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BECO DO PINTO

  • O Beco é uma passagem antiga que serviu para o trânsito de pessoas e animais na São Paulo colonial entre o largo da Sé à várzea do rio Tamanduateí. O portal foi fechado em 1821 pelo primeiro proprietário, o Brigadeiro José Joaquim Pinto de Moraes Leme, e reaberto em 1826 como Beco do Colégio. Após a abertura da ladeira do Carmo em 1912, atual av. Rangel Pestana, a passagem foi desativada. Após restauro na década de 1990, o beco passou a integrar o circuito cultural da cidade, entre o Solar da Marquesa de Santos e a Casa da Imagem , e constitui um conjunto significativo arquitetônico, histórico e cultural, que integra o Museu da Cidade de São Paulo.

BIBLIOTECA BRASILIANA GUITA E JOSÉ MINDLIN

  • Uma Vida Entre Livros é mostra permanente que exibe imagens, textos e vídeos sobre a vida do casal Mindlin, a formação e a construção da biblioteca (mostra de longa duração).
  • A biblioteca inaugurada em março de 2013 reúne acervo doado pela família Mindlin à USP (Universidade de São Paulo). São, sobretudo, publicações reunidas ao longo de 80 anos pelo bibliófilo José Mindlin (1914-2010) e sua esposa Guita (1916-2006), considerado o maior acervo particular de livros do Brasil. O espaço conta com cerca de 17 mil títulos (40 mil volumes). A biblioteca possui ainda a maior coleção de matrizes de gravuras em metal e em madeira de arte brasileira, de artistas como Goeldi, Djanira, Darel, Renina Katz e Evandro Carlos Jardim. Tem também livros impressos a mão, em pequena tiragem, de Miró, Derain, Chagall e de vários artistas brasileiros. Na coleção de gravuras há obras de Mário Gruber, Samico, Lívio Abramo, Regina Silveira, Alex Flemming e outros.
  • Cidade Universitária: av. Prof. Luciano Gualberto, 78, tel. (11) 3091-1154. Pesquisa: seg. a sex., 13h/17h. Administração: seg. a sex., 8h/17h. www.brasiliana.usp.br

BIBLIOTECA MARIO DE ANDRADE

  • Na mostra “A Respeito da Proximidade”, o artista Luiz Paulo Baravelli exibe a série de pinturas painéis "Caras" realizada por ocasião da 41ª Bienal de Veneza, em 1984, quando o artista participou. A exposição também traz alguns estudos e desenhos que foram produzidos em consonância com essa série (de 20/02/18, às 19h, a 22/04/18).
  • Em “Fósseis Contemporâneos”, Miguel Anselmo exibe telas que mesclam bordados e pinturas a óleo, e uma instalação formada por uma coluna vertebral de resina plástica e PVC sobre azulejos quebrados que ocupa o centro do espaço expositivo (de 20/02/18, às 20h, a 10/06/18).
  • A coleção de publicações de arte da biblioteca está localizada na Sala Sergio Milliet, criada em 1945, que dispõe de mais de 27 mil volumes de livros, 10 mil de periódicos e três mil outros documentos (catálogos, cartazes e reproduções). Parte do acervo de livros pode ser pesquisada no catálogo online, disponível em http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/. O acervo total da biblioteca é de cerca 3,3 milhões de itens.

BIBLIOTECA TEMÁTICA DE CULTURA POPULAR BELMONTE

  • A biblioteca conta com a exposição permanente Visagens - Visões Comuns, Visões Sublimes, formada por retratos feitos por Ernesto Bonato em xilogravura de pessoas que circulam pelos arredores da biblioteca. O trabalho levou nove meses para ser concluído.
  • Santo Amaro: r. Paulo Eiró, 525, estação Largo Treze do Metrô, tel. (11) 5687-0408. Seg. a sáb., 9h/17h. www.bibliotecas.sp.gov.br

CAPELA DO MORUMBI

  • O artista Vanderlei Lopes exibe a instalação “Domo”, composta por uma cúpula e sua torre feitos em barro, madeira e ferro. Ao lado, duas mesas apresentam anotações e reflexões em papéis diversos, fundidos em bronze e pintados com guache, grafite e lápis de cor (de 11/11/17, às 11h, a 15/04/18).
  • Construída em 1949 pelo arquiteto Gregori Warchavchik (1896-1972) sobre ruínas em taipa de pilão de uma capela construída por escravos no século 19, abriga exposições que estabelecem relação de aproximação entre a arte contemporânea e o patrimônio histórico, consolidando-se como espaço para instalações site specific na cidade.

CASA DA IMAGEM

  • A mostra São Paulo em Movimento apresenta um panorama com 124 imagens do acervo fotográfico do Museu da Cidade de São Paulo, que percorre 150 anos de transformações da cidade. Destaque para a fotografia “Panorama de São Paulo”, criada em 1921 por Valério Vieira (1862-1941), considerada a maior fotografia analógica do mundo, medindo 16x1,4m que mostra uma visão panorâmica entre os bairros da Luz e Campos Elísios, tirada do alto da torre da Igreja Sagrado Coração de Jesus. Inclui também dois filmes de Benedito Junqueira Duarte (de 17/03/18, das 11h às 14h, a 29/08/18).
  • A instituição foi criada para ser a sede do Acervo Iconográfico da Cidade de São Paulo e promover sua preservação, pesquisa e difusão, além de desenvolver ações voltadas à memória da imagem documental da cidade. A coleção de 710 mil fotografias passou por detalhada intervenção de conservação preventiva e agora se encontra em uma reserva técnica especialmente projetada para sua tipologia, seguindo padrão internacional. Cerca de 130 mil destas imagens foram digitalizadas e, juntamente com suas informações catalográficas, estão disponíveis no banco de dados, possibilitando o gerenciamento da coleção e o resgate de informações.

CASA DAS ROSAS

  • A mostra "Concrescer" apresenta nove trabalhos dos artistas Francisco Zorzete e Jorge Bassani (ex Grupo Manga Rosa), que tem como inspiração a poesia concreta dos poetas Augusto de Campos, Décio Pignatari, Pedro Xisto e José Lino Grünewald. As obras redimensionam esses poemas concretos no espaço em instalações de experiência poética e sensorial (de 15/11/17 a 31/03/18).
  • A casa projetada na década de 1930 por Ramos de Azevedo é uma das poucas construções do período restantes na avenida Paulista. Ela foi tombada pelo Condephaat em 1985 e restaurada de 1986 a 1991. A mansão recebeu o nome de Casa das Rosas - Galeria Estadual de Arte em 1991, tornando-se um espaço para mostras temporárias de obras do acervo artístico do Estado. Em março de 2003, foi fechada para reformas. Em dezembro de 2004, foi reinaugurada com a designação de Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura. Em 2007, ela passou novamente por reformas. O espaço mantém uma exposição permanente de alguns móveis e obras do acervo do poeta Haroldo de Campos (1929-2003), selecionadas periodicamente por poetas, escritores e especialistas em poesia e literatura. O espaço oferece visitas monitoradas previamente agendadas a escolas e grupos de no mínimo cinco pessoas.
  • A mostra Urbanidade e Inovação reúne centenas de fotografias e poemas que narram a história da Avenida Paulista e a efervescência artística e cultural dos movimentos literários de vanguarda do período, que tinha Haroldo de Campos como um dos agentes centrais (a partir de 09/06, às 19h; mostra de longa duração).
  • Cerqueira César: av. Paulista, 37, estação Brigadeiro do Metrô, tels. (11) 3285-6986 e 3288-9447. Ter. a sáb., 10h/22h; dom., 10h/18h. www.casadasrosas.org.br

CASA DE DONA YAYÁ

  • A exposição Sesmaria de Passarinhos apresenta um recorte do trabalho desenvolvido pelo Grupo Ururay, coletivo formado por jovens pesquisadores e ativistas da Zona Leste de São Paulo. São expostas fotografias de bens tombados ou em processo de tombamento presentes nessa região que, embora seja historicamente preterida em relação às áreas centrais da cidade, abriga os mais variados grupos sociais, vindo de diversos locais do Brasil e do mundo (de 01/09/17, às 18h30, a 02/03/18).
  • O espaço é sede do Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo (CPC-USP).
  • Bela Vista: r. Major Diogo, 353, tel. (11) 3106-3562. Seg. a sex., 9h/17h; dom., 10h/15h. www.usp.br/cpc

CASA DO GRITO

  • A casa foi motivo de pesquisas a respeito do valor histórico e cultural, pela associação do imóvel ao quadro de Pedro Américo, intitulado “Independência ou Morte” (1888), onde é retratada uma casa com características semelhantes. O casebre de taipa de sopapo ou pau-a-pique é datado de 1844 e constou como moradia para diversas famílias até 1911, quando foi comprada pela família Tavares de Oliveira que permaneceu até 1936. Em 1955 foi lançada uma campanha de revitalização e restauro para visitação pública com a intenção de reaproximá-la da casa presente na pintura de Pedro Américo. No final da década de 1970, as críticas sobre as concepções museológicas implicaram na desmontagem do cenário. Em1981 a casa passou por restauro e pesquisas arqueológicas, que procurou corrigir os excessos das intervenções anteriormente realizadas. Em 2007 passou por uma nova etapa de restauro e conservação e foi reinaugurada em 2008.
  • Da Independência ao Grito: História de uma Casa de Pau a Pique, com curadoria de Margarida Andreatta (arqueóloga do Museu Paulista), revela aspectos da casa histórica do Parque da Independência por meio de imagens, desenhos e fragmentos do cotidiano.

CASA DO SERTANISTA

  • A construção da Casa do Caxingui remonta a meados do século 17. Sua arquitetura em três lanços, telhado de quatro águas e paredes em taipa de pilão é característica das casas bandeiristas. A casa foi doada à municipalidade em 1958. Em 1970 foi instalado o Museu do Sertanista, voltado essencialmente para a cultura indígena. Até 1987, realizaram-se várias exposições e mostras com o acervo indígena que lá ficava. Em 1989, por meio de um decreto de permissão de uso, a casa histórica passou a abrigar o Núcleo de Cultura Indígena da União das Nações Indígenas e a Embaixada dos Povos da Floresta. Com a saída do Núcleo de Cultura Indígena em 1993, a casa passou por novas obras de conservação e restauro, sendo ocupada pelo Museu do Folclore “Rossini Tavares de Lima” de 2000 até 2007. Após reformas, foi reinaugurada em 2013 como uma das casas históricas do Museu da Cidade de São Paulo.

CASA DO TATUAPÉ

  • A mostra Inundações em São Paulo reúne fotografias, pertencentes ao acervo fotográfico do Museu da Cidade de São Paulo, que registram o período de um século a partir de metade do século 19. Nesta seleção ganham destaque a documentação visual das inundações, algumas obras públicas de intervenção nos rios e os flagrantes da população surpreendida com a elevação da água. Curadoria de Henrique Siqueira e Monica Caldiron (de 25/01/18, das 11h às 13h, a 25/03/18).
  • Construída em taipa de pilão, a Casa do Tatuapé é a casa bandeirista mais antiga da cidade. Estima-se que sua construção tenha ocorrido entre 1668 e 1698, por Mathias Rodrigues da Silva, administrador das terras do Padre Matheus Nunes, que era dono de propriedades na região. Suas paredes de taipa possuem até 60cm de espessura. A casa possui planta retangular e cobertura em duas águas. Aberta ao público em 1981, faz parte do Patrimônio Histórico da cidade.

CASA GUILHERME DE ALMEIDA

  • Primeira casa-museu biográfica de São Paulo, a Casa Guilherme de Almeida foi reaberta em dezembro de 2010, após ficar fechada por quatro anos. O espaço, que passou por uma reestruturação, apresenta a sala de leitura, a máquina de escrever e a cama em que dormia e onde foi encontrado morto o poeta, escritor e jornalista Guilherme de Almeida (1890-1969). Também são mostrados retratos e esculturas de artistas como Brecheret, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Lasar Segall. Há ainda uma biblioteca com mais de 5 mil títulos.

CASA MÁRIO DE ANDRADE

  • A mostra Amazônia Literária realiza uma imersão na cultura do Norte do país, com destaque para a produção literária por meio de vídeos, músicas e fotografias que remetem à construção literária da região. Também há projeções do céu estrelado e a água da Amazônia em uma instalação de um templo xamânico (de 10/05/17, às 19h, a 01/08/18).
  • A casa reabre com a mostra permanente Morada do Coração Perdido, que ocupa quatro salas.
  • Barra Funda: r. Lopes Chaves, 546, tel. (11) 3666-5803 / 3826-4085. Ter. a sáb., 10h/18h. e-mail: casamariodeandrade@oficinasculturais.org.br

CASA MODERNISTA

  • A primeira casa modernista do país, projetada por Gregori Warchavchik, inaugurada em 1928, passou por um apurado restauro e voltou ao circuito expositivo da cidade.

CEMITÉRIO DA CONSOLAÇÃO

  • A mais antiga necrópole da cidade foi inaugurada em 15 de agosto de 1858 com o objetivo de evitar epidemias ao substituir o hábito de sepultar os mortos no interior das igrejas. Um dos sinais da prosperidade da burguesia paulistana nos séculos 19 e 20 foi decorar os jazigos de seus familiares com esculturas de Victor Brecheret, Bruno Giorgi, Rodolfo Bernardelli, Celso Antônio de Menezes, Francisco Leopoldo e Silva, Amadeu Zani e outros. O portão monumental e a capela do cemitério são projetos do arquiteto Ramos de Azevedo. O cemitério guarda os túmulos de Maria Domitila de Castro Canto e Melo (marquesa de Santos), dona Olívia Guedes Penteado, Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Monteiro Lobato, Antônio de Alcântara Machado, Eduardo da Silva Prado, Campos Sales, Washington Luis, Ademar de Barros, Ramos de Azevedo, Antoninho da Rocha Marmo, Mario Zan, Ruth Cardoso e outros. Um dos destaques do cemitério é o colossal mausoléu da família Matarazzo, com 25m de altura e ornamentado por um conjunto escultórico em bronze do escultor italiano Brizzolara.
  • Cerqueira César: r. da Consolação, 1.660, tels. (11) 3396-3815 / 3833. Diariamente, 7h/18h. Visitas monitoradas do projeto Arte Tumular: 8h/15h.

CENTRO CULTURAL SÃO PAULO

  • O fotógrafo francês Jean-François Rauzier exibe na mostra “Hiperfoto – Brasil” cerca de cem obras que mesclam fotografia e manipulação digital para recriam espaços da cidade. O projeto já passou por Rio de Janeiro, Brasília e Salvador. Curadoria de Marc Pottier e Bertrand Dussauge (de 15/03/18, às 18h, a 06/05/18).
  • O CCSP, projetado pelos arquitetos Eurico Prado Lopes (1939-1985) e Luiz Benedito de Castro Telles (1943-2014), foi inaugurado em 1982. Ele promove anualmente uma seleção de artistas para o programa de exposições do local, um dos mais importantes do país. O Arquivo Multimeios contém 900 mil documentos de artes visuais, arquitetura, artes gráficas e outros assuntos. A Biblioteca Alfredo Volpi é uma das mais abrangentes em artes plásticas da cidade.
  • A II Mostra do Programa de Exposições 2017 apresenta trabalhos de Andrea Tavares, Bruno Brito, Bruno Ferreira, Filipe Barrocas e as duplas Alex Topini e Fernanda Autoun (do Filé de Peixe) e Affonso Uchoa e Warley Desali (até 25/02/2018).

CENTRO UNIVERSITÁRIO MARIA ANTONIA

  • O Centro Universitário Maria Antônia (Ceuma) é um órgão de extensão universitária e cultural ligado à USP (Universidade de São Paulo), responsável pela promoção de exposições artísticas, cursos ligados à área de humanidades e pela difusão cultural, científica, artística e tecnológica de uma forma geral. Ocupa a antiga sede da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP juntamente com o Teatro da USP (Tusp), em um conjunto arquitetônico considerado patrimônio histórico da cidade.
  • Vila Buarque: r. Maria Antonia, 294, tel. (11) 3123-5201. Ter. a sex., 10h/20h; sáb. e dom., 10h/18h. www.usp.br/mariantonia

ESTAÇÃO PINACOTECA

  • A exposição Hiatus: a Memória da Violência Ditatorial na América Latina reúne trabalhos de oito artistas que dedicam o tema da memória, com pesquisas que emergem e dialogam com os resultados das Comissões da Verdade e a continuidade de violações semelhantes no mundo contemporâneo. Participam Andreas Knitz, Clara Ianni, Fulvia Molina, Horst Hoheisel, Jaime Lauriano, Leila Danziger, Marcelo Brodsky e Rodrigo Yanes. Curadoria de Marcio Seligmann-Silva (de 21/10/17, às 11h, a 11/03/18).
  • A mostra coletiva Ensaio de Tração reúne vídeos produzidos por artistas brasileiros que se dedicam a explorar a linguagem audiovisual, e que tem em comum a ambiguidade entre o documental e a ficção. Participa a obra “Da janela do meu quarto” (2004), de Cao Guimarães, que entrou para o acervo do museu em 2015; “Nau” (2017), de Cinthia Marcelle e Tiago Mata Machado, apresentado no Pavilhão do Brasil na 57ª Bienal de Veneza; “Terreno” (2004), de Janaina Wagner; “9493” (2014), de Marcellvs L., e “Thierry” (2012), de Wagner Morales (de 21/10/17, às 11h, a 11/03/18).
  • Rodrigo Andrade: Pintura e Matéria (1983-2014) traz pela primeira vez uma retrospectiva com cerca de 100 obras do pintor paulistano, com uma visão abrangente de sua carreira desde 1983 até os últimos cinco anos de sua produção. Entre os trabalhos apresentados estão abstratos, estêncil e pinturas da série “Matéria Noturna” exposta na 29ª Bienal de São Paulo. Curadoria de Taisa Palhares. Na abertura ocorre catálogo com reproduções de obras, um ensaio da curadora e um texto de Michael Asbury (de 09/12/17, às 11h, a 11/03/18).
  • O Memorial da Resistência de São Paulo apresenta quatro eixos temáticos para visitação pública: “O Edifício e suas Memórias”, “Controle, Repressão e Resistência”, “A Construção da Memória” e “Da Carceragem ao Centro de Referência”.
  • Canto Geral: A Luta pelos Direitos Humanos apresenta 30 gravuras da Pinacoteca de São Paulo, que foram realizadas em 1991 por artistas brasileiros renomados, para ilustrar artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos (até 01/03/18).
  • Luz: Largo General Osório, 66, tel. (11) 3335-4990. Qua. a seg., 10h/17h30 (com permanência até as 18h). Ingr.: R$ 6. O ingresso dá direito a visitação à Estação Pinacoteca e à Pinacoteca do Estado. Professores da rede pública (com direito a quatro acompanhantes), alunos da rede pública (em visita com a escola), funcionários de órgãos públicos e de outros museus, pessoas com mais 60 anos e crianças com até 10 anos não pagam ingresso. Estudantes e professores da rede privada têm 50% de desconto. Grátis aos sábados. www.pinacoteca.org.br

FUNARTE

  • Em parceria com a Oma Galeria, a mostra do projeto Burgos #3 reúne obras de Andrey Rossi, David Magila, Giovani Caramello e Thiago Toes. A mostra propõe fazer uma análise entre a arte e o urbano, sobre temas sociopolíticos que mostram parcerias, a união de ideias e objetivos em comum no trabalho e no discurso artístico (de 27/01/18, às 12h, a 25/03/18).
  • Campos Elíseos: Al. Nothmann, 1.058, estação Santa Cecília do Metrô, tel. (11) 3662-5177. Seg. a sex., 10h/18h; sáb. e dom., 15h/19h. www.funarte.gov.br

FUNDAÇÃO CULTURAL EMA GORDON KLABIN

  • O exemplar de “Alice no País das Maravilhas” em edição de 1907 com ilustrações de Arthur Rackham, é exposto na recepção da casa-museu como parte do projeto Diálogos com a Coleção (de 24/01/18 a 28/02/18).
  • A coleção da empresária e mecenas Ema Gordon Klabin (1907-1994) é mostrada em sua casa, nos ambientes originais. O acervo, que abrange mais de 3 mil anos e reúne 1.500 peças, contempla quase toda a história da civilização ocidental, desde as civilizações grega e etrusca até os grandes mestres europeus. A arte brasileira é representada na coleção por obras de modernistas como Portinari, Di Cavalcanti, Lasar Segall, Tarsila do Amaral e Victor Brecheret.
  • Jardim Europa: r. Portugal, 43. Qua. a dom., 14h/17h. R$ 10 e R$ 5 (aposentados e estudantes). Professores e grupos de estudantes de escolas públicas têm entrada franca. Entrada franca aos sábados e domingos. | www.emaklabin.org.br

FUNDAÇÃO MARIA LUISA E OSCAR AMERICANO

  • A fundação fica em um parque de 75 mil m² e foi criada em 1974 pelo engenheiro Oscar Americano (1908-1974). Aberta ao público em 1980, tem programas educativos na área de meio ambiente e abriga acervo de arte e mostras temporárias. O acervo é composto por três núcleos: Brasil Colônia, Brasil Império e Mestres do Século 20. São 1.500 peças, como pinturas, mobiliário, prataria e louças. Entre os destaques estão uma série de oito pinturas do holandês Frans Post e telas de Candido Portinari e Lasar Segall. O parque, projeto do arquiteto-paisagista Otávio Augusto Teixeira Mendes (1907-1988), tem cerca de 25 mil árvores de diversas espécies da Mata Atlântica, habitadas por diversos tipos de aves. A sede, antiga residência da família Americano, tem projeto de Oswaldo Arthur Bratke (1907-1997).
  • Morumbi: Av. Morumbi, 4.077, tel. (11) 3742-0077. Ter. a dom., 10h/17h30. R$ 10 e R$ 5 (estudantes e pessoas com mais de 60 anos) e grátis para crianças até 6 anos. Entrada franca para o público em geral toda primeira terça-feira de cada mês. www.fundacaooscaramericano.org.br

GALERIA OLIDO

  • Hoje tem Espetáculo exibe seleção de documentos e fotografias de trupes, famílias e artistas circenses pertencentes ao acervo do Centro de Memória do Circo. Expografia de Carla Caffé e curadoria de Verônica Tamaoki (mostra de longa duração).
  • Centro: av. São João, 473, tels. (11) 3331-8399 / 3397-0171. Seg., qua. qui. e sex., 10h/20h; sáb. e dom., 13h/20h. www.galeriaolido.sp.gov.br

IGREJA DAS CHAGAS DO SERÁFICO PAI SÃO FRANCISCO DA VENERÁVEL ORDEM TERCEIRA DE SÃO FRANCISCO DA PENITÊNCIA

  • A igreja foi inaugurada em 1787 e fica anexa ao antigo convento, onde hoje é a Faculdade de Direito da USP. Junto com o Mosteiro de S. Bento e a Igreja do Carmo, é um dos vértices do triângulo do velho centro da cidade, que concentrava o núcleo de São Paulo nos seus primórdios. Sua técnica construtiva é a taipa de pilão com embasamento de pedra. O seu interior encontra-se bem conservado, com vários retábulos laterais em talhas de estilo rococó. A cúpula octogonal ostenta pinturas do século 18. Na Capela de Nossa Senhora da Conceição, abriga o antigo retábulo, executado por Luiz Rodrigues Lisboa entre 1736 e 1740. A exposição permanente de acervo, com obras dos séculos 17 ao 20, além de mostras temporárias.
  • Sé: Largo São Francisco, 173. Igreja: seg. a sex., 9h/17h; sáb., 9h/13h. Visitas agendadas ao acervo e dependências da igreja: qui., às 14h.

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE SÃO PAULO

  • O IHGSP é uma instituição científica e cultural que tem como principais objetivos a pesquisa e a divulgação da história, da geografia e de correlatos, principalmente com respeito à cidade e ao Estado de São Paulo. A instituição realiza mostras permanentes e temporárias. Museu da Revolução de 1932 é um espaço dedicado a resgatar, conservar e disseminar informações sobre esse fato importante da história para as novas gerações. Mostra de acervo sobre o Período Imperial no Brasil.
  • Arqueologia e Contemporaneidade traz trabalhos de três pesquisadores da instituição - Guy Collet, Luiz Caldas Tibiriçá e Heinz Budweg - realizados em expedições por diversas regiões do Brasil.
  • Trilha do Peabiru é exposição permanente sobre o trecho paulista da antiga trilha indígena que, ao tempo do descobrimento, interligava o Estado de São Paulo ao Paraguai. A mostra tem colaboração do cacique Tukumbó Dyeguaká.
  • Praça da Sé: r. Benjamin Constant, 158, 7º andar, tel. (11) 3242-8064. Ter. a sex., 10h/16h. www.ihgsp.org.br. Visitas no período da manhã somente mediante agendamento.

INSTITUTO LINA BO E P. M. BARDI | CASA DE VIDRO

  • Instalado na Casa de Vidro, antiga residência do casal criador do Masp, o instituto tem como objetivo divulgar e promover a cultura e as artes brasileiras no Brasil e no exterior. Projetada por Lina Bo Bardi em 1950, a casa é um marco da arquitetura moderna brasileira. Tombada em 1987 pelo Condephaat, abriga documentos de arquitetura, fotografias, correspondências, entrevistas, escritos, além da coleção de arte popular e objetos de design e artes plásticas dos Bardi.
  • Morumbi: r. General Almério de Moura, 200, tels. (11) 3744-9902 e 3744-9830. As visitas devem ser agendadas. www.institutobardi.com.br

MAC-USP (MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO) | EX-DETRAN

  • A mostra “Diários de Cheiros: Teto de Vidro”, a artista Josely Carvalho apresenta duas instalações olfativas onde as obras multimídias nutrem a experiência dos visitantes através dos cheiros. Compõe a exposição 13 aromas cheiros originais produzidos em parceria com a Givaudan do Brasil; nano cápsulas de cheiro produzidos pela Ananse, livro de artista, seis esculturas de vidro soprado, vídeo e som para canais e seis crayons olfativos a serem experimentados. A série é um desdobramento do “Diário de Imagens”, que compreende a obra da artista desde 1970. Curadoria de Katia Canton (de 03/03/18, às 11h, a 06/05/18).
  • A exposição coletiva Matriz do Tempo Real, sob curadoria de Jacopo Crivelli Visconti, reúne cerca de 40 trabalhos de artistas brasileiros e internacionais que tem como elemento central o passar do tempo, seja por reflexão filosófica, ou sentido processual dos dias levados para a realização dos trabalhos. Entre as obras participantes, estão as de On Kawara, John Cage, Antonio Manuel, Cadu, Irma Blank, Ivens Machado, Leonilson, Mauro Restiffe, Teching Hsieh e outros. Curadoria Jacopo Crivelli Viscont (de 13/01/18, às 11h, a 18/03/18).
  • O Tridimensional no Acervo do MAC: Uma Antologia é composta por 17 obras que tratam da crise das artes visuais, sobretudo a partir do final da Segunda Guerra, focando no esfacelamento do conceito tradicional da escultura ocorrido nas últimas décadas. Há obras de Frida Baranek, Eduardo Climachauska e Paulo Climachauska, Sérvulo Esmeraldo, Carlos Fajardo, Carmela Gross , Liuba Wolf, Maria Martins, Cildo Meireles, Henry Moore, Ernesto Neto, Gustavo Rezende, Chihiro Shimotani, François Stahly, Sofu Teshigahara, Ângelo Venosa, Franz Weissmann e Haruhiko Yasuda (a partir de 28/01/12; mostra de longa duração).
  • A mostra “Samson Flexor - Traçados e Abstrações” apresenta 35 obras do artista moldávio Samson Flexor (1907-1971), entre desenhos e pinturas, pertencentes ao acervo do museu. A seleção traça aspectos da trajetória do artista, dando ênfase na produção feita entre 1948 e 1960. A transformação plástica desse período busca uma movimentação na estrutura, que constitui nos pensamentos estéticos entre abstrato, construtivo e expressivo. Na abertura ocorre oficina infantil (de 24/01/15, às 11h, a julho de 2018).
  • A exposição A Casa um conjunto de obras inspirado no poema de Vinícius de Morais musicado ao lado de Toquinho em 1980, que fala da criação de um lar, mas que é repleto de elementos faltantes e da própria ausência de praticidade esperada do ambiente doméstico. São expostos 18 trabalhos pertencentes ao acervo do museu, dos artistas Alexander Calder, Leda Catunda, Alex Flemming, Iran do Espírito Santo, Cildo Meireles, Nina Moraes, Alex Vallauri, Flávio Cerqueira, Barrão, Regina Silveira, Maria Tomaselli, Camille Kachani, Ângelo Venosa, José Carratu e Ana Teixeira (de 12/09/15, às 11h, a julho de 2018).
  • Visões da Arte no Acervo do MAC USP 1900-2000 ocupa dois andares com 140 obras de Modigliani, Picasso, Kandinsky, Miró, Max Bill, Anita Malfatti, Flavio de Carvalho, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti e outros. A mostra recebe a obra Champs de Mars: A Torre Vermelha, (1911/23), do artista francês Robert Delaunay (1885-1941) (mostra de longa duração).
  • A mostra Reserva em Obras apresenta 60 obras do acervo do museu, entre pinturas e esculturas, como Waldemar Cordeiro, Maria Bonomi, Antonio Lizárraga, John Graz, Karl Hartung, Manabu Mabe, Yolanda Mohalyi, Antoni Tápies, Serge Poliakoff, Mary Vieira, Anatol Wladyslaw, entre outros. As obras exibidas não são articuladas por um tema específico, ou por escolhas curatoriais fechadas, mas atestam trabalhos cotidianos de técnicos e docentes para preservação e pesquisa de acervo aberto (a partir de 06/05/17, às 11h, mostra de longa duração).
  • MAC no Século XXI – A Era dos Artistas apresenta cerca de 100 obras que entraram para o acervo recentemente, doadas por galerias, pela iniciativa privada, através de leis de incentivo e pelos artistas. A mostra reflete o trabalho conjunto do curador com o artista, propondo leituras ou percursos conceituais não definidos, que se abrem para a exploração livre e às experiências de cada observador. Participam trabalhos de Luis Martins, Eduardo Kac, Regina Silveira, João Loureiro, Luiz Braga, Iran do Espírito Santo, Sandra Cinto, Lucas Simões, Geórgia Kyriakakys, Hugo Curti, Felipe Cama, Albano Afonso, Julio Leite, Jonathas de Andrade, Deborah Paiva, Claudio Cretti, Andrea Brown, Vânia Mignone, Marepe e Paulo Whitaker, entre outros. Curadoria de Katia Canton (de 20/05/17, às 11h; mostra de longa duração).
  • Matriz do Tempo Real apresenta obras de brasileiros e estrangeiros produzidas nos anos 1960 e que tratam da passagem do tempo (janeiro-fevereiro).
  • Instauração do Moderno reflete sobre o modernismo brasileiro e suas influências internacionais. Participam Maria Martins, Brecheret, Balla, Bérard e Vordemberg-Gildewat e outros (mostra de longa duração).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, 1.301, antigo prédio do Detran, tel. (11) 2648-0254. Ter. a dom., 10h/18h. www.mac.usp.br

MAE (MUSEU DE ARQUEOLOGIA E ETNOLOGIA) | USP

  • O acervo do MAE abriga mais de 100.000 espécimes, com objetos arqueológicos e etnográficos desde a Europa Paleolítica até recentes produções dos povos indígenas. O acervo tem origem das antigas coleções dos setores de Arqueologia e Etnologia do Museu Paulista, do antigo Museu de Arqueologia e Etnologia, do Instituto de Pré-História e do Departamento de Antropologia da USP.
  • Reserva Técnica Visitável: Revelando os Bastidores de um Museu é constituída por artefatos provenientes de diferentes regiões da Amazônia e evidencia importantes formas de ocupação deste território pelas populações indígenas desde períodos remotos. Visitas apenas por agendamento prévio (longa duração).
  • Butantã: av. Professor Almeida Prado, 1.466, Cidade Universitária, tel. (11) 3091-4905. Seg., qua. qui. e sex., 9h/17h. Abre no segundo sábado de cada mês, 10h/16h. www.mae.usp.br

MAM | MUSEU DE ARTE MODERNA

  • Oito Décadas de Abstração Informal nas Coleções do MAM e da Casa Roberto Marinho exibe 83 obras do acervo do museu de artistas, como Rodrigo Andrade, Tataiana Blass, Celia Euvaldo, Karin Lambrecht, Yolanda Mohalyi, Flávia Ribeiro e da coleção particular de Roberto Marinho como Manabu Mabe, Maria Martins, Jorge Guinle, Vieira da Silva, como Tomie Ohtake, Maria Martins, Antonio Bandeira, Iberê Camargo e outros. Curadoria de Lauro Cavalcanti e Felipe Chaimovich (de 16/01/18, às 19h30, a 22/04/18).
  • A mostra de Mira Schendel repassa a trajetória da artista suíça-brasileira com 56 monotipias, óleos sobre papel de arroz, acrílicos e ecolines e nanquim sobre papel produzidos entre os anos 1960 e 1980. Curadoria de Paulo Venâncio (de 16/01/18, às 19h30, a 22/04/18).
  • Ana Mazzei faz intervenção no Projeto Parede (de 16/01/18, às 19h30, a 22/04/18).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3, tel. (11) 5085-1300. Ter. a dom., 10h/18h. Ingr.: R$ 6,00. Grátis aos domingos para o público em geral. Crianças até 10 anos e adultos com mais de 65 anos não pagam entrada. www.mam.org.br

MASP (MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO)

  • O museu possui a mais importante coleção da América Latina e de todo o Hemisfério Sul. Os destaques são as pinturas de Rafael, Mantegna, Botticceli, Bellini, Ticiano, Poussin, Delacroix, Manet, Degas, Cézanne, Monet, Van Gogh, Matisse, Modigliani, Chagall, Velázquez, Maria Martins, Visconti, Portinari, Di Cavalcanti e muitos outros. Agora sob a direção de Heitor Martins (ex-Fundação Bienal), o museu tem curadoria de Adriano Pedrosa e dos assistentes Fernando Oliva, Luiza Proença e Tomás Toledo. A equipe conta ainda com a assistência de Rodrigo Moura (curador adjunto), Julieta Gonzalez (arte moderna e contemporânea), Luciano Migliaccio (arte europeia), Patrícia Carta (moda), Martin Corullon (arquiteto) e Raul Loureiro (designer gráfico).
  • A exposição Acervo em Transformação retoma o projeto expográfico radical de 1968 dos cavaletes de cristal, de autoria da arquiteta Lina Bo Bardi (1914-1992), que projetou também o prédio do Masp. A pinacoteca no segundo andar volta a ter essas peças que sustentam as obras, também chamadas de cavaletes de vidro, sem uso desde 1996. São suportes transparentes, sustentados por uma base de concreto, espalhados livremente pelo monumental espaço da pinacoteca. As obras parecem suspensas no ar. Sem um roteiro predeterminado a seguir, o visitante tem autonomia para decidir o próprio percurso. Para a retomada da expografia original, o escritório Metro Arquitetos Associados reconstruiu mais de cem cavaletes desenhados por Lina. A mostra reúne 117 trabalhos, mesclando diversas coleções da instituição. O mais antigo é uma escultura da deusa Higia do século 4 a.C. e o mais recente, é uma escultura de Marcelo Cidade, de 2011. Participam ainda trabalhos de Botticelli, Tintoretto, Ticiano, Rembrandt, Goya, Ingres, Cézanne, Van Gogh, Monet, Picasso, Matisse, Rodin, Lasar Segall, Volpi, Di Cavalcanti e outros. O milagre se dá sob a direção de Heitor Martins (ex-Fundação Bienal). A curadoria é de Adriano Pedrosa e de três membros da equipe curatorial do museu: Fernando Oliva, Luiza Proença e Tomás Toledo. Junto à mostra é lançado catálogo “Concreto e Cristal: o Acervo do Masp nos Cavaletes de Lina Bo Bardi (editora Cobogó; 305 págs; R$ 150), com organização de Adriano Pedrosa e Luiza Proença (mostra a partir de 10/12/15, às 19h30; exposição de longa duração).
  • Mostra da Coleção Masp Landmann, de Edith e Oscar Landman, é uma das principais coleções de arte de arte pré-colombiana da América Latina. Parte do acervo foi cedido em comodato ao museu por 10 anos. Composta por cerca de 900 obras, cobre um arco temporal de quase 2.500 anos (1000 a.C. ao século 16) com peças em diversos suportes (de janeiro a agosto de 2017).
  • Mostra de Tunga (Palmares / PE, 1952 – Rio de Janeiro / RJ, 2016), artista central na história da arte brasileira. Em quase meio século de produção, constituiu uma obra com referências a um universo simbólico único. A mostra traz obras que lidam com o desejo e o erotismo. Reunindo trabalhos em diferentes formatos, como desenhos, esculturas e filmes, a retrospectiva é a primeira grande exposição do artista em uma grande instituição brasileira desde o recente falecimento do artista (de 14/12/17,às 20h, até 2018).
  • A exposição de Antônio Francisco Lisboa, conhecido como Aleijadinho (Vila Rica, atual Ouro Preto, Minas Gerais, 1738 - 1814) apresenta a obra desse artista negro, considerado um dos principais expoentes do barroco brasileiro. A mostra conta com empréstimos de alguns museus e congregações religiosas, que, além de esculturas devocionais, inclui também trabalhos de outros artistas que retratam a formação do mito Aleijadinho ao longo dos séculos 19 e 20 (março a junho de 2018).
  • A exposição da artista mineira Maria Auxiliadora da Silva (1935 - 1974) reúne cerca de 70 pinturas, apresentadas em diferentes eixos. Ela ficou conhecida por ser artista autodidata afro-brasileira, entre trabalhos feitos em carvão e pintura a óleo, além de ter desenvolvido uma técnica própria, inspirada na mistura de massa de poliéster com o próprio cabelo, dando assim origem a volumes e texturas em suas telas. Curadoria de Adriano Pedrosa e Fernando Oliva (de março a junho de 2018).
  • Mostra do curador e artista baiano Emanoel Araújo traz obras fundamentalmente escultóricas, caracterizadas pelo construtivismo geométrico e pela influência de temáticas afro-brasileiras. Curadoria de Tomás Toledo (abril a julho).
  • Em parceria com o Instituto Tomie Ohtake, a exposição Histórias Afro-atlânticas reúne uma ampla seleção de obras de arte e documentos relacionados aos “fluxos e refluxos” (expressão de Pierre Verger) entre a África, as Américas, o Caribe e também a Europa; contemplando trabalhos do século 16 ao 21. Curadoria de Adriano Pedrosa, Ayrson Heráclito, Hélio Menezes, Lilia Schwarcz e Tomás Toledo (de junho a outubro de 2018).
  • O norte-americano Melvin Edwards exibe sua célebre série “Lynch Fragments”, feita desde os anos 1960 até hoje, compostas por esculturas de parede, objetos em metal, como correntes e ferramentas de trabalho, para lidar com questões como raça, violência, trabalho e escravidão. Curadoria de Rodrigo Moura (de agosto a novembro de 2018).
  • A exposição do pintor, escultor e gravador baiano Rubem Valentim (1922 - 1991) reúne cerca de 60 trabalhos sobre as potencias articulações entre os elementos da tradição ocidental e as raízes africanas da cultura brasileira (de agosto a novembro de 2018).
  • Cerqueira César: av. Paulista, 1.578, tel. 3149-5959. Ter., qua., sex., sáb., dom. 10h/18h; qui. 10h/20h. R$ 30 e R$ 15. Estudantes, professores e maiores de 60 anos pagam meia entrada. Grátis às terças e para menores de 10 anos. www.masp.art.br

MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA

  • A mostra Scapeland - Território de Trânsito Livre apresenta obras de 46 artistas, convidados pelo curador Laerte Ramos, onde tratam da paisagem sobre horizontes, cidades, planos e recortes de lugares reais e imaginários. Participam Amaury Santos, Ana Ruas, Anderson Godinho, Beatriz Ruco, Cesar Fujimoto, Danielle Noronha, David Almeida, David Magila, Evandro Prado, Fran Chang, Guilherme Callegari, Guilherme Teixeira, Henrique Detomi, Hermano Luz, James Kudo, João Loureiro, João GG, Katia Fieira, Laura Gorski, Maira Fukimoto, Mauricio Adinolfi, Mauricio Parra, Nazareno Rodrigues, Paulo Almeida, Regina Silveira, Renata Cruz, Ricardo Alves, Thiago Toes, Ulysses Boscolo, Vitor Mizael, Yuli Yamagata e outros (de 25/01/18, às 13h, a 28/02/18).
  • Na Biblioteca, a mostra A Imagem e o Haicai traz aquarelas, pinturas, gravuras, fotografias, esculturas, técnicas mistas e instalação de artistas que trabalham com a palavra vinda de um Haicai, um poema curto de origem japonesa, que tem a função de devolver ao homem uma visão mais direta da natureza, tendo como sua essência a simplicidade e a sobriedade. Projeto de Altina Felício e curadoria de Carlos Bueno (de 08/02/18, às 18h, a 09/03/18).
  • No Pavilhão da Criatividade é exibida vasta coleção de arte popular latino-americana.
  • Castelo Rá-Tim-Bum homenageia o programa infantil da TV Cultura e bate recordes de visitação em sua terceira temporada. Estão em exibição peça originais, fotografias, figurinos, vídeos e um cenário que recria o Castelo (até 04/02/2018).
  • Barra Funda: av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, estação Barra Funda do Metrô, tels. (11) 3823-4600 / 4705. Ter. a dom., 9h/18h. www.memorial.sp.gov.br

MIS (MUSEU DA IMAGEM E DO SOM)

  • Mostra apresenta a vida e a obra do célebre cantor e compositor brasileiro, vocalista e fundador da banda de rock Legião Urbana, Renato Russo (1960-1996). Com peças de acervo, a exposição traz objetos pessoais, peças de vestuário, fotografias, discos, livros, manuscritos, instrumentos musicais, documentos escolares, desenhos, cartas de fãs, além de prêmios, fanzines, folhetos e impressos. Inclui ainda desenhos e pinturas feitos por ele, bem como uma peça de teatro e projetos cinematográficos. A mostra ainda oferece curso sobre a produção cultural, shows, debates e lançamento do catálogo. Curadoria de André Sturm (de 05/09/17, às 19h, a 18/02/18).
  • No Paço das Artes, a mostra “Still Brazil” de Daniel Jablonski é a primeira mostra da Temporada de Projetos 2018. O artista exibe áudios, vídeos e objetos que se articulam ao redor de uma coleção de 150 stills cinematográficos, onde são capturados quando surgem surgem as palavras “Brazil” ou “Brazilian”. A obra busca evidências sobre uma visão sobre o Brasil no exterior, que se verdadeira ou falsa, traz possíveis representações que podem ser identificadas como clichês ou também repensar sua própria identidade (de 30/01/18, às 19h, a 18/03/18).
  • O Museu da Imagem e do Som de São Paulo, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, foi inaugurado em 1970. Seu acervo conta com mais de 200 mil itens como fotografias, filmes, vídeos e cartazes. Além de exposições e mostras de cinema regulares, o MIS possui uma programação cultural diversificada voltada para todos os públicos e abre espaço para novos artistas, que, por meio de seleção, exibem seus trabalhos dentro de programas de fotografia, cinema, dança e música.
  • O projeto Nova Fotografia exibe na mostra “Arquipélago”, do gaúcho Zico Farina, série de obras que tratam do sentimento de isolamento contemporâneo (até 04/02/18).
  • Jardim Europa: av. Europa, 158, tel. (11) 2117-4777. Ter. a sáb., 12h/21h; dom., 11h/20h. www.mis-sp.org.br

MuBE | MUSEU BRASILEIRO DA ESCULTURA E ECOLOGIA

  • O argentino Eduardo Basualdo expõe 10 trabalhos que fazem intervenções no espaço expositivo como grades grandes divisórias na mostra “Arena” (de 21/10/17, das 11h às 18h, a 18/02/18).
  • Marcelo Cidade exibe em “Subtotal” conjunto de obras dentro e fora do prédio que desafiam os espaços institucionais e tem forte apelo político. (de 21/10/17, das 11h às 18h, a 18/02/18).
  • Daniel Murgel apresenta a obra “Labirinto de Cruzetas”, pelo programa MuBE para Brincar, composta por dois traços perpendiculares que indica um lugar na área externa do museu. A marca indica onde peças possam ser construídas acima do nível do solo, inspiradas em estruturas que sustentam caixas d’água em cidades do interior do país. Trata-se de um elemento típico da arquitetura feita sem o projeto do arquiteto, como um “puxadinho”, mas que cumpre sua função e dispensa o uso do concreto armado (até março 2018).
  • Jardim Europa: av. Europa, 218, tel. (11) 2594-2601. Ter. a dom., 10h/19h. www.mube.art.br

MUSEU AFRO BRASIL

  • Ciro Schu exibe a instalação “Más-Caras” na área externa do museu, e faz uma crítica ao consumo desenfreado da sociedade representada por diversas máscaras amplificadas (a partir de 20/11/17, às 10h, a 04/03/18).
  • Coordenado pelo artista plástico e curador baiano Emanoel Araujo, o museu recupera, preserva, valoriza e divulga o universo histórico-cultural do negro brasileiro, sempre colocado à margem pelas instituições oficiais. O acervo tem mais de 5 mil obras de arte e objetos históricos.
  • Barroco Ardente e Sincrético Afro-Luso- Brasileiro reúne 400 obras dos principais artistas afro-brasileiros entre os séculos 17 e 19, com curadoria de Emanoel Araujo (até 04/03/18).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 10, Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, tel. (11) 3320-8900. Ter. a dom., 10h/18h (entrada até 17h). Ingr.: R$ 6. Entrada gratuita aos sábados. www.museuafrobrasil.org.br

MUSEU ANCHIETA

  • Em “Amar e Viver São Paulo”, Nilda Luz presta homenagem o aniversário da cidade de São Paulo, através de 30 obras, que cobrem um período entre 1984 a 2018 de suas produções. São expostas pinturas em acrílica de figurativo espontâneo, que mesclam um pouco do abstrato com linhas modernas. A artista retrata pontos históricos de São Paulo – da Estação da Luz ao Largo de São Bento, da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco ao Palacete Guanabara na avenida São João (de 23/01/18, das 18h às 21h, a 03/08/18).
  • Parte do complexo histórico do Pateo do Collegio, marco do nascimento de São Paulo, foi transformada em centro cultural com museu e acervo de 500 itens, como peças de arte sacra, quadros, fotografias, aquarelas, artefatos indígenas contemporâneos e mapas de São Paulo antigo.
  • Centro: praça Pateo do Collegio, 2, tel. 3105-6899. Ter. a sex., 9h/16h45; sáb. e dom., 9h/16h30. Ingr.: R$ 8; estudantes de escola particular, universitários e professores pagam R$ 4; estudantes de escola pública (Ensino Médio e Fundamental) pagam R$ 2; e aposentados, idosos, crianças menores de sete anos e deficientes físicos têm entrada franca. www.pateocollegio.com.br

MUSEU CATAVENTO

  • O projeto de iniciação científica Catavento tem ênfase na ciência, nas artes e no conhecimento humano. O Museu de Tecnologia tem em acervo inúmeros recursos de simulação, que proporcionam aos visitantes a oportunidade de interagir com o seu conteúdo, ou de participar diretamente em experiências virtuais. Uma das atividades digitais é uma viagem aérea virtual em três dimensões pelo Rio de Janeiro (RJ).
  • A mostra permanente Do Macaco ao Homem apresenta conhecimentos sobre o processo de hominização e os principais passos de nossa linhagem evolutiva. A exposição reúne réplicas de nossos ancestrais, bem como de réplicas de artefatos de pedra lascada e de osso, além de peças de cunho artístico, retirados do acervo do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos da USP. Necessário retirar senha na bilheteria.
  • Centro: Palácio das Indústrias, Parque D. Pedro II, tel. (11) 3315-0051 Ter. a dom., 9h/17h. R$ 6. Aposentados, idosos e estudantes com carteirinha pagam R$ 3. Grátis aos sábados para o público em geral. www.cataventocultural.org.br

MUSEU DA CASA BRASILEIRA

  • A exposição Passagens - Espaço de Transição para a Cidade do Século XXI propõe debate sobre as formas de ocupação e apropriação do espaço urbano, a partir das passagens – pequenos espaços da mobilidade como túneis, escadarias, passarelas e pontes, determinantes na qualidade dos deslocamentos a pé pelas metrópoles. Por meio de uma instalação, o visitante pode experimentar a mobilidade em vários contextos urbanos, através de um mapa que pontua os projetos e estudos sobre esses locais pelo do Instituto Cidade em Movimento (IVM) (de 17/02/18, às 14h30, a 08/04/18).
  • O MCB foi criado em 1970 e, em 1972, ganhou sua sede definitiva: um solar neoclássico construído entre 1942 e 1945, originalmente para abrigar o ex-prefeito de São Paulo, Fábio da Silva Prado (1887-1963), e sua esposa Renata Crespi Prado (1897-1981). O projeto arquitetônico do paraense Wladimir Alves de Souza (1908-1994) remete às linhas do Palácio Imperial de Petrópolis (RJ). O casal morou na residência por 18 anos e a transformou em centro de grandes recepções oficiais. Após a morte de Fábio Prado, Renata Crespi se mudou da casa, e, em 1968, doou o imóvel ao Estado de São Paulo.
  • O MCB mantém dois acervos, somando um total de cerca de 500 peças. A Coleção Crespi-Prado exibe porcelanas, móveis, pratarias e pinturas. A Coleção MCB, que apresenta 85 móveis e objetos representativos da casa brasileira desde o século 17 até os dias de hoje, é reorganizada e recebe 87 novas peças do período modernista no Brasil, um recorte fundamental para discussão das questões ligadas ao design. Entre os novos itens, recebidos por meio de doações, estão peças como a poltrona “Jangada”, de Jean Gillon, a luminária “Concha”, de Fábio Alvim e a cadeira Oswaldo Bratke. Há também trabalhos vencedores da história do Prêmio Design MCB, como a poltrona “Mandacaru”, de Baba Vacaro, a estante “Labirinto”, dos irmãos Campana, e a poltrona “Cadê”, da Ovo. A mostra traz ainda uma coleção de imagens constituída a partir do projeto Casas do Brasil, de resgate e memória sobre a diversidade do morar brasileiro, com registros de moradias como casas populares de diferentes Estados, casa xinguana, barraca cigana, habitação ribeirinha e o Carandiru (Coleção MCB, a partir de 24/11/16, às 19h30).
  • Remanescentes da Mata Atlântica & Acervo MCB, sob curadoria do botânico Ricardo Jardim, conhecido por Doutor Árvore, faz a leitura das variadas espécies de madeiras usadas no mobiliário histórico do museu, muitas delas extintas ou em vias de extinção (longa duração).
  • Jardim Paulistano: av. Brigadeiro Faria Lima, 2.705, tels. (11) 3032-3727 e 3032-2564. Ter. a dom., 10h/18h. R$ 7. Meia-entrada: R$ 3,50. Pessoas com deficiência e acompanhante pagam meia-entrada. Maiores de 60 anos e crianças até 10 anos não pagam. Grátis aos sábados e domingos para o público em geral. www.mcb.org.br

MUSEU DA DIVERSIDADE SEXUAL

  • A mostra “Tarja Preta” traz trabalhos da fotógrafa Vania Toledo, entre retratos feitos entre os anos 1970 até a atualidade, focados em ícones da cultura e da diversidade. Alguns registram a efervescência cultural da noite LGBT, teatro, música e das artes, questionando o sexo e a expressão de gênero, e enaltece a liberdade e infinidade de possibilidades de expressões artísticas, se opondo à caretice. Curadoria de Diógenes Moura (de 24/01/18, às 17h, a 05/05/18).
  • Centro: praça da República, dentro da estação República do metrô, tel. (11) 2627-8078. centrodiversidadesexual@sp.gov.br

MUSEU DA ENERGIA DE SÃO PAULO

  • O museu será reaberto, após um ano, com a mostra Encontros Improváveis de um Lugar em Comum que apresenta obras dos artistas multimídia Cadu, Guto Lacaz, Paulo Nenflídio e Regina Silveira. Espalhadas pelos dois andares, as obras dialogam com os temas “água e energia”, a fim de trazer novas linguagens sobre os temas já abordados pelo museu, em um olhar poético visual. Curadoria de Luciana Nemes (de 25/01/18, às 10h, a 24/06/18).
  • A mostra Tempos de Energia - São Paulo em Transformação explora o desenvolvimento do Estado a partir da evolução da energia elétrica, através de objetos antigos, documentos raros e múltiplos recursos tecnológicos. Com um mapa virtual a exposição traça a evolução urbana, com telas interativas, miniaturas perfeitas de hidrelétricas e sistemas de geração de energia solar e eólica; ferros de passar roupa, enceradeiras, televisores, rádios, secadores de cabelo e dezenas de objetos antigos (a partir de 05/09/14; mostra de longa duração).
  • O edifício foi construído entre 1890 e 1894, quando o bairro dos Campos Elíseos era o endereço mais sofisticado de São Paulo, abrigando parte da elite cafeeira da época. O palacete, projeto do escritório de Ramos Azevedo, foi residência de Henrique Santos Dumont, irmão do aviador Alberto Santos Dumont e um dos homens mais ricos do Brasil à época. Inaugurado em junho de 2005, o museu é voltado à história e ao futuro do sistema de energia. É mantido pela Fundação Energia e Saneamento, mantida por Sabesp, Cesp e Emae.

MUSEU DA IMIGRAÇÃO | MEMORIAL DO IMIGRANTE

  • O museu ocupa parte da antiga Hospedaria do Imigrante, um imponente complexo, construído entre 1886 e 1888 no bairro do Brás, com finalidade de receber e encaminhar ao trabalho os imigrantes trazidos por conta do governo. A Hospedaria foi criada para reunir e preservar a documentação, memória e objetos de imigrantes que vieram para o Brasil em busca de esperança, aventuras, fortuna ou simplesmente fugindo de uma situação difícil nas suas pátrias de origem. Instalado em um dos poucos edifícios centenários da cidade de São Paulo. De 1882 a 1978, passaram por ali pessoas de mais de 60 nacionalidades e etnias, todas devidamente registradas em livros e listagens. Além do trabalho de divulgação destas histórias, há também a recuperação dos carros de madeira (o termo vagão é usado quando se trata de transporte de carga), da antiga São Paulo Railway. Dois deles estão restaurados, sendo um carro de bagagem, correio e chefe de trem, de 1914, e outro de passageiros, 2ª classe, de 1931. O Memorial do Imigrante é responsável pela preservação, estudo e divulgação de importante acervo histórico referente à imigração no Estado de São Paulo nos últimos 120 anos.
  • O museu apresenta um novo plano museológico para a mostra de longa duração Migrar: Experiências, Memórias e Identidades, que explica como o processo migratório é um fenômeno permanente na história do mundo (mostra de longa duração).
  • Mooca: r. Visconde de Parnaíba, 1.316, estação Bresser do Metrô, tel. (11) 2692-1866. Ter. a sáb., 9h/17h; dom., 10h/17h. Quinzenalmente, às sextas-feiras, visitação estendida até as 21h. Ingr.: R$ 6 e R$ 3 (meia-entrada). Grátis aos sábados. www.museudaimigracao.org.br

MUSEU DA PESSOA

  • O Museu Virtual reúne histórias de vida e é aberto à participação gratuita de toda pessoa que queira compartilhar sua biografia.

MUSEU DE ARTE SACRA

  • A mostra Urubu Ka'apor apresenta artefatos confeccionados por algumas etnias indígenas brasileiras, como os de uso cotidiano, de festas, de celebração, de tradição e as artes plumárias, os quais demonstram os modos de vida e a visão de mundo de cada um de povos, desde os minimalistas Ka'apor aos leques occipícios Karajá, passando pelos Wayanas, Palikurs, Tapirapés e Kayapós. A exposição tem parceria com o Museu Índia Vanuíre, da Tupã (SP) (de 25/01/18, às 11h, a 04/03/18).
  • Localizado no Mosteiro da Luz, fundado e construído em taipa de pilão por Frei Galvão por volta de 1774, o museu é considerado um dos mais importantes monumentos arquitetônicos coloniais paulistas. Seu precioso acervo é composto por mais de 4 mil obras de arte religiosa, entre imaginária sacra, retábulos, altares, oratórios, prataria, objetos, vestimentas litúrgicas e livros raros dos séculos 16 ao 20.
  • A exposição Arte Sacra na Ourivesaria traz cerca de 130 peças de acervo, entre joias, relíquias, navetas, gomil e jarras, ostensórios, âmbulas, cálices, penas, cruzes, santos óleos e uma instalação de lampadários, além de outros objetos sacros, que traçam uma leitura dos artesãos de metais nobres na colônia, com acabamento típico das obras europeias (mostra de longa duração).
  • Luz: av. Tiradentes, 676, estação Tiradentes do Metrô, tel. (11) 3326-3336. Estacionamento pago à r. Jorge Miranda, 43. Ter. a dom., 9h/17h. R$ 6 e R$ 3 (estudantes). Grátis aos sábados. Pessoas com mais de 60 anos e crianças de até 7 anos têm entrada franca. Visitas monitoradas para escolas públicas são gratuitas. www.museuartesacra.org.br

MUSEU DO FUTEBOL

  • Inaugurado em setembro de 2008, o museu, que está instalado numa área de 6.900m², propõe uma narrativa linear da história do futebol por meio de aparelhos multimídia. São 15 salas temáticas com cerca de 1.400 fotografias, seis horas de vídeos e outras atrações, como um aparelho que mede a velocidade dos chutes dos visitantes.
  • Pacaembu: praça Charles Miller, s/n°, tel. (11) 3664-3848. Ter. a dom., 9h/17h. R$ 6 e R$ 3 (estudantes e pessoas com mais de 60 anos). Grátis para crianças de até 7 anos. www.museudofutebol.org.br

MUSEU DO THEATRO MUNICIPAL

  • Descendo as escadarias ao lado do Theatro, embaixo do Viaduto do Chá, fica este pequeno museu, que existe desde 1983 e foi instalado nos baixos do viaduto em 1995. Ele esteve em reforma entre junho de 2005 e o final de 2006, período em que atendeu apenas aos pesquisadores. A exposição de longa duração Theatro Municipal Ícone e Memória reabriu o espaço em dezembro de 2006. Nela, a história do teatro mais importante da cidade, aberto em 1911, é contada por meio de vídeo, painéis, fotografias, cartazes, vestidos de cantoras de ópera, um órgão, coleção de postais, maquetes cenográficas e muitos textos ilustrados. O local ainda serve para pesquisas mais aprofundadas.

MUSEU FLORESTAL OCTÁVIO VECCHI

  • O espaço fica no Horto Florestal (Parque Estadual Albert Löefgren), que ocupa uma área de 174 alqueires e é localizado ao lado do Parque Estadual da Cantareira. O Museu Florestal Octávio Vecchi (Museu da Madeira) foi inaugurado em 1931 e possui o maior acervo de madeiras da América Latina. As amostras de madeira têm entalhes que reproduzem as folhas e frutos das espécies das quais foram extraídas.
  • Horto Florestal: r. do Horto, 931, tel. (11) 2231-8049. Ter. a sex., 9h/12h e 13h30/16h30; dom., 10h/15h30. http://museuflorestal.blogspot.com

MUSEU HISTÓRICO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA NO BRASIL

  • Fundado em 18 de junho de 1978, o Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil, da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social, possui o maior acervo sobre a imigração japonesa no Brasil, composto por de 97 mil itens pertencentes aos imigrantes japoneses, tais como documentos diversos, fotos, jornais, microfilmes, livros, revistas, filmes, vídeos, discos LP, quadros de pinturas, utensílios domésticos e de trabalho e quimonos.
  • Liberdade: r. São Joaquim, 381, tel. (11) 3209-5465 / 3208-1755 , ramal 117. Ter. a dom., 13h30/17h30. R$ 6 (inteira). Estudantes com carteirinha e crianças até 11 anos pagam meia. Menores de cinco anos e idosos acima de 65 anos têm entrada franca. www.museubunkyo.org.br

MUSEU LASAR SEGALL

  • A Arte Degenerada de Lasar Segall – Perseguição à Arte Moderna em Tempos de Guerra rememora história de perseguição à arte moderna empreendida pelos nazistas, entre elas 49 obras do artista que integrou a exposição “Arte Degenerada” realizada em Munique, em 1937. A obra de Segall foi considerada degenerada não só na Alemanha, como também no Brasil, que foi acusada de corromper a cultura e os valores germânicos. Curadoria de Helouise Costa e Daniel Rincon (de 25/11/17, às 17h, a 30/04/18).
  • A mostra 1967-2017 | Museu Lasar Segall 50 Anos apresenta o percurso da instituição desde a idealização por Jenny Klabin Segall, viúva do artista, à doação do acervo e residência pelos filhos Mauricio Segall e Oscar Klabin Segall para abrigar a agenda cultural, os trabalhos de pesquisas e as exposições do museu. As memórias e difusão dos cinco acervos, traz também um ciclo de palestras com temáticas relacionadas aos referidos acervos, produção de catálogo, bem como atividades educativas, e diversos eventos paralelos, às relacionados à história do MLS (de 23/09/17, às 16h, a 24/09/18).
  • O museu preserva acervo e documentos referentes a Lasar Segall (1891-1957), artista lituano que se fixou no Brasil.
  • Idas e Vindas – Segall e o Brasil faz panorama sobre a produção de Lasar Segall (1891-1957) com enfoque na sua fase brasileira. Destaque para o painel “Emigração” (longa duração).
  • Vila Mariana: r. Berta, 111, próximo à estação Santa Cruz do Metrô, tel. (11) 2159-0400. Qua. a seg., 11h/19h. www.museusegall.org.br

MUSEU PAULISTA (DO IPIRANGA)

  • Aberto em 1895, o museu é o mais antigo da cidade. Conserva em acervo a tela “Independência ou Morte”, pintada em 1888 por Pedro Américo, que se encontra no Salão Nobre. A escultura de D. Pedro I, situada no nicho central da escadaria, foi feita por Rodolfo Bernardelli. A instituição exibe ainda móveis, louças, armas e utensílios domésticos, fotografias e pinturas históricas.
  • O museu se encontra fechado para reforma por tempo indeterminado. A expectativa é que reabra só em 2022.
  • Ipiranga: Parque da Independência, s/nº, tel. (11) 2065-8000. www.mp.usp.br

OFICINA CULTURAL OSWALD DE ANDRADE

  • Renan Teles apresenta o projeto “Fotografia Popular Brasileira”, que investiga a identidade do negro brasileiro através da criação de fotografias de quadro vivo (de 22/01/18 a 21/03/18).
  • Kátia Jacinto exibe “Tempo de Viver”, uma instalação cenográfica do espetáculo homônimo (de 10/01/18 a 31/03/18).
  • “A Arquitetura de Terceiro Sonho” é a primeira exposição individual do artista boliviano Iván Cáceres no Brasil, composta por um conjunto de cinco vídeos instalações e uma escultura em grande dimensão, onde o artista busca revelar as infinitas possibilidades dos sonhos e do subconsciente. Entre 05 e 09/03 ocorre Oficina Desenho Intuitivo com Iván – inscrições gratuitas (de 08/02/18 a 31/03/18).
  • A Oficina Oswald de Andrade foi inaugurada em 1986 e está instalada em um edifício histórico do bairro do Bom Retiro, construído em 1905 para abrigar a Escola Livre de Farmácia. O espaço oferece gratuitamente cursos, oficinas e workshops em áreas como artes plásticas, ação e gestão cultural, cinema, dança, design, fotografia, história em quadrinhos, literatura, música, rádio, teatro e vídeo, entre outras.
  • Bom Retiro: r. Três Rios, 363, próximo à estação Tiradentes do Metrô, tels. (11) 3222-2662 / 3221-4704. Seg. a sex., 9h/22h; sáb., 13h/21h. www.oficinasculturais.org.br

OFICINAS CULTURAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO

  • Na Oficina Alfredo Volpi, em Itaquera, Robinho Santana exibe um conjunto de cerca de 20 obras, entre pintura a óleo, acrílica, pintura digital, serigrafia e vídeos, que compõem a mostra “(Re)conhecimento - A Arte de Robinho Santana”. O artista reconstrói sua trajetória a partir de referências familiares e influência da arte afro-brasileira, através de matrizes africanas, símbolos Adinkras, dos povos Akan, crenças, histórias, plantas e os elementos da natureza. Na abertura, às 15h, ocorre bate-papo com o artista (de 13/01/18 a 16/03/18).
  • A Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo mantém sete oficinas na capital paulista e outras 12 no interior e litoral do Estado (Araraquara, Bauru, Campinas, Iguape, Limeira, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São Carlos, São João da Boa Vista e Sorocaba).
  • Endereços das oficinas da capital: # Bom Retiro: r. Três Rios, 363, tels. (11) 3221-5558 / 3222-2662. Seg. a sex., 9h/22h; sáb., 10h/18h. # Barra Funda: Oficina da Palavra Casa Mário de Andrade, r. Lopes Chaves, 546, tels. 3666-5803 e 3826-4085. Seg a sex., 13h/22h. # Brás: Oficina Amácio Mazzaropi, av. Rangel Pestana, 2.401, tels. 6292-7071 e 6292-7711. Seg a sex., 13h/22h; sáb., 10h/18h; dom., 13h/17h. # Brás: Oficina Terceira Idade, av. Rangel Pestana, 2.401, tel. 6096-2635. Seg a sex., 8h/17h; sáb., 10h/18h; dom., 10h/14h. # Itaquera: Oficina Alfredo Volpi, r. Victorio Santim, 206, tel. 6205-5180. Seg a sex., 13h/22h; sáb., 10h/18h; dom., 14h/18h. # São Miguel Paulista: Oficina Luiz Gonzaga, r. Amadeu Gamberine, 259, tel. 6956-2449. Seg a sex., 14h/22h; sáb., 14h/18h; dom., 10h/14h. # Vila Brasilândia: Oficina Maestro Juan Serrano, r. Joaquim Pimentel, 200, tel. 3994-3362. Seg. a sex., 8h/18h. # Mais informações: www.assaoc.org.br | www.oficinasculturais.org.br

PALÁCIO DO HORTO

  • O antigo Palácio de Verão do Governo de São Paulo fica no Horto Florestal, no Parque Estadual da Cantareira, em uma edificação da década de 1930. Atualmente o Palácio do Horto encontra-se sob a gestão da Secretaria do Meio Ambiente.

PALÁCIO DOS BANDEIRANTES

  • Sede do Governo do Estado de São Paulo, é também um palácio-museu aberto à visitação pública, que expõe suas coleções de arte reunidas nos dois andares do prédio, por meio de exposições permanentes e temporárias. Atualmente, o percurso de visitação dos espaços sugere um tour pelos caminhos da arte moderna brasileira, destacando-se o contexto artístico-cultural em São Paulo. Nas visitas é possível conhecer as formas de expressão dos modernistas dos primeiros anos, com destaque para a obra de Anita Malfatti, “A Ventania”, que participou da Semana de Arte Moderna, de 1922, no Theatro Municipal de São Paulo. Tarsila do Amaral e Victor Brecheret também estão em exposição como expoentes do período. A produção artística da geração de 1930/40, com destaque para a presença de artistas como Portinari e Flávio de Carvalho, compõe a continuação do percurso de visitação que termina apresentando o contexto da modernidade nos anos 1950, com o início da arte abstrata e seu confronto com a arte figurativa.
  • Morumbi: av. Morumbi, 4.500, portão 2. Ter. a dom., 10h/16h. Para visitas individuais, não é necessário agendar. Todas as visitas são acompanhadas por educadores. Para grupos, de no máximo 20 pessoas, é necessário agendamento prévio pessoalmente e também de seg. a sex., 9h/16h, pelo tel. (11) 2193-8282. pelo site www.acervo.sp.gov.br .

PINACOTECA DO ESTADO DE SÃO PAULO

  • Em “Os Desastres da Guerra”, Dora Longo Bahia faz uma releitura da obra homônima de Francisco Goya, realizada no século XIX. O conjunto de 81 pinturas em acrílica sobre pergaminho reproduz imagens de conflitos e guerras ocorridas, principalmente, no século XX, como a I e II Guerras Mundiais, a Guerra Civil espanhola, a Guerra do Vietnã, do Afeganistão, entre outras (de 25/11/17, às 11h, a 02/03/18).
  • O museu apresenta a mostra permanente Galeria Tátil de Esculturas Brasileiras, com 12 obras selecionadas para que visitantes com deficiências visuais possam tocá-las e receber informações por meio de etiquetas em Braille, além de áudio-guia.
  • Arte no Brasil - Uma História na Pinacoteca de São Paulo traz cerca de 500 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos, gravuras e fotografias, e faz um panorama da arte brasileira do período colonial aos anos 1930. São obras de Debret, Taunay, Facchinetti, Almeida Junior, Rodolfo e Henrique Bernardelli, Belmiro de Almeida, Pedro Weingärtner, Candido Portinari e outros. Em 07/09, às 14h, ocorre o lançamento do catálogo da exposição (mostra de longa duração).
  • O acervo da Pinacoteca conta com cerca de 8 mil obras, formando um amplo panorama das artes visuais produzidas no Brasil da segunda metade do século 19 até os dias de hoje.
  • Construção e Figuração na Coleção de Roger Wright traz um recorte de cerca de 80 obras da coleção realizadas entre as décadas de 1960 e 1970 no Brasil, com obras seminais dos artistas mais representativos da nova figuração e da explosão política e colorida do Pop (de 27/08/16 até o fim de 2017).
  • A exposição Galeria José e Paulina Nemirovsky - Arte moderna apresenta 110 importantes obras do modernismo brasileiro oriundas dos acervos da Pinacoteca do Estado de São Paulo, da Fundação José e Paulina Nemirovsky e da Coleção Roger Wright. Participam trabalhos de Tarsila do Amaral, Portinari, Ernesto de Fiori, Di Cavalcanti, Lasar Segall, Volpi, José Antonio da Silva, Ismael Nery, Vicente do Rego Monteiro, entre outros (a partir de 22/10/16, às 11h, até 2017).
  • Luz: Praça da Luz, 2, tel. (11) 3324-1000. Qua. a seg., 10h/17h30 (com permanência até as 18h). Ingr.: R$ 6. O ingresso dá direito a visitação à Pinacoteca do Estado e à Estação Pinacoteca. Professores da rede pública (com direito a quatro acompanhantes), alunos da rede pública (em visita com a escola), funcionários de órgãos públicos e de outros museus, pessoas com mais de 60 anos e crianças com até 10 anos não pagam ingresso. Estudantes e professores da rede privada têm 50% de desconto. Grátis aos sábados. www.pinacoteca.org.br

SÍTIO DA RESSACA

  • A exposição Luiz Gama - Poeta, republicano e abolucionista narra a história de Luiz Gama (1830 -1882) e seu trabalho na causa abolicionista vivenciada em São Paulo na segunda metade do século 19. Curadoria de Maria Luiza Ferreira da Oliveira (a partir 19/06/14, às 11h; mostra de longa duração).

SÍTIO MORRINHOS

  • Escavando o Passado - A Arqueologia na Cidade de São Paulo é exposição de arqueologia com fragmentos encontrados na cidade de São Paulo nos últimos anos, como pedras lascadas, cerâmica indígena e materiais históricos. Curadoria da arqueóloga Cíntia Bendazzoli.

SOLAR DA MARQUESA DE SANTOS

  • Em paralelo a Casa da Imagem, são exibidas fotografias históricas de Valério Viera que retratou São Paulo no início do século 20 (de 25/01/18 a 27/05/18).
  • Yolanda Penteado, a Dama das Artes de São Paulo exibe a trajetória da aristocrata e fomentadora cultural Yolanda Penteado (1903-1983), casada com Ciccillo Matarazzo, que contribuiu para a criação do Masp e da Bienal (até 10/12/2018).
  • Localizado ao lado do Pateo do Collegio, o imóvel pertenceu à Domitila de Castro Canto e Melo (1797-1867), a Marquesa de Santos, entre 1834 e 1867. Conhecido também como o Palacete do Carmo, o espaço ficou famoso pelas festas e eventos decorrentes na época e considerada uma das residências mais aristocráticas de São Paulo. Após este período o imóvel foi submetido a diversas reformas que alteraram sua estrutura original, que apenas em 1975 foi tombado e serviu de sede da Secretaria Municipal de Cultura. Desde uma reforma em 1991, o Solar da Marquesa de Santos abriga exposições e atividades museológicas, além da sede do Museu da Cidade de São Paulo.
  • Paisagens Oficiais apresenta o paisagismo paulistano por meio de obras do acervo municipal (até 28/01/18).
  • Centro: r. Roberto Simonsen, 136-B, Páteo do Colégio, tel. (11) 3241-4238 e 3105-6118 . Ter. a dom., 9h/17h. www.museudacidade.sp.gov.br

VILA ITORORÓ

  • O canteiro de obras de restauração da Vila Itororó, patrimônio histórico no bairro Bela Vista (Bixiga), é o mais novo centro cultural da cidade, chamado de Canteiro Aberto. Um galpão anexo à vila histórica recebe atividades culturais como oficinas, palestras e exposições. As casas que integram a vila têm visitas guiadas. Toda a programação é gratuita.
  • A Vila Itororó, construída em 1922, com 7 mil m², é um dos últimos exemplares remanescentes de um tipo de construção típico de bairros operários. As casas que integram a vila carregam diversos fragmentos da história local, em especial peças resgatadas da demolição do Teatro São José, que funcionou de 1903 até 1923 na frente do Teatro Municipal. A restauração foi iniciada em 2014.
  • Bela Vista: r. Pedroso, 238, próximo à estação São Joaquim do Metrô. Abertura do galpão: qua. e sex., 11h/17h; qui., 11h/20h. Visitas ao canteiro de obras da restauração: Qua., qui. e sex., às 16h. Abertura extra do galpão com visitas e oficinas: a partir de maio, todo último final de semana do mês. www.vilaitororo.org.br