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BECO DO PINTO

  • O Beco é uma passagem antiga que serviu para o trânsito de pessoas e animais na São Paulo colonial entre o largo da Sé à várzea do rio Tamanduateí. O portal foi fechado em 1821 pelo primeiro proprietário, o Brigadeiro José Joaquim Pinto de Moraes Leme, e reaberto em 1826 como Beco do Colégio. Após a abertura da ladeira do Carmo em 1912, atual av. Rangel Pestana, a passagem foi desativada. Após restauro na década de 1990, o beco passou a integrar o circuito cultural da cidade, entre o Solar da Marquesa de Santos e a Casa da Imagem , e constitui um conjunto significativo arquitetônico, histórico e cultural, que integra o Museu da Cidade de São Paulo.

BIBLIOTECA BRASILIANA GUITA E JOSÉ MINDLIN

  • Uma Vida Entre Livros é mostra permanente que exibe imagens, textos e vídeos sobre a vida do casal Mindlin, a formação e a construção da biblioteca (mostra de longa duração).
  • A biblioteca inaugurada em março de 2013 reúne acervo doado pela família Mindlin à USP (Universidade de São Paulo). São, sobretudo, publicações reunidas ao longo de 80 anos pelo bibliófilo José Mindlin (1914-2010) e sua esposa Guita (1916-2006), considerado o maior acervo particular de livros do Brasil. O espaço conta com cerca de 17 mil títulos (40 mil volumes). A biblioteca possui ainda a maior coleção de matrizes de gravuras em metal e em madeira de arte brasileira, de artistas como Goeldi, Djanira, Darel, Renina Katz e Evandro Carlos Jardim. Tem também livros impressos a mão, em pequena tiragem, de Miró, Derain, Chagall e de vários artistas brasileiros. Na coleção de gravuras há obras de Mário Gruber, Samico, Lívio Abramo, Regina Silveira, Alex Flemming e outros.
  • Cidade Universitária: av. Prof. Luciano Gualberto, 78, tel. (11) 3091-1154. Pesquisa: seg. a sex., 13h/17h. Administração: seg. a sex., 8h/17h. www.brasiliana.usp.br

BIBLIOTECA MARIO DE ANDRADE

  • “Limbo” é resultado de processo de resgate das obras do artista José Rufino, que apresenta o que chama de pré-obras ou proto-obras , com esboços, maquetes, desenhos da infância e juventude, além de resquícios de poesias concreta e visual e pela arte-postal - camadas de processos de criação entre 1970 a 2018, que inclui também obras recentes (de 01/09/18 a 18/11/18).
  • A coleção de publicações de arte da biblioteca está localizada na Sala Sergio Milliet, criada em 1945, que dispõe de mais de 27 mil volumes de livros, 10 mil de periódicos e três mil outros documentos (catálogos, cartazes e reproduções). Parte do acervo de livros pode ser pesquisada no catálogo online, disponível em http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/. O acervo total da biblioteca é de cerca 3,3 milhões de itens.

BIBLIOTECA TEMÁTICA DE CULTURA POPULAR BELMONTE

  • A biblioteca conta com a exposição permanente Visagens - Visões Comuns, Visões Sublimes, formada por retratos feitos por Ernesto Bonato em xilogravura de pessoas que circulam pelos arredores da biblioteca. O trabalho levou nove meses para ser concluído.
  • Santo Amaro: r. Paulo Eiró, 525, estação Largo Treze do Metrô, tel. (11) 5687-0408. Seg. a sáb., 9h/17h. www.bibliotecas.sp.gov.br

CAPELA DO MORUMBI

  • Marcius Galan exibe a instalação "Mará-Obi", formada por lanças, grades e cercas presentes na cidade contemporânea, que se espalham pelo espaço. A obra é inspirada em um dos possíveis significados que origina a palavra “Morumbi”, do tupi, como lugar de lutas, peleja oculta, cilada. A mostra faz parte do projeto curatorial “Morumbi, Caxingui, Butantã” de Douglas de Freitas, que aborda questões históricas e reflexões sobre São Paulo, e ocorre simultaneamente na Casa Sertanista e na Casa Bandeirante (de 01/09/18, às 11h, a 10/03/19).
  • Construída em 1949 pelo arquiteto Gregori Warchavchik (1896-1972) sobre ruínas em taipa de pilão de uma capela construída por escravos no século 19, abriga exposições que estabelecem relação de aproximação entre a arte contemporânea e o patrimônio histórico, consolidando-se como espaço para instalações site specific na cidade.

CASA DA IMAGEM

  • Equações da Metrópole é composta por 124 obras do acervo fotográfico do Museu da Cidade de São Paulo e dois filmes de Benedito Junqueira Duarte, que tratam sobre a transformação da vila colonial na atual metrópole. A mostra aborda um período de 140 anos (entre 1862 e 2002), com obras dos fotógrafos Aurélio Becherini, Aristodemo Becherini, Benedito Junqueira Duarte, Carlos Moreira, Chico Vizzoni (Estúdio Vizzoni), Cláudia Alcóver, Cristiano Mascaro, Edison Pacheco de Aquino, Gabriel Zelaui, German Lorca, Guilherme Gaensly, Israel dos Santos Marques, Ivo Justino, Miguel D’Angelo e Hugo Farlay, Marc Ferrez, Michael Robert Alves Lima, Militão Augusto de Azevedo, Sérgio Jorge e Valério Vieira (de 28/04/18, das 11h às 14h, a 13/12/18).
  • A instituição foi criada para ser a sede do Acervo Iconográfico da Cidade de São Paulo e promover sua preservação, pesquisa e difusão, além de desenvolver ações voltadas à memória da imagem documental da cidade. A coleção de 710 mil fotografias passou por detalhada intervenção de conservação preventiva e agora se encontra em uma reserva técnica especialmente projetada para sua tipologia, seguindo padrão internacional. Cerca de 130 mil destas imagens foram digitalizadas e, juntamente com suas informações catalográficas, estão disponíveis no banco de dados, possibilitando o gerenciamento da coleção e o resgate de informações.

CASA DAS ROSAS

  • A casa projetada na década de 1930 por Ramos de Azevedo é uma das poucas construções do período restantes na avenida Paulista. Ela foi tombada pelo Condephaat em 1985 e restaurada de 1986 a 1991. A mansão recebeu o nome de Casa das Rosas - Galeria Estadual de Arte em 1991, tornando-se um espaço para mostras temporárias de obras do acervo artístico do Estado. Em março de 2003, foi fechada para reformas. Em dezembro de 2004, foi reinaugurada com a designação de Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura. Em 2007, ela passou novamente por reformas. O espaço mantém uma exposição permanente de alguns móveis e obras do acervo do poeta Haroldo de Campos (1929-2003), selecionadas periodicamente por poetas, escritores e especialistas em poesia e literatura. O espaço oferece visitas monitoradas previamente agendadas a escolas e grupos de no mínimo cinco pessoas.
  • Casa das Rosas: Arquitetura da Memória apresenta a a história do imóvel, sua preservação e utilização através de documentos, fotografias e objetos e publicações sobre algumas das atividades realizadas na Casa enquanto era privada e como instituição pública (a partir de 18/09/18).
  • Cerqueira César: av. Paulista, 37, estação Brigadeiro do Metrô, tels. (11) 3285-6986 e 3288-9447. Ter. a sáb., 10h/22h; dom., 10h/18h. www.casadasrosas.org.br

CASA DE DONA YAYÁ

  • O espaço é sede do Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo (CPC-USP).
  • Bela Vista: r. Major Diogo, 353, tel. (11) 3106-3562. Seg. a sex., 9h/17h; dom., 10h/15h. www.usp.br/cpc

CASA DO BANDEIRANTE

  • Em “Reintegração de Posse”, Matheus Rocha Pitta ocupa o centro do espaço com sólidos de taipa de pilão, mesma técnica usada na construção da Casa. Os blocos de taipa são modelados a partir do volume de móveis e eletrodomésticos, que agora estão acorrentados ao redor dos elementos de terra – que é um paradoxo à própria memória desses elementos que ocupavam anteriormente. A exposição faz parte do projeto curatorial “Morumbi, Caxingui, Butantã” de Douglas de Freitas, que aborda questões históricas e reflexões sobre São Paulo, e ocorre simultaneamente na Capela do Morumbi e na Casa Sertanista (de 01/09/18, às 16h, a 10/03/19).

CASA DO GRITO

  • A casa foi motivo de pesquisas a respeito do valor histórico e cultural, pela associação do imóvel ao quadro de Pedro Américo, intitulado “Independência ou Morte” (1888), onde é retratada uma casa com características semelhantes. O casebre de taipa de sopapo ou pau-a-pique é datado de 1844 e constou como moradia para diversas famílias até 1911, quando foi comprada pela família Tavares de Oliveira que permaneceu até 1936. Em 1955 foi lançada uma campanha de revitalização e restauro para visitação pública com a intenção de reaproximá-la da casa presente na pintura de Pedro Américo. No final da década de 1970, as críticas sobre as concepções museológicas implicaram na desmontagem do cenário. Em1981 a casa passou por restauro e pesquisas arqueológicas, que procurou corrigir os excessos das intervenções anteriormente realizadas. Em 2007 passou por uma nova etapa de restauro e conservação e foi reinaugurada em 2008.
  • Da Independência ao Grito: História de uma Casa de Pau a Pique, com curadoria de Margarida Andreatta (arqueóloga do Museu Paulista), revela aspectos da casa histórica do Parque da Independência por meio de imagens, desenhos e fragmentos do cotidiano.

CASA DO SERTANISTA

  • Cinthia Marcelle apresenta a exposição “Família em Desordem”, que reage ao espelhamento arquitetônico da Casa com outra imagem, só que entre a ordem e o caos. Cada espaço possui uma quantidade e variedade idênticas de materiais, tanto naturais como industriais, incluindo pedra, tijolo, giz e terra, e a artista trabalha coletivamente com artistas e profissionais do educativo para desestabilizar e potencialmente destruir ou reconstruir uma das estruturas. Participam Aline Tosto, Bruna Braza, Bruno Augusto Faria, Bruno Augusto Ramos, Rafael Freire e Willieny Cruz. A exposição faz parte do projeto curatorial “Morumbi, Caxingui, Butantã” de Douglas de Freitas, que aborda questões históricas e reflexões sobre São Paulo, e ocorre simultaneamente na Capela do Morumbi e na Casa Bandeirante (de 01/09/18, às 14h, a 10/03/19).
  • A construção da Casa do Caxingui remonta a meados do século 17. Sua arquitetura em três lanços, telhado de quatro águas e paredes em taipa de pilão é característica das casas bandeiristas. A casa foi doada à municipalidade em 1958. Em 1970 foi instalado o Museu do Sertanista, voltado essencialmente para a cultura indígena. Até 1987, realizaram-se várias exposições e mostras com o acervo indígena que lá ficava. Em 1989, por meio de um decreto de permissão de uso, a casa histórica passou a abrigar o Núcleo de Cultura Indígena da União das Nações Indígenas e a Embaixada dos Povos da Floresta. Com a saída do Núcleo de Cultura Indígena em 1993, a casa passou por novas obras de conservação e restauro, sendo ocupada pelo Museu do Folclore “Rossini Tavares de Lima” de 2000 até 2007. Após reformas, foi reinaugurada em 2013 como uma das casas históricas do Museu da Cidade de São Paulo.

CASA DO TATUAPÉ

  • O Coletivo Branco realiza o work in progress “Ato Continuo”. Adriana Rocha, Ana Michaelis, Celso Orsini, Cris Rocha, Patricia Furlong e Reynaldo Candia montaram seus ateliês no local até a concretização da exposição (de 25/08/18 a 16/12/18).
  • Construída em taipa de pilão, a Casa do Tatuapé é a casa bandeirista mais antiga da cidade. Estima-se que sua construção tenha ocorrido entre 1668 e 1698, por Mathias Rodrigues da Silva, administrador das terras do Padre Matheus Nunes, que era dono de propriedades na região. Suas paredes de taipa possuem até 60cm de espessura. A casa possui planta retangular e cobertura em duas águas. Aberta ao público em 1981, faz parte do Patrimônio Histórico da cidade.

CASA GUILHERME DE ALMEIDA

  • Primeira casa-museu biográfica de São Paulo, a Casa Guilherme de Almeida foi reaberta em dezembro de 2010, após ficar fechada por quatro anos. O espaço, que passou por uma reestruturação, apresenta a sala de leitura, a máquina de escrever e a cama em que dormia e onde foi encontrado morto o poeta, escritor e jornalista Guilherme de Almeida (1890-1969). Também são mostrados retratos e esculturas de artistas como Brecheret, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Lasar Segall. Há ainda uma biblioteca com mais de 5 mil títulos.

CASA MÁRIO DE ANDRADE

  • A exposição Mário de Andrade: uma Missão de Vida ou Morte reúne documentos da expedição, instrumentos musicais e objetos etnográficos, além de homenagem aos participantes da missão, como Luiz Saia, Martin Braunwieser, Benedicto Pacheco, Antônio Ladeira e Oneyda Alvarenga. Ocorrem também palestras, apresentações musicais e cursos gratuitos durante o período da exposição. Entre 16/08 e 27/09, às quintas-feiras, 19h às 21h, o grupo Boi da Garoa ocupa o galpão com música, poesia, dança e teatro, baseado na tradição criada e mantida pelos cortadores de cana da Zona da Mata Norte de Pernambuco. Em 25/08, 16h às 8h, Palestra “Na Pancada do Ganzá: um projeto de Mário de Andrade”. Em 01/09, 15h às 17h, é exibido o material audiovisual e fotográfico produzido pela expedição chefiada por Mário; seguido de da palestra “Fotos e Filmes da Missão de Pesquisas Folclóricas: imagens pioneiras da cultura popular brasileira”, conduzida por Paulo Dias, pesquisador e diretor do grupo Cachuera. Das 17h às 18h, apresentação do Grupo Cambaiá de Moçambique de Bastão. Em 13/9, das 19h às 21h, apresentação do Grupo Boi da Garoa. Em 15/9, 15h às 17h, palestra Missão de Pesquisas Folclóricas – cadernetas de campo; das 17h às 18h, apresentação Na Passada do Ganzá. Em 22/09, 16h às 18h, ocorre o show “O Samba de Bumbo e as Origens do Samba Paulista” do grupo Quilombo Sambaqui Samba de Bumbo que homenageia o samba rural paulista (de 30/08/18 a 11/11/18).
  • A casa reabre com a mostra permanente Morada do Coração Perdido, que ocupa quatro salas.
  • Barra Funda: r. Lopes Chaves, 546, tel. (11) 3666-5803 / 3826-4085. Ter. a sáb., 10h/18h. e-mail: casamariodeandrade@oficinasculturais.org.br

CASA MODERNISTA

  • A primeira casa modernista do país, projetada por Gregori Warchavchik, inaugurada em 1928, passou por um apurado restauro e voltou ao circuito expositivo da cidade.

CEMITÉRIO DA CONSOLAÇÃO

  • A mais antiga necrópole da cidade foi inaugurada em 15 de agosto de 1858 com o objetivo de evitar epidemias ao substituir o hábito de sepultar os mortos no interior das igrejas. Um dos sinais da prosperidade da burguesia paulistana nos séculos 19 e 20 foi decorar os jazigos de seus familiares com esculturas de Victor Brecheret, Bruno Giorgi, Rodolfo Bernardelli, Celso Antônio de Menezes, Francisco Leopoldo e Silva, Amadeu Zani e outros. O portão monumental e a capela do cemitério são projetos do arquiteto Ramos de Azevedo. O cemitério guarda os túmulos de Maria Domitila de Castro Canto e Melo (marquesa de Santos), dona Olívia Guedes Penteado, Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Monteiro Lobato, Antônio de Alcântara Machado, Eduardo da Silva Prado, Campos Sales, Washington Luis, Ademar de Barros, Ramos de Azevedo, Antoninho da Rocha Marmo, Mario Zan, Ruth Cardoso e outros. Um dos destaques do cemitério é o colossal mausoléu da família Matarazzo, com 25m de altura e ornamentado por um conjunto escultórico em bronze do escultor italiano Brizzolara.
  • Cerqueira César: r. da Consolação, 1.660, tels. (11) 3396-3815 / 3833. Diariamente, 7h/18h. Visitas monitoradas do projeto Arte Tumular: 8h/15h.

CENTRO CULTURAL DO LICEU DE ARTES E OFÍCIOS | CCLAO

  • A exposição Design Brasil Século XXI evidencia a produção contemporânea que tem a sustentabilidade como essência. Os projetos, do núcleo O Hoje, apresentam soluções que visam reduzir os impactos ambientais nas diversas etapas do processo, da elaboração ao descarte de produtos e objetos. São expostos cerca de 50 móveis e objetos de nomes, como Irmãos Campana, Marcelo Rosenbaum, Domingos Tótora, Inês Schertel, Baba Vacaro, Zanini de Zanine, Brunno Jahara, entre outros. Curadoria da designer Fernanda Sarmento (de 11/08/18 a 01/12/18).
  • O espaço inaugura com exposições simultâneas divididas em núcleos temáticos. História e Memória apresenta uma linha do tempo da história da instituição e do design brasileiro, entre o período de fundação 1873 a 2018. A mostra, concebida dentro do núcleo O Ontem, apresenta o acervo da instituição com centenas de peças e documentos ligados e a relevância do Liceu enquanto referência pelo ensino técnico profissionalizante. Inclui mobiliário e objetos criados sob o preceito da sustentabilidade, obras de grandes nomes do design brasileiro. Curadoria de Denise Mattar (de 11/08/18 a 11/08/19).
  • O Amanhã é uma série de palestras e oficinas que possibilita o contato direto com os mais importantes nomes nacionais e internacionais da área do design. As discussões e reflexões acerca dos desafios enfrentados pelo setor na contemporaneidade, sempre buscando o desenvolvimento de ideia criativas, funcionais e sustentáveis. A programação inicia em setembro (datas a definir).
  • Luz: r. Cantareira, 1.351. Ter. a sáb., 12h/17h.

CENTRO CULTURAL SÃO PAULO

  • Arte tem Gênero? Mulheres na Coleção de Arte da Cidade de São Paulo destaca a produção feminina no acervo municipal. Integram Ana Maria Tavares, Carmela Gross, Célia Euvaldo, Dora Longo Bahia, Jac Leirner, Lydia Okumura, Lygia Pape, Nazareth Pacheco, Rosana Paulino e outras (até 14/10).
  • Na Rota da Missão: 80 Anos da Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade comemora viagem realizada em 1938 pelo escritor Mário de Andrade e sua equipe pelo Norte e Nordeste. Há registros musicais, fílmicos, fotográficos, instrumentos musicais, objetos de culto, anotações e outros objetos. Curadoria de Maria Adelaide Pontes (até 10/12/18).
  • O CCSP, projetado pelos arquitetos Eurico Prado Lopes (1939-1985) e Luiz Benedito de Castro Telles (1943-2014), foi inaugurado em 1982. Ele promove anualmente uma seleção de artistas para o programa de exposições do local, um dos mais importantes do país. O Arquivo Multimeios contém 900 mil documentos de artes visuais, arquitetura, artes gráficas e outros assuntos. A Biblioteca Alfredo Volpi é uma das mais abrangentes em artes plásticas da cidade.

ESPAÇO DAS ARTES DA ECA-USP

  • O artista Jimson Vilela apresenta em “Narrativa” um conjunto de sete obras, feitas entre 2010 e 2018, que tratam sobre a palavra, a palavra, a linguagem e a gramática em suportes como livros e papéis. Texto crítico do curador Agnaldo Farias (de 10/09/18, das 18h às 20h, a 05/10/18).
  • Cidade Universitária: r. da Praça do Relógio, 160. Seg. a sex., 9h/17h.

ESTAÇÃO PINACOTECA

  • Valeska Soares: Entrementes é mostra monográfica da artista mineira radicada em NY desde o início da década de 1990, que apresenta sua produção desde os anos 1980. Valeska tem a escultura como primeira linguagem e pertence a um grupo de artistas que expandiu as possibilidades da instalação na arte, que, geralmente, recorrem a narrativas ficcionais da literatura para tecer experiências de intimidade, desejo e sensibilidade coletiva. Curadoria de Júlia Rebouças (de 04/08/18, às 11h, a 22/10/18).
  • O Memorial da Resistência de São Paulo apresenta quatro eixos temáticos para visitação pública: “O Edifício e suas Memórias”, “Controle, Repressão e Resistência”, “A Construção da Memória” e “Da Carceragem ao Centro de Referência”.
  • Luz: Largo General Osório, 66, tel. (11) 3335-4990. Qua. a seg., 10h/17h30 (com permanência até as 18h). Ingr.: R$ 6. O ingresso dá direito a visitação à Estação Pinacoteca e à Pinacoteca do Estado. Professores da rede pública (com direito a quatro acompanhantes), alunos da rede pública (em visita com a escola), funcionários de órgãos públicos e de outros museus, pessoas com mais 60 anos e crianças com até 10 anos não pagam ingresso. Estudantes e professores da rede privada têm 50% de desconto. Grátis aos sábados. www.pinacoteca.org.br

FUNDAÇÃO CULTURAL EMA GORDON KLABIN

  • A coleção da empresária e mecenas Ema Gordon Klabin (1907-1994) é mostrada em sua casa, nos ambientes originais. O acervo, que abrange mais de 3 mil anos e reúne 1.500 peças, contempla quase toda a história da civilização ocidental, desde as civilizações grega e etrusca até os grandes mestres europeus. A arte brasileira é representada na coleção por obras de modernistas como Portinari, Di Cavalcanti, Lasar Segall, Tarsila do Amaral e Victor Brecheret.
  • Jardim Europa: r. Portugal, 43. Qua. a dom., 14h/17h. R$ 10 e R$ 5 (aposentados e estudantes). Professores e grupos de estudantes de escolas públicas têm entrada franca. Entrada franca aos sábados e domingos. | www.emaklabin.org.br

FUNDAÇÃO MARIA LUISA E OSCAR AMERICANO

  • A fundação fica em um parque de 75 mil m² e foi criada em 1974 pelo engenheiro Oscar Americano (1908-1974). Aberta ao público em 1980, tem programas educativos na área de meio ambiente e abriga acervo de arte e mostras temporárias. O acervo é composto por três núcleos: Brasil Colônia, Brasil Império e Mestres do Século 20. São 1.500 peças, como pinturas, mobiliário, prataria e louças. Entre os destaques estão uma série de oito pinturas do holandês Frans Post e telas de Candido Portinari e Lasar Segall. O parque, projeto do arquiteto-paisagista Otávio Augusto Teixeira Mendes (1907-1988), tem cerca de 25 mil árvores de diversas espécies da Mata Atlântica, habitadas por diversos tipos de aves. A sede, antiga residência da família Americano, tem projeto de Oswaldo Arthur Bratke (1907-1997).
  • Morumbi: Av. Morumbi, 4.077, tel. (11) 3742-0077. Ter. a dom., 10h/17h30. R$ 10 e R$ 5 (estudantes e pessoas com mais de 60 anos) e grátis para crianças até 6 anos. Entrada franca para o público em geral toda primeira terça-feira de cada mês. www.fundacaooscaramericano.org.br

GALERIA OLIDO

  • Hoje tem Espetáculo exibe seleção de documentos e fotografias de trupes, famílias e artistas circenses pertencentes ao acervo do Centro de Memória do Circo. Expografia de Carla Caffé e curadoria de Verônica Tamaoki (mostra de longa duração).
  • Centro: av. São João, 473, tels. (11) 3331-8399 / 3397-0171. Seg., qua. qui. e sex., 10h/20h; sáb. e dom., 13h/20h. www.galeriaolido.sp.gov.br

IGREJA DAS CHAGAS DO SERÁFICO PAI SÃO FRANCISCO DA VENERÁVEL ORDEM TERCEIRA DE SÃO FRANCISCO DA PENITÊNCIA

  • A igreja foi inaugurada em 1787 e fica anexa ao antigo convento, onde hoje é a Faculdade de Direito da USP. Junto com o Mosteiro de S. Bento e a Igreja do Carmo, é um dos vértices do triângulo do velho centro da cidade, que concentrava o núcleo de São Paulo nos seus primórdios. Sua técnica construtiva é a taipa de pilão com embasamento de pedra. O seu interior encontra-se bem conservado, com vários retábulos laterais em talhas de estilo rococó. A cúpula octogonal ostenta pinturas do século 18. Na Capela de Nossa Senhora da Conceição, abriga o antigo retábulo, executado por Luiz Rodrigues Lisboa entre 1736 e 1740. A exposição permanente de acervo, com obras dos séculos 17 ao 20, além de mostras temporárias.
  • Sé: Largo São Francisco, 173. Igreja: seg. a sex., 9h/17h; sáb., 9h/13h. Visitas agendadas ao acervo e dependências da igreja: qui., às 14h.

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE SÃO PAULO

  • O IHGSP é uma instituição científica e cultural que tem como principais objetivos a pesquisa e a divulgação da história, da geografia e de correlatos, principalmente com respeito à cidade e ao Estado de São Paulo. A instituição realiza mostras permanentes e temporárias. Museu da Revolução de 1932 é um espaço dedicado a resgatar, conservar e disseminar informações sobre esse fato importante da história para as novas gerações. Mostra de acervo sobre o Período Imperial no Brasil.
  • Arqueologia e Contemporaneidade traz trabalhos de três pesquisadores da instituição - Guy Collet, Luiz Caldas Tibiriçá e Heinz Budweg - realizados em expedições por diversas regiões do Brasil.
  • Trilha do Peabiru é exposição permanente sobre o trecho paulista da antiga trilha indígena que, ao tempo do descobrimento, interligava o Estado de São Paulo ao Paraguai. A mostra tem colaboração do cacique Tukumbó Dyeguaká.
  • Praça da Sé: r. Benjamin Constant, 158, 7º andar, tel. (11) 3242-8064. Ter. a sex., 10h/16h. www.ihgsp.org.br. Visitas no período da manhã somente mediante agendamento.

INSTITUTO LINA BO E P. M. BARDI | CASA DE VIDRO

  • “No Jardim de Lina” Claudia Jaguaribe propõe estabelecer um diálogo fotográfico a fim de alcançar uma imersão na obra de Lina Bo Bardi. O trabalho consiste em uma instalação de dois conjuntos de esculturas, com sete imagens em cada conjunto, um livro homônimo à exposição e uma série de três composições, cada uma com duas fotos distintas. A artista utiliza elementos principais da casa como ponto de partida, como as colunas e as janelas de vidro, refeitas e organizadas em uma narrativa visual na qual documentação e ficção se combinassem em um passeio entre o jardim e a casa, evidenciando as mudanças do tempo neste espaço (de 15/09/18, de 11h as 16h, a 27/10/18).
  • Instalado na Casa de Vidro, antiga residência do casal criador do Masp, o instituto tem como objetivo divulgar e promover a cultura e as artes brasileiras no Brasil e no exterior. Projetada por Lina Bo Bardi em 1950, a casa é um marco da arquitetura moderna brasileira. Tombada em 1987 pelo Condephaat, abriga documentos de arquitetura, fotografias, correspondências, entrevistas, escritos, além da coleção de arte popular e objetos de design e artes plásticas dos Bardi.
  • Morumbi: r. General Almério de Moura, 200, tels. (11) 3744-9902 e 3744-9830. As visitas devem ser agendadas. www.institutobardi.com.br

MAC-USP (MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO) | EX-DETRAN

  • O Tridimensional no Acervo do MAC: Uma Antologia é composta por 17 obras que tratam da crise das artes visuais, sobretudo a partir do final da Segunda Guerra, focando no esfacelamento do conceito tradicional da escultura ocorrido nas últimas décadas. Há obras de Frida Baranek, Eduardo Climachauska e Paulo Climachauska, Sérvulo Esmeraldo, Carlos Fajardo, Carmela Gross , Liuba Wolf, Maria Martins, Cildo Meireles, Henry Moore, Ernesto Neto, Gustavo Rezende, Chihiro Shimotani, François Stahly, Sofu Teshigahara, Ângelo Venosa, Franz Weissmann e Haruhiko Yasuda (a partir de 28/01/12; mostra de longa duração).
  • A mostra “Samson Flexor - Traçados e Abstrações” apresenta 35 obras do artista moldávio Samson Flexor (1907-1971), entre desenhos e pinturas, pertencentes ao acervo do museu. A seleção traça aspectos da trajetória do artista, dando ênfase na produção feita entre 1948 e 1960. A transformação plástica desse período busca uma movimentação na estrutura, que constitui nos pensamentos estéticos entre abstrato, construtivo e expressivo. Na abertura ocorre oficina infantil (de 24/01/15, às 11h, a dezembro de 2018).
  • Visões da Arte no Acervo do MAC USP 1900-2000 ocupa dois andares com 140 obras de Modigliani, Picasso, Kandinsky, Miró, Max Bill, Anita Malfatti, Flavio de Carvalho, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti e outros. A mostra recebe a obra Champs de Mars: A Torre Vermelha, (1911/23), do artista francês Robert Delaunay (1885-1941) (mostra de longa duração).
  • A mostra Reserva em Obras apresenta 60 obras do acervo do museu, entre pinturas e esculturas, como Waldemar Cordeiro, Maria Bonomi, Antonio Lizárraga, John Graz, Karl Hartung, Manabu Mabe, Yolanda Mohalyi, Antoni Tápies, Serge Poliakoff, Mary Vieira, Anatol Wladyslaw, entre outros. As obras exibidas não são articuladas por um tema específico, ou por escolhas curatoriais fechadas, mas atestam trabalhos cotidianos de técnicos e docentes para preservação e pesquisa de acervo aberto (a partir de 06/05/17, às 11h, mostra de longa duração).
  • MAC no Século XXI – A Era dos Artistas apresenta cerca de 100 obras que entraram para o acervo recentemente, doadas por galerias, pela iniciativa privada, através de leis de incentivo e pelos artistas. A mostra reflete o trabalho conjunto do curador com o artista, propondo leituras ou percursos conceituais não definidos, que se abrem para a exploração livre e às experiências de cada observador. Participam trabalhos de Luis Martins, Eduardo Kac, Regina Silveira, João Loureiro, Luiz Braga, Iran do Espírito Santo, Sandra Cinto, Lucas Simões, Geórgia Kyriakakys, Hugo Curti, Felipe Cama, Julio Leite, Jonathas de Andrade, Deborah Paiva, Claudio Cretti, Andrea Brown, Vânia Mignone, Marepe e Paulo Whitaker, entre outros. Curadoria de Katia Canton (de 20/05/17, às 11h; mostra de longa duração).
  • Instauração do Moderno reflete sobre o modernismo brasileiro e suas influências internacionais. Participam Maria Martins, Brecheret, Balla, Bérard e Vordemberg-Gildewat e outros (mostra de longa duração).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, 1.301, antigo prédio do Detran, tel. (11) 2648-0254. Ter. a dom., 11h/21h. www.mac.usp.br

MAE (MUSEU DE ARQUEOLOGIA E ETNOLOGIA) | USP

  • O acervo do MAE abriga mais de 100.000 espécimes, com objetos arqueológicos e etnográficos desde a Europa Paleolítica até recentes produções dos povos indígenas. O acervo tem origem das antigas coleções dos setores de Arqueologia e Etnologia do Museu Paulista, do antigo Museu de Arqueologia e Etnologia, do Instituto de Pré-História e do Departamento de Antropologia da USP.
  • Reserva Técnica Visitável: Revelando os Bastidores de um Museu é constituída por artefatos provenientes de diferentes regiões da Amazônia e evidencia importantes formas de ocupação deste território pelas populações indígenas desde períodos remotos. Visitas apenas por agendamento prévio (longa duração).
  • Butantã: av. Professor Almeida Prado, 1.466, Cidade Universitária, tel. (11) 3091-4905. Seg., qua. qui. e sex., 9h/17h. Abre no segundo sábado de cada mês, 10h/16h. www.mae.usp.br

MAM | MUSEU DE ARTE MODERNA

  • A exposição comemorativa MAM 70: MAM e MAC USP reúne obras, artistas e ações pioneiras que marcaram a trajetória da instituição fundada em 1948. A mostra apresenta uma seleção de 103 obras em uma relação entre os dois museus, resultado do trabalho conjunto dos curadores Felipe Chaimovich (MAM SP), Ana Magalhães e Helouise Costa (MAC USP). Participam obras de Paul Gauguin, Joan Miró, Fernand Léger, Jean Arp, até brasileiros modernos e contemporâneos como Alfredo Volpi, Geraldo de Barros, Maureen Bisilliat, Nelson Leirner, Cildo Meireles, Tunga, Anna Bella Geiger, Ana Maria Tavares e Claudia Andujar. A escultura “Aranha”, da francesa Louise Bourgeois volta ao museu após restauração (de 04/09/18 a 16/12/18).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3, tel. (11) 5085-1300. Ter. a dom., 10h/18h. Ingr.: R$ 7,00. Grátis aos sábados para o público em geral. Crianças até 10 anos e adultos com mais de 65 anos não pagam entrada. www.mam.org.br

MASP (MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO)

  • Em parceria com o Instituto Tomie Ohtake, a exposição Histórias Afro-Atlânticas reúne uma ampla seleção de obras de arte e documentos relacionados aos “fluxos e refluxos” (expressão de Pierre Verger) entre a África, as Américas, o Caribe e também a Europa; contemplando trabalhos do século 16 ao 21. Curadoria de Adriano Pedrosa, Ayrson Heráclito, Hélio Menezes, Lilia Schwarcz e Tomás Toledo (de 28/06/18, às 20h, a 21/10/18).
  • O afro-americano Melvin Edwards expõe a célebre série “Linch Fragments” (Fragmentos Linchados) produzida desde os anos 1960, que tratam sobre raça, direitos civis, violência e diáspora africana. São esculturas de pequena escala que utilizam objetos de metal, como pás, machados, ancinhos e ferraduras que evocam o contexto rural do sul dos Estados Unidos, como o Texas local onde o artista passou parte da infância. Curadoria de Rodrigo Moura (de 23/08/18 a 22/11/18).
  • O museu possui a mais importante coleção da América Latina e de todo o Hemisfério Sul. Os destaques são as pinturas de Rafael, Mantegna, Botticceli, Bellini, Ticiano, Poussin, Delacroix, Manet, Degas, Cézanne, Monet, Van Gogh, Matisse, Modigliani, Chagall, Velázquez, Maria Martins, Visconti, Portinari, Di Cavalcanti e muitos outros. Agora sob a direção de Heitor Martins (ex-Fundação Bienal), o museu tem curadoria de Adriano Pedrosa e dos assistentes Fernando Oliva, Luiza Proença e Tomás Toledo. A equipe conta ainda com a assistência de Rodrigo Moura (curador adjunto), Julieta Gonzalez (arte moderna e contemporânea), Luciano Migliaccio (arte europeia), Patrícia Carta (moda), Martin Corullon (arquiteto) e Raul Loureiro (designer gráfico).
  • A exposição Acervo em Transformação retoma o projeto expográfico radical de 1968 dos cavaletes de cristal, de autoria da arquiteta Lina Bo Bardi (1914-1992), que projetou também o prédio do Masp. A pinacoteca no segundo andar volta a ter essas peças que sustentam as obras, também chamadas de cavaletes de vidro, sem uso desde 1996. São suportes transparentes, sustentados por uma base de concreto, espalhados livremente pelo monumental espaço da pinacoteca. As obras parecem suspensas no ar. Sem um roteiro predeterminado a seguir, o visitante tem autonomia para decidir o próprio percurso. Para a retomada da expografia original, o escritório Metro Arquitetos Associados reconstruiu mais de cem cavaletes desenhados por Lina. A mostra reúne 117 trabalhos, mesclando diversas coleções da instituição. O mais antigo é uma escultura da deusa Higia do século 4 a.C. e o mais recente, é uma escultura de Marcelo Cidade, de 2011. Participam ainda trabalhos de Botticelli, Tintoretto, Ticiano, Rembrandt, Goya, Ingres, Cézanne, Van Gogh, Monet, Picasso, Matisse, Rodin, Lasar Segall, Volpi, Di Cavalcanti e outros. O milagre se dá sob a direção de Heitor Martins (ex-Fundação Bienal). A curadoria é de Adriano Pedrosa e de três membros da equipe curatorial do museu: Fernando Oliva, Luiza Proença e Tomás Toledo. Junto à mostra é lançado catálogo “Concreto e Cristal: o Acervo do Masp nos Cavaletes de Lina Bo Bardi (editora Cobogó; 305 págs; R$ 150), com organização de Adriano Pedrosa e Luiza Proença (mostra a partir de 10/12/15, às 19h30; exposição de longa duração).
  • A exposição do pintor, escultor e gravador baiano Rubem Valentim (1922 - 1991) reúne cerca de 60 trabalhos sobre as potencias articulações entre os elementos da tradição ocidental e as raízes africanas da cultura brasileira (de agosto a novembro de 2018).
  • Acervo em Transformação: Tate no Masp é uma espécie de exposição dentro da exposição, com uma seleção de obras do Museu de Arte Moderna do Reino Unido. São expostas pinturas de artistas que trabalharam no país e alinhada com algumas produções de artistas mulheres, como Gwen John (1876-1939) e Sylvia Sleigh (1916-2010), de artistas imigrantes, com Ibrahim El-Salahi, do Sudão, e Francis Newton Souza (1924-2002), da Índia, e por produções de artistas considerados autodidatas, como L. S. Lowry (1887-1976). O conjunto ainda inclui uma obra de Francis Bacon (1909-1992), grande referência na história da pintura figurativa (até fevereiro de 2019).
  • Cerqueira César: av. Paulista, 1.578, tel. 3149-5959. Ter., qua., sex., sáb., dom. 10h/18h; qui. 10h/20h. R$ 30 e R$ 15. Estudantes, professores e maiores de 60 anos pagam meia entrada. Grátis às terças e para menores de 10 anos. www.masp.art.br

MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA

  • No Pavilhão da Criatividade é exibida vasta coleção de arte popular latino-americana.
  • Barra Funda: av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, estação Barra Funda do Metrô, tels. (11) 3823-4600 / 4705. Ter. a dom., 9h/18h. www.memorial.sp.gov.br

MIS (MUSEU DA IMAGEM E DO SOM)

  • A mostra imersiva “A Falta que Você Faz” traz retratos e instalação da fotógrafa Marizilda Cruppe que conta a história, desafios e angústias de famílias que sofrem com o desaparecimento de um ente querido. As imagens foram feitas entre 2016 e 2017, além de registros de depoimentos em vídeo, mostrados em videomapping no espaço do museu. A exposição ocorre em parceria com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) (de 12/09/18 a 30/09/18).
  • A mostra Hitchcock – Bastidores do Suspense, concebida e desenvolvida pelo museu, traça um panorama da vida e obra do diretor norte-americano por meio de uma expografia imersiva e interativa, que tem como conceito levar o visitante a um set de filmagem. O público pode conhecer os diversos aspectos e elementos que tornaram suas obras audiovisuais grandes sucessos e de inquestionável vanguardismo técnico e artístico, além de contar com itens originais pertencentes ao Acervo Marc Wanamaker | Bison Archives (Hollywood, California/EUA) e a Biblioteca Margaret Herrick, de Los Angeles, detentora do acervo da Academy of Motion Pictures and Sciences (de 12/07/18 a 21/10/18).
  • Lorenzo Scavone exibe a série de fotografias “Rio – Velha Cidade e Novo Oceano” que trata dos contrastes do Rio de Janeiro (de 6/9 a 21/10).
  • Hudson Rodrigues apresenta no ensaio fotográfico “Bambas” homens, mulheres e crianças de sua família e anônimos (de 25/10 a 9/12/12).
  • Estado(s) de Emergência busca conectar os fios soltos da arte brasileira por meio de tentativas atuais em recontar um passado recente do país e repensar um presente onde a violência, a censura e o preconceito ainda permanecem tão latentes quanto nos anos da ditadura civil-militar. São expostos instalações em vídeo, objetos como mobiliário, cartões postais, documentos e registros de Lenora de Barros, Charly Nijensohn, Gabriela Golder, Enrique Ramírez, Cinthia Marcele, Tiago Mata Machado, Clara Ianni, Debora Maria da Silva, Daniel Jablonski, Escola da Floresta, Fernando Piola, Fernanda Pessoa, Jaime Lauriano, Lais Myrrha, Rafael Pagatini, Romy Pocztaruk e Vitor César. Curadoria de Priscila Arantes e Diego Matos (de 01/09/18, às 16h, a 15/12/18).
  • O Museu da Imagem e do Som de São Paulo, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, foi inaugurado em 1970. Seu acervo conta com mais de 200 mil itens como fotografias, filmes, vídeos e cartazes. Além de exposições e mostras de cinema regulares, o MIS possui uma programação cultural diversificada voltada para todos os públicos e abre espaço para novos artistas, que, por meio de seleção, exibem seus trabalhos dentro de programas de fotografia, cinema, dança e música.
  • Integrante da Temporada de Projetos do Paço das Artes, a exposição Maíra Dietrich: Visão Periférica é constituída por três obras: a peça sonora que dá nome à mostra, composta por cinco falantes sincronizados; “papelzinho”, uma projeção de slides de 2008 a 2018; e o trabalho “Ptit Poema”, que são anotações curtas realizadas diretamente sobre o espaço. Visão periférica é o nome dado a toda percepção visual que ocorre fora do foco ocular, a visão não-central, a habilidade de perceber o que está ao redor da mira, um exercício de compreender e se colocar em relação ao contexto que nos circunda (a partir de 18/09/18).
  • Jardim Europa: av. Europa, 158, tel. (11) 2117-4777. Ter. a sáb., 12h/21h; dom., 11h/20h. www.mis-sp.org.br

MuBE | MUSEU BRASILEIRO DA ESCULTURA E ECOLOGIA

  • "Exit" é uma exposição individual da artista Regina Silveira, que mostra gravuras e projetos de realidade virtual e realidade aumentada. "Walls" é um jogo interativo no qual os participantes têm a experiência de andar por labirintos feitos de paredes fantasmagóricas, que emergem e submergem de um chão preto (de 11/08/18, das 10h às 18h, a 04/11/18).
  • Marco Maggi apresenta em "O Papel é Inocente" obras com uma íntima relação com a arquitetura do museu, assinada por Paulo Mendes da Rocha. São expostos trabalhos em papel, alguns tridimensionais, que dialogam com os elementos do espaço (de 11/08/18, das 10h às 18h, a 04/11/18).
  • A Feira de Antiguidades e Design do MuBE é uma das mais tradicionais da cidade. Criada há 15 anos, exibe e comercializa porcelanas francesas, tapetes persas, objetos de arte sacra, de decoração e utilitários. A feira é inspirada em similar que acontece no museu Uffizi, em Florença, que criou um espaço de venda de artigos após a Segunda Guerra Mundial (evento gratuito, todos os domingos, a partir das 10h).
  • Jardim Europa: av. Europa, 218, tel. (11) 2594-2601. Ter. a dom., 10h/19h. www.mube.art.br

MUSEU AFRO BRASIL

  • Coordenado pelo artista plástico e curador baiano Emanoel Araujo, o museu recupera, preserva, valoriza e divulga o universo histórico-cultural do negro brasileiro, sempre colocado à margem pelas instituições oficiais. O acervo tem mais de 5 mil obras de arte e objetos históricos.
  • Design e Tecnologia no tempo da Escravidão apresenta cerca de 400 peças do acervo do museu, entre objetos de uso doméstico e ferramentas para ofícios rurais e urbanos, que contextualizam o conhecimento aplicado na produção desses utensílios dos séculos XVIII e XIX. (mostra de longa duração).
  • A exposição de Longa Duração conta a história brasileira pelo viés da desconstrução do imaginário da população negra, construído fundamentalmente pela ótica da inferioridade, e transformá-lo em um imaginário estabelecido no prestígio, na igualdade e no pertencimento (mostra de longa duração).
  • Na instalação Más-Caras, de Ciro Schu, as máscaras traduzem um grito, um clamor de uma sociedade asfixiada pelo consumo desmesurado de bens. Os despojos da sociedade consumista recebem uma representação na forma de máscaras amplificadas.
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 10, Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, tel. (11) 3320-8900. Ter. a dom., 10h/18h (entrada até 17h). Ingr.: R$ 6. Entrada gratuita aos sábados. www.museuafrobrasil.org.br

MUSEU ANCHIETA

  • Parte do complexo histórico do Pateo do Collegio, marco do nascimento de São Paulo, foi transformada em centro cultural com museu e acervo de 500 itens, como peças de arte sacra, quadros, fotografias, aquarelas, artefatos indígenas contemporâneos e mapas de São Paulo antigo.
  • Centro: praça Pateo do Collegio, 2, tel. 3105-6899. Ter. a sex., 9h/16h45; sáb. e dom., 9h/16h30. Ingr.: R$ 8; estudantes de escola particular, universitários e professores pagam R$ 4; estudantes de escola pública (Ensino Médio e Fundamental) pagam R$ 2; e aposentados, idosos, crianças menores de sete anos e deficientes físicos têm entrada franca. www.pateocollegio.com.br

MUSEU CATAVENTO

  • O projeto de iniciação científica Catavento tem ênfase na ciência, nas artes e no conhecimento humano. O Museu de Tecnologia tem em acervo inúmeros recursos de simulação, que proporcionam aos visitantes a oportunidade de interagir com o seu conteúdo, ou de participar diretamente em experiências virtuais. Uma das atividades digitais é uma viagem aérea virtual em três dimensões pelo Rio de Janeiro (RJ).
  • A mostra permanente Do Macaco ao Homem apresenta conhecimentos sobre o processo de hominização e os principais passos de nossa linhagem evolutiva. A exposição reúne réplicas de nossos ancestrais, bem como de réplicas de artefatos de pedra lascada e de osso, além de peças de cunho artístico, retirados do acervo do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos da USP. Necessário retirar senha na bilheteria.
  • Centro: Palácio das Indústrias, Parque D. Pedro II, tel. (11) 3315-0051 Ter. a dom., 9h/17h. R$ 6. Aposentados, idosos e estudantes com carteirinha pagam R$ 3. Grátis aos sábados para o público em geral. www.cataventocultural.org.br

MUSEU DA CASA BRASILEIRA

  • Peçonheiros exibe trabalhos dos designers poloneses Moniika Bauntsch e Dorata Kabala desenvolvidos junto a catadores de açaí da comunidade de Boa Vista do Acará, no Pará (de 11/9 a 14/10/18).
  • Industria Artesanal – Atelier Oï exibe o design suíço produzido pelo Atelier Oï na cidade de Laneuville. São apresentados trabalhos de arquitetura, cenografia, arquitetura de interiores e produtos em que a marca é a simplicidade (de 25/8 a 21/10/18).
  • O MCB foi criado em 1970 e, em 1972, ganhou sua sede definitiva: um solar neoclássico construído entre 1942 e 1945, originalmente para abrigar o ex-prefeito de São Paulo, Fábio da Silva Prado (1887-1963), e sua esposa Renata Crespi Prado (1897-1981). O projeto arquitetônico do paraense Wladimir Alves de Souza (1908-1994) remete às linhas do Palácio Imperial de Petrópolis (RJ). O casal morou na residência por 18 anos e a transformou em centro de grandes recepções oficiais. Após a morte de Fábio Prado, Renata Crespi se mudou da casa, e, em 1968, doou o imóvel ao Estado de São Paulo.
  • O MCB mantém dois acervos, somando um total de cerca de 500 peças. A Coleção Crespi-Prado exibe porcelanas, móveis, pratarias e pinturas. A Coleção MCB, que apresenta 85 móveis e objetos representativos da casa brasileira desde o século 17 até os dias de hoje, é reorganizada e recebe 87 novas peças do período modernista no Brasil, um recorte fundamental para discussão das questões ligadas ao design. Entre os novos itens, recebidos por meio de doações, estão peças como a poltrona “Jangada”, de Jean Gillon, a luminária “Concha”, de Fábio Alvim e a cadeira Oswaldo Bratke. Há também trabalhos vencedores da história do Prêmio Design MCB, como a poltrona “Mandacaru”, de Baba Vacaro, a estante “Labirinto”, dos irmãos Campana, e a poltrona “Cadê”, da Ovo. A mostra traz ainda uma coleção de imagens constituída a partir do projeto Casas do Brasil, de resgate e memória sobre a diversidade do morar brasileiro, com registros de moradias como casas populares de diferentes Estados, casa xinguana, barraca cigana, habitação ribeirinha e o Carandiru.
  • Remanescentes da Mata Atlântica & Acervo MCB, sob curadoria do botânico Ricardo Jardim, conhecido por Doutor Árvore, faz a leitura das variadas espécies de madeiras usadas no mobiliário histórico do museu, muitas delas extintas ou em vias de extinção (longa duração).
  • Jardim Paulistano: av. Brigadeiro Faria Lima, 2.705, tels. (11) 3032-3727 e 3032-2564. Ter. a dom., 10h/18h. R$ 7. Meia-entrada: R$ 3,50. Pessoas com deficiência e acompanhante pagam meia-entrada. Maiores de 60 anos e crianças até 10 anos não pagam. Grátis aos sábados e domingos para o público em geral. www.mcb.org.br

MUSEU DA DIVERSIDADE SEXUAL

  • A mostra Muito Orgulho, que celebra os seis anos do museu, é desenvolvida de maneira colaborativa com fotografias de paradas do orgulho LGBT em vários países, como Uganda, Cuba, México, Estados Unidos, Holanda, China, Israel, Chile e França (até 01/09/18).
  • Centro: praça da República, dentro da estação República do metrô, tel. (11) 2627-8078. centrodiversidadesexual@sp.gov.br

MUSEU DA ENERGIA DE SÃO PAULO

  • Mostra Onde os Arquivos Despertam apresenta uma fração do vasto acervo da Fundação Energia e Saneamento, composto por mais de 260 mil materiais iconográficos, 1.600 metros lineares de documentos textuais, entre outros, e que apresentam a história da energia, da industrialização e da urbanização na cidade e no Estado de São Paulo. Dentre os itens de acervo expostos, destacam-se desenhos arquitetônicos do Solar da Marquesa, último exemplar remanescente da arquitetura residencial urbana setecentista na Capital, e que, no início do século 20, pertenceu à The San Paulo Gas Company, empresa inglesa responsável pela implantação da iluminação pública a gás em São Paulo a partir de 1872; a exposição ainda apresenta fichas de funcionários da antiga companhia Light, que introduziu os bondes elétricos na cidade a partir de 1900 - os documentos registram a crescente presença de imigrantes na Capital neste período; e fotografias e documentos pessoais do engenheiro Catullo Branco, pioneiro nos estudos sobre energia eólica no país, nos anos 1930, deputado federal nos anos 1940 e responsável pelo projeto da Hidrovia Tietê-Paraná, umas das mais importantes do país. Integrando a programação da exposição, haverá a realização de um ciclo de palestras com o tema “Arquivos, Museus e Bibliotecas”. A primeira roda de conversa acontece no dia 25 de agosto. Às 11 horas, Marcia Pazin, Doutora e Mestre em História Social pela USP e docente do curso de Arquivologia da UNESP (Campus Marília), realiza uma palestra sobre memória institucional a partir da sua experiência no acervo da Fundação Energia e Saneamento. No mesmo dia, às 15 horas, Marilúcia Bottallo, museóloga especializada em Gestão de Informações e em Gestão institucional e diretora técnica do Instituto de Arte Contemporânea (IAC), compartilha sua vivência na área de documentação, conservação e extroversão de arquivos no setor das artes. Outra atividade paralela à exposição é a oficina "Documento de Família". Gratuita, a ação será realizada no dia 1º de setembro (sábado), às 10 horas, e oferecerá orientações da área de arquivística e conservação para o público que deseja saber como preservar, da forma mais adequada, fotos e documentos antigos de família. Ministrada pela profissional arquivista Maria Fernanda Mendes e Freitas, coordenadora de documentação da Fundação Energia e Saneamento, a oficina abordará a importância de se ter um acervo pessoal organizado e como tratar as documentações geradas ao longo da vida, sejam elas fotográficas ou textuais. As vagas são limitadas e é necessário inscrever-se pelo e-mail saopaulo@museudaenergia.org.br (de 14/8 a 13/10/2018).
  • A intervenção artística "Trepante" da artista mineira Flora Assumpção ocupa a arquitetura externa do museu, cujo desenho toma parcialmente suas estruturas com plantas verdes artificiais, e que busca instigar uma reflexão sobre as relações do ser humano com o mundo natural (de 07/07/18, às 11h, a 24/11/18).
  • A mostra Tempos de Energia - São Paulo em Transformação explora o desenvolvimento do Estado a partir da evolução da energia elétrica, através de objetos antigos, documentos raros e múltiplos recursos tecnológicos. Com um mapa virtual a exposição traça a evolução urbana, com telas interativas, miniaturas perfeitas de hidrelétricas e sistemas de geração de energia solar e eólica; ferros de passar roupa, enceradeiras, televisores, rádios, secadores de cabelo e dezenas de objetos antigos (mostra de longa duração).
  • O edifício foi construído entre 1890 e 1894, quando o bairro dos Campos Elíseos era o endereço mais sofisticado de São Paulo, abrigando parte da elite cafeeira da época. O palacete, projeto do escritório de Ramos Azevedo, foi residência de Henrique Santos Dumont, irmão do aviador Alberto Santos Dumont e um dos homens mais ricos do Brasil à época.

MUSEU DA IMIGRAÇÃO | MEMORIAL DO IMIGRANTE

  • O museu ocupa parte da antiga Hospedaria do Imigrante, um imponente complexo, construído entre 1886 e 1888 no bairro do Brás, com finalidade de receber e encaminhar ao trabalho os imigrantes trazidos por conta do governo. A Hospedaria foi criada para reunir e preservar a documentação, memória e objetos de imigrantes que vieram para o Brasil em busca de esperança, aventuras, fortuna ou simplesmente fugindo de uma situação difícil nas suas pátrias de origem. Instalado em um dos poucos edifícios centenários da cidade de São Paulo. De 1882 a 1978, passaram por ali pessoas de mais de 60 nacionalidades e etnias, todas devidamente registradas em livros e listagens. Além do trabalho de divulgação destas histórias, há também a recuperação dos carros de madeira (o termo vagão é usado quando se trata de transporte de carga), da antiga São Paulo Railway. Dois deles estão restaurados, sendo um carro de bagagem, correio e chefe de trem, de 1914, e outro de passageiros, 2ª classe, de 1931. O Memorial do Imigrante é responsável pela preservação, estudo e divulgação de importante acervo histórico referente à imigração no Estado de São Paulo nos últimos 120 anos.
  • O museu apresenta um novo plano museológico para a mostra de longa duração Migrar: Experiências, Memórias e Identidades, que explica como o processo migratório é um fenômeno permanente na história do mundo (mostra de longa duração).
  • Mooca: r. Visconde de Parnaíba, 1.316, estação Bresser do Metrô, tel. (11) 2692-1866. Ter. a sáb., 9h/17h; dom., 10h/17h. Quinzenalmente, às sextas-feiras, visitação estendida até as 21h. Ingr.: R$ 6 e R$ 3 (meia-entrada). Grátis aos sábados. www.museudaimigracao.org.br

MUSEU DA PESSOA

  • O Museu Virtual reúne histórias de vida e é aberto à participação gratuita de toda pessoa que queira compartilhar sua biografia.

MUSEU DE ARTE SACRA

  • A mostra "Cidades Invisíveis" do artista Luiz Martins reúne esculturas, fotografias e vídeos sobre o tempo presente como tema, e desenvolve suas inspirações a partir do livro homônimo de Ítalo Calvino. Na mostra, Luiz aborda as cidades que não vemos, que conduz a pensar no que existe por traz da máscara arquitetônica da metrópole; atento à passagem do tempo e suas relações com o privado e o coletivo. Curadoria de Ian Duarte Lucas (de 07/07/18, às 11h, a 14/10/18).
  • A mostra Sagrado Marfim – O Avesso do Avesso apresenta 53 peças do acervo do museu, a fim de repensar o uso do marfim nas obras de arte e em seus desdobramentos iconográficos, destacando sua historicidade que remonta à antiguidade, às artes africana e asiática, até aos objetos artísticos e litúrgicos na Europa medieval e moderna. Curadoria de Jorge Lúzio e Maria Inês Lopes Coutinho (de 19/05/18, às 11h, a 04/11/18).
  • Artistas de Taubaté destaca quatro grandes artistas da cidade do Vale do Paraíba, interior de São Paulo: Clodomiro Amazonas, Francisco Leopoldo e Silva, Georgina Albuquerque e Monteiro Lobato. Curadoria de Ruth Sprung Tarasantchi (de 15/09/18, às 11h, a 16/12/18)
  • Localizado no Mosteiro da Luz, fundado e construído em taipa de pilão por Frei Galvão por volta de 1774, o museu é considerado um dos mais importantes monumentos arquitetônicos coloniais paulistas. Seu precioso acervo é composto por mais de 4 mil obras de arte religiosa, entre imaginária sacra, retábulos, altares, oratórios, prataria, objetos, vestimentas litúrgicas e livros raros dos séculos 16 ao 20.
  • A exposição Arte Sacra na Ourivesaria traz cerca de 130 peças de acervo, entre joias, relíquias, navetas, gomil e jarras, ostensórios, âmbulas, cálices, penas, cruzes, santos óleos e uma instalação de lampadários, além de outros objetos sacros, que traçam uma leitura dos artesãos de metais nobres na colônia, com acabamento típico das obras europeias (mostra de longa duração).
  • Luz: av. Tiradentes, 676, estação Tiradentes do Metrô, tel. (11) 3326-3336. Estacionamento pago à r. Jorge Miranda, 43. Ter. a dom., 9h/17h. R$ 6 e R$ 3 (estudantes). Grátis aos sábados. Pessoas com mais de 60 anos e crianças de até 7 anos têm entrada franca. Visitas monitoradas para escolas públicas são gratuitas. www.museuartesacra.org.br

MUSEU DO FUTEBOL

  • Inaugurado em setembro de 2008, o museu, que está instalado numa área de 6.900m², propõe uma narrativa linear da história do futebol por meio de aparelhos multimídia. São 15 salas temáticas com cerca de 1.400 fotografias, seis horas de vídeos e outras atrações, como um aparelho que mede a velocidade dos chutes dos visitantes.
  • Pacaembu: praça Charles Miller, s/n°, tel. (11) 3664-3848. Ter. a dom., 9h/17h. R$ 6 e R$ 3 (estudantes e pessoas com mais de 60 anos). Grátis para crianças de até 7 anos. www.museudofutebol.org.br

MUSEU DO THEATRO MUNICIPAL

  • Descendo as escadarias ao lado do Theatro, embaixo do Viaduto do Chá, fica este pequeno museu, que existe desde 1983 e foi instalado nos baixos do viaduto em 1995. Ele esteve em reforma entre junho de 2005 e o final de 2006, período em que atendeu apenas aos pesquisadores. A exposição de longa duração Theatro Municipal Ícone e Memória reabriu o espaço em dezembro de 2006. Nela, a história do teatro mais importante da cidade, aberto em 1911, é contada por meio de vídeo, painéis, fotografias, cartazes, vestidos de cantoras de ópera, um órgão, coleção de postais, maquetes cenográficas e muitos textos ilustrados. O local ainda serve para pesquisas mais aprofundadas.

MUSEU FLORESTAL OCTÁVIO VECCHI

  • O espaço fica no Horto Florestal (Parque Estadual Albert Löefgren), que ocupa uma área de 174 alqueires e é localizado ao lado do Parque Estadual da Cantareira. O Museu Florestal Octávio Vecchi (Museu da Madeira) foi inaugurado em 1931 e possui o maior acervo de madeiras da América Latina. As amostras de madeira têm entalhes que reproduzem as folhas e frutos das espécies das quais foram extraídas.
  • Horto Florestal: r. do Horto, 931, tel. (11) 2231-8049. Ter. a sex., 9h/12h e 13h30/16h30; dom., 10h/15h30. http://museuflorestal.blogspot.com

MUSEU LASAR SEGALL

  • Leila Danziger exibe em “Ao Sul do Futuro” instalação formada de livro e vista em 2014 no Museu de Arte do Rio que dialoga com a questão da imigração presente na obra de Lasar Segall. A artista apresenta 20 obras, produzidas nos últimos anos, algumas delas inéditas e elaboradas para a exposição no Museu. Curadoria de Raphael Fonseca (de 15/9, às 17h, a 12/11/18). 15 de setembro – 12 de novembro 2018
  • O museu preserva acervo e documentos referentes a Lasar Segall (1891-1957), artista lituano que se fixou no Brasil.
  • Vila Mariana: r. Berta, 111, próximo à estação Santa Cruz do Metrô, tel. (11) 2159-0400. Qua. a seg., 11h/19h. www.museusegall.org.br

MUSEU PAULISTA (DO IPIRANGA)

  • Aberto em 1895, o museu é o mais antigo da cidade. Conserva em acervo a tela “Independência ou Morte”, pintada em 1888 por Pedro Américo, que se encontra no Salão Nobre. A escultura de D. Pedro I, situada no nicho central da escadaria, foi feita por Rodolfo Bernardelli. A instituição exibe ainda móveis, louças, armas e utensílios domésticos, fotografias e pinturas históricas.
  • O museu se encontra fechado para reforma por tempo indeterminado. A expectativa é que reabra só em 2022.
  • Ipiranga: Parque da Independência, s/nº, tel. (11) 2065-8000. www.mp.usp.br

OCA | PAVILHÃO LUCAS NOGUEIRA GARCEZ

  • O artista plástico e ativista chinês Ai Wei Wei realiza a retrospectiva “Ai Wei Wei Raiz” que repassa sua carreira com exibição obras mais conhecidas e inéditas realizadas no Brasil após viagem pelo interior do país. Entre os destaques está uma instalação com raízes de pequi-vinagreiro, árvore extinta no interior da Bahia, com inclusão do alfabeto armorial, criado por Ariano Suassuna. Organização Marcello Dantas (de 20/10/18 a 20/01/19).
  • Parque Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/n°, portão 3, tel. (11) 3241-1082, ramal 104, e 5082-1777. Ter. a dom., 9h/17h. oca@prefeitura.sp.gov.br

OFICINA CULTURAL OSWALD DE ANDRADE

  • A mostra individual “Experiência Desenho – Campos de Expansão, Observação e Impossibilidade” do artista Fabiano Gonper apresenta seus procedimentos recentes, que transfere o desenho para o campo espacial, através de fotografias, objetos, desenhos imprecisos e mesas-obra. Durante três semanas, a exposição também passou por uma perspectiva processual de site specific, quando o artista transferiu seu ateliê para a Oficina Cultural para construir dispositivos de exibição específicos. A curadoria é de Ananda Carvalho (de 01/09/18, às 11h, a 20/10/18).
  • A Associação dos Artistas Coreanos no Brasil e O Centro Cultural Brasil Turquia convidam para a 20ª Exposição Coréia e Turquia, cujo tema é “Paz e Esperança”. A professora Guzin Cobanoglu irá realizar workshops gratuitos de Ebru nos dias 28/9, 12/10 e 19/10 (10h/12h). (de 21/9, às 17h30, a 21/10/18).
  • A exposição “Durante a Hora 00:00” apresenta a produção recente do artista Rodolfo Borbel Pitarello (de 27/10 a 15/12/18).
  • A coletiva Estado(s) de Emergência reúne trabalhos de Cinthia Marcelle, Clara Ianni, Daniel Jablonski, Fábio Tremonte | Escola da Floresta, Jaime Lauriano, Lais Myrrha e outros (de 1/9 a 15/12/18).
  • A Oficina Oswald de Andrade foi inaugurada em 1986 e está instalada em um edifício histórico do bairro do Bom Retiro, construído em 1905 para abrigar a Escola Livre de Farmácia. O espaço oferece gratuitamente cursos, oficinas e workshops em áreas como artes plásticas, ação e gestão cultural, cinema, dança, design, fotografia, história em quadrinhos, literatura, música, rádio, teatro e vídeo, entre outras.
  • Bom Retiro: r. Três Rios, 363, próximo à estação Tiradentes do Metrô, tels. (11) 3222-2662 / 3221-4704. Seg. a sex., 9h/22h; sáb., 13h/21h. www.oficinasculturais.org.br

OFICINAS CULTURAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO

  • A Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo mantém sete oficinas na capital paulista e outras 12 no interior e litoral do Estado (Araraquara, Bauru, Campinas, Iguape, Limeira, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São Carlos, São João da Boa Vista e Sorocaba).
  • Endereços das oficinas da capital: # Bom Retiro: r. Três Rios, 363, tels. (11) 3221-5558 / 3222-2662. Seg. a sex., 9h/22h; sáb., 10h/18h. # Barra Funda: Oficina da Palavra Casa Mário de Andrade, r. Lopes Chaves, 546, tels. 3666-5803 e 3826-4085. Seg a sex., 13h/22h. # Brás: Oficina Amácio Mazzaropi, av. Rangel Pestana, 2.401, tels. 6292-7071 e 6292-7711. Seg a sex., 13h/22h; sáb., 10h/18h; dom., 13h/17h. # Brás: Oficina Terceira Idade, av. Rangel Pestana, 2.401, tel. 6096-2635. Seg a sex., 8h/17h; sáb., 10h/18h; dom., 10h/14h. # Itaquera: Oficina Alfredo Volpi, r. Victorio Santim, 206, tel. 6205-5180. Seg a sex., 13h/22h; sáb., 10h/18h; dom., 14h/18h. # São Miguel Paulista: Oficina Luiz Gonzaga, r. Amadeu Gamberine, 259, tel. 6956-2449. Seg a sex., 14h/22h; sáb., 14h/18h; dom., 10h/14h. # Vila Brasilândia: Oficina Maestro Juan Serrano, r. Joaquim Pimentel, 200, tel. 3994-3362. Seg. a sex., 8h/18h. # Mais informações: www.assaoc.org.br | www.oficinasculturais.org.br

PALÁCIO DO HORTO

  • O antigo Palácio de Verão do Governo de São Paulo fica no Horto Florestal, no Parque Estadual da Cantareira, em uma edificação da década de 1930. Atualmente o Palácio do Horto encontra-se sob a gestão da Secretaria do Meio Ambiente.

PALÁCIO DOS BANDEIRANTES

  • Sede do Governo do Estado de São Paulo, é um palácio-museu aberto à visitação pública, que expõe suas coleções de arte reunidas nos dois andares do prédio, por meio de exposições permanentes e temporárias. As coleções apresentam diversos tipos de peças e objetos, que inclui artes plásticas e decorativas. Destacam-se os móveis do período colonial luso-brasileiro; a coleção de louças históricas da Companhia das Índias Orientais; e imagens da arte sacra barroca dos séculos XVII e XVIII; nas artes plásticas, a produção artística brasileira dos períodos Moderno e Contemporâneo com gravuras de temas sociopolíticos e pinturas de grandes dimensões. Completam as coleções os retratos dos governantes, produzidos por destacados artistas, que testemunham a história política estadual.
  • A exposição temporária Arte e História nas Coleções Públicas Paulistas destaca uma mostra do Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo, juto de peças das coleções da Pinacoteca do Estado de São Paulo e do Museu Paulista da Universidade de São Paulo. Na mostra é possível conhecer o projeto de modernização do Museu do Ipiranga e acompanhar a restauração de obras de seu acervo em um ateliê envidraçado, montado especialmente para essa finalidade no Palácio dos Bandeirantes. A mostra conta também com apresentações teatrais nos finais de semana (até 20/01/2019).
  • Morumbi: av. Morumbi, 4.500, portão 2. Ter. a dom., 10h/16h. Para visitas individuais, não é necessário agendar. Todas as visitas são acompanhadas por educadores. Para grupos, de no máximo 20 pessoas, é necessário agendamento prévio pessoalmente e também de seg. a sex., 9h/16h, pelo tel. (11) 2193-8282. pelo site www.acervo.sp.gov.br .

PAVILHÃO DA BIENAL

  • Afinidades Afetivas é o tema da 33ª Bienal, sob curadoria geral de Gabriel Pérez-Barreiro. O tema remete ao romance de mesmo nome do alemão Goethe e à tese “Da Natureza Afetiva da Forma na Obra de Arte” (1949), de Mario Pedrosa. Sete artistas-curadores definem propostas expositivas ao convocarem seus pares afetivos. O uruguaio Alejandro Cesarco escolheu Sturtevant, Louise Lawler e Cameron Rowland. O espanhol Antonio Bellester Moreno chamou Mark Dion, Friedrich Fröbel e outros. A argentina Claudia Fontes optou por Elba Bairon, Ben Rivers e outros. A sueca Mamma Andersson reuniu de ícones russos do século 15 ao cineasta Äke Hodell. Sofia Borges escolheu Leda Catunda, Sarah Lucas e outros. Waltércio Caldas ficou com Vicente do Rego Monteiro, Jorge Oteiza e Victor Hugo. O norte-americano Wura-Natasha Ogunji convocou Nicole Vlado, Lhola Amira e outros. Há ainda homenagens a 12 artistas, como os goianos Lucia Nogueira e Siron Franco e a campineira Vânia Mignone (dias 5 e 6/9, aberturas para convidados; 7/9, abertura para o público, até 9/12/18).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/n°, portão 3, tel. (11) 5576-7600. Ter., qui., sex. e dom., 9h/19h; qua. e sáb., 9h/22h. www.bienal.org.br | www.fbsp.org.br

PINACOTECA DO ESTADO DE SÃO PAULO

  • A mostra Laura Lima: Alfaiataria ocupa o Octógono, onde a artista cria um diálogo ao apresentar uma oficina de alfaiataria em funcionamento, com profissionais, tecidos, aviamentos e todo o maquinário de uma confecção. Nela, uma equipe de alfaiates e costureiras trabalha todos os dias ao longo da exposição e produzem uma coleção de trajes confeccionados sobre molduras vazias, criando retratos que interpretam, a partir de seus próprios saberes e experiências, as ideias e desenhos da artista (de 07/07/18, às 11h, a 08/10/18).
  • A mostra originalmente realizada pelo Hammer Museum de Los Angeles e exibida também no Brooklyn Museum de Nova York, Radical Women: Latin American Art, 1960–1985 (Mulheres Radicais: Arte Latino-Americana, 1960-1985) destaca a contribuição e herança de artistas latinas para as práticas artísticas feministas e radicais na arte contemporânea da América Latina. São expostos 280 trabalhos de 120 artistas provenientes de 15 países, que abordaram o corpo feminino como expressão de crítica social e política num dos períodos mais conturbados da história recente. Participam, da Argentina, Maria Luisa Bemberg (1922–1995); Delia Cancela (1940); Graciela Carnevale (1942); Diana Dowek (1942); Graciela Gutiérrez Marx (1945); Narcisa Hirsch (Germany, 1928); Ana Kamien and Marilú Marini (1935 and 1954); Lea Lublin (Poland, 1929–1999); Liliana Maresca (1951–1994); Marta Minujín (1943); Marie Orensanz (1936;) Margarita Paksa (1933); Liliana Porter (1941); Dalila Puzzovio (1943); Marcia Schvartz (1955); do Brasil: Mara Alvares (1948); Claudia Andujar (Suíça, 1931); Martha Araújo (1943); Vera Chaves Barcellos (1938); Lygia Clark (1920–1988); Analívia Cordeiro (1954); Liliane Dardot (1946); Lenora de Barros (1953); Yolanda Freyre (1940); Iole de Freitas (1945); Anna Bella Geiger (1933); Carmela Gross (1946); Nelly Gutmacher (1941); Anna Maria Maiolino (Italy, 1942); Márcia X. (1959–2005); Wilma Martins (1934); Ana Vitória Mussi (1943); Lygia Pape (1927–2004); Letícia Parente (1930–1991); Wanda Pimentel (1943); Neide Sá (1940); Maria do Carmo Secco (1933); Regina Silveira (1939); Teresinha Soares (1927); Amelia Toledo (1926–2017); Celeida Tostes (1929–1995); Regina Vater (1943); do Chile: Gracia Barrios (1927); Sybil Brintrup and Magali Meneses (1954 and 1950); Roser Bru (Spain, 1923); Gloria Camiruaga (1941–2006); Luz Donoso (1921–2008); Diamela Eltit (1949); Paz Errázuriz (1944); Virginia Errázuriz (1941); Lotty Rosenfeld (1943); Janet Toro (1963); Eugenia Vargas Pereira (1949); Cecilia Vicuña (1948); da Colômbia: Alicia Barney (1952); Delfina Bernal (1941); Feliza Bursztyn (1933–1982); María Teresa Cano (1960); Beatriz González (1938); Sonia Gutiérrez (1947); Karen Lamassonne (Estados Unidos, 1954); Sandra Llano-Mejía (1951); Clemencia Lucena (1945–1983); María Evelia Marmolejo (1958); Sara Modiano (1951–2010); Rosa Navarro (1955); Patricia Restrepo (1954); Nirma Zárate (1936–1999); da Costa Rica: Victoria Cabezas (Estados Unidos, 1950); de Cuba: Ana Mendieta (1948–1985); Marta María Pérez (1959); Zilia Sánchez (1928); dos EUA: Judith F. Baca (1946); Barbara Carrasco (1955); Josely Carvalho (Brazil, 1942); Isabel Castro (Mexico, 1954); Ester Hernández (1944); Yolanda López (1942); María Martínez-Cañas (Cuba, 1960); Marta Moreno Vega (1942); Sylvia Palacios Whitman (Chile, 1941); Sophie Rivera (1938); Sylvia Salazar Simpson (1939); Patssi Valdez (1951); da Guatemala: Margarita Azurdia (1931–1998); do México: Yolanda Andrade (1950); Maris Bustamante (1949); Ximena Cuevas (1963); Lourdes Grobet (1940); Silvia Gruner (1959); Kati Horna (Hungary, 1912–2000); Graciela Iturbide (1942); Ana Victoria Jiménez (1941); Magali Lara (1956); Mónica Mayer (1954); Sarah Minter (1953–2016); Polvo de Gallina Negra (ativo 1983–93); Carla Rippey (Estados Unidis, 1950); Jesusa Rodríguez (1955); Pola Weiss (1947–1990); Maria Eugenia Chellet (1948); do Panamá: Sandra Eleta (1942); do Paraguai: Olga Blinder (1921–2008); Margarita Morselli (1952); do Peru: Teresa Burga (1935); Gloria Gómez-Sánchez (1921–2007); Victoria Santa Cruz (1922–2014); de Porto Rico: Poli Marichal (1955); Frieda Medín (1949); do Uruguai; Nelbia Romero (1938–2015); Teresa Trujillo (1937); e da Venezuela: Mercedes Elena González (1952); Margot Römer (1938–2005); Antonieta Sosa (Estados Unidos, 1940); Tecla Tofano (Itália, 1927–1995); Ani Villanueva (1954); Yeni y Nan (ativo 1977–86). Curadoria de Cecilia Fajardo-Hill, Andrea Giunta e colaboração de Valéria Piccoli (de 18/08/18, às 11h, a 19/11/18).
  • A mostra Coleções em Diálogo: Museu Histórico Nacional, estruturada em quatro núcleos principais (arte colonial, pintura de história, paisagens de guerra e prte e patrimônio) – apresenta uma seleção de obras do Museu Histórico Nacional (Rio de Janeiro), que completa 200 anos este ano (até 29/1/2019).
  • O museu apresenta a mostra permanente Galeria Tátil de Esculturas Brasileiras, com 12 obras selecionadas para que visitantes com deficiências visuais possam tocá-las e receber informações por meio de etiquetas em Braille, além de áudio-guia.
  • Arte no Brasil - Uma História na Pinacoteca de São Paulo traz cerca de 500 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos, gravuras e fotografias, e faz um panorama da arte brasileira do período colonial aos anos 1930. São obras de Debret, Taunay, Facchinetti, Almeida Junior, Rodolfo e Henrique Bernardelli, Belmiro de Almeida, Pedro Weingärtner, Candido Portinari e outros. Em 07/09, às 14h, ocorre o lançamento do catálogo da exposição (mostra de longa duração).
  • O acervo da Pinacoteca conta com cerca de 8 mil obras, formando um amplo panorama das artes visuais produzidas no Brasil da segunda metade do século 19 até os dias de hoje.
  • Construção e Figuração na Coleção de Roger Wright traz um recorte de cerca de 80 obras da coleção realizadas entre as décadas de 1960 e 1970 no Brasil, com obras seminais dos artistas mais representativos da nova figuração e da explosão política e colorida do Pop (de 27/08/16 até o fim de 2017).
  • A exposição Galeria José e Paulina Nemirovsky - Arte moderna apresenta 110 importantes obras do modernismo brasileiro oriundas dos acervos da Pinacoteca do Estado de São Paulo, da Fundação José e Paulina Nemirovsky e da Coleção Roger Wright. Participam trabalhos de Tarsila do Amaral, Portinari, Ernesto de Fiori, Di Cavalcanti, Lasar Segall, Volpi, José Antonio da Silva, Ismael Nery, Vicente do Rego Monteiro, entre outros (a partir de 22/10/16, às 11h, até 2017).
  • Luz: Praça da Luz, 2, tel. (11) 3324-1000. Qua. a seg., 10h/17h30 (com permanência até as 18h). Ingr.: R$ 6. O ingresso dá direito a visitação à Pinacoteca do Estado e à Estação Pinacoteca. Professores da rede pública (com direito a quatro acompanhantes), alunos da rede pública (em visita com a escola), funcionários de órgãos públicos e de outros museus, pessoas com mais de 60 anos e crianças com até 10 anos não pagam ingresso. Estudantes e professores da rede privada têm 50% de desconto. Grátis aos sábados. www.pinacoteca.org.br

SÍTIO DA RESSACA

  • A exposição Luiz Gama - Poeta, Republicano e Abolucionista narra a história de Luiz Gama (1830 -1882) e seu trabalho na causa abolicionista vivenciada em São Paulo na segunda metade do século 19. Curadoria de Maria Luiza Ferreira da Oliveira (a partir 19/06/14, às 11h; mostra de longa duração).

SÍTIO MORRINHOS

  • Escavando o Passado - A Arqueologia na Cidade de São Paulo é exposição de arqueologia com fragmentos encontrados na cidade de São Paulo nos últimos anos, como pedras lascadas, cerâmica indígena e materiais históricos. Curadoria da arqueóloga Cíntia Bendazzoli.

SOLAR DA MARQUESA DE SANTOS

  • Yolanda Penteado, a Dama das Artes de São Paulo exibe a trajetória da aristocrata e fomentadora cultural Yolanda Penteado (1903-1983), casada com Ciccillo Matarazzo, que contribuiu para a criação do Masp e da Bienal (até 10/12/2018).
  • Primórdios da Coleção de Bens Móveis do Museu da Cidade de São Paulo apresenta 800 peças reunidas pelo escritor e pesquisador Guilherme de Almeida (1890-1969) para resgatar a memória dos sítios setecentistas e marcar as comemorações do IV Centenário da Cidade de São Paulo, em 1954 (de 20/06 a 13/12/18).
  • Equações da Metrópole apresenta um panorama com 124 imagens do acervo fotográfico do Museu da Cidade de São Paulo, que percorre 150 anos de transformações da cidade. Destaque para a fotografia “Panorama de São Paulo”, criada em 1921 por Valério Vieira (1862-1941), considerada a maior fotografia analógica do mundo, medindo 16 x 1,4m que mostra uma visão panorâmica entre os bairros da Luz e Campos Elíseos, tirada do alto da torre da Igreja Sagrado Coração de Jesus (de 17/3 a 13/12/18).
  • Localizado ao lado do Pateo do Collegio, o imóvel pertenceu à Domitila de Castro Canto e Melo (1797-1867), a Marquesa de Santos, entre 1834 e 1867. Conhecido também como o Palacete do Carmo, o espaço ficou famoso pelas festas e eventos decorrentes na época e considerada uma das residências mais aristocráticas de São Paulo. Após este período o imóvel foi submetido a diversas reformas que alteraram sua estrutura original, que apenas em 1975 foi tombado e serviu de sede da Secretaria Municipal de Cultura. Desde uma reforma em 1991, o Solar da Marquesa de Santos abriga exposições e atividades museológicas, além da sede do Museu da Cidade de São Paulo.
  • Centro: r. Roberto Simonsen, 136-B, Páteo do Colégio, tel. (11) 3241-4238 e 3105-6118 . Ter. a dom., 9h/17h. www.museudacidade.sp.gov.br

VILA ITORORÓ CANTEIRO ABERTO | GOETHE NA VILA

  • “Phonosophia – Goethe na Vila” é projeto que reúne objetos-instrumentos criados pela artista Camila Sposati, criados em cerâmica com base na anatomia das partes musicais humanas e dos animais, como o ouvido e a garganta, e dos instrumentos, como o trompete e os de percussão. A obra tem parceria com os músicos Alex Buck, Luana Baptista, M. Takara e Tom Monteiro. O espaço estará aberto à visitação às quintas-feiras (das 16h às 20h) e aos sábados (das 14h às 17), quando acontecem ensaios abertos com os músicos convidados (de 20/09/18, das 16h às 20h, a 13/10/18).
  • A Vila Itororó, construída em 1922, com 7 mil m², é um dos últimos exemplares remanescentes de um tipo de construção típico de bairros operários. As casas que integram a vila carregam diversos fragmentos da história local, em especial peças resgatadas da demolição do Teatro São José, que funcionou de 1903 até 1923 na frente do Teatro Municipal. A restauração foi iniciada em 2014.
  • Rua Pedroso, 238, Bela Vista (Metrô São Joaquim). Tel: 3253-0187. Qui., 16h/ 17h e das 18h/ 20h; sex., 16h/ 17h; sáb., 14h/ 17h. www.vilaitororo.org.br