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ATELIÊ DA IMAGEM ESPAÇO CULTURAL

  • A exposição “Dos Marigo” apresenta a obra do ambientalista e fotógrafo Luiz Claudio Marigo (1950 – 2014) e de seu filho, também fotógrafo, Vitor Marigo (1984 -). Além do conjunto de fotos, estratégias de permanência, dedicação e sentimento de prazer na natureza, também fazem parte dessa proposta mapas e vídeos que antecedem à chamada cena da foto. Curadoria de Rogério Reis. Na ocasião, às 20h serão conhecidos os ensaios selecionados para 20ª edição A Vitrine (de 24/08/18, às 19h, a 13/10/18).

CAIXA CULTURAL - Av. Almirante Barroso

  • A mostra inédita Loucuras Anunciadas de Goya apresenta a coleção Le Follie, também conhecida por “Disparates”, que reúne 20 gravuras feitas em torno de 1815 e 1823, ou o ciclo mais obscuro e complexo que Francisco de Goya (1746-1828) já fez. Composta por imagens enigmáticas percorrem visões, violência, sexo e deboche relacionadas com o regime absolutista da época, toda a série foi editada postumamente pela Academia de Belas Artes de Madri, que adquiriu as pranchas em 1864. Em 11/07, às 19h, ocorre uma palestra com a curadora da exposição Mariza Bertoli (de 10/07/18, às 19h, a 07/10/18).
  • A mostra O Sertão de João Machado apresenta um recorte do trabalho com 40 registros do fotógrafo, que registrou a Bahia nos últimos 15 anos. O céu estrelado do sertão baiano, a terra de chão batido, a poeira amarelada, os romeiros, os carroceiros e os caminhoneiros são algumas das memórias das cidades de Bom Jesus da Lapa e Xique-Xique, onde João Machado nasceu (de 08/09/18, às 16h, a 02/12/18).
  • Centro: av. Almirante Barroso, 25, esquina com av. Rio Branco, próximo à estação Carioca do Metrô, tels. (21) 3980-3815. Ter. a dom., 10h/21h. www.caixacultural.com.br

CASA DE PEDRA

  • Uma Pedra no Meio do Caminho é exposição dos artistas visuais Claudio Tobinaga, Maria Amélia Raeder, Rafael Prado e Rita Coppos, composta por 30 obras, experimentações por meio de colagens e montagens, entre pinturas e instalações. Curadoria de Julie Brasil (de 14/09/18, das 19 às 22h).
  • Ipanema: r. Redentor, 64. Tel.: (21) 98636-5089. Seg. sáb., 12h/19h.

CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL

  • A grande retrospectiva do artista nova-iorquino de ascendência afro-caribenha Jean-Michel Basquiat reúne 80 peças, entre quadros, desenhos, gravuras e pratos pintados, pertencentes à coleção da família Mugrabi, dona das maiores coleções de Basquiat do mundo. A retrospectiva traz obras feitas logo depois que ele deixou de vender cartões postais de sua autoria nas ruas até os momentos finais de sua produção. Nessa trajetória, ganham destaque os desenhos, que eram menos valorizados anteriormente. As obras são do megacolecionador israelense Jose Mugrabi. A mostra já passou pelas cidades de São Paulo, Brasília e Belo Horizonte (de 12/10/18 a 08/01/19).
  • O espaço tem várias salas de exposição, três teatros, um cinema, dois auditórios, um salão de chá, uma bomboniére e uma biblioteca com cerca de 140 mil volumes. Livro do Artista é exposição permanente com trabalhos exclusivos de artistas como Anna Maria Maiolino, Artur Barrio, Beatriz Milhazes, Carlos Zílio, Gabriela Machado, Luciano Figueiredo, Nuno Ramos e Waltercio Caldas.
  • O Banco do Brasil e Sua História conta a história do banco, que em 2008 completou 200 anos. A mostra recria, com mobiliário de época, o ambiente que abrigou a Presidência do banco no período de 1937 a 1960. Visitação: ter. a dom., 10h/18h.
  • A exposição permanente Galeria de Valores abriga a Coleção de Numismática do banco. São mais de 36 mil moedas. Curadoria de Denise Mattar.
  • Centro: r. Primeiro de Março, 66, estação Uruguaiana do Metrô, tel. (21) 3808-2020. Qua. a seg., 9h/21h. www.bb.com.br/cultura

CENTRO CULTURAL CÂNDIDO MENDES - Ipanema

  • André Andrade apresenta a exposição “Mas Quem me Mandou a Mim Querer Perceber?“ composta por obras elaboradas sob os conceitos de duas séries distintas onde a desconstrução das imagens figura como temática relativas às formas e elementos que desconstroem as imagens. As obras tem a característica de nos remeter à desconexão da imagem "real" através de ruídos ópticos intervenientes em imagens efêmeras e transitórias (de 18/09/18, 19h às 21h30).
  • Ipanema: r. Joana Angélica, 63, tels. (21) 2525-1006 e 2523-4141, r. 206. Seg. a sex., 14h/20h; sáb., 16h/20h. www.candidomendes.edu.br

CENTRO CULTURAL CORREIOS

  • A exposição “Forame Magno” de Mayer reúne obras que dialogam com a história da arte e medicina legal. O artista disseca suas telas de madeira que revelam a tinta que se apresenta feito pele, onde a lâmina avoluma traços e permite dimensões à imagem, com uma reflexão sobre a impermanência e fragilidade da vida. Curadoria de Isabel Sanson Portella (de 11/08/18, às 15h, a 29/09/18).
  • A exposição “Transformar, Deformar, Dissipar”, da artista visual Thaieny Dias, traz uma seleção de pinturas diversas técnicas e formatos, geradas a partir de autorretratos fotográficos (de 19/9, às 19h, a 18/11/18).
  • Centro: r. Visconde de Itaboraí, 20, tels. (21) 2253-1580. Ter. a dom., 12h/19h. www.correios.com.br

CENTRO CULTURAL LIGHT

  • O edifício, construído em 1911 como sede e garagem de bondes da Light, abriga desde 1994 o centro cultural que oferece ao público diversos espaços e galerias, além do Teatro Lamartine Babo. Exibe um acervo fotográfico sobre o Rio Antigo e arquivo de textos relativo aos serviços prestados pela Light desde 1904.
  • Centro: av. Marechal Floriano, 168, tels. (21) 2211-4420 / 4543. Ter. a dom., 9h/21h. www.lightrio.com.br

ESPAÇO CULTURAL BNDES

  • O artista Matheus Rocha Pitta exibe na mostra “Caminho da Pedra” um conjunto de trabalhos sob a poética que gerencia o tênue equilíbrio entre peso e delicadeza. O artista trata, nas séries Ao Vencedor as Batatas (2016), Sopa de Pedra (2014), Leite de Pedra (2018), e Primeira Pedra (2015), sobre o obstáculo como um acontecimento capaz de gerar outros afetos, os que não imobilizam ou nos petrificam. Curadoria de Luísa Duarte (de 21/09/18, a partir das 18h, a 30/11/18).
  • Centro: av. República do Chile, 100, próximo à estação Carioca do Metrô, tel. (21) 2172-7770. Seg. a sex., 10h/19h. www.bndes.gov.br/espacobndes

ESPAÇO FURNAS CULTURAL

  • A exposição Olhares Cruzados - 10 anos apresenta a trajetória do projeto de intercâmbio cultural através de oficinas de fotografia e entre crianças e adolescentes do Brasil, África, América Latina e Caribe. São expostas 24 fotografias dos fotógrafos Ricardo Teles, Andréa D’Amato, José Bassit, Sérgio Zacchi, o moçambicano Mauro Pinto, o boliviano Fernando Sória, o senegalês Kane Sy e o etíope Yemane Gebresalassie, que acompanharam de perto as oficinas e se inseriram no processo. A exposição ainda conta com 24 painéis com fotografias, desenhos, entrevistas e reprodução de objetos produzidos pelos jovens (a partir de 17/09/15).
  • Botafogo: r. Real Grandeza, 219, tel. (21) 2528-5166. Seg. a sex., 9h/17h. www.furnas.com.br

ESPAÇO MARQUÊS 456

  • A exposição individual "Post(e)" do artista visual André Sheik apresenta fotografias feitas com telefone celular, da série “Antropomórfica”, realizada entre 2014 e 2018. Nas imagens, o artista mistura sua sombra com as de postes da cidade, criando personagens gráficos inusitados. Curadoria de Raul Mourão. Em 06/10, às 16h, ocorre uma visita guiada e conversa com o artista e curador (de 29/09/18, das 16h às 20h, a 11/10/18).
  • Gávea: r. Marquês de São Vicente, 456.

GALERIA DE ARTE IBEU

  • Em “Olho d’Água”, Juliana Borzino apresenta uma montagem de fragmentos que formam constelações através de colagens, fotografias e vídeo. Imagem e escrita se confundem em encruzilhadas e buscas arqueológicas entre memória, corpo, imaginação e sonho - tentativas de movimentar e criar dinâmicas que visam transformar leituras documentais em reinvenções da linguagem (de 04/09/18, às 18h30, a 28/09/18).
  • A artista uruguaia Stella Margarita exibe na mostra “Antebraços” uma série de obras que mostram rostos quase apagados, flagrados em ângulos irreconhecíveis, ou nem mesmo aparecem, ainda que a figura humana se mantenha onipresente. Apagar as identidades das pessoas não significa um tratamento puramente formal das pinturas, pois a dimensão humana permanece central nas obras da artista (de 04/09/18, às 18h30, a 28/09/18).
  • Jardim Botânico: r. Maria Angélica, 168. Seg. a qui, 13h/19h; sex., 13h/18h, te. (21) 3239-2863. www.ibeu.org.br

INSTITUTO CASA ROBERTO MARINHO

  • Inaugurando o novo espaço cultural, onde era a casa de Roberto Marinho, a mostra Modernos 10, Destaques da Coleção reúne 124 obras do acervo do jornalista (de 28/04/18 a 30/09/18)
  • 10 Contemporâneos traz artistas contemporâneos que homenageiam o novo espaço ao criar gravuras sobre o tema “casa”. Curadoria de Lauro Cavalcanti (de 28/04/18 a 30/09/18).
  • Cosme Velho: r. Cosme Velho, 1.105.

INSTITUTO EUROPEU DI DESIGN

  • Mostra Utensílios Nativos apresenta peças de uso doméstico criadas a partir de madeira nativa brasileira por nove designers: Gustavo Dias, Hugo França, Juliana Llussá, Leonardo Bueno, Natasha Schlobach, Pedro Braga, Ricardo Graham, Rodrigo Ambrósio e Sérgio Cabral. Para a realização e produção das peças foram utilizadas três madeiras nativas, oriundas de agrofloresta: guanandi, louro pardo e jequitibá rosa. Os objetos criados são variados: desde conceituais, sem função, interativos ou inanimados, até utensílios de gastronomia como tigela, fruteira, travessa, caneca, prato, bule, jogo de colher de pau, tábua de corte, porta-vinhos, entre outros. Há também utensílios de uso pessoal – porta-joias, óculos, joias, uso intimo, porta-livros – e para casa, como vaso, cesto, banquinho, luminária, revisteiro e cabideiro. Idealização, curadoria e direção: Natasha Schlobach. Realização e Produção: Futuro Florestal e Instituto Coruputuba (de 12 a 30/9/2018).
  • Urca: Av. João Luís Avelar, 13, tel. (21) 3683-3726. Seg. a sex., 07h30/23h. www.iedrio.com.br/

INSTITUTO MOREIRA SALLES - Gávea

  • Mostra individual apresenta em 136 fotografias um recorte da extensa produção do fotógrafo africano, Seydou Keïta, produzidas entre 1948 e 1962. Considerado um dos precursores dos retratos de estúdio na África, Seydou Keïta (1921-2001) deixou um registro precioso das expressões e dos costumes de Mali, onde nasceu. A mostra inclui 48 tiragens vintage, em formato de 18 x 13 cm, ampliadas e comercializadas pelo próprio Keïta em Bamako, nenhuma delas jamais mostrada no Brasil. As demais 88 obras são fotografias ampliadas na França, sob a supervisão de Keïta, ao longo da década de 1990, quando sua obra é redescoberta no país e também nos EUA. Curadoria de Jacques Leenhardt, diretor da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris, e Samuel Titan Jr., coordenador executivo cultural do IMS. Na abertura ocorre uma visita guiada pelos curadores Jacques Leenhardt e Samuel Titan Jr. (de 05/09/18, às 18h, a 27/01/19).
  • A casa inaugurada em 1951, com projeto arquitetônico de Olavo Redig de Campos (1906-1984) e paisagístico de Roberto Burle Marx (1909-1994), foi residência da família Moreira Salles. Posteriormente foi adaptada e transformou-se em centro cultural. Atualmente abriga salas de exposição e de aula, biblioteca, auditório, cafeteria, loja de arte, ateliê e dependências para hóspedes.
  • Gávea: r. Marquês de São Vicente, 476, tel. (21) 3284-7400. Ter. a dom., 11h/20h. www.ims.com.br

JACARANDÁ

  • Coletiva Interfluxos – Colapso como Perspectiva, sob curadoria de Luiz Guilherme Vergara, reúne um conjunto de trabalhos de artistas que compõe o Programa de Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes da Universidade Federal Fluminense. Participam Anita Sobar, Denise Adams, Diana Kolker, Karen Aquine e Não Fui Eu, além dos convidados especiais Carlos Vergara, Raul Mourão e Família 5 Estrelas (até 28/06/18).

OI FUTURO

  • O festival Multiverso, com curadoria de Igor Abreu e produção de Gisele Andrade, discute o potencial transformador da tecnologia na arte. O projeto relaciona arte generativa (criações a partir de sistemas autônomos) e creative coding (programação computacional lúdica e artística). Acontece também outras ações em espaços públicos do Rio de Janeiro, como a Central do Brasil e um circuito na Praça Mauá, e obras digitais no site do multiverso.cc (de 08/09/18 a 27/10/18).
  • A exposição inédita Existência Numérica reúne obras de sete artistas brasileiros e estrangeiros que têm em comum o número como matéria-prima. Idealizada por Barbara Castro e Luiz Ludwig, com curadoria de Doris Kosminsky, a mostra traz obras interativas, dinâmicas e em tempo real, voltadas para a visualização de dados, área emergente da ciência da computação. Participam Pedro Miguel Cruz (Portugal), Till Nagel & Christopher Pietsch (Alemanha), Alice Bodanzky, Barbara Castro, Doris Kosminsky & Claudio Esperança e Luiz Ludwig (Brasil). Ao longo da exposição haverá eventos como um simpósio, em 19/09, uma oficina em outubro e lançamento do livro-catálogo bilíngue (port/ingl), com textos de importantes pesquisadores brasileiros e estrangeiros, em novembro (de 17/09/18, às 19h, a 18/11/18).
  • O espaço funciona no prédio de 1918 do antigo Museu do Telephone, no Flamengo. Ele chamava-se Centro Cultural Telemar até novembro de 2006, quando foi adotado o nome Oi Futuro.
  • O Museu das Telecomunicações, inaugurado em janeiro de 2007 no Oi Futuro, tem 210 m² e ocupa o sexto andar do espaço cultural. Ele apresenta exposição permanente sobre a história da comunicação humana, com documentos e objetos museológicos aliados a recursos de alta tecnologia. São mais de 120 vídeos produzidos por cerca de 90 instituições nacionais e internacionais. O museu trabalha com hipertexto, permitindo aos visitantes uma infinidade de “janelas” de informações num mesmo local. Na entrada, o visitante recebe um aparelho portátil para que possa interagir com as instalações e ouvir os textos dos filmes exibidos. Um dos principais objetos em exposição é um exemplar do primeiro PC vendido no mundo - ele está imerso numa espécie de cubo gigante de gelo. Visitação: ter. a dom., 11h/17h.
  • Flamengo: r. Dois de Dezembro, 63, tel. (21) 3131-3060. Ter. a dom., 11h/20h. www.oifuturo.org.br

OI FUTURO - IPANEMA

  • A filial em Ipanema do Oi Futuro, inaugurada em setembro de 2009, instalada em um edifício art déco, ocupa 1.500 m² de uma antiga central telefônica. O espaço conta com galeria de arte, sala para exibição de peças e filmes, um café e uma filial da Oi Kabum! Escola de Arte e Tecnologia.
  • Ipanema: r. Visconde de Pirajá, 54, tel. (21) 3131-9333. Ter. a dom., 13h/21h. www.oifuturo.org.br

SESC TIJUCA

  • A exposição “Meio Ambiente e Religiosidade”, cujo destaque são pertences de Padre Cícero (1844-1934), o líder religioso nascido em Crato (CE) que teve enorme influência social e política no sertão cearense e em todo o Nordeste. Entre as peças, estão cartas, documentos pessoais, utensílios domésticos, roupas e móveis, adquiridos pelo jornalista e curador da mostra Marcelo Fraga. São expostos ainda toalhas, guardanapos e lenços usados no banquete dos 90 anos de Padre Cícero, assim como punhais de cangaceiros e balas de rifles da revolução de 1914, em uma ambientação do Juazeiro do Norte do século XIX. Na abertura, às 14h, ocorre exibição do filme “O Bem Amado”, de Guel Arraes. Às 16h, haverá apresentações de danças tradicionais do Nordeste e vivência das possibilidades dessas danças com o público presente (de 22/08/18 a 16h, a 02/11/18).
  • Tijuca: r. Barão de Mesquita, 539, Tel. (21) 3238-2139. Ter. a sex., 7h/21h. S[ab., dom. e fer., 09h/18h. www.sescrio.org.br

SOLAR GRANDJEAN DE MONTIGNY

  • A exposição Gávea - Território de Diversidades, Morada de Contradições apresenta imagens do cenário do bairro da Gávea como um indício da rica e complexa dinâmica social da cidade do Rio de Janeiro. A mostra é o resultado de trabalho feito em parceria entre o Solar - Museu Universitário da PUC-Rio e do Acervodo Instituto Moreira Salles (de 25/07/18 a 26/10/18).
  • O solar é um exemplo da arquitetura neoclássica brasileira. Tombado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) desde 1938, preservado e restaurado, fica na entrada do campus da PUC-Rio (é museu universitário da instituição desde 1980). Construído como residência do arquiteto francês Auguste Henri Victor Grandjean de Montigny (1776-1850), que veio ao Brasil em 1816 integrando a Missão Artística Francesa trazida por D. João VI, é considerado um dos mais importantes exemplos da adaptação da arquitetura neoclássica ao clima tropical. Realiza exposições históricas e artísticas dedicadas à cultura brasileira dos séculos 19 ao 21. Também oferece acervo com obras de artistas brasileiros e estrangeiros que participaram de exposições no local, como Burle Marx, Thereza Miranda, Carlos Scliar, entre outros, doadas pelos próprios artistas ou por suas famílias. Tem ainda arquivo e biblioteca.

THE MAZE

  • O espaço inaugurado em 1997 possui acervo permanente com cerca de 50 obras dos artistas Nadkarni, Urbinati e Darel, além de fotografias de diversos autores. A arquitetura da edificação é inspirada no estilo mediterrâneo.
  • Catete: r. Tavares Bastos, 414, tel. (21) 2558-5547.

UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ - campus Praça Onze

  • O campus Praça Onze abriga a mostra permanente Exposição do Acervo da UniversidArte, com obras de Abraham Palatnik, Adriana Tabalipa, Aluisio Carvão, Daniel Senise, Fatima Magalhães, Frederico Dalton, João Carlos Goldberg, Luiz Ernesto, Nelson Felix, Rosana Ricalde e outros.

UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ - campus Presidente Vargas

  • Exposição Permanente do Acervo da UniversidArte reúne obras de Abraham Palatnik, Adriana Tabalipa, Aluisio Carvão, Ana Muglia, Angela Freiberger, Angelo Venosa,Carlos Muniz, Daniel Senise, Eliane Duarte, Enrica Bernardelli, Fatima Magalhães, Frederico Dalton, João Carlos Goldberg, João Magalhães, João Uchôa, Leila Danziger, Lia do Rio, Luciano Figueiredo, Luiz Ernesto, Nelson Felix, Regina Vater, Rosana Ricalde, Suzi Coralli, Vicente de Mello e Walton Hoffmann.