMÁTICA DE CULTURA POPULAR BELMONTE

  • A biblioteca conta com a exposição permanente Visagens - Visões Comuns, Visões Sublimes, formada por retratos feitos por Ernesto Bonato em xilogravura de pessoas que circulam pelos arredores da biblioteca. O trabalho levou nove meses para ser concluído.
  • Santo Amaro: r. Paulo Eiró, 525, estação Largo Treze do Metrô, tel. (11) 5687-0408. Seg. a sáb., 9h/17h. www.bibliotecas.sp.gov.br

CAPELA DO MORUMBI

  • Construída em 1949 pelo arquiteto Gregori Warchavchik (1896-1972) sobre ruínas em taipa de pilão de uma capela construída por escravos no século 19, abriga exposições que estabelecem relação de aproximação entre a arte contemporânea e o patrimônio histórico, consolidando-se como espaço para instalações site specific na cidade.

CASA DA IMAGEM

  • Em “Fotoimagens”, Ana Vitória Mussi explora a fotografia sob diferentes suportes, desde 1968, como projeções, impressões serigráficas e instalações (de 09/04/16 a 12/06/16).
  • A instituição foi criada para ser a sede do Acervo Iconográfico da Cidade de São Paulo e promover sua preservação, pesquisa e difusão, além de desenvolver ações voltadas à memória da imagem documental da cidade. A coleção de 710 mil fotografias passou por detalhada intervenção de conservação preventiva e agora se encontra em uma reserva técnica especialmente projetada para sua tipologia, seguindo padrão internacional. Cerca de 130 mil destas imagens foram digitalizadas e, juntamente com suas informações catalográficas, estão disponíveis no banco de dados, possibilitando o gerenciamento da coleção e o resgate de informações.

CASA DAS ROSAS

  • A casa projetada na década de 1930 por Ramos de Azevedo é uma das poucas construções do período restantes na avenida Paulista. Ela foi tombada pelo Condephaat em 1985 e restaurada de 1986 a 1991. A mansão recebeu o nome de Casa das Rosas - Galeria Estadual de Arte em 1991, tornando-se um espaço para mostras temporárias de obras do acervo artístico do Estado. Em março de 2003, foi fechada para reformas. Em dezembro de 2004, foi reinaugurada com a designação de Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura. Em 2007, ela passou novamente por reformas. O espaço mantém uma exposição permanente de alguns móveis e obras do acervo do poeta Haroldo de Campos (1929-2003), selecionadas periodicamente por poetas, escritores e especialistas em poesia e literatura. O espaço oferece visitas monitoradas previamente agendadas a escolas e grupos de no mínimo cinco pessoas.
  • Cerqueira César: av. Paulista, 37, estação Brigadeiro do Metrô, tels. (11) 3285-6986 e 3288-9447. Ter. a sáb., 10h/22h; dom., 10h/18h. www.casadasrosas-sp.org.br

CASA DE DONA YAYÁ

  • O espaço é sede do Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo (CPC-USP).
  • Bela Vista: r. Major Diogo, 353, tel. (11) 3106-3562. Seg. a sex., 9h/17h; dom., 10h/15h. www.usp.br/cpc

CASA DO GRITO

  • A casa foi motivo de pesquisas a respeito do valor histórico e cultural, pela associação do imóvel ao quadro de Pedro Américo, intitulado “Independência ou Morte” (1888), onde é retratada uma casa com características semelhantes. O casebre de taipa de sopapo ou pau-a-pique é datado de 1844 e constou como moradia para diversas famílias até 1911, quando foi comprada pela família Tavares de Oliveira que permaneceu até 1936. Em 1955 foi lançada uma campanha de revitalização e restauro para visitação pública com a intenção de reaproximá-la da casa presente na pintura de Pedro Américo. No final da década de 1970, as críticas sobre as concepções museológicas implicaram na desmontagem do cenário. Em1981 a casa passou por restauro e pesquisas arqueológicas, que procurou corrigir os excessos das intervenções anteriormente realizadas. Em 2007 passou por uma nova etapa de restauro e conservação e foi reinaugurada em 2008.

CASA DO SERTANISTA

  • A construção da Casa do Caxingui remonta a meados do século 17. Sua arquitetura em três lanços, telhado de quatro águas e paredes em taipa de pilão é característica das casas bandeiristas. A casa foi doada à municipalidade em 1958. Em 1970 foi instalado o Museu do Sertanista, voltado essencialmente para a cultura indígena. Até 1987, realizaram-se várias exposições e mostras com o acervo indígena que lá ficava. Em 1989, por meio de um decreto de permissão de uso, a casa histórica passou a abrigar o Núcleo de Cultura Indígena da União das Nações Indígenas e a Embaixada dos Povos da Floresta. Com a saída do Núcleo de Cultura Indígena em 1993, a casa passou por novas obras de conservação e restauro, sendo ocupada pelo Museu do Folclore “Rossini Tavares de Lima” de 2000 até 2007. Após reformas, foi reinaugurada em 2013 como uma das casas históricas do Museu da Cidade de São Paulo.

CASA DO TATUAPÉ

  • Construída em taipa de pilão, a Casa do Tatuapé é a casa bandeirista mais antiga da cidade. Estima-se que sua construção tenha ocorrido entre 1668 e 1698, por Mathias Rodrigues da Silva, administrador das terras do Padre Matheus Nunes, que era dono de propriedades na região. Suas paredes de taipa possuem até 60cm de espessura. A casa possui planta retangular e cobertura em duas águas. Aberta ao público em 1981, faz parte do Patrimônio Histórico da cidade.

CASA GUILHERME DE ALMEIDA

  • Primeira casa-museu biográfica de São Paulo, a Casa Guilherme de Almeida foi reaberta em dezembro de 2010, após ficar fechada por quatro anos. O espaço, que passou por uma reestruturação, apresenta a sala de leitura, a máquina de escrever e a cama em que dormia e onde foi encontrado morto o poeta, escritor e jornalista Guilherme de Almeida (1890-1969). Também são mostrados retratos e esculturas de artistas como Brecheret, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Lasar Segall. Há ainda uma biblioteca com mais de 5 mil títulos.

CASA MODERNISTA

  • A primeira casa modernista do país, projetada por Gregori Warchavchik, inaugurada em 1928, passou por um apurado restauro e voltou ao circuito expositivo da cidade.

CEMITÉRIO DA CONSOLAÇÃO

  • A mais antiga necrópole da cidade foi inaugurada em 15 de agosto de 1858 com o objetivo de evitar epidemias ao substituir o hábito de sepultar os mortos no interior das igrejas. Um dos sinais da prosperidade da burguesia paulistana nos séculos 19 e 20 foi decorar os jazigos de seus familiares com esculturas de Victor Brecheret, Bruno Giorgi, Rodolfo Bernardelli, Celso Antônio de Menezes, Francisco Leopoldo e Silva, Amadeu Zani e outros. O portão monumental e a capela do cemitério são projetos do arquiteto Ramos de Azevedo. O cemitério guarda os túmulos de Maria Domitila de Castro Canto e Melo (marquesa de Santos), José Bonifácio de Andrada e Silva (Patriarca da Independência), dona Olívia Guedes Penteado, Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Monteiro Lobato, Antônio de Alcântara Machado, Eduardo da Silva Prado, Campos Sales, Washington Luis, Ademar de Barros, Ramos de Azevedo, Antoninho da Rocha Marmo, Mario Zan, Ruth Cardoso e outros. Um dos destaques do cemitério é o colossal mausoléu da família Matarazzo, com 25m de altura e ornamentado por um conjunto escultórico em bronze do escultor italiano Brizzolara.
  • Cerqueira César: r. da Consolação, 1.660, tels. (11) 3396-3815 / 3833. Diariamente, 7h/18h. Visitas monitoradas do projeto Arte Tumular: 8h/15h.

CENTRO CULTURAL SÃO PAULO

  • Antonio Benetazzo, Permanências do Sensível resgata a obra do artista, filósofo e militante ítalo-brasileiro, morto pela ditadura a pedradas em 1972. Após pesquisa recente foram descobertos 200 nanquins, colagens e desenhos, dos quais 90 são expostos. Curadoria de Reinaldo Cardenuto (de 01/04/16 a 29/05/16).
  • “Mirada Interior” mostra a trajetória do fotógrafo italiano Valerio Bispuri, voltado para as narrativas sociais como o consumo de drogas (de 10/04/16 a 19/06/16).
  • O CCSP, projetado pelos arquitetos Eurico Prado Lopes (1939-1985) e Luiz Telles (1943), foi inaugurado em 1982. Ele promove anualmente uma seleção de artistas para o programa de exposições do local, um dos mais importantes do país. O Arquivo Multimeios contém 900 mil documentos de artes visuais, arquitetura, artes gráficas e outros assuntos. A Biblioteca Alfredo Volpi é uma das mais abrangentes em artes plásticas da cidade.

CENTRO DE CULTURA, MEMÓRIA E ESTUDOS DA DIVERSIDADE SEXUAL

  • Idealizada por Paulo von Poser e Marcio Zamboni, a mostra Sonhar o Mundo, aborda, por meio de instalações interativas que brincam com suportes, temas como educação, sofrimento, lutas, inspirações, segredos e corpos (de 17/05/16, às 19h, a 27/08/16).
  • Centro: praça da República, dentro da estação República do metrô, tel. (11) 2627-8078. centrodiversidadesexual@sp.gov.br

CENTRO UNIVERSITÁRIO MARIA ANTONIA

  • O Centro Universitário Maria Antônia (Ceuma) é um órgão de extensão universitária e cultural ligado à USP (Universidade de São Paulo), responsável pela promoção de exposições artísticas, cursos ligados à área de humanidades e pela difusão cultural, científica, artística e tecnológica de uma forma geral. Ocupa a antiga sede da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP juntamente com o Teatro da USP (Tusp), em um conjunto arquitetônico considerado patrimônio histórico da cidade.
  • Vila Buarque: r. Maria Antonia, 294, tel. (11) 3123-5201. Ter. a sex., 10h/21h; sáb. e dom., 10h/18h. www.usp.br/mariantonia

CONSULADO GERAL DE PORTUGAL EM SÃO PAULO

  • A mostra Jovens Artistas Portugueses conta com mapas, vídeos, instalações, ações e desenhos, em torno do tema do encantamento existente entre Portugal e o Brasil. Participam trabalhos de Filipe Barrocas, Gabriel Brito Nunes, Inês Moura, Nuno Cassola Marques, Rita Natálio, Joana Levi, Ana Gandum e Flávia Vieira. Em 18/06/16, ás 11h ocorre apresentação de performances; e em 30/06/16, às 19h, conversa com artistas (de 02/06/16, às 18h, a 30/06/16).
  • Os artistas Filipe Barrocas, Gabriel Brito Nunes, Inês Moura, Nuno Cassola Marques, Rita Natálio, Joana Levi, Ana Gandum e Flávia Vieira exibem mapas, vídeos, instalações, ações e desenhos que tratam da cultura entre Portugal e o Brasil, na mostra Jovens Artistas Portugueses (de 02/06/16, às 18h, a 30/06/16).

ESTAÇÃO PINACOTECA

  • Gravura e Modernidade: A Gravura Brasileira dos Anos 1920 aos Anos 1960 reúne panorama da produção de gravuras desses primeiros anos da modernidade no Brasil (até 07/06/16).
  • Territórios: Artistas Afrodescendentes no Acervo da Pinacoteca faz uma importante reflexão sobre a presença de obras de artistas afrodescendentes na coleção da Pinacoteca do Estado. São 106 trabalhos, entre pinturas, gravuras, desenhos, esculturas e instalações. As obras, datadas do século 18 até hoje, estão divididas em três conjuntos: Matrizes Ocidentais, Matrizes Africanas e Matrizes Contemporâneas. Curadoria de Tadeu Chiarelli, diretor geral da Pinacoteca (de 12/12/15, às 11h, a 13/06/16).
  • A exposição Memorial da Resistência de São Paulo: Conquistas e Desafios celebra os 7 anos do memorial. A mostra tem como objetivo compartilhar as ações museológicas realizadas do processo de implantação à consolidação da instituição (de 30/01/16 a 15/08/16; qua. a seg., 10h/17h30; entrada gratuita).
  • Arte no Brasil: uma História do Modernismo na Pinacoteca de São Paulo reúne 50 obras, entre pinturas e esculturas de artistas como Alfredo Volpi, Cândido Portinari, Carlos Prado, Emiliano Di Cavalcanti, Ernesto Di Fiori, Flávio de Carvalho, José Pancetti, Lasar Segall, Sérgio Camargo, Tarsila do Amaral, Victor Brecheret, entre outros. Os trabalhos foram selecionados dos acervos da Pinacoteca e Fundação José e Paulina Nemirovsky, e representam três momentos do Modernismo: as inovações formais, a retomada das tradições da pintura e ao final com tendências pelo abstracionismo. Curadoria de Regina Teixeira de Barros (de 19/10/13, às 11h, a 12/09/16).
  • O Memorial da Resistência de São Paulo apresenta quatro eixos temáticos para visitação pública: “O Edifício e suas Memórias”, “Controle, Repressão e Resistência”, “A Construção da Memória” e “Da Carceragem ao Centro de Referência”.
  • Luz: Largo General Osório, 66, tel. (11) 3335-4990. Qua. a seg., 10h/17h30 (com permanência até as 18h). Ingr.: R$ 6. O ingresso dá direito a visitação à Estação Pinacoteca e à Pinacoteca do Estado. Professores da rede pública (com direito a quatro acompanhantes), alunos da rede pública (em visita com a escola), funcionários de órgãos públicos e de outros museus, pessoas com mais 60 anos e crianças com até 10 anos não pagam ingresso. Estudantes e professores da rede privada têm 50% de desconto. Grátis aos sábados. www.pinacoteca.org.br

FUNDAÇÃO CULTURAL EMA GORDON KLABIN

  • Na 3ª edição da série Jardim Imaginário, os artistas Gisela Motta e Leandro Lima que apresentam a instalação “Controle Remoto”, composta por 30 casinhas de passarinhos feitas em madeira, dispostas em fileiras, como um conjunto habitacional, que de dentro de cada casa é possível observar luzes e sons de programas de televisão. Curadoria de Gilberto Mariotti (de 30/04/16, a partir das 13h, a 02/07/16).
  • A coleção da empresária e mecenas Ema Gordon Klabin (1907-1994) é mostrada em sua casa, nos ambientes originais. O acervo, que abrange mais de 3 mil anos e reúne 1.500 peças, contempla quase toda a história da civilização ocidental, desde as civilizações grega e etrusca até os grandes mestres europeus. A arte brasileira é representada na coleção por obras de modernistas como Portinari, Di Cavalcanti, Lasar Segall, Tarsila do Amaral e Victor Brecheret.
  • Jardim Europa: r. Portugal, 43. Ter. a sex., 14h/17h; sáb., 14h/16h30. R$ 10 e R$ 5 (aposentados e estudantes). Professores e grupos de estudantes de escolas públicas têm entrada franca. Visitação somente com agendamento prévio pelo tel. (11) 3062-5245 ou e-mail agendamento@emaklabin.org.br | www.emaklabin.org.br

FUNDAÇÃO MARIA LUISA E OSCAR AMERICANO

  • A fundação fica em um parque de 75 mil m² e foi criada em 1974 pelo engenheiro Oscar Americano (1908-1974). Aberta ao público em 1980, tem programas educativos na área de meio ambiente e abriga acervo de arte e mostras temporárias. O acervo é composto por três núcleos: Brasil Colônia, Brasil Império e Mestres do Século 20. São 1.500 peças, como pinturas, mobiliário, prataria e louças. Entre os destaques estão uma série de oito pinturas do holandês Frans Post e telas de Candido Portinari e Lasar Segall. O parque, projeto do arquiteto-paisagista Otávio Augusto Teixeira Mendes (1907-1988), tem cerca de 25 mil árvores de diversas espécies da Mata Atlântica, habitadas por diversos tipos de aves. A sede, antiga residência da família Americano, tem projeto de Oswaldo Arthur Bratke (1907-1997).
  • Morumbi: Av. Morumbi, 4.077, tel. (11) 3742-0077. Ter. a dom., 10h/17h30. R$ 10 e R$ 5 (estudantes e pessoas com mais de 60 anos) e grátis para crianças até 6 anos. Entrada franca para o público em geral toda primeira terça-feira de cada mês. www.fundacaooscaramericano.org.br

GALERIA OLIDO

  • Hoje tem Espetáculo exibe seleção de documentos e fotografias de trupes, famílias e artistas circenses pertencentes ao acervo do Centro de Memória do Circo. Expografia de Carla Caffé e curadoria de Verônica Tamaoki (mostra de longa duração).

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE SÃO PAULO

  • O IHGSP é uma instituição científica e cultural que tem como principais objetivos a pesquisa e a divulgação da história, da geografia e de correlatos, principalmente com respeito à cidade e ao Estado de São Paulo. A instituição realiza mostras permanentes e temporárias.
  • Arqueologia e Contemporaneidade traz trabalhos de três pesquisadores da instituição - Guy Collet, Luiz Caldas Tibiriçá e Heinz Budweg - realizados em expedições por diversas regiões do Brasil.
  • Trilha do Peabiru é exposição permanente sobre o trecho paulista da antiga trilha indígena que, ao tempo do descobrimento, interligava o Estado de São Paulo ao Paraguai. A mostra tem colaboração do cacique Tukumbó Dyeguaká.
  • Praça da Sé: r. Benjamin Constant, 158, 7º andar, tel. (11) 3242-8064. Seg. a sex., 13h/17h. Visitas no período da manhã somente mediante agendamento. www.ihgsp.org.br

INSTITUTO LINA BO E P. M. BARDI | CASA DE VIDRO

  • Instalado na Casa de Vidro, antiga residência do casal criador do Masp, o instituto tem como objetivo divulgar e promover a cultura e as artes brasileiras no Brasil e no exterior. Projetada por Lina Bo Bardi em 1950, a casa é um marco da arquitetura moderna brasileira. Tombada em 1987 pelo Condephaat, abriga documentos de arquitetura, fotografias, correspondências, entrevistas, escritos, além da coleção de arte popular e objetos de design e artes plásticas dos Bardi.
  • Morumbi: r. General Almério de Moura, 200, tels. (11) 3744-9902 e 3744-9830. As visitas devem ser agendadas. www.institutobardi.com.br

MAC-USP (MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO) | EX-DETRAN

  • A mostra itinerante internacional Oswaldo Vigas. Antológica 1943-2013 é uma retrospectiva inédita no Brasil do pintor e muralista venezuelano (1926-2014). É apresentado um conjunto de 63 pinturas e cinco esculturas que representam uma síntese original das raízes culturais latino-americanas e das correntes vanguardistas da modernidade europeia (de 02/04/16, às 11h, a 03/07/16).
  • A exposição Vizinhos Distantes: Arte da América Latina no Acervo do MAC USP apresenta cerca de 250 trabalhos, entre pinturas, esculturas, instalações, objetos, fotografias, registros e projetos de performances, vídeos e publicações de artistas, todos do acervo do MAC USP. São obras de artistas como Marta Colvin e Nemesio Antúnez (Chile), René Portocarrero e Wifredo Lam (Cuba), Lucio Fontana e León Ferrari (Argentina), Diego Barboza e Jesús Rafael Soto (Venezuela), Ulises Carrión, Felipe Ehrenberg e José Luis Cuevas (México), Sergio Meirana e Clemente Padín (Uruguai), Carlos Mérida (Guatemala), Armando Morales (Nicarágua), Luiz Fernando Peláez e Omar Rayo (Colômbia) e Lucía Chiriboga (Equador), entre outros. Curadoria de Cristina Freire. Na abertura ocorre os lançamento do livro “Terra Incógnita: Conceitualismos da América Latina no Acervo do MAC" (de 20/06/15, às 11h, a 31/07/16).
  • A exposição A Casa um conjunto de obras inspirado no poema de Vinícius de Morais musicado ao lado de Toquinho em 1980, que fala da criação de um lar, mas que é repleto de elementos faltantes e da própria ausência de praticidade esperada do ambiente doméstico. São expostos 18 trabalhos pertencentes ao acervo do museu, dos artistas Alexander Calder, Leda Catunda, Alex Flemming, Iran do Espírito Santo, Cildo Meireles, Nina Moraes, Alex Vallauri, Flávio Cerqueira, Barrão, Regina Silveira, Maria Tomaselli, Camille Kachani, Ângelo Venosa, José Carratu e Ana Teixeira (de 12/09/15, às 11h, a 31/07/16).
  • A mostra Rafael França: Entre Mídias apresenta um conjunto inédito de obras de um dos mais importantes artistas contemporâneos brasileiros na pesquisa entre arte e tecnologia. A mostra reúne montagens fotográficas, gravuras, xerox e vídeos buscando revelar que a imagem fotográfica não tinha existência autônoma pra o artista, mas funcionava como elemento de ligação entre as diferentes mídias com as quais trabalhou. As obras em exibição são do arquivo pessoal de Rafael França (1957-1991), doadas ao MAC USP em 1993 (de 15/03/14, às 11h, a 31/07/16).
  • A mostra “Samson Flexor - Traçados e Abstrações” apresenta 35 obras do artista moldávio Samson Flexor (1907-1971), entre desenhos e pinturas, pertencentes ao acervo do museu. A seleção traça aspectos da trajetória do artista, dando ênfase na produção feita entre 1948 e 1960. A transformação plástica desse período busca uma movimentação na estrutura, que constitui nos pensamentos estéticos entre abstrato, construtivo e expressivo. Na abertura ocorre oficina infantil (de 24/01/15, às 11h, a 31/07/16).
  • Visões da Arte no Acervo do MAC USP 1900-2000, que ocupará os sétimo e sexto andares do edifício em março de 2016, coloca em evidencia o processo de montagem de uma exposição, criando uma espécie de laboratório onde são realizados encontros com profissionais e especialistas convidados para discutir as diferentes etapas de uma mostra. O público poderá ver a planta do andar da exposição esboçada por meio de um traçado no chão, alguns dos painéis já erguidos e um primeiro núcleo com 24 obras selecionadas pelas curadoras Ana Magalhães, Carmen Aranha e Helouise Costa, incluindo trabalhos de Kandinsky, Morandi, Modigliani, De Chirico, Brecheret, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti e Lygia Clark, entre outros (de 05/12/15, ás 11h, a 31/07/16).
  • Goeldi/Jardim: A Gravura e o Compasso reúne 40 trabalhos de Oswaldo Goeldi (1895-1961) e Evandro Carlos Jardim (1935) que pertencem a coleção do museu. São 12 obras de Goeldi , produzidas entre o final da década de 1930 e anos 1950. Já Jardim mostra xilogravuras, água-forte e desenhos realizados de 1960 a 2011 (até 31/07/16).
  • Classicismo, Realismo, Vanguarda: Pintura Italiana no Entreguerras reúne 71 pinturas italianas adquiridas entre 1946 e 1947 por Francisco Matarazzo Sobrinho, o Ciccillo, e sua esposa Yolanda Penteado para a criação do MAM-SP. A exposição integra obras de dez artistas brasileiros cujas práticas se relacionam ao tema. Curadoria de Ana Magalhães (de 31/08/13, às 11h, a 31/07/16).
  • A mostra “Julio Plaza Indústria Poética” reúne parte da obra do artista espanhol Julio Plaza (1938-2003), que ocupou importante papel na condução de novos sentidos e os limites dos dispositivos tecnológicos na arte dos anos 1970. Curadoria de Cristina Freire (de 09/11/13, às 11h, a 31/07/16).
  • A nova sede do museu, instalada no antigo prédio do Detran, apresenta a mostra inaugural O Tridimensional no Acervo do MAC: Uma Antologia, composta por 17 obras que tratam da crise das artes visuais, sobretudo a partir do final da Segunda Guerra, focando no esfacelamento do conceito tradicional da escultura ocorrido nas últimas décadas. Há obras de Frida Baranek, Eduardo Climachauska e Paulo Climachauska, Sérvulo Esmeraldo, Carlos Fajardo, Carmela Gross , Liuba Wolf, Maria Martins, Cildo Meireles, Henry Moore, Ernesto Neto, Gustavo Rezende, Chihiro Shimotani, François Stahly, Sofu Teshigahara, Ângelo Venosa, Franz Weissmann e Haruhiko Yasuda (a partir de 28/01/12; mostra de longa duração).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, 1.301, antigo prédio do Detran, tel. (11) 2648-0254. Ter. a dom., 10h/18h. www.mac.usp.br

MAE (MUSEU DE ARQUEOLOGIA E ETNOLOGIA) | USP

  • A exposição Pólis Viver na Cidade Grega Antiga apresenta a antiga cidade grega – a pólis – como uma forma original do “viver junto”, estabelecido pelos helenos em contato com outras sociedades, como o Mediterrâneo (de 11/03/16 a 27/01/17).
  • O acervo do MAE abriga mais de 100.000 espécimes, com objetos arqueológicos e etnográficos desde a Europa Paleolítica até recentes produções dos povos indígenas. O acervo tem origem das antigas coleções dos setores de Arqueologia e Etnologia do Museu Paulista, do antigo Museu de Arqueologia e Etnologia, do Instituto de Pré-História e do Departamento de Antropologia da USP.
  • Reserva Técnica Visitável: Revelando os Bastidores de um Museu é constituída por artefatos provenientes de diferentes regiões da Amazônia e evidencia importantes formas de ocupação deste território pelas populações indígenas desde períodos remotos. Visitas apenas por agendamento prévio (longa duração).
  • Butantã: av. Professor Almeida Prado, 1.466, Cidade Universitária, tel. (11) 3091-4905. Seg., qua. qui. e sex., 9h/17h. Abre no segundo sábado de cada mês, 10h/16h. www.mae.usp.br

MAM | MUSEU DE ARTE MODERNA

  • Natureza Franciscana, inspirada no “Cântico das Criaturas”, de São Francisco de Assis (1182-1226) e fazendo relação entre arte e ecologia, apresenta fotografia, desenho, gravura, vídeo, livro de artista, obra sonora, objeto, escultura e bordado de Lucia Koch, Marcelo Zocchio, Marcelo Moscheta, Brigida Baltar, Thiago Rocha Pitta, Shirley Paes Leme, Frans Krajcberg, Paulo Buenoz, On Kawara, Ives Klein, Nazareth Pacheco, Leonilson e Chiara Banfi. Curadoria de Felipe Chaimovich (de 27/02/16 a 05/06/16).
  • A mostra Educação Como Matéria Prima celebra os 20 anos do setor Educativo do museu com obras que utilizam processos educativos em suas execuções. Participam com trabalhos inéditos ou do acervo da instituição Amilcar Packer, Evgen Bavcar, Stephan Doitschinoff, Luis Camnitizer, Graziela Kunssch, Paulo Bruscky, Jorge Menna Barreto. Curadoria da educadora Daina Leyton e Felipe Chaimovich (de 27/02/16 a 05/06/16).
  • 30 Anos do Clube de Colecionadores de Gravura repassa a história do setor do museu que fomenta o colecionismo. Há gravuras tradicionais e em suportes experimentais ou mesclados com diferentes técnicas. Participam Vania Mignone, Laura Vinci, Marco Paulo Rolla, Barsotti, Ernesto Neto, Judith Lauand, Albano Afonso, Fernando Lindote, Nelson Felix, Nelson Leirner, Beatriz Milhazes, Athos Bulcão, Cildo Meireles, Vik Muniz, Sérvulo Esmeraldo, Nino Cais, Jorge Machi e outros (de 20/06/16 a 21/08/16).
  • Pinturas em pequenas dimensões e 50 estudos de Alfredo Volpi (1896-1988), vindos da Coleção Ladi Biezus, mostram uma produção mais intimista do artista ítalo-brasileiro. Curadoria de Aracy Amaral (de 20/06/16 a 18/12/16).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3, tel. (11) 5085-1300. Ter. a dom., 10h/18h. Ingr.: R$ 6,00. Grátis aos domingos para o público em geral. Crianças até 10 anos e adultos com mais de 65 anos não pagam entrada. www.mam.org.br

MASP (MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO)

  • Playgrounds 2016 retoma proposta expositiva e educativa apresentada na inauguração do museu em 1969 por Nelson Leirner. O projeto ocupa o Vão Livre e o 2º subsolo do museu com obras participativas de Ernesto Neto (Rio de Janeiro), Yto Barrada (Marrocos), Céline Condorelli (França/Inglaterra), Rasheed Araeen (Paquistão/Inglaterra) e dos coletivos Grupo Contrafilé e O Grupo Inteiro (ambos de São Paulo). Curadoria de Adriano Pedrosa, Julieta González e Luiza Proença. A programação conta ainda, em 15 e 16/04/16, com um seminário internacional sobre as posições dos museus em relação ao público, com foco em programas públicos e educacionais. Entre os confirmados estão Ruth Noack (Berlim), Lars Bang Larsen (Copenhagen/São Paulo), Monica Hoff (Porto Alegre), Rodrigo Nunes (Rio de Janeiro) e Lilian Kelian (São Paulo). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas a partir de 28/03/16 pelo site do Masp (exposição de 17/03/16, das 20h às 22h, a 24/07/16).
  • Histórias da Infância ocupa dois andares com obras do acervo e de outras instituições e se centra na representação da infância na arte, por meio de diferentes épocas, estilos, categorias e meios. Do acervo do museu entram “Rosa e Azul” (1881), de Renoir; “O Escolar” (1888), de Van Gogh; “Criança Morta” (1944), de Portinari, e outras. A mostra é curada por Adriano Pedrosa, Fernando Oliva, Lilia Schwarcz e Luciano Migliaccio (de 07/04/16 a 31/07/16).
  • O museu possui a mais importante coleção da América Latina e de todo o Hemisfério Sul. Os destaques são as pinturas de Rafael, Mantegna, Botticceli, Bellini, Ticiano, Poussin, Delacroix, Manet, Degas, Cézanne, Monet, Van Gogh, Matisse, Modigliani, Chagall, Velázquez, Maria Martins, Visconti, Portinari, Di Cavalcanti e muitos outros. Agora sob a direção de Heitor Martins (ex-Fundação Bienal), o museu tem curadoria de Adriano Pedrosa e dos assistentes Fernando Oliva, Luiza Proença e Tomás Toledo. A equipe conta ainda com a assistência de Rodrigo Moura (curador adjunto), Julieta Gonzalez (arte moderna e contemporânea), Luciano Migliaccio (arte europeia), Patrícia Carta (moda), Martin Corullon (arquiteto) e Raul Loureiro (designer gráfico).
  • A exposição Acervo em Transformação retoma o projeto expográfico radical de 1968 dos cavaletes de cristal, de autoria da arquiteta Lina Bo Bardi (1914-1992), que projetou também o prédio do Masp. A pinacoteca no segundo andar volta a ter essas peças que sustentam as obras, também chamadas de cavaletes de vidro, sem uso desde 1996. São suportes transparentes, sustentados por uma base de concreto, espalhados livremente pelo monumental espaço da pinacoteca. As obras parecem suspensas no ar. Sem um roteiro predeterminado a seguir, o visitante tem autonomia para decidir o próprio percurso. Para a retomada da expografia original, o escritório Metro Arquitetos Associados reconstruiu mais de cem cavaletes desenhados por Lina. A mostra reúne 117 trabalhos, mesclando diversas coleções da instituição. O mais antigo é uma escultura da deusa Higia do século 4 a.C. e o mais recente, de Marcelo Cidade, de 2011. Participam ainda trabalhos de Botticelli, Tintoretto, Ticiano, Rembrandt, Goya, Ingres, Cézanne, Van Gogh, Monet, Picasso, Matisse, Rodin, Lasar Segall, Volpi, Di Cavalcanti e outros. O milagre se dá sob a direção de Heitor Martins (ex-Fundação Bienal). A curadoria é de Adriano Pedrosa e de três membros da equipe curatorial do museu: Fernando Oliva, Luiza Proença e Tomás Toledo. Junto à mostra é lançado catálogo “Concreto e Cristal: o Acervo do Masp nos Cavaletes de Lina Bo Bardi (editora Cobogó; 305 págs; R$ 150), com organização de Adriano Pedrosa e Luiza Proença (mostra a partir de 10/12/15, às 19h30; exposição de longa duração).
  • Cerqueira César: av. Paulista, 1.578, tel. 3251-5644. Ter., qua., sex., sáb., dom. 10h/18h; qui. 10h/20h. R$ 25 e R$ 12. Estudantes, professores e maiores de 60 anos pagam meia entrada. Grátis às terças e para menores de 10 anos. www.masp.art.br

MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA

  • No Pavilhão da Criatividade é exibida vasta coleção de arte popular latino-americana.
  • Barra Funda: av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, estação Barra Funda do Metrô, tels. (11) 3823-4600 / 4705. Ter. a dom., 9h/18h. www.memorial.sp.gov.br

MIS (MUSEU DA IMAGEM E DO SOM)

  • O Mundo de Tim Burton reúne desenhos, pinturas, fotografias, fotos de filmes, storybords, bonecos e objetos do cineasta e diretor de “Edward Mãos de Tesoura”, “Marte Ataca” e, entre outros, “Ed Wood”. Exibida anteriormente no MoMa, de Nova York, a mostra oferece ainda ciclo de cursos (de 04/02/16 a 05/06/16). Ingressos a R$ 40 (antecipados; online) ou R$ 12 (na bilheteria, sujeito à disponibilidade). As demais mostras do MIS têm entrada franca.
  • O projeto anual “Maio Fotografia no MIS” apresenta as individuais do fotógrafo britânico Martin Parr, com exibição de 140 fotos (de 18/06/16 a 24/07/16).
  • Jorge Bodanzky e Andre Conti exibem trabalhos selecionados pelo programa Nova Fotografia 2016 (de 18/06/16 a 24/07/16).
  • Mostra do Acervo MIS com enfoque sobre imagens do Vale do Ribeira, no interior de São Paulo (de 18/06/16 a 24/07/16).
  • X-men Filmes EXPO – dos Filmes para o Museu, mostra inédita em parceria com Fox Film do Brasil, apresenta objetos originais utilizados nas filmagens da saga e comemora a estreia do filme "X-men: Apocalipse", a partir de 19/05/16 nos cinemas. A exposição interativa reúne painéis, trajes originais dos filmes e objetos de cena, como as garras do Wolverine, o visor original do personagem Ciclope, o capacete do professor Xavier, entre outros. Ao todo, são 41 peças de cena, além dos figurinos utilizados pelos atores Halle Berry (como Storm em "X-men"), Alan Cumming (Noturno em "X2"), Haley Ramm (Jean Grey em "X-men: O Confronto Final"), James McAvoy (Xavier em "X-men: Primeira Classe") e Michael Fassbender (Magneto, em "X-men: Dias de um Futuro Esquecido). A série "X-Men" teve início nos anos 1960, nos quadrinhos (de 17/05/16 a 03/07/16).
  • O Acervo MIS tem cerca de 300 mil itens, entre fotografias, filmes, vídeos, cartazes, discos de vinil e registros sonoros. Entre os destaques figura o depoimento em vídeo da artista Tarsila do Amaral.
  • Jardim Europa: av. Europa, 158, tel. (11) 2117-4777. Ter. a sáb., 12h/21h; dom., 11h/20h. www.mis-sp.org.br

MuBE | MUSEU BRASILEIRO DA ESCULTURA

  • Mostra apresenta pela primeira vez uma série de relevos feitos em placas de mármore travertino do escultor Victor Brecheret (1894 – 1955), que decoravam o antigo prédio do Banco Cruzeiro do Sul, da rua 15 de Novembro, no centro de São Paulo, nos anos 1950. São expostas oito peças que fazem referência às Mulheres Poderosas, que encarnam alegorias ou símbolos dos mananciais das riquezas do Estado de São Paulo, como a Mulher Agricultura do Café, da Indústria, do Comércio, da Construção, da Agropecuária e da Aviação. Curadoria de Daisy Peccinini (de 02/09/15, às 19h30, a 28/6/16).
  • Jardim Europa: av. Europa, 218, tel. (11) 2594-2601. Ter. a dom., 10h/19h. www.mube.art.br

MUSEU AFRO BRASIL

  • Evocações. 12 Artistas Mulheres e as Múltiplas Linguagens Criativas homenageia três artistas, todas com obras presentes no acervo do museu: Yêdamaria (1932-2016), Maria Lídia Magliani (1946-2012) e Madalena Santos Reinbold (1919-1977). Alem de mostras individuais com produções recentes de Anésia Pacheco Chaves, Angêla Correa , Cezira Colturato, Dona Jacira, Eva Soban, Helena Carvalhosa, Helena Sardenberg, Isabel de Jesus, Lucy Villa-Lobo (até 05/06/16).
  • Coordenado pelo artista plástico e curador baiano Emanoel Araujo, o museu recupera, preserva, valoriza e divulga o universo histórico-cultural do negro brasileiro, sempre colocado à margem pelas instituições oficiais. O acervo tem mais de 5 mil obras de arte e objetos históricos.
  • Arte, Adorno, Design e Tecnologia no Tempo da Escravidão, que esteve em cartaz no museu durante mais de dois anos, volta ao cartaz. São cerca de 70 objetos de ofícios urbanos e rurais - muitos deles usados em fazendas e engenhos de açúcar - compondo um conjunto que realça as contribuições dos negros para a ciência e a tecnologia no Brasil (de 21/11/15, às 12h, mostra de longa duração).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 10, Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, tel. (11) 3320-8900. Ter. a dom., 10h/18h (entrada até 17h). Ingr.: R$ 6. Entrada gratuita aos sábados. www.museuafrobrasil.org.br

MUSEU ANCHIETA

  • Parte do complexo histórico do Pateo do Collegio, marco do nascimento de São Paulo, foi transformada em centro cultural com museu e acervo de 500 itens, como peças de arte sacra, quadros, fotografias, aquarelas, artefatos indígenas contemporâneos e mapas de São Paulo antigo.
  • Centro: praça Pateo do Collegio, 2, tel. 3105-6899. Ter. a sex., 9h/16h45; sáb. e dom., 9h/16h30. Ingr.: R$ 8; estudantes de escola particular, universitários e professores pagam R$ 4; estudantes de escola pública (Ensino Médio e Fundamental) pagam R$ 2; e aposentados, idosos, crianças menores de sete anos e deficientes físicos têm entrada franca. www.pateocollegio.com.br

MUSEU CATAVENTO

  • O projeto de iniciação científica Catavento tem ênfase na ciência, nas artes e no conhecimento humano. O Museu de Tecnologia tem em acervo inúmeros recursos de simulação, que proporcionam aos visitantes a oportunidade de interagir com o seu conteúdo, ou de participar diretamente em experiências virtuais. Uma das atividades digitais é uma viagem aérea virtual em três dimensões pelo Rio de Janeiro (RJ).
  • A mostra permanente Do Macaco ao Homem apresenta conhecimentos sobre o processo de hominização e os principais passos de nossa linhagem evolutiva. A exposição reúne réplicas de nossos ancestrais, bem como de réplicas de artefatos de pedra lascada e de osso, além de peças de cunho artístico, retirados do acervo do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos da USP. Necessário retirar senha na bilheteria.
  • Centro: Palácio das Indústrias, Parque D. Pedro II, tel. (11) 3315-0051 Ter. a dom., 9h/17h. R$ 6. Aposentados, idosos e estudantes com carteirinha pagam R$ 3. Grátis aos sábados para o público em geral. www.cataventocultural.org.br

MUSEU DA CASA BRASILEIRA

  • A Coleção Crespi-Prado exibe porcelanas, móveis, pratarias e pinturas de Fábio Prado, ex-prefeito de São Paulo (1934-1938), e sua mulher, Renata Crespi. A Coleção MCB traz 85 peças de mobiliário brasileiro dos séculos 17 ao 21, como a poltrona Mole (1957), de Sergio Rodrigues (mostras de longa duração).
  • João Galera exibe em “Antes que Acabe” desenhos de casas paulistanas ameaçadas pela especulação imobiliária (a partir de 04/06/16).
  • Jardim Paulistano: av. Brigadeiro Faria Lima, 2.705, tels. (11) 3032-3727 / 2564. Ter. a dom., 10h/18h. R$ 4. Grátis aos domingos. www.mcb.org.br

MUSEU DA ENERGIA DE SÃO PAULO

  • A mostra Tempos de Energia - São Paulo em Transformação explora o desenvolvimento do Estado a partir da evolução da energia elétrica, através de objetos antigos, documentos raros e múltiplos recursos tecnológicos. Com um mapa virtual a exposição traça a evolução urbana, com telas interativas, miniaturas perfeitas de hidrelétricas e sistemas de geração de energia solar e eólica; ferros de passar roupa, enceradeiras, televisores, rádios, secadores de cabelo e dezenas de objetos antigos (a partir de 05/09/14; mostra de longa duração).

MUSEU DA IMIGRAÇÃO | MEMORIAL DO IMIGRANTE

  • A exposição O Caminho das Coisas apresenta resultado do projeto pioneiro “Encontros com o Acervo”, com peças históricas do acervo do museu. A mostra é divida em quatro módulos: “O Objeto” é dedicado a apresentar algumas peças pela comunidade lituana de São Paulo; “As pessoas”, é voltado para etapas do projeto, com fotos do processo de trabalho, de higienização das peças, trechos de entrevistas com representantes do Museu Histórico da Imigração Japonesa do Brasil; “Os caminhos”, terceiro módulo da exposição, visa expor os objetos que foram discutidos nos três encontros realizados; e “Múltiplas histórias”, mostra itens curiosos que ainda não foram pesquisados com profundidade, questionando também a relação com a temática da migração (de 21/05/16, às 11h, a 28/08/16).
  • O museu ocupa parte da antiga Hospedaria do Imigrante, um imponente complexo, construído entre 1886 e 1888 no bairro do Brás, com finalidade de receber e encaminhar ao trabalho os imigrantes trazidos por conta do governo. A Hospedaria foi criada para reunir e preservar a documentação, memória e objetos de imigrantes que vieram para o Brasil em busca de esperança, aventuras, fortuna ou simplesmente fugindo de uma situação difícil nas suas pátrias de origem. Instalado em um dos poucos edifícios centenários da cidade de São Paulo. De 1882 a 1978, passaram por ali pessoas de mais de 60 nacionalidades e etnias, todas devidamente registradas em livros e listagens. Além do trabalho de divulgação destas histórias, há também a recuperação dos carros de madeira (o termo vagão é usado quando se trata de transporte de carga), da antiga São Paulo Railway. Dois deles estão restaurados, sendo um carro de bagagem, correio e chefe de trem, de 1914, e outro de passageiros, 2ª classe, de 1931. O Memorial do Imigrante é responsável pela preservação, estudo e divulgação de importante acervo histórico referente à imigração no Estado de São Paulo nos últimos 120 anos.
  • O museu apresenta um novo plano museológico para a mostra de longa duração Migrar: Experiências, Memórias e Identidades, que explica como o processo migratório é um fenômeno permanente na história do mundo (mostra de longa duração).
  • Mooca: r. Visconde de Parnaíba, 1.316, estação Bresser do Metrô, tel. (11) 2692-1866. Ter. a sáb., 9h/17h; dom., 10h/17h. Quinzenalmente, às sextas-feiras, visitação estendida até as 21h. Ingr.: R$ 6 e R$ 3 (meia-entrada). Grátis aos sábados. www.museudaimigracao.org.br

MUSEU DA PESSOA

  • O Museu Virtual reúne histórias de vida e é aberto à participação gratuita de toda pessoa que queira compartilhar sua biografia.

MUSEU DE ARTE SACRA

  • A mostra Mestres Santeiros Paulistas do Século XVII na Coleção Santa Gertrudes, com curadoria de Maria Inês Lopes Coutinho, é composta por 54 imagens que propõem entender quantos e quais são os artistas que produziram tais esculturas chamadas de “paulistas”, ao longo do século 17. A pesquisa da exposição visa separar as peças de acordo com traços em comum, os quais poderiam identificar e agrupar as esculturas conforme suas origens. As peças pertencem ao colecionador Ladi Biezus (de 20/02/16, às 11h, a 19/06/16).
  • A mostra “Trajetória de Jesus de Nazaré” apresenta 38 obras em argila executadas pelo santeiro Wandecok Cavalcanti com fortes referências tanto da arte popular, quanto da barroca (de 21/05/16 a 31/07/16).
  • Utilizando-se de 20 cenas da trajetória de Jesus, da Anunciação até a Ascensão, o santeiro Wandecok Cavalcanti apresenta esculturas na exposição A Trajetória de Jesus de Nazaré. Exibidas de forma cronológica, o recorte da história exibe 38 obras em argila com fortes referencias tanto a arte popular como barroca. As peças foram confeccionadas com terracota e cinco tipos e tonalidades de argila (marfim, preta, creme, shiro e tabaco) (de 21/05/16, às 11h, a 31/07/16).
  • Localizado no Mosteiro da Luz, fundado e construído em taipa de pilão por Frei Galvão por volta de 1774, o museu é considerado um dos mais importantes monumentos arquitetônicos coloniais paulistas. Seu precioso acervo é composto por mais de 4 mil obras de arte religiosa, entre imaginária sacra, retábulos, altares, oratórios, prataria, objetos, vestimentas litúrgicas e livros raros dos séculos 16 ao 20.
  • No Museu dos Presépios do MAS é exposto um verdadeiro Presépio Napolitano, do século 18, com 1.620 peças, um dos últimos e maiores conjuntos do gênero remanescentes no mundo.
  • A mostra Barro Paulista, com curadoria de Dalton Sala, reúne cerca de 50 obras que intencionam reapresentar a arte colonial paulista do século XVII, a partir do acervo do museu. São expostas imagens em terracota, ou barro cozido, feitas na Capitania de São Vicente (SP), e depois na de São Paulo, tendo como destaques cinco esculturas: São Francisco Xavier, São Francisco de Paula, Nossa Senhora da Purificação, Santo Amaro e São Francisco das Chagas (mostra de longa duração).
  • A exposição Arte Sacra na Ourivesaria traz cerca de 130 peças de acervo, entre joias, relíquias, navetas, gomil e jarras, ostensórios, âmbulas, cálices, penas, cruzes, santos óleos e uma instalação de lampadários, além de outros objetos sacros, que traçam uma leitura dos artesãos de metais nobres na colênia, com acabamento típico das obras européias (mostra de longa duração).
  • Luz: av. Tiradentes, 676, estação Tiradentes do Metrô, tel. (11) 3326-3336. Estacionamento pago à r. Jorge Miranda, 43. Ter. a dom., 9h/17h. R$ 6 e R$ 3 (estudantes). Grátis aos sábados. Pessoas com mais de 60 anos e crianças de até 7 anos têm entrada franca. Visitas monitoradas para escolas públicas são gratuitas. www.museuartesacra.org.br

MUSEU DO FUTEBOL

  • Inaugurado em setembro de 2008, o museu, que está instalado numa área de 6.900m², propõe uma narrativa linear da história do futebol por meio de aparelhos multimídia. São 15 salas temáticas com cerca de 1.400 fotografias, seis horas de vídeos e outras atrações, como um aparelho que mede a velocidade dos chutes dos visitantes.
  • Pacaembu: praça Charles Miller, s/n°, tel. (11) 3664-3848. Ter. a dom., 9h/17h. R$ 6 e R$ 3 (estudantes e pessoas com mais de 60 anos). Grátis para crianças de até 7 anos. www.museudofutebol.org.br

MUSEU DO THEATRO MUNICIPAL

  • Descendo as escadarias ao lado do Theatro, embaixo do Viaduto do Chá, fica este pequeno museu, que existe desde 1983 e foi instalado nos baixos do viaduto em 1995. Ele esteve em reforma entre junho de 2005 e o final de 2006, período em que atendeu apenas aos pesquisadores. A exposição de longa duração Theatro Municipal Ícone e Memória reabriu o espaço em dezembro de 2006. Nela, a história do teatro mais importante da cidade, aberto em 1911, é contada por meio de vídeo, painéis, fotografias, cartazes, vestidos de cantoras de ópera, um órgão, coleção de postais, maquetes cenográficas e muitos textos ilustrados. O local ainda serve para pesquisas mais aprofundadas.

MUSEU FLORESTAL OCTÁVIO VECCHI

  • O espaço fica no Horto Florestal (Parque Estadual Albert Löefgren), que ocupa uma área de 174 alqueires e é localizado ao lado do Parque Estadual da Cantareira. O Museu Florestal Octávio Vecchi (Museu da Madeira) foi inaugurado em 1931 e possui o maior acervo de madeiras da América Latina. As amostras de madeira têm entalhes que reproduzem as folhas e frutos das espécies das quais foram extraídas.
  • Horto Florestal: r. do Horto, 931, tel. (11) 2231-8049. Ter. a sex., 9h/12h e 13h30/16h30; dom., 10h/15h30. http://museuflorestal.blogspot.com

MUSEU HISTÓRICO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA NO BRASIL

  • Fundado em 18 de junho de 1978, o Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil, da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social, possui o maior acervo sobre a imigração japonesa no Brasil, composto por de 97 mil itens pertencentes aos imigrantes japoneses, tais como documentos diversos, fotos, jornais, microfilmes, livros, revistas, filmes, vídeos, discos LP, quadros de pinturas, utensílios domésticos e de trabalho e quimonos.
  • Liberdade: r. São Joaquim, 381, tel. (11) 3209-5465 / 3208-1755 , ramal 117. Ter. a dom., 13h30/17h30. R$ 6 (inteira). Estudantes com carteirinha e crianças até 11 anos pagam meia. Menores de cinco anos e idosos acima de 65 anos têm entrada franca. www.museubunkyo.org.br

MUSEU LASAR SEGALL

  • A fotógrafa e ativista política de origem prussiana Germaine Krull (1897-1985) é revista nas 64 pranchas da série fotográfica “Métal”, publicada em 1928, reeditada em Paris em 2003, e vista anteriormente no Museu Jeu de Paume, em Paris (de 02/04/16, às 17h, a 30/05/16).
  • A nona edição do projeto “Intervenções” apresenta obra de Macaparana no jardim do museu (de 02/04/16 a 30/05/16).
  • O museu preserva acervo e documentos referentes a Lasar Segall (1891-1957), artista lituano que se fixou no Brasil.
  • Idas e Vindas – Segall e o Brasil faz panorama sobre a produção de Lasar Segall (1891-1957) com enfoque na sua fase brasileira. Destaque para o painel “Emigração” (longa duração).
  • Vila Mariana: r. Berta, 111, tel. (11) 2159-0400. Diariamente, 11h/19h. Fecha às terças-feiras. www.museusegall.org.br

MUSEU PAULISTA (DO IPIRANGA)

  • Aberto em 1895, o museu é o mais antigo da cidade. Conserva em acervo a tela “Independência ou Morte”, pintada em 1888 por Pedro Américo, que se encontra no Salão Nobre. A escultura de D. Pedro I, situada no nicho central da escadaria, foi feita por Rodolfo Bernardelli. A instituição exibe ainda móveis, louças, armas e utensílios domésticos, fotografias e pinturas históricas.
  • O museu se encontra fechado para reforma por tempo indeterminado. A expectativa é que reabra só em 2022.
  • Ipiranga: Parque da Independência, s/nº, tel. (11) 2065-8000. www.mp.usp.br

OFICINA CULTURAL OSWALD DE ANDRADE

  • “Documento Vivo” é uma instalação construída coletivamente a partir do laboratório coordenado pelo artista italiano Manuel Vason e oferecido a artistas-performers, que teve a fotografia como eixo principal. Participam Julieta Bacchin, Luca Oliva, Jorge Feitosa, Mariane Custodio, Marcela Antunes e Gislaine Costa (de 05/05/16, às 19h, a 06/07/16).
  • O gesto performativo de Lenora de Barros e o processo de criação da artista norteiam a exposição “issoéossodisso”, uma parceria entre o Paço das Artes com a Oswald. A mostra é composta por de 20 obras incluindo um vídeo inédito, que dá nome à exposição. Na abertura ocorre a performance “Pregação”. Curadoria de Priscila Arantes (de 30/04/16, às 15h, a 30/07/16).
  • A Oficina Oswald de Andrade foi inaugurada em 1986 e está instalada em um edifício histórico do bairro do Bom Retiro, construído em 1905 para abrigar a Escola Livre de Farmácia. O espaço oferece gratuitamente cursos, oficinas e workshops em áreas como artes plásticas, ação e gestão cultural, cinema, dança, design, fotografia, história em quadrinhos, literatura, música, rádio, teatro e vídeo, entre outras.
  • Bom Retiro: r. Três Rios, 363, próximo à estação Tiradentes do Metrô, tels. (11) 3222-2662 / 3221-4704. Seg. a sex., 9h/22h; sáb., 13h/21h. www.oficinasculturais.org.br

OFICINA DA PALAVRA CASA MÁRIO DE ANDRADE

  • A casa reabre com a mostra permanente Morada do Coração Perdido, que ocupa quatro salas.
  • Barra Funda: r. Lopes Chaves, 546, tel. (11) 3666-5803 / 3826-4085. Seg. a sex., 13h/22h; sáb., 10h/14h. e-mail: casamariodeandrade@oficinasculturais.org.br

OFICINAS CULTURAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO

  • A Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo mantém sete oficinas na capital paulista e outras 12 no interior e litoral do Estado (Araraquara, Bauru, Campinas, Iguape, Limeira, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São Carlos, São João da Boa Vista e Sorocaba).
  • Endereços das oficinas da capital: # Bom Retiro: r. Três Rios, 363, tels. (11) 3221-5558 / 3222-2662. Seg. a sex., 9h/22h; sáb., 10h/18h. # Barra Funda: Oficina da Palavra Casa Mário de Andrade, r. Lopes Chaves, 546, tels. 3666-5803 e 3826-4085. Seg a sex., 13h/22h. # Brás: Oficina Amácio Mazzaropi, av. Rangel Pestana, 2.401, tels. 6292-7071 e 6292-7711. Seg a sex., 13h/22h; sáb., 10h/18h; dom., 13h/17h. # Brás: Oficina Terceira Idade, av. Rangel Pestana, 2.401, tel. 6096-2635. Seg a sex., 8h/17h; sáb., 10h/18h; dom., 10h/14h. # Itaquera: Oficina Alfredo Volpi, r. Victorio Santim, 206, tel. 6205-5180. Seg a sex., 13h/22h; sáb., 10h/18h; dom., 14h/18h. # São Miguel Paulista: Oficina Luiz Gonzaga, r. Amadeu Gamberine, 259, tel. 6956-2449. Seg a sex., 14h/22h; sáb., 14h/18h; dom., 10h/14h. # Vila Brasilândia: Oficina Maestro Juan Serrano, r. Joaquim Pimentel, 200, tel. 3994-3362. Seg. a sex., 8h/18h. # Mais informações: www.assaoc.org.br | www.oficinasculturais.org.br

PALÁCIO DO HORTO

  • O antigo Palácio de Verão do Governo de São Paulo fica no Horto Florestal, no Parque Estadual da Cantareira, em uma edificação da década de 1930. Mantém em acervo obras de Collete Pujol, Margaret Mee, Rugendas, Mário Gruber, Antonio Henrique do Amaral, Oscar Pereira da Silva, Milton Dacosta, J. Barbosa Rodrigues e outros.

PALÁCIO DOS BANDEIRANTES

  • O Palácio dos Bandeirantes, sede do Governo do Estado de São Paulo, abriga vasto acervo com obras de artistas que marcaram a história do Estado. Pelos corredores, salões e jardins, o visitante encontra telas de Candido Portinari, Manabu Mabe e Tomie Ohtake; esculturas de Chico Stockinger e Felícia Leiner; gravuras de Lívio Abramo e Tarsila do Amaral; além de porcelana e mobiliário dos séculos passados.
  • A coleção do Palácio exibe um novo percurso de visitação que narra a trajetória cultural e política do Estado de São Paulo. No térreo, uma breve história do Estado, do Palácio dos Bandeirantes e de sua coleção de arte. Na entrada principal, obras de Henrique Bernardelli, Candido Portinari e Giovanni Oppido homenageiam os bandeirantes. O Hall Nobre trata da expansão de São Paulo, com o painel de Antonio Henrique Amaral, e aborda a origem rural desse crescimento, com as obras de Djanira e Clóvis Graciano. No primeiro andar, retratos de 30 ex-governantes de São Paulo são expostos no Mezanino, promovendo uma leitura histórica e estética do retrato. No Salão dos Conselhos, 100 pinturas de José Cláudio da Silva narram a viagem da comitiva científica de Paulo Vanzolini ao rio Madeira, na região amazônica. Rumo ao Salão dos Pratos, encontram-se relevantes obras de arte moderna brasileira. A visita é finalizada com a exposição de pinturas, móveis e objetos da Fundação Crespi Prado e da Pinacoteca do Estado de São Paulo, atualmente em comodato com o Acervo Artístico-Cultural dos Palácios (longa duração).
  • Morumbi: av. Morumbi, 4.500, portão 2. Ter. a dom., 10h/17h. Para visitas individuais, não é necessário agendar. Todas as visitas são acompanhadas por monitores. Para grupos, de no máximo 20 pessoas, é necessário agendamento prévio pelo site www.acervo.sp.gov.br . Agendamento também de seg. a sex., 9h/17h, pelo tel. (11) 2193-8282. www.saopaulo.sp.gov.br

PAVILHÃO DAS CULTURAS BRASILEIRAS

  • O prédio de 11 mil m² com arquitetura de Oscar Niemeyer, ao lado da Fundação Bienal, Oca, do MAM e do Museu Afro-Brasil, passa a ser ocupado com o imenso acervo do antigo Museu do Folclore, criado por Rossini Tavares de Lima, da Missão de Pesquisas Folclóricas, organizada por Mário de Andrade, e obras adquiridas recentemente pela Prefeitura.
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 10, Pavilhão Engenheiro Armando Arruda Pereira, tel. (11) 5083-0199. Ter. a dom., 9h/18h (entrada até às 17h). www.culturasbrasileiras.sp.gov.br

PINACOTECA DO ESTADO DE SÃO PAULO

  • Paisagem nas Américas: Pinturas da Terra do Fogo ao Ártico examina a pintura de paisagem desde as primeiras décadas do século XIX até o início do século XX. Em parceria entre a Pinacoteca, a Art Gallery of Ontario e a Terra Foundation for American Art (Chicago, EUA), a mostra reúne obras de grandes artistas do continente americano, como os brasileiros Tarsila do Amaral e Pedro Américo, os americanos Frederic Church e Georgia O’Keeffe, os mexicanos José Maria Velasco e Gerardo Murillo, o Dr. Atl, além dos canadenses Lawrren Harris e David Milne, do venezuelano Armando Reverón, do uruguaio Pedro Figari, entre outros. Nos dias 23 e 24/05/16, a mostra conta com um simpósio internacional. A programação completa dele pode ser conferida na seção Curtas deste Mapa das Artes (exposição de 27/02/16, às 11h, a 29/05/16).
  • "Tiamm Schuoomm Cash!" é instalação inédita do gaúcho José Spaniol, a qual faz referência a uma onda e foi desenvolvida a partir da observação do mar. O trabalho, exibido no octógono do museu, foi construído com dois barcos de madeira, medindo 6m de comprimento cada, elevados a 10m de altura, sustentados por escoras de bambu. Em 14/05/16, das 11h às 13h, ocorre uma mesa-redonda com Spaniol, o curador Ivo Mesquita e o artista Marco Gianotti, com mediação de Tadeu Chiarelli, diretor artístico da Pinacoteca (exposição de 19/03/16, às 11h, a 29/05/16).
  • A exposição “João Turin, escultor” destaca a trajetória através de cerca de cem obras do artista paranaense João Turin (1848-1949), um dos criadores e principal representante do Paranismo, movimento estético surgido em Curitiba na década de 1920. Entre as obras estão esculturas em bronze, 35 desenhos, manuscritos e fotografias, e destaque para “Pietá", feita em 1917, para a Igreja de Saint Martin, em Condé-sur-Noireau, na Normandia (França), que resistiu ao bombardeio da Segunda Guerra Mundial na região. Curadoria de José Roberto Teixeira Leite (de 02/04/16, às 11h, a 06/06/16).
  • O paulistano Marcelo Zocchio exibe 25 obras recentes na mostra "Marcelo Zocchio e a Imagem Materializada", como séries fotográficas, objetos e registros de intervenções. A mostra destaca a discussão do estatuto da fotografia, ora explorando a passagem para a tridimensionalidade, ora pondo em xeque o efeito de veracidade e registro. Em 20/05/16, às 20h, ocorre mesa-redonda com o artista, e os curadores Felipe Chaimovich e Heloisa Espada (de 19/03/16, às 11h, a 06/06/16).
  • Helga de Alvear apresenta cerca de 120 obras pertencentes à Fundación Helga de Alvear, uma das mais importantes coleções de arte da Europa, sediada em Cáceres, na Espanha. A mostra reúne pinturas, esculturas, vídeos, instalações, desenhos e gravuras de quase 70 artistas como Wassily Kandinsky, Marcel Duchamp, Gerhard Richter, Bruce Nauman, Cindy Sherman, Francis Alÿs, Marcel Dzama, Jac Leirner, Iran do Espírito Santo e José Damasceno (de 25/06/16 ac).
  • Coleções em Diálogo: Museu Paulista e Pinacoteca de São Paulo remete à origem comum de ambas as instituições, já que a Pinacoteca nasceu da transferência em 1905 de 20 obras reunidas pelo Estado de São Paulo no Museu Paulista (Museu do Ipiranga), inaugurado em 1895. A mostra possibilita também ao público ver ou rever importantes peças do Museu Paulista, que atualmente está fechado à visitação, por conta dos trabalhos de restauro e modernização do edifício-monumento. A mostra reúne cerca de 50 obras (pinturas, desenhos, fotografias e objetos) assinadas por artistas como Antônio Parreiras, Benedito Calixto, Adrien van Emelen, Oscar Pereira da Silva, João Baptista da Costa, Antônio Ferrigno, Henrique Bernardelli e Rodolfo Amoedo. Curadoria de Valéria Piccoli e Fernanda Pitta (de 25/01/16, às 11h, a 29/01/17).
  • O museu apresenta a mostra permanente Galeria Tátil de Esculturas Brasileiras, com 12 obras selecionadas para que visitantes com deficiências visuais possam tocá-las e receber informações por meio de etiquetas em Braille, além de áudio-guia.
  • Arte no Brasil - Uma História na Pinacoteca de São Paulo traz cerca de 500 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos, gravuras e fotografias, e faz um panorama da arte brasileira do período colonial aos anos 1930. São obras de Debret, Taunay, Facchinetti, Almeida Junior, Rodolfo e Henrique Bernardelli, Belmiro de Almeida, Pedro Weingärtner, Candido Portinari e outros (mostra de longa duração).
  • O acervo da Pinacoteca conta com cerca de 8 mil obras, formando um amplo panorama das artes visuais produzidas no Brasil da segunda metade do século 19 até os dias de hoje.
  • Luz: Praça da Luz, 2, tel. (11) 3324-1000. Qua. a seg., 10h/17h30 (com permanência até as 18h). Ingr.: R$ 6. O ingresso dá direito a visitação à Pinacoteca do Estado e à Estação Pinacoteca. Professores da rede pública (com direito a quatro acompanhantes), alunos da rede pública (em visita com a escola), funcionários de órgãos públicos e de outros museus, pessoas com mais de 60 anos e crianças com até 10 anos não pagam ingresso. Estudantes e professores da rede privada têm 50% de desconto. Grátis aos sábados. www.pinacoteca.org.br

SÍTIO DA RESSACA

  • A exposição Luiz Gama - Poeta, republicano e abolucionista narra a história de Luiz Gama (1830 -1882) e seu trabalho na causa abolicionista vivenciada em São Paulo na segunda metade do século 19. Curadoria de Maria Luiza Ferreira da Oliveira (a partir 19/06/14, às 11h; mostra de longa duração).

SOLAR DA MARQUESA DE SANTOS

  • Yolanda Penteado, a Dama das Artes de São Paulo exibe a trajetória da aristocrata e fomentadora cultural Yolanda Penteado (1903-1983), casada com Ciccillo Matarazzo, que contribuiu para a criação do Masp e da Bienal (até 10/12/2018).
  • Localizado ao lado do Pateo do Collegio, o imóvel pertenceu à Domitila de Castro Canto e Melo (1797-1867), a Marquesa de Santos, entre 1834 e 1867. Conhecido também como o Palacete do Carmo, o espaço ficou famoso pelas festas e eventos decorrentes na época e considerada uma das residências mais aristocráticas de São Paulo. Após este período o imóvel foi submetido a diversas reformas que alteraram sua estrutura original, que apenas em 1975 foi tombado e serviu de sede da Secretaria Municipal de Cultura. Desde uma reforma em 1991, o Solar da Marquesa de Santos abriga exposições e atividades museológicas, além da sede do Museu da Cidade de São Paulo.
  • Centro: r. Roberto Simonsen, 136-B, Páteo do Colégio, tel. (11) 3241-4238 e 3105-6118 . Ter. a dom., 9h/17h. www.museudacidade.sp.gov.br

VILA ITORORÓ

  • O canteiro de obras de restauração da Vila Itororó, patrimônio histórico no bairro Bela Vista (Bixiga), é o mais novo centro cultural da cidade, chamado de Canteiro Aberto. Um galpão anexo à vila histórica recebe atividades culturais como oficinas, palestras e exposições. As casas que integram a vila têm visitas guiadas. Toda a programação é gratuita.
  • A Vila Itororó, construída em 1922, com 7 mil m², é um dos últimos exemplares remanescentes de um tipo de construção típico de bairros operários. As casas que integram a vila carregam diversos fragmentos da história local, em especial peças resgatadas da demolição do Teatro São José, que funcionou de 1903 até 1923 na frente do Teatro Municipal. A restauração foi iniciada em 2014.
  • Bela Vista: r. Pedroso, 238, próximo à estação São Joaquim do Metrô. Abertura do galpão: qua. e sex., 11h/17h; qui., 11h/20h. Visitas ao canteiro de obras da restauração: Qua., qui. e sex., às 16h. Abertura extra do galpão com visitas e oficinas: a partir de maio, todo último final de semana do mês. www.vilaitororo.org.br