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BECO DO PINTO

  • O Beco é uma passagem antiga que serviu para o trânsito de pessoas e animais na São Paulo colonial entre o largo da Sé à várzea do rio Tamanduateí. O portal foi fechado em 1821 pelo primeiro proprietário, o Brigadeiro José Joaquim Pinto de Moraes Leme, e reaberto em 1826 como Beco do Colégio. Após a abertura da ladeira do Carmo em 1912, atual av. Rangel Pestana, a passagem foi desativada. Após restauro na década de 1990, o beco passou a integrar o circuito cultural da cidade, entre o Solar da Marquesa de Santos e a Casa da Imagem , e constitui um conjunto significativo arquitetônico, histórico e cultural, que integra o Museu da Cidade de São Paulo.

BIBLIOTECA BRASILIANA GUITA E JOSÉ MINDLIN

  • Uma Vida Entre Livros é mostra permanente que exibe imagens, textos e vídeos sobre a vida do casal Mindlin, a formação e a construção da biblioteca (mostra de longa duração).
  • A biblioteca inaugurada em março de 2013 reúne acervo doado pela família Mindlin à USP (Universidade de São Paulo). São, sobretudo, publicações reunidas ao longo de 80 anos pelo bibliófilo José Mindlin (1914-2010) e sua esposa Guita (1916-2006), considerado o maior acervo particular de livros do Brasil. O espaço conta com cerca de 17 mil títulos (40 mil volumes). A biblioteca possui ainda a maior coleção de matrizes de gravuras em metal e em madeira de arte brasileira, de artistas como Goeldi, Djanira, Darel, Renina Katz e Evandro Carlos Jardim. Tem também livros impressos a mão, em pequena tiragem, de Miró, Derain, Chagall e de vários artistas brasileiros. Na coleção de gravuras há obras de Mário Gruber, Samico, Lívio Abramo, Regina Silveira, Alex Flemming e outros.
  • Cidade Universitária: av. Prof. Luciano Gualberto, 78, tel. (11) 3091-1154. Pesquisa: seg. a sex., 13h/17h. Administração: seg. a sex., 8h/17h. www.brasiliana.usp.br

BIBLIOTECA MARIO DE ANDRADE

  • Na mostra “A Respeito da Proximidade”, o artista Luiz Paulo Baravelli exibe a série de pinturas painéis "Caras" realizada por ocasião da 41ª Bienal de Veneza, em 1984, quando o artista participou. A exposição também traz alguns estudos e desenhos que foram produzidos em consonância com essa série (de 20/02/18, às 19h, a 22/04/18).
  • Em “Fósseis Contemporâneos”, Miguel Anselmo exibe telas que mesclam bordados e pinturas a óleo, e uma instalação formada por uma coluna vertebral de resina plástica e PVC sobre azulejos quebrados que ocupa o centro do espaço expositivo (de 20/02/18, às 20h, a 10/06/18).
  • A coleção de publicações de arte da biblioteca está localizada na Sala Sergio Milliet, criada em 1945, que dispõe de mais de 27 mil volumes de livros, 10 mil de periódicos e três mil outros documentos (catálogos, cartazes e reproduções). Parte do acervo de livros pode ser pesquisada no catálogo online, disponível em http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/. O acervo total da biblioteca é de cerca 3,3 milhões de itens.

BIBLIOTECA TEMÁTICA DE CULTURA POPULAR BELMONTE

  • A biblioteca conta com a exposição permanente Visagens - Visões Comuns, Visões Sublimes, formada por retratos feitos por Ernesto Bonato em xilogravura de pessoas que circulam pelos arredores da biblioteca. O trabalho levou nove meses para ser concluído.
  • Santo Amaro: r. Paulo Eiró, 525, estação Largo Treze do Metrô, tel. (11) 5687-0408. Seg. a sáb., 9h/17h. www.bibliotecas.sp.gov.br

CAPELA DO MORUMBI

  • Construída em 1949 pelo arquiteto Gregori Warchavchik (1896-1972) sobre ruínas em taipa de pilão de uma capela construída por escravos no século 19, abriga exposições que estabelecem relação de aproximação entre a arte contemporânea e o patrimônio histórico, consolidando-se como espaço para instalações site specific na cidade.

CASA DA IMAGEM

  • Equações da Metrópole é composta por 124 obras do acervo fotográfico do Museu da Cidade de São Paulo e dois filmes de Benedito Junqueira Duarte, que tratam sobre a transformação da vila colonial na atual metrópole. A mostra aborda um período de 140 anos (entre 1862 e 2002), com obras dos fotógrafos Aurélio Becherini, Aristodemo Becherini, Benedito Junqueira Duarte, Carlos Moreira, Chico Vizzoni (Estúdio Vizzoni), Cláudia Alcóver, Cristiano Mascaro, Edison Pacheco de Aquino, Gabriel Zelaui, German Lorca, Guilherme Gaensly, Israel dos Santos Marques, Ivo Justino, Miguel D’Angelo e Hugo Farlay, Marc Ferrez, Michael Robert Alves Lima, Militão Augusto de Azevedo, Sérgio Jorge e Valério Vieira (de 28/04/18, das 11h às 14h, a 30/09/18).
  • A instituição foi criada para ser a sede do Acervo Iconográfico da Cidade de São Paulo e promover sua preservação, pesquisa e difusão, além de desenvolver ações voltadas à memória da imagem documental da cidade. A coleção de 710 mil fotografias passou por detalhada intervenção de conservação preventiva e agora se encontra em uma reserva técnica especialmente projetada para sua tipologia, seguindo padrão internacional. Cerca de 130 mil destas imagens foram digitalizadas e, juntamente com suas informações catalográficas, estão disponíveis no banco de dados, possibilitando o gerenciamento da coleção e o resgate de informações.

CASA DAS ROSAS

  • A casa projetada na década de 1930 por Ramos de Azevedo é uma das poucas construções do período restantes na avenida Paulista. Ela foi tombada pelo Condephaat em 1985 e restaurada de 1986 a 1991. A mansão recebeu o nome de Casa das Rosas - Galeria Estadual de Arte em 1991, tornando-se um espaço para mostras temporárias de obras do acervo artístico do Estado. Em março de 2003, foi fechada para reformas. Em dezembro de 2004, foi reinaugurada com a designação de Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura. Em 2007, ela passou novamente por reformas. O espaço mantém uma exposição permanente de alguns móveis e obras do acervo do poeta Haroldo de Campos (1929-2003), selecionadas periodicamente por poetas, escritores e especialistas em poesia e literatura. O espaço oferece visitas monitoradas previamente agendadas a escolas e grupos de no mínimo cinco pessoas.
  • Cerqueira César: av. Paulista, 37, estação Brigadeiro do Metrô, tels. (11) 3285-6986 e 3288-9447. Ter. a sáb., 10h/22h; dom., 10h/18h. www.casadasrosas.org.br

CASA DE DONA YAYÁ

  • O espaço é sede do Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo (CPC-USP).
  • Bela Vista: r. Major Diogo, 353, tel. (11) 3106-3562. Seg. a sex., 9h/17h; dom., 10h/15h. www.usp.br/cpc

CASA DO GRITO

  • A casa foi motivo de pesquisas a respeito do valor histórico e cultural, pela associação do imóvel ao quadro de Pedro Américo, intitulado “Independência ou Morte” (1888), onde é retratada uma casa com características semelhantes. O casebre de taipa de sopapo ou pau-a-pique é datado de 1844 e constou como moradia para diversas famílias até 1911, quando foi comprada pela família Tavares de Oliveira que permaneceu até 1936. Em 1955 foi lançada uma campanha de revitalização e restauro para visitação pública com a intenção de reaproximá-la da casa presente na pintura de Pedro Américo. No final da década de 1970, as críticas sobre as concepções museológicas implicaram na desmontagem do cenário. Em1981 a casa passou por restauro e pesquisas arqueológicas, que procurou corrigir os excessos das intervenções anteriormente realizadas. Em 2007 passou por uma nova etapa de restauro e conservação e foi reinaugurada em 2008.
  • Da Independência ao Grito: História de uma Casa de Pau a Pique, com curadoria de Margarida Andreatta (arqueóloga do Museu Paulista), revela aspectos da casa histórica do Parque da Independência por meio de imagens, desenhos e fragmentos do cotidiano.

CASA DO SERTANISTA

  • A construção da Casa do Caxingui remonta a meados do século 17. Sua arquitetura em três lanços, telhado de quatro águas e paredes em taipa de pilão é característica das casas bandeiristas. A casa foi doada à municipalidade em 1958. Em 1970 foi instalado o Museu do Sertanista, voltado essencialmente para a cultura indígena. Até 1987, realizaram-se várias exposições e mostras com o acervo indígena que lá ficava. Em 1989, por meio de um decreto de permissão de uso, a casa histórica passou a abrigar o Núcleo de Cultura Indígena da União das Nações Indígenas e a Embaixada dos Povos da Floresta. Com a saída do Núcleo de Cultura Indígena em 1993, a casa passou por novas obras de conservação e restauro, sendo ocupada pelo Museu do Folclore “Rossini Tavares de Lima” de 2000 até 2007. Após reformas, foi reinaugurada em 2013 como uma das casas históricas do Museu da Cidade de São Paulo.

CASA DO TATUAPÉ

  • Construída em taipa de pilão, a Casa do Tatuapé é a casa bandeirista mais antiga da cidade. Estima-se que sua construção tenha ocorrido entre 1668 e 1698, por Mathias Rodrigues da Silva, administrador das terras do Padre Matheus Nunes, que era dono de propriedades na região. Suas paredes de taipa possuem até 60cm de espessura. A casa possui planta retangular e cobertura em duas águas. Aberta ao público em 1981, faz parte do Patrimônio Histórico da cidade.

CASA GUILHERME DE ALMEIDA

  • Primeira casa-museu biográfica de São Paulo, a Casa Guilherme de Almeida foi reaberta em dezembro de 2010, após ficar fechada por quatro anos. O espaço, que passou por uma reestruturação, apresenta a sala de leitura, a máquina de escrever e a cama em que dormia e onde foi encontrado morto o poeta, escritor e jornalista Guilherme de Almeida (1890-1969). Também são mostrados retratos e esculturas de artistas como Brecheret, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Lasar Segall. Há ainda uma biblioteca com mais de 5 mil títulos.

CASA MÁRIO DE ANDRADE

  • A mostra Amazônia Literária realiza uma imersão na cultura do Norte do país, com destaque para a produção literária por meio de vídeos, músicas e fotografias que remetem à construção literária da região. Também há projeções do céu estrelado e a água da Amazônia em uma instalação de um templo xamânico (de 10/05/17, às 19h, a 01/08/18).
  • A casa reabre com a mostra permanente Morada do Coração Perdido, que ocupa quatro salas.
  • Barra Funda: r. Lopes Chaves, 546, tel. (11) 3666-5803 / 3826-4085. Ter. a sáb., 10h/18h. e-mail: casamariodeandrade@oficinasculturais.org.br

CASA MODERNISTA

  • A primeira casa modernista do país, projetada por Gregori Warchavchik, inaugurada em 1928, passou por um apurado restauro e voltou ao circuito expositivo da cidade.

CEMITÉRIO DA CONSOLAÇÃO

  • A mais antiga necrópole da cidade foi inaugurada em 15 de agosto de 1858 com o objetivo de evitar epidemias ao substituir o hábito de sepultar os mortos no interior das igrejas. Um dos sinais da prosperidade da burguesia paulistana nos séculos 19 e 20 foi decorar os jazigos de seus familiares com esculturas de Victor Brecheret, Bruno Giorgi, Rodolfo Bernardelli, Celso Antônio de Menezes, Francisco Leopoldo e Silva, Amadeu Zani e outros. O portão monumental e a capela do cemitério são projetos do arquiteto Ramos de Azevedo. O cemitério guarda os túmulos de Maria Domitila de Castro Canto e Melo (marquesa de Santos), dona Olívia Guedes Penteado, Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Monteiro Lobato, Antônio de Alcântara Machado, Eduardo da Silva Prado, Campos Sales, Washington Luis, Ademar de Barros, Ramos de Azevedo, Antoninho da Rocha Marmo, Mario Zan, Ruth Cardoso e outros. Um dos destaques do cemitério é o colossal mausoléu da família Matarazzo, com 25m de altura e ornamentado por um conjunto escultórico em bronze do escultor italiano Brizzolara.
  • Cerqueira César: r. da Consolação, 1.660, tels. (11) 3396-3815 / 3833. Diariamente, 7h/18h. Visitas monitoradas do projeto Arte Tumular: 8h/15h.

CENTRO CULTURAL SÃO PAULO

  • Dialetos 2 reúne seleção da produção atual do Centro-Oeste brasileiro. Participam Ana Ruas, Alice Lara, Barbara Mangueira, Camila Soato, César Becker, David Almeida, Evandro Prado, Evandro Soares, Flávia Fabiana, Helô Sanvoy, Joardo Filho, Julia Milward, Julio Lapa Gesse, Jonas Barros, Pedro Gandra, Rei Souza, Talles Lopes, Valdson Ramos, Virgilio Neto e Yara Pina (de 17/03/18 a 06/05/18).
  • Capital Tropicalista apresenta uma imersão audiovisual no movimento Tropicalista atuante no país nos anos 1960 (de 05/04/18 a 06/05/18).
  • O fotógrafo francês Jean-François Rauzier exibe na mostra “Hiperfoto – Brasil” cerca de cem obras que mesclam fotografia e manipulação digital para recriam espaços da cidade. O projeto já passou por Rio de Janeiro, Brasília e Salvador. Curadoria de Marc Pottier e Bertrand Dussauge. Em 14/03, às 11h, o fotógrafo participa de uma conversa com o grafiteiro paulistano Speto no debate “O Grafite no Mundo da Arte” (de 15/03/18, às 18h, a 06/05/18).
  • O CCSP, projetado pelos arquitetos Eurico Prado Lopes (1939-1985) e Luiz Benedito de Castro Telles (1943-2014), foi inaugurado em 1982. Ele promove anualmente uma seleção de artistas para o programa de exposições do local, um dos mais importantes do país. O Arquivo Multimeios contém 900 mil documentos de artes visuais, arquitetura, artes gráficas e outros assuntos. A Biblioteca Alfredo Volpi é uma das mais abrangentes em artes plásticas da cidade.

CENTRO UNIVERSITÁRIO MARIA ANTONIA

  • O Centro Universitário Maria Antônia (Ceuma) é um órgão de extensão universitária e cultural ligado à USP (Universidade de São Paulo), responsável pela promoção de exposições artísticas, cursos ligados à área de humanidades e pela difusão cultural, científica, artística e tecnológica de uma forma geral. Ocupa a antiga sede da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP juntamente com o Teatro da USP (Tusp), em um conjunto arquitetônico considerado patrimônio histórico da cidade.
  • Vila Buarque: r. Maria Antonia, 294, tel. (11) 3123-5201. Ter. a sex., 10h/20h; sáb. e dom., 10h/18h. www.usp.br/mariantonia

ESTAÇÃO PINACOTECA

  • Retrospectiva do artista paraense Emmanuel Nassar (Capanema, PA, 1949) provoca reflexões sobre o uso do “erudito” e do “popular” na criação artística contemporânea. . Suas pinturas e objetos estão marcados por interações aparentemente banais: das logomarcas pintadas em fachadas de rua à geometria rigorosa que remete ao concretismo brasileiro; da pintura popular do circo e do parque de diversões que circula o país à ironia da arte-pop americana. Além disso, o uso de símbolos como a bandeira nacional, a logomarca da Coca-Cola e a referência à Hollywood estão também presentes sem hierarquias, mas apresentadas com um senso de humor irônico. A mostra apresenta quatro décadas de produção, reunindo trabalhos conectados por temas que são recorrentes ao longo desse período. Serão abordadas questões sobre identidade, a pop-arte ou a iconografia circense. Serão mais de cem trabalhos, entre eles Receptor, de 1981, o mais antigo presente na retrospectiva e que marca uma guinada em sua produção artística (de 14/04, às 11h, a 02/07/18).
  • O Memorial da Resistência de São Paulo apresenta quatro eixos temáticos para visitação pública: “O Edifício e suas Memórias”, “Controle, Repressão e Resistência”, “A Construção da Memória” e “Da Carceragem ao Centro de Referência”.
  • Luz: Largo General Osório, 66, tel. (11) 3335-4990. Qua. a seg., 10h/17h30 (com permanência até as 18h). Ingr.: R$ 6. O ingresso dá direito a visitação à Estação Pinacoteca e à Pinacoteca do Estado. Professores da rede pública (com direito a quatro acompanhantes), alunos da rede pública (em visita com a escola), funcionários de órgãos públicos e de outros museus, pessoas com mais 60 anos e crianças com até 10 anos não pagam ingresso. Estudantes e professores da rede privada têm 50% de desconto. Grátis aos sábados. www.pinacoteca.org.br

FUNDAÇÃO CULTURAL EMA GORDON KLABIN

  • A coleção da empresária e mecenas Ema Gordon Klabin (1907-1994) é mostrada em sua casa, nos ambientes originais. O acervo, que abrange mais de 3 mil anos e reúne 1.500 peças, contempla quase toda a história da civilização ocidental, desde as civilizações grega e etrusca até os grandes mestres europeus. A arte brasileira é representada na coleção por obras de modernistas como Portinari, Di Cavalcanti, Lasar Segall, Tarsila do Amaral e Victor Brecheret.
  • Jardim Europa: r. Portugal, 43. Qua. a dom., 14h/17h. R$ 10 e R$ 5 (aposentados e estudantes). Professores e grupos de estudantes de escolas públicas têm entrada franca. Entrada franca aos sábados e domingos. | www.emaklabin.org.br

FUNDAÇÃO MARIA LUISA E OSCAR AMERICANO

  • A fundação fica em um parque de 75 mil m² e foi criada em 1974 pelo engenheiro Oscar Americano (1908-1974). Aberta ao público em 1980, tem programas educativos na área de meio ambiente e abriga acervo de arte e mostras temporárias. O acervo é composto por três núcleos: Brasil Colônia, Brasil Império e Mestres do Século 20. São 1.500 peças, como pinturas, mobiliário, prataria e louças. Entre os destaques estão uma série de oito pinturas do holandês Frans Post e telas de Candido Portinari e Lasar Segall. O parque, projeto do arquiteto-paisagista Otávio Augusto Teixeira Mendes (1907-1988), tem cerca de 25 mil árvores de diversas espécies da Mata Atlântica, habitadas por diversos tipos de aves. A sede, antiga residência da família Americano, tem projeto de Oswaldo Arthur Bratke (1907-1997).
  • Morumbi: Av. Morumbi, 4.077, tel. (11) 3742-0077. Ter. a dom., 10h/17h30. R$ 10 e R$ 5 (estudantes e pessoas com mais de 60 anos) e grátis para crianças até 6 anos. Entrada franca para o público em geral toda primeira terça-feira de cada mês. www.fundacaooscaramericano.org.br

GALERIA OLIDO

  • A exposição O Nordeste é Aqui apresenta as relíquias de Padre Cícero Romão Batista, o “padim Ciço”, como parte das comemorações dos 174 anos. A exposição conta um piuco da história do cotidiano dos nordestinos, suas confecções, como cordéis vindos de vários estados e artesanatos como bolsas de couro, sandálias, coletes e outras peças. Curadoria de Marcelo Fraga e Direção de Arte de Rodrigo Bognar. Durante a programação serão realizadas Oficinas de Artesanato Ecológico e Sustentável e aos finais de semana Cordelistas (de 01/03/18 a 29/04/18).
  • A exposição Brasil, a República do Cordel: 100 anos de saudades de Leandro Gomes de Barros ocupa a vitrine do espaço com feira popular com cordéis, Dvds e Cds de grupos de tradição nordestina. A exposição conta com xilogravuras do acervo de Lira Nordestina, vindas do Ceará, além de acervo da Editora Luzeiros, uma das maiores editoras de cordéis do Brasil. Durante a mostra, ocorrem saraus e lançamento aos finais de semana (de 01/03/18 a 29/04/18).
  • Hoje tem Espetáculo exibe seleção de documentos e fotografias de trupes, famílias e artistas circenses pertencentes ao acervo do Centro de Memória do Circo. Expografia de Carla Caffé e curadoria de Verônica Tamaoki (mostra de longa duração).
  • Centro: av. São João, 473, tels. (11) 3331-8399 / 3397-0171. Seg., qua. qui. e sex., 10h/20h; sáb. e dom., 13h/20h. www.galeriaolido.sp.gov.br

IGREJA DAS CHAGAS DO SERÁFICO PAI SÃO FRANCISCO DA VENERÁVEL ORDEM TERCEIRA DE SÃO FRANCISCO DA PENITÊNCIA

  • A igreja foi inaugurada em 1787 e fica anexa ao antigo convento, onde hoje é a Faculdade de Direito da USP. Junto com o Mosteiro de S. Bento e a Igreja do Carmo, é um dos vértices do triângulo do velho centro da cidade, que concentrava o núcleo de São Paulo nos seus primórdios. Sua técnica construtiva é a taipa de pilão com embasamento de pedra. O seu interior encontra-se bem conservado, com vários retábulos laterais em talhas de estilo rococó. A cúpula octogonal ostenta pinturas do século 18. Na Capela de Nossa Senhora da Conceição, abriga o antigo retábulo, executado por Luiz Rodrigues Lisboa entre 1736 e 1740. A exposição permanente de acervo, com obras dos séculos 17 ao 20, além de mostras temporárias.
  • Sé: Largo São Francisco, 173. Igreja: seg. a sex., 9h/17h; sáb., 9h/13h. Visitas agendadas ao acervo e dependências da igreja: qui., às 14h.

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE SÃO PAULO

  • O IHGSP é uma instituição científica e cultural que tem como principais objetivos a pesquisa e a divulgação da história, da geografia e de correlatos, principalmente com respeito à cidade e ao Estado de São Paulo. A instituição realiza mostras permanentes e temporárias. Museu da Revolução de 1932 é um espaço dedicado a resgatar, conservar e disseminar informações sobre esse fato importante da história para as novas gerações. Mostra de acervo sobre o Período Imperial no Brasil.
  • Arqueologia e Contemporaneidade traz trabalhos de três pesquisadores da instituição - Guy Collet, Luiz Caldas Tibiriçá e Heinz Budweg - realizados em expedições por diversas regiões do Brasil.
  • Trilha do Peabiru é exposição permanente sobre o trecho paulista da antiga trilha indígena que, ao tempo do descobrimento, interligava o Estado de São Paulo ao Paraguai. A mostra tem colaboração do cacique Tukumbó Dyeguaká.
  • Praça da Sé: r. Benjamin Constant, 158, 7º andar, tel. (11) 3242-8064. Ter. a sex., 10h/16h. www.ihgsp.org.br. Visitas no período da manhã somente mediante agendamento.

INSTITUTO LINA BO E P. M. BARDI | CASA DE VIDRO

  • A exposição A Casa como Casa reproduz a decoração da sala com reproduções fiéis dos tapetes usados no décor da residência e móveis, que foi habitada pelo casal Lina e Pietro entre 1951 a 1999. Curadoria de Sol Camacho (de 07/04/18, às 11h, a 02/06/18).
  • Instalado na Casa de Vidro, antiga residência do casal criador do Masp, o instituto tem como objetivo divulgar e promover a cultura e as artes brasileiras no Brasil e no exterior. Projetada por Lina Bo Bardi em 1950, a casa é um marco da arquitetura moderna brasileira. Tombada em 1987 pelo Condephaat, abriga documentos de arquitetura, fotografias, correspondências, entrevistas, escritos, além da coleção de arte popular e objetos de design e artes plásticas dos Bardi.
  • Morumbi: r. General Almério de Moura, 200, tels. (11) 3744-9902 e 3744-9830. As visitas devem ser agendadas. www.institutobardi.com.br

MAC-USP (MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO) | EX-DETRAN

  • A mostra “Diários de Cheiros: Teto de Vidro”, a artista Josely Carvalho apresenta duas instalações olfativas onde as obras multimídias nutrem a experiência dos visitantes através dos cheiros. Compõe a exposição 13 aromas cheiros originais produzidos em parceria com a Givaudan do Brasil; nano cápsulas de cheiro produzidos pela Ananse, livro de artista, seis esculturas de vidro soprado, vídeo e som para canais e seis crayons olfativos a serem experimentados. A série é um desdobramento do “Diário de Imagens”, que compreende a obra da artista desde 1970. Curadoria de Katia Canton (de 03/03/18, às 11h, a 06/05/18).
  • O Tridimensional no Acervo do MAC: Uma Antologia é composta por 17 obras que tratam da crise das artes visuais, sobretudo a partir do final da Segunda Guerra, focando no esfacelamento do conceito tradicional da escultura ocorrido nas últimas décadas. Há obras de Frida Baranek, Eduardo Climachauska e Paulo Climachauska, Sérvulo Esmeraldo, Carlos Fajardo, Carmela Gross , Liuba Wolf, Maria Martins, Cildo Meireles, Henry Moore, Ernesto Neto, Gustavo Rezende, Chihiro Shimotani, François Stahly, Sofu Teshigahara, Ângelo Venosa, Franz Weissmann e Haruhiko Yasuda (a partir de 28/01/12; mostra de longa duração).
  • A mostra “Samson Flexor - Traçados e Abstrações” apresenta 35 obras do artista moldávio Samson Flexor (1907-1971), entre desenhos e pinturas, pertencentes ao acervo do museu. A seleção traça aspectos da trajetória do artista, dando ênfase na produção feita entre 1948 e 1960. A transformação plástica desse período busca uma movimentação na estrutura, que constitui nos pensamentos estéticos entre abstrato, construtivo e expressivo. Na abertura ocorre oficina infantil (de 24/01/15, às 11h, a julho de 2018).
  • A exposição A Casa um conjunto de obras inspirado no poema de Vinícius de Morais musicado ao lado de Toquinho em 1980, que fala da criação de um lar, mas que é repleto de elementos faltantes e da própria ausência de praticidade esperada do ambiente doméstico. São expostos 18 trabalhos pertencentes ao acervo do museu, dos artistas Alexander Calder, Leda Catunda, Alex Flemming, Iran do Espírito Santo, Cildo Meireles, Nina Moraes, Alex Vallauri, Flávio Cerqueira, Barrão, Regina Silveira, Maria Tomaselli, Camille Kachani, Ângelo Venosa, José Carratu e Ana Teixeira (de 12/09/15, às 11h, a julho de 2018).
  • Visões da Arte no Acervo do MAC USP 1900-2000 ocupa dois andares com 140 obras de Modigliani, Picasso, Kandinsky, Miró, Max Bill, Anita Malfatti, Flavio de Carvalho, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti e outros. A mostra recebe a obra Champs de Mars: A Torre Vermelha, (1911/23), do artista francês Robert Delaunay (1885-1941) (mostra de longa duração).
  • A mostra Reserva em Obras apresenta 60 obras do acervo do museu, entre pinturas e esculturas, como Waldemar Cordeiro, Maria Bonomi, Antonio Lizárraga, John Graz, Karl Hartung, Manabu Mabe, Yolanda Mohalyi, Antoni Tápies, Serge Poliakoff, Mary Vieira, Anatol Wladyslaw, entre outros. As obras exibidas não são articuladas por um tema específico, ou por escolhas curatoriais fechadas, mas atestam trabalhos cotidianos de técnicos e docentes para preservação e pesquisa de acervo aberto (a partir de 06/05/17, às 11h, mostra de longa duração).
  • MAC no Século XXI – A Era dos Artistas apresenta cerca de 100 obras que entraram para o acervo recentemente, doadas por galerias, pela iniciativa privada, através de leis de incentivo e pelos artistas. A mostra reflete o trabalho conjunto do curador com o artista, propondo leituras ou percursos conceituais não definidos, que se abrem para a exploração livre e às experiências de cada observador. Participam trabalhos de Luis Martins, Eduardo Kac, Regina Silveira, João Loureiro, Luiz Braga, Iran do Espírito Santo, Sandra Cinto, Lucas Simões, Geórgia Kyriakakys, Hugo Curti, Felipe Cama, Julio Leite, Jonathas de Andrade, Deborah Paiva, Claudio Cretti, Andrea Brown, Vânia Mignone, Marepe e Paulo Whitaker, entre outros. Curadoria de Katia Canton (de 20/05/17, às 11h; mostra de longa duração).
  • Instauração do Moderno reflete sobre o modernismo brasileiro e suas influências internacionais. Participam Maria Martins, Brecheret, Balla, Bérard e Vordemberg-Gildewat e outros (mostra de longa duração).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, 1.301, antigo prédio do Detran, tel. (11) 2648-0254. Ter. a dom., 11h/21h. www.mac.usp.br

MAE (MUSEU DE ARQUEOLOGIA E ETNOLOGIA) | USP

  • O acervo do MAE abriga mais de 100.000 espécimes, com objetos arqueológicos e etnográficos desde a Europa Paleolítica até recentes produções dos povos indígenas. O acervo tem origem das antigas coleções dos setores de Arqueologia e Etnologia do Museu Paulista, do antigo Museu de Arqueologia e Etnologia, do Instituto de Pré-História e do Departamento de Antropologia da USP.
  • Reserva Técnica Visitável: Revelando os Bastidores de um Museu é constituída por artefatos provenientes de diferentes regiões da Amazônia e evidencia importantes formas de ocupação deste território pelas populações indígenas desde períodos remotos. Visitas apenas por agendamento prévio (longa duração).
  • Butantã: av. Professor Almeida Prado, 1.466, Cidade Universitária, tel. (11) 3091-4905. Seg., qua. qui. e sex., 9h/17h. Abre no segundo sábado de cada mês, 10h/16h. www.mae.usp.br

MAM | MUSEU DE ARTE MODERNA

  • Oito Décadas de Abstração Informal nas Coleções do MAM e da Casa Roberto Marinho exibe 83 obras do acervo do museu de artistas, como Rodrigo Andrade, Tataiana Blass, Celia Euvaldo, Karin Lambrecht, Yolanda Mohalyi, Flávia Ribeiro e da coleção particular de Roberto Marinho como Manabu Mabe, Maria Martins, Jorge Guinle, Vieira da Silva, como Tomie Ohtake, Maria Martins, Antonio Bandeira, Iberê Camargo e outros. Curadoria de Lauro Cavalcanti e Felipe Chaimovich (de 16/01/18, às 19h30, a 22/04/18).
  • A mostra de Mira Schendel repassa a trajetória da artista suíça-brasileira com 56 monotipias, óleos sobre papel de arroz, acrílicos e ecolines e nanquim sobre papel produzidos entre os anos 1960 e 1980. Curadoria de Paulo Venâncio (de 16/01/18, às 19h30, a 22/04/18).
  • Ana Mazzei faz intervenção no Projeto Parede (de 16/01/18, às 19h30, a 22/04/18).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3, tel. (11) 5085-1300. Ter. a dom., 10h/18h. Ingr.: R$ 6,00. Grátis aos domingos para o público em geral. Crianças até 10 anos e adultos com mais de 65 anos não pagam entrada. www.mam.org.br

MASP (MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO)

  • O museu abre o ciclo de exposições “Histórias Afro Atlânticas”, que marca o 130º ano da Lei Aúrea, com a mostra Imagens de Aleijadinho composta por 50 esculturas devocionais do mineiro Antonio Francisco Lisboa (Vila Rica, atual Ouro Preto, 1738 - 1814). A obra artista negro, considerado um dos principais expoentes do barroco da arte sacra e do rococó brasileiro, é vista ao lado de mapas, gravuras, fotografias e pinturas que contextualizam sua importância. A mostra conta com empréstimos de alguns museus e congregações religiosas, que inclui também trabalhos de outros artistas que retratam a formação do mito Aleijadinho ao longo dos séculos 19 e 20. Participam Horácio Coppola, Marcel Gautherot, Guignard, Henrique Bernardelli, Alosio Magalhães e outros (de 09/03/18, às 20h, a 03/06/18).
  • A exposição Maria Auxiliadora: Vida Cotidiana, Pintura e Resistência da artista mineira (1935 - 1974) reúne cerca de 70 pinturas, apresentadas em diferentes eixos. Ela ficou conhecida por ser artista autodidata afro-brasileira, e sua obra permeia a figura do negro de forma afirmativa. São autoretratos, interiores, referências ao candomblé, umbanda e orixás e ao sofrimento decorrido um câncer que a mataria. Seus trabalhos são feitos em carvão e pintura a óleo, além de ter desenvolvido uma técnica própria de uma mistura de massa de poliéster com o próprio cabelo, dando assim origem a volumes e texturas em suas telas. Curadoria de Adriano Pedrosa e Fernando Oliva (de 09/03/18, às 20h, a 03/06/18).
  • Mostra do curador e artista baiano Emanoel Araújo traz obras fundamentalmente escultóricas, caracterizadas pelo construtivismo geométrico e pela influência de temáticas afro-brasileiras. Curadoria de Tomás Toledo (de 05/04/18, às 20h, a 03/06/18).
  • O museu possui a mais importante coleção da América Latina e de todo o Hemisfério Sul. Os destaques são as pinturas de Rafael, Mantegna, Botticceli, Bellini, Ticiano, Poussin, Delacroix, Manet, Degas, Cézanne, Monet, Van Gogh, Matisse, Modigliani, Chagall, Velázquez, Maria Martins, Visconti, Portinari, Di Cavalcanti e muitos outros. Agora sob a direção de Heitor Martins (ex-Fundação Bienal), o museu tem curadoria de Adriano Pedrosa e dos assistentes Fernando Oliva, Luiza Proença e Tomás Toledo. A equipe conta ainda com a assistência de Rodrigo Moura (curador adjunto), Julieta Gonzalez (arte moderna e contemporânea), Luciano Migliaccio (arte europeia), Patrícia Carta (moda), Martin Corullon (arquiteto) e Raul Loureiro (designer gráfico).
  • A exposição Acervo em Transformação retoma o projeto expográfico radical de 1968 dos cavaletes de cristal, de autoria da arquiteta Lina Bo Bardi (1914-1992), que projetou também o prédio do Masp. A pinacoteca no segundo andar volta a ter essas peças que sustentam as obras, também chamadas de cavaletes de vidro, sem uso desde 1996. São suportes transparentes, sustentados por uma base de concreto, espalhados livremente pelo monumental espaço da pinacoteca. As obras parecem suspensas no ar. Sem um roteiro predeterminado a seguir, o visitante tem autonomia para decidir o próprio percurso. Para a retomada da expografia original, o escritório Metro Arquitetos Associados reconstruiu mais de cem cavaletes desenhados por Lina. A mostra reúne 117 trabalhos, mesclando diversas coleções da instituição. O mais antigo é uma escultura da deusa Higia do século 4 a.C. e o mais recente, é uma escultura de Marcelo Cidade, de 2011. Participam ainda trabalhos de Botticelli, Tintoretto, Ticiano, Rembrandt, Goya, Ingres, Cézanne, Van Gogh, Monet, Picasso, Matisse, Rodin, Lasar Segall, Volpi, Di Cavalcanti e outros. O milagre se dá sob a direção de Heitor Martins (ex-Fundação Bienal). A curadoria é de Adriano Pedrosa e de três membros da equipe curatorial do museu: Fernando Oliva, Luiza Proença e Tomás Toledo. Junto à mostra é lançado catálogo “Concreto e Cristal: o Acervo do Masp nos Cavaletes de Lina Bo Bardi (editora Cobogó; 305 págs; R$ 150), com organização de Adriano Pedrosa e Luiza Proença (mostra a partir de 10/12/15, às 19h30; exposição de longa duração).
  • Em parceria com o Instituto Tomie Ohtake, a exposição Histórias Afro-atlânticas reúne uma ampla seleção de obras de arte e documentos relacionados aos “fluxos e refluxos” (expressão de Pierre Verger) entre a África, as Américas, o Caribe e também a Europa; contemplando trabalhos do século 16 ao 21. Curadoria de Adriano Pedrosa, Ayrson Heráclito, Hélio Menezes, Lilia Schwarcz e Tomás Toledo (de junho a outubro de 2018).
  • O norte-americano Melvin Edwards exibe sua célebre série “Lynch Fragments”, feita desde os anos 1960 até hoje, compostas por esculturas de parede, objetos em metal, como correntes e ferramentas de trabalho, para lidar com questões como raça, violência, trabalho e escravidão. Curadoria de Rodrigo Moura (de agosto a novembro de 2018).
  • A exposição do pintor, escultor e gravador baiano Rubem Valentim (1922 - 1991) reúne cerca de 60 trabalhos sobre as potencias articulações entre os elementos da tradição ocidental e as raízes africanas da cultura brasileira (de agosto a novembro de 2018).
  • Cerqueira César: av. Paulista, 1.578, tel. 3149-5959. Ter., qua., sex., sáb., dom. 10h/18h; qui. 10h/20h. R$ 30 e R$ 15. Estudantes, professores e maiores de 60 anos pagam meia entrada. Grátis às terças e para menores de 10 anos. www.masp.art.br

MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA

  • No Pavilhão da Criatividade é exibida vasta coleção de arte popular latino-americana.
  • Barra Funda: av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, estação Barra Funda do Metrô, tels. (11) 3823-4600 / 4705. Ter. a dom., 9h/18h. www.memorial.sp.gov.br

MIS (MUSEU DA IMAGEM E DO SOM)

  • No Paço das Artes, em “Pintura e reciclagem: tudo junto e misturado”, Alex dos Santos apresenta quatro obras que mesclam pintura e colagem em tecido e em lonas, em grandes dimensões. As obras sugerem testemunhos, ideias e, muitas vezes, angústias sociais expostas em retratos displicentemente recortados, embalagens de remédios, calendários, desenhos e frases-denúncia produzidas com traços e rabiscos fortes e ágeis (de 27/03/18, às 19h, a 06/05/18).
  • “O Aparato” de João GG propõe uma instalação com referências figurativas de natureza e de paisagens como cascatas, cânions e montanhas. No entanto as esculturas apresentam uma potente visualidade cromática que remete o vitrinismo e cenografia de ambientação , pela iluminação e movimento. Na abertura será lançado o catálogo “A invenção da praia: cassino” exposição de curadoria de Paula Alzugaray, apresentada pelo IED Lab no Cassino da Urca no Rio de Janeiro em 2017 (de 27/03/18, às 19h, a 06/05/18).
  • O Museu da Imagem e do Som de São Paulo, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, foi inaugurado em 1970. Seu acervo conta com mais de 200 mil itens como fotografias, filmes, vídeos e cartazes. Além de exposições e mostras de cinema regulares, o MIS possui uma programação cultural diversificada voltada para todos os públicos e abre espaço para novos artistas, que, por meio de seleção, exibem seus trabalhos dentro de programas de fotografia, cinema, dança e música.
  • A primeira edição do programa Nova Fotografia 2018 exibe o ensaio de fotopinturas “Tipos” de Fernando Banzi em torno de antigos retratos de negros e negras feitas por Alberto Henschel em 1860, antes da promulgação da Lei Áurea que aboliu a escravatura no país (até 15/04/18).
  • Jardim Europa: av. Europa, 158, tel. (11) 2117-4777. Ter. a sáb., 12h/21h; dom., 11h/20h. www.mis-sp.org.br

MuBE | MUSEU BRASILEIRO DA ESCULTURA E ECOLOGIA

  • Amazônia: Novos Viajantes exibe resultados e desdobramentos de viagem científica e de artistas a floresta amazônica sob coordenação da bióloga Lucia Lohmann. Participam Gabriela Albergaria, Alberto Baraya, Claudia Andujar, Fernando Limberger. Curadoria de Cauê Alves e Lucia Lohmann (de 28/04/18 a 29/07/18).
  • Jardim Europa: av. Europa, 218, tel. (11) 2594-2601. Ter. a dom., 10h/19h. www.mube.art.br

MUSEU AFRO BRASIL

  • A exposição “Um Deoscóredes - 100 anos do Alapini Deoscóredes Maximiliano dos Santos: Arte e Religiosidade” é uma homenagem ao centenário de nascimento de Mestre Didi (1917-2013), Alapini do Ilê Asipa e filho de Mãe Senhora (1890-1967) - iyalorixá do Ilê Axé Opô Afonjá. A mostra celebra a obra, entre as tradicionais e potentes esculturas do artista, produzidas com materiais naturais como búzios, sementes, couro, nervuras e folhas de palmeira, elementos da cultura afro-brasileira (de 21/04/18, às 11h a 10/06/18).
  • Os Africanos – O Olhar Europeu da Fotografia Contemporânea reúne trabalhos de quatro fotógrafos que contribuíram para uma compreensão artística, em extraordinários registros dos povos e das manifestações culturais da África atual. São eles: Hans Silvester (Alemanha), Isabel Muñoz (Espanha), Alfred Weidinger (Áustria) e Manuel Correia (Portugal) (de 21/04/18, às 11h a 10/06/18).
  • A exposição África Contemporânea apresenta trabalhos de artistas de países como Moçambique, Benin, Senegal, Angola e Gana, tais como Dominique Zinkpè, Aston, Soly Cissé, Yonamine, Gérard Quenun, Owusu-Ankomah, Oswald, Celestino Mudaulane, Edwige Aplogan, Francisco Vidal e Cyprien Tokoudagba, criadores conhecidos por exporem as próprias feridas e acumulações por meio de pinturas, esculturas, instalações, desenhos e colagens (de 21/04/18, às 11h a 10/06/18).
  • “Um Frans, A Natureza - Exposição em Memória de Krajcberg: Esculturas, Relevos e Fotografias;” revela a revolta do artista polonês radicado no Brasil Frans Krajcberg (1921 – 2017) contra a destruição do planeta. A exposição destaca o modo criativo com que utilizava troncos de árvores, folhas e cipós como matéria-prima e fonte de inspiração para suas criações, que o próprio artista costumava chamar de “um grito da natureza por socorro" (de 21/04/18, às 11h, a 10/06/18).
  • África e a Presença dos Espíritos reúne esculturas, máscaras e moedas produzidas em cobre, madeira, tecido, miçangas e fibra vegetal dos tradicionais povos africanos Guro, Fon, Senufo, Iorubá, entre outras etnias (de 21/4, às 11h, a 10/6).
  • Coordenado pelo artista plástico e curador baiano Emanoel Araujo, o museu recupera, preserva, valoriza e divulga o universo histórico-cultural do negro brasileiro, sempre colocado à margem pelas instituições oficiais. O acervo tem mais de 5 mil obras de arte e objetos históricos.
  • Design e Tecnologia no tempo da Escravidão apresenta cerca de 400 peças do acervo do museu, entre objetos de uso doméstico e ferramentas para ofícios rurais e urbanos, que contextualizam o conhecimento aplicado na produção desses utensílios dos séculos XVIII e XIX. (mostra de longa duração).
  • A exposição de Longa Duração conta a história brasileira pelo viés da desconstrução do imaginário da população negra, construído fundamentalmente pela ótica da inferioridade, e transformá-lo em um imaginário estabelecido no prestígio, na igualdade e no pertencimento (mostra de longa duração).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 10, Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, tel. (11) 3320-8900. Ter. a dom., 10h/18h (entrada até 17h). Ingr.: R$ 6. Entrada gratuita aos sábados. www.museuafrobrasil.org.br

MUSEU ANCHIETA

  • Em “Amar e Viver São Paulo”, Nilda Luz presta homenagem o aniversário da cidade de São Paulo, através de 30 obras, que cobrem um período entre 1984 a 2018 de suas produções. São expostas pinturas em acrílica de figurativo espontâneo, que mesclam um pouco do abstrato com linhas modernas. A artista retrata pontos históricos de São Paulo – da Estação da Luz ao Largo de São Bento, da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco ao Palacete Guanabara na avenida São João (de 23/01/18, das 18h às 21h, a 03/08/18).
  • Parte do complexo histórico do Pateo do Collegio, marco do nascimento de São Paulo, foi transformada em centro cultural com museu e acervo de 500 itens, como peças de arte sacra, quadros, fotografias, aquarelas, artefatos indígenas contemporâneos e mapas de São Paulo antigo.
  • Centro: praça Pateo do Collegio, 2, tel. 3105-6899. Ter. a sex., 9h/16h45; sáb. e dom., 9h/16h30. Ingr.: R$ 8; estudantes de escola particular, universitários e professores pagam R$ 4; estudantes de escola pública (Ensino Médio e Fundamental) pagam R$ 2; e aposentados, idosos, crianças menores de sete anos e deficientes físicos têm entrada franca. www.pateocollegio.com.br

MUSEU CATAVENTO

  • O projeto de iniciação científica Catavento tem ênfase na ciência, nas artes e no conhecimento humano. O Museu de Tecnologia tem em acervo inúmeros recursos de simulação, que proporcionam aos visitantes a oportunidade de interagir com o seu conteúdo, ou de participar diretamente em experiências virtuais. Uma das atividades digitais é uma viagem aérea virtual em três dimensões pelo Rio de Janeiro (RJ).
  • A mostra permanente Do Macaco ao Homem apresenta conhecimentos sobre o processo de hominização e os principais passos de nossa linhagem evolutiva. A exposição reúne réplicas de nossos ancestrais, bem como de réplicas de artefatos de pedra lascada e de osso, além de peças de cunho artístico, retirados do acervo do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos da USP. Necessário retirar senha na bilheteria.
  • Centro: Palácio das Indústrias, Parque D. Pedro II, tel. (11) 3315-0051 Ter. a dom., 9h/17h. R$ 6. Aposentados, idosos e estudantes com carteirinha pagam R$ 3. Grátis aos sábados para o público em geral. www.cataventocultural.org.br

MUSEU DA CASA BRASILEIRA

  • A exposição Design Aerodinâmico – Metáfora do Futuro apresenta 250 objetos significativos pertencem às coleções de Giacomo Favretto, Renato Oliva, Gilberto Moscovich e da família Bosworth. Os objetos expostos englobam vários segmentos, de meios de transporte a utensílios domésticos, incluindo artefatos pessoais, ferramentas de trabalho, equipamentos audiovisuais, brinquedos e folhetos, entre muitas outras tipologias. As obras são de cerca de 50 designers, entre eles estão Raymond Loewy, Norman Bel Geddes, Walter DorwinTeague, Henry Dreyfuss, Isamu Noguchi, Gio Ponti, Buckminster Fuller e John Vassos.. Dentre os objetos selecionados, alguns fazem parte também dos acervos de importantes museus tais como o Cooper Hewitt Design Museum (Nova York), Centre George Pompidou (Paris), Montréal Museum of Fine Arts e Victoria & Albert Museum (Londres). Curadoria de Adélia Borges e Patrícia Fonseca (de 21/04/18, às 14h a 03/06/18).
  • O MCB foi criado em 1970 e, em 1972, ganhou sua sede definitiva: um solar neoclássico construído entre 1942 e 1945, originalmente para abrigar o ex-prefeito de São Paulo, Fábio da Silva Prado (1887-1963), e sua esposa Renata Crespi Prado (1897-1981). O projeto arquitetônico do paraense Wladimir Alves de Souza (1908-1994) remete às linhas do Palácio Imperial de Petrópolis (RJ). O casal morou na residência por 18 anos e a transformou em centro de grandes recepções oficiais. Após a morte de Fábio Prado, Renata Crespi se mudou da casa, e, em 1968, doou o imóvel ao Estado de São Paulo.
  • O MCB mantém dois acervos, somando um total de cerca de 500 peças. A Coleção Crespi-Prado exibe porcelanas, móveis, pratarias e pinturas. A Coleção MCB, que apresenta 85 móveis e objetos representativos da casa brasileira desde o século 17 até os dias de hoje, é reorganizada e recebe 87 novas peças do período modernista no Brasil, um recorte fundamental para discussão das questões ligadas ao design. Entre os novos itens, recebidos por meio de doações, estão peças como a poltrona “Jangada”, de Jean Gillon, a luminária “Concha”, de Fábio Alvim e a cadeira Oswaldo Bratke. Há também trabalhos vencedores da história do Prêmio Design MCB, como a poltrona “Mandacaru”, de Baba Vacaro, a estante “Labirinto”, dos irmãos Campana, e a poltrona “Cadê”, da Ovo. A mostra traz ainda uma coleção de imagens constituída a partir do projeto Casas do Brasil, de resgate e memória sobre a diversidade do morar brasileiro, com registros de moradias como casas populares de diferentes Estados, casa xinguana, barraca cigana, habitação ribeirinha e o Carandiru.
  • Remanescentes da Mata Atlântica & Acervo MCB, sob curadoria do botânico Ricardo Jardim, conhecido por Doutor Árvore, faz a leitura das variadas espécies de madeiras usadas no mobiliário histórico do museu, muitas delas extintas ou em vias de extinção (longa duração).
  • Jardim Paulistano: av. Brigadeiro Faria Lima, 2.705, tels. (11) 3032-3727 e 3032-2564. Ter. a dom., 10h/18h. R$ 7. Meia-entrada: R$ 3,50. Pessoas com deficiência e acompanhante pagam meia-entrada. Maiores de 60 anos e crianças até 10 anos não pagam. Grátis aos sábados e domingos para o público em geral. www.mcb.org.br

MUSEU DA DIVERSIDADE SEXUAL

  • A mostra “Tarja Preta” traz trabalhos da fotógrafa Vania Toledo, entre retratos feitos entre os anos 1970 até a atualidade, focados em ícones da cultura e da diversidade. Alguns registram a efervescência cultural da noite LGBT, teatro, música e das artes, questionando o sexo e a expressão de gênero, e enaltece a liberdade e infinidade de possibilidades de expressões artísticas, se opondo à caretice. Curadoria de Diógenes Moura (de 24/01/18, às 17h, a 05/05/18).
  • Centro: praça da República, dentro da estação República do metrô, tel. (11) 2627-8078. centrodiversidadesexual@sp.gov.br

MUSEU DA ENERGIA DE SÃO PAULO

  • O museu foi reaberto com a mostra Encontros Improváveis de um Lugar em Comum que apresenta obras dos artistas multimídia Cadu, Guto Lacaz, Paulo Nenflídio e Regina Silveira. Espalhadas pelos dois andares, as obras dialogam com os temas “água e energia”, a fim de trazer novas linguagens sobre os temas já abordados pelo museu, em um olhar poético visual. Curadoria de Luciana Nemes (de 25/01/18, às 10h, a 24/06/18).
  • A mostra Tempos de Energia - São Paulo em Transformação explora o desenvolvimento do Estado a partir da evolução da energia elétrica, através de objetos antigos, documentos raros e múltiplos recursos tecnológicos. Com um mapa virtual a exposição traça a evolução urbana, com telas interativas, miniaturas perfeitas de hidrelétricas e sistemas de geração de energia solar e eólica; ferros de passar roupa, enceradeiras, televisores, rádios, secadores de cabelo e dezenas de objetos antigos (mostra de longa duração).
  • O edifício foi construído entre 1890 e 1894, quando o bairro dos Campos Elíseos era o endereço mais sofisticado de São Paulo, abrigando parte da elite cafeeira da época. O palacete, projeto do escritório de Ramos Azevedo, foi residência de Henrique Santos Dumont, irmão do aviador Alberto Santos Dumont e um dos homens mais ricos do Brasil à época.

MUSEU DA IMIGRAÇÃO | MEMORIAL DO IMIGRANTE

  • O museu ocupa parte da antiga Hospedaria do Imigrante, um imponente complexo, construído entre 1886 e 1888 no bairro do Brás, com finalidade de receber e encaminhar ao trabalho os imigrantes trazidos por conta do governo. A Hospedaria foi criada para reunir e preservar a documentação, memória e objetos de imigrantes que vieram para o Brasil em busca de esperança, aventuras, fortuna ou simplesmente fugindo de uma situação difícil nas suas pátrias de origem. Instalado em um dos poucos edifícios centenários da cidade de São Paulo. De 1882 a 1978, passaram por ali pessoas de mais de 60 nacionalidades e etnias, todas devidamente registradas em livros e listagens. Além do trabalho de divulgação destas histórias, há também a recuperação dos carros de madeira (o termo vagão é usado quando se trata de transporte de carga), da antiga São Paulo Railway. Dois deles estão restaurados, sendo um carro de bagagem, correio e chefe de trem, de 1914, e outro de passageiros, 2ª classe, de 1931. O Memorial do Imigrante é responsável pela preservação, estudo e divulgação de importante acervo histórico referente à imigração no Estado de São Paulo nos últimos 120 anos.
  • O museu apresenta um novo plano museológico para a mostra de longa duração Migrar: Experiências, Memórias e Identidades, que explica como o processo migratório é um fenômeno permanente na história do mundo (mostra de longa duração).
  • Mooca: r. Visconde de Parnaíba, 1.316, estação Bresser do Metrô, tel. (11) 2692-1866. Ter. a sáb., 9h/17h; dom., 10h/17h. Quinzenalmente, às sextas-feiras, visitação estendida até as 21h. Ingr.: R$ 6 e R$ 3 (meia-entrada). Grátis aos sábados. www.museudaimigracao.org.br

MUSEU DA PESSOA

  • O Museu Virtual reúne histórias de vida e é aberto à participação gratuita de toda pessoa que queira compartilhar sua biografia.

MUSEU DE ARTE SACRA

  • “Deposizioni. Descida da Cruz. Arqueologia do Desenho. De Pontormo a Caravaggio”, do artista ítalo-brasileiro Cesare Pergola, com curadoria de Luciano Migliaccio, apresenta vídeos das maquetes 3D da deposição de Cristo, que o artista reconstruiu a partir de duas obras-primas de Pontormo e Caravaggio. A mostra apresenta ainda desenhos sobre papel em escala das obras originais (de 24/03/18, às 11h, a 06/05/18).
  • Na "A Última Ceia", Luiz Bhittencourt exibe 25 obras feitas em técnicas que variam entre o óleo sobre tela, acrílica sobre lona, e carvão, além de PAC interativa, que toma como ponto de partida a última ceia de Jesus com seus apóstolos, antes de ser preso e crucificado. Curadoria de Jorge Brandão (de 24/03/18, às 11h, a 06/05/18).
  • A exposição Sagrado Marfim: O Avesso do Avesso reúne 53 peças oriundas de três acervos distintos – MAS-SP, Fundação Ema Klabin e Coleção Ivani e Jorge Yunes (de 26/5, às 11h, a 5/8).
  • Localizado no Mosteiro da Luz, fundado e construído em taipa de pilão por Frei Galvão por volta de 1774, o museu é considerado um dos mais importantes monumentos arquitetônicos coloniais paulistas. Seu precioso acervo é composto por mais de 4 mil obras de arte religiosa, entre imaginária sacra, retábulos, altares, oratórios, prataria, objetos, vestimentas litúrgicas e livros raros dos séculos 16 ao 20.
  • A exposição Arte Sacra na Ourivesaria traz cerca de 130 peças de acervo, entre joias, relíquias, navetas, gomil e jarras, ostensórios, âmbulas, cálices, penas, cruzes, santos óleos e uma instalação de lampadários, além de outros objetos sacros, que traçam uma leitura dos artesãos de metais nobres na colônia, com acabamento típico das obras europeias (mostra de longa duração).
  • Luz: av. Tiradentes, 676, estação Tiradentes do Metrô, tel. (11) 3326-3336. Estacionamento pago à r. Jorge Miranda, 43. Ter. a dom., 9h/17h. R$ 6 e R$ 3 (estudantes). Grátis aos sábados. Pessoas com mais de 60 anos e crianças de até 7 anos têm entrada franca. Visitas monitoradas para escolas públicas são gratuitas. www.museuartesacra.org.br

MUSEU DO FUTEBOL

  • Inaugurado em setembro de 2008, o museu, que está instalado numa área de 6.900m², propõe uma narrativa linear da história do futebol por meio de aparelhos multimídia. São 15 salas temáticas com cerca de 1.400 fotografias, seis horas de vídeos e outras atrações, como um aparelho que mede a velocidade dos chutes dos visitantes.
  • Pacaembu: praça Charles Miller, s/n°, tel. (11) 3664-3848. Ter. a dom., 9h/17h. R$ 6 e R$ 3 (estudantes e pessoas com mais de 60 anos). Grátis para crianças de até 7 anos. www.museudofutebol.org.br

MUSEU DO THEATRO MUNICIPAL

  • Descendo as escadarias ao lado do Theatro, embaixo do Viaduto do Chá, fica este pequeno museu, que existe desde 1983 e foi instalado nos baixos do viaduto em 1995. Ele esteve em reforma entre junho de 2005 e o final de 2006, período em que atendeu apenas aos pesquisadores. A exposição de longa duração Theatro Municipal Ícone e Memória reabriu o espaço em dezembro de 2006. Nela, a história do teatro mais importante da cidade, aberto em 1911, é contada por meio de vídeo, painéis, fotografias, cartazes, vestidos de cantoras de ópera, um órgão, coleção de postais, maquetes cenográficas e muitos textos ilustrados. O local ainda serve para pesquisas mais aprofundadas.

MUSEU FLORESTAL OCTÁVIO VECCHI

  • O espaço fica no Horto Florestal (Parque Estadual Albert Löefgren), que ocupa uma área de 174 alqueires e é localizado ao lado do Parque Estadual da Cantareira. O Museu Florestal Octávio Vecchi (Museu da Madeira) foi inaugurado em 1931 e possui o maior acervo de madeiras da América Latina. As amostras de madeira têm entalhes que reproduzem as folhas e frutos das espécies das quais foram extraídas.
  • Horto Florestal: r. do Horto, 931, tel. (11) 2231-8049. Ter. a sex., 9h/12h e 13h30/16h30; dom., 10h/15h30. http://museuflorestal.blogspot.com

MUSEU LASAR SEGALL

  • A Arte Degenerada de Lasar Segall – Perseguição à Arte Moderna em Tempos de Guerra rememora história de perseguição à arte moderna empreendida pelos nazistas, entre elas 49 obras do artista que integrou a exposição “Arte Degenerada” realizada em Munique, em 1937. A obra de Segall foi considerada degenerada não só na Alemanha, como também no Brasil, que foi acusada de corromper a cultura e os valores germânicos. Curadoria de Helouise Costa e Daniel Rincon (de 25/11/17, às 17h, a 30/04/18).
  • A mostra 1967-2017 | Museu Lasar Segall 50 Anos apresenta o percurso da instituição desde a idealização por Jenny Klabin Segall, viúva do artista, à doação do acervo e residência pelos filhos Mauricio Segall e Oscar Klabin Segall para abrigar a agenda cultural, os trabalhos de pesquisas e as exposições do museu. As memórias e difusão dos cinco acervos, traz também um ciclo de palestras com temáticas relacionadas aos referidos acervos, produção de catálogo, bem como atividades educativas, e diversos eventos paralelos, às relacionados à história do MLS (de 23/09/17, às 16h, a 24/09/18).
  • O museu preserva acervo e documentos referentes a Lasar Segall (1891-1957), artista lituano que se fixou no Brasil.
  • Vila Mariana: r. Berta, 111, próximo à estação Santa Cruz do Metrô, tel. (11) 2159-0400. Qua. a seg., 11h/19h. www.museusegall.org.br

MUSEU PAULISTA (DO IPIRANGA)

  • Aberto em 1895, o museu é o mais antigo da cidade. Conserva em acervo a tela “Independência ou Morte”, pintada em 1888 por Pedro Américo, que se encontra no Salão Nobre. A escultura de D. Pedro I, situada no nicho central da escadaria, foi feita por Rodolfo Bernardelli. A instituição exibe ainda móveis, louças, armas e utensílios domésticos, fotografias e pinturas históricas.
  • O museu se encontra fechado para reforma por tempo indeterminado. A expectativa é que reabra só em 2022.
  • Ipiranga: Parque da Independência, s/nº, tel. (11) 2065-8000. www.mp.usp.br

OFICINA CULTURAL OSWALD DE ANDRADE

  • A artista visual Ana Clara Joly propõe em “Eu, Josephine”, uma reflexão sobre papéis de gênero a partir de uma comparação histórica, entre nove fotografias e uma instalação, em homenagem à Josephine Cochrane, que em 1886 inventou a máquina de lavar louças (de 07/04/18, às 16h, a 27/04/18).
  • Em “Ainda Arde”, a artista Vera Martins exibe resultado de um trabalho feito durante a sua participação da Bienal Internacional de Cerveira em Portugal, em 2017. Durante o evento, ela presenciou a tragédia das queimadas na cidade, e sua tela também foi afetada – e deu origem as obras expostas nesta mostra. Na abertura, a artista realiza uma livingpaitingem conjunto com um dançarino da São Paulo Cia. de Dança (de 28/04/18, às 16h, a 31/05/18).
  • O artista Paulo Penna transita pelo desenho, gravura e fotografia na mostra “Desenho, Fluxo e Imagem” para falar sobre os corpos que ocupam a cidade. Os trabalhos, feitos em escalas proporcionais a uma pessoa, são criados em diversos suportes e misturam-se às figuras presentes na cidade, como prédios e árvores (de 07/04/18, às 16h, a 30/06/18).
  • A mostra "Badaróss" traz a obra de Cícero Rodrigues, artista indígena pernambucano que viveu por onze anos na Cracolândia de São Paulo. Ex-usuário de crack em situação de rua, foi carroceiro e desde 2013 expressa sua trajetória e a história das ruas a partir da pintura e do grafite. A mostra reúne diversos quadros do artista que formam uma única instalação, abrindo espaço para reflexões sobre drogas, desigualdade social e a situação dos moradores de rua da cidade. Ciclo de palestras com organizações atuantes na Cracolândia integram a mostra (de 07/04/18, às 16h, a 30/06/18).
  • Em “Quase Noite”, Thaís Beltrame exibe instalação formada por uma pequena estrutura motorizada com desenhos criados especialmente para a mostra, onde projeta sombras na parede da capela da Oficina, estimulando o olhar poético e lúdico do público em uma experiência imersiva (de 07/04/18, às 16h, a 30/06/18).
  • A Oficina Oswald de Andrade foi inaugurada em 1986 e está instalada em um edifício histórico do bairro do Bom Retiro, construído em 1905 para abrigar a Escola Livre de Farmácia. O espaço oferece gratuitamente cursos, oficinas e workshops em áreas como artes plásticas, ação e gestão cultural, cinema, dança, design, fotografia, história em quadrinhos, literatura, música, rádio, teatro e vídeo, entre outras.
  • Bom Retiro: r. Três Rios, 363, próximo à estação Tiradentes do Metrô, tels. (11) 3222-2662 / 3221-4704. Seg. a sex., 9h/22h; sáb., 13h/21h. www.oficinasculturais.org.br

OFICINAS CULTURAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO

  • A Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo mantém sete oficinas na capital paulista e outras 12 no interior e litoral do Estado (Araraquara, Bauru, Campinas, Iguape, Limeira, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São Carlos, São João da Boa Vista e Sorocaba).
  • Endereços das oficinas da capital: # Bom Retiro: r. Três Rios, 363, tels. (11) 3221-5558 / 3222-2662. Seg. a sex., 9h/22h; sáb., 10h/18h. # Barra Funda: Oficina da Palavra Casa Mário de Andrade, r. Lopes Chaves, 546, tels. 3666-5803 e 3826-4085. Seg a sex., 13h/22h. # Brás: Oficina Amácio Mazzaropi, av. Rangel Pestana, 2.401, tels. 6292-7071 e 6292-7711. Seg a sex., 13h/22h; sáb., 10h/18h; dom., 13h/17h. # Brás: Oficina Terceira Idade, av. Rangel Pestana, 2.401, tel. 6096-2635. Seg a sex., 8h/17h; sáb., 10h/18h; dom., 10h/14h. # Itaquera: Oficina Alfredo Volpi, r. Victorio Santim, 206, tel. 6205-5180. Seg a sex., 13h/22h; sáb., 10h/18h; dom., 14h/18h. # São Miguel Paulista: Oficina Luiz Gonzaga, r. Amadeu Gamberine, 259, tel. 6956-2449. Seg a sex., 14h/22h; sáb., 14h/18h; dom., 10h/14h. # Vila Brasilândia: Oficina Maestro Juan Serrano, r. Joaquim Pimentel, 200, tel. 3994-3362. Seg. a sex., 8h/18h. # Mais informações: www.assaoc.org.br | www.oficinasculturais.org.br

PALÁCIO DO HORTO

  • O antigo Palácio de Verão do Governo de São Paulo fica no Horto Florestal, no Parque Estadual da Cantareira, em uma edificação da década de 1930. Atualmente o Palácio do Horto encontra-se sob a gestão da Secretaria do Meio Ambiente.

PALÁCIO DOS BANDEIRANTES

  • Sede do Governo do Estado de São Paulo, é também um palácio-museu aberto à visitação pública, que expõe suas coleções de arte reunidas nos dois andares do prédio, por meio de exposições permanentes e temporárias. Atualmente, o percurso de visitação dos espaços sugere um tour pelos caminhos da arte moderna brasileira, destacando-se o contexto artístico-cultural em São Paulo. Nas visitas é possível conhecer as formas de expressão dos modernistas dos primeiros anos, com destaque para a obra de Anita Malfatti, “A Ventania”, que participou da Semana de Arte Moderna, de 1922, no Theatro Municipal de São Paulo. Tarsila do Amaral e Victor Brecheret também estão em exposição como expoentes do período. A produção artística da geração de 1930/40, com destaque para a presença de artistas como Portinari e Flávio de Carvalho, compõe a continuação do percurso de visitação que termina apresentando o contexto da modernidade nos anos 1950, com o início da arte abstrata e seu confronto com a arte figurativa.
  • Morumbi: av. Morumbi, 4.500, portão 2. Ter. a dom., 10h/16h. Para visitas individuais, não é necessário agendar. Todas as visitas são acompanhadas por educadores. Para grupos, de no máximo 20 pessoas, é necessário agendamento prévio pessoalmente e também de seg. a sex., 9h/16h, pelo tel. (11) 2193-8282. pelo site www.acervo.sp.gov.br .

PINACOTECA DO ESTADO DE SÃO PAULO

  • A obra “Tríade Trindade” (2001), do pernambucano Tunga, é exposta no Octógono com montagem baseada na primeira apresentação do trabalho durante uma retrospectiva do artista no museu Jeu de Paume, em Paris, em 2001. A peça foi adquirida pelo Programa de Patronos da Pinacoteca, em 2016. Curadoria de José Augusto Ribeiro (de 24/02/18, às 11h, a 04/06/18).
  • Hilma af Klint: Mundos Possíveis abre o calendário de 2018 da Pinacoteca e é um dos grandes destaques do ano. Pela primeira vez na América Latina é realizada uma mostra individual da pintora sueca Hilma af Klint (1862-1944), cujo trabalho vem sendo reconhecido como pioneiro no campo da arte abstrata e que passou despercebido durante grande parte do século XX. A exposição inclui 130 obras, com destaque para a série intitulada “As Dez Maiores”, realizada em 1907 e considerada hoje uma das primeiras e maiores obras de arte abstrata no mundo ocidental, já que antecede as composições não figurativas de artistas contemporâneos a Af Klint como Kandinsky, Mondrian e Malevich. Além deste conjunto, a exposição em São Paulo contará com algumas séries de obras que nunca foram apresentadas ao público. A mostra da Pinacoteca tem curadoria de Jochen Volz, diretor geral da instituição, em parceria com Daniel Birnbaum, diretor do Moderna Museet, e é uma colaboração com a Hilma af Klint Foundation (de 3/3 a 16/07/18).
  • Arte Colonial na coleção da Fundação Nemirovsky traz destaques deste acervo, em comodato com a Pina desde 2006, conhecido sobretudo pelo consistente conjunto de obras do período moderno. A mostra demonstra a amplitude do interesse do casal Nemirovsky, que se dedicou também a colecionar obras relevantes de arte colonial brasileira e latino-americana (de 24/03/18, às 11h, a 06/08/18).
  • O vídeo “Vera Cruz” (2000), de Rosangela Rennó, apresenta uma narrativa ficcional sobre o descobrimento do Brasil baseada no conteúdo da carta de Pero Vaz de Caminha. Produzido para a Mostra do Redescobrimento (São Paulo, 2000), o vídeo de foi exibido e premiado na 13° edição do Festival VideoBrasil e faz parte das aquisições recentes da coleção da Pinacoteca (de 24/03/18, às 11h, a 06/08/18).
  • A artista Ana Dias Batista apresenta “Chão Comum”, uma intervenção que cria um espaço de pausa dentro do museu, que muda a relação do público com a mostra de longa duração na sala 7. Já na sala C, em frente, é exibida uma instalação sonora que faz comentários sobre como percorremos exposições, como o museu organiza seus objetos e como as características do espaço físico do museu impactam a nossa experiência (de 24/03/18, às 11h, a 06/08/18).
  • A exposição de José Antonio da Silva apresenta uma seleção de 13 pinturas, dispostas entre telas de arte sacra, que compreende um período amplo dessa produção, entre o final da década de 1940, quando a obra de José Antonio começa a chamar a atenção do ambiente cultural brasileiro, e o início dos anos de 1980. Além de incluir também aspectos variados da obra do artista, desde a representação de temas míticos e religiosos, até cenas da vida rural (de 24/03/18, às 11h, a 06/08/18).
  • O museu apresenta a mostra permanente Galeria Tátil de Esculturas Brasileiras, com 12 obras selecionadas para que visitantes com deficiências visuais possam tocá-las e receber informações por meio de etiquetas em Braille, além de áudio-guia.
  • Arte no Brasil - Uma História na Pinacoteca de São Paulo traz cerca de 500 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos, gravuras e fotografias, e faz um panorama da arte brasileira do período colonial aos anos 1930. São obras de Debret, Taunay, Facchinetti, Almeida Junior, Rodolfo e Henrique Bernardelli, Belmiro de Almeida, Pedro Weingärtner, Candido Portinari e outros. Em 07/09, às 14h, ocorre o lançamento do catálogo da exposição (mostra de longa duração).
  • O acervo da Pinacoteca conta com cerca de 8 mil obras, formando um amplo panorama das artes visuais produzidas no Brasil da segunda metade do século 19 até os dias de hoje.
  • Construção e Figuração na Coleção de Roger Wright traz um recorte de cerca de 80 obras da coleção realizadas entre as décadas de 1960 e 1970 no Brasil, com obras seminais dos artistas mais representativos da nova figuração e da explosão política e colorida do Pop (de 27/08/16 até o fim de 2017).
  • A exposição Galeria José e Paulina Nemirovsky - Arte moderna apresenta 110 importantes obras do modernismo brasileiro oriundas dos acervos da Pinacoteca do Estado de São Paulo, da Fundação José e Paulina Nemirovsky e da Coleção Roger Wright. Participam trabalhos de Tarsila do Amaral, Portinari, Ernesto de Fiori, Di Cavalcanti, Lasar Segall, Volpi, José Antonio da Silva, Ismael Nery, Vicente do Rego Monteiro, entre outros (a partir de 22/10/16, às 11h, até 2017).
  • Luz: Praça da Luz, 2, tel. (11) 3324-1000. Qua. a seg., 10h/17h30 (com permanência até as 18h). Ingr.: R$ 6. O ingresso dá direito a visitação à Pinacoteca do Estado e à Estação Pinacoteca. Professores da rede pública (com direito a quatro acompanhantes), alunos da rede pública (em visita com a escola), funcionários de órgãos públicos e de outros museus, pessoas com mais de 60 anos e crianças com até 10 anos não pagam ingresso. Estudantes e professores da rede privada têm 50% de desconto. Grátis aos sábados. www.pinacoteca.org.br

SÍTIO DA RESSACA

  • A exposição Luiz Gama - Poeta, republicano e abolucionista narra a história de Luiz Gama (1830 -1882) e seu trabalho na causa abolicionista vivenciada em São Paulo na segunda metade do século 19. Curadoria de Maria Luiza Ferreira da Oliveira (a partir 19/06/14, às 11h; mostra de longa duração).

SÍTIO MORRINHOS

  • Escavando o Passado - A Arqueologia na Cidade de São Paulo é exposição de arqueologia com fragmentos encontrados na cidade de São Paulo nos últimos anos, como pedras lascadas, cerâmica indígena e materiais históricos. Curadoria da arqueóloga Cíntia Bendazzoli.

SOLAR DA MARQUESA DE SANTOS

  • Equações da Metrópole apresenta um panorama com 124 imagens do acervo fotográfico do Museu da Cidade de São Paulo, que percorre 150 anos de transformações da cidade. Destaque para a fotografia “Panorama de São Paulo”, criada em 1921 por Valério Vieira (1862-1941), considerada a maior fotografia analógica do mundo, medindo 16 x 1,4m que mostra uma visão panorâmica entre os bairros da Luz e Campos Elíseos, tirada do alto da torre da Igreja Sagrado Coração de Jesus (de 17/3 a 29/08/18).
  • Yolanda Penteado, a Dama das Artes de São Paulo exibe a trajetória da aristocrata e fomentadora cultural Yolanda Penteado (1903-1983), casada com Ciccillo Matarazzo, que contribuiu para a criação do Masp e da Bienal (até 10/12/2018).
  • Localizado ao lado do Pateo do Collegio, o imóvel pertenceu à Domitila de Castro Canto e Melo (1797-1867), a Marquesa de Santos, entre 1834 e 1867. Conhecido também como o Palacete do Carmo, o espaço ficou famoso pelas festas e eventos decorrentes na época e considerada uma das residências mais aristocráticas de São Paulo. Após este período o imóvel foi submetido a diversas reformas que alteraram sua estrutura original, que apenas em 1975 foi tombado e serviu de sede da Secretaria Municipal de Cultura. Desde uma reforma em 1991, o Solar da Marquesa de Santos abriga exposições e atividades museológicas, além da sede do Museu da Cidade de São Paulo.
  • Centro: r. Roberto Simonsen, 136-B, Páteo do Colégio, tel. (11) 3241-4238 e 3105-6118 . Ter. a dom., 9h/17h. www.museudacidade.sp.gov.br

VILA ITORORÓ

  • O canteiro de obras de restauração da Vila Itororó, patrimônio histórico no bairro Bela Vista (Bixiga), é o mais novo centro cultural da cidade, chamado de Canteiro Aberto. Um galpão anexo à vila histórica recebe atividades culturais como oficinas, palestras e exposições. As casas que integram a vila têm visitas guiadas. Toda a programação é gratuita.
  • A Vila Itororó, construída em 1922, com 7 mil m², é um dos últimos exemplares remanescentes de um tipo de construção típico de bairros operários. As casas que integram a vila carregam diversos fragmentos da história local, em especial peças resgatadas da demolição do Teatro São José, que funcionou de 1903 até 1923 na frente do Teatro Municipal. A restauração foi iniciada em 2014.
  • Bela Vista: r. Pedroso, 238, próximo à estação São Joaquim do Metrô. Abertura do galpão: qua. e sex., 11h/17h; qui., 11h/20h. Visitas ao canteiro de obras da restauração: Qua., qui. e sex., às 16h. Abertura extra do galpão com visitas e oficinas: a partir de maio, todo último final de semana do mês. www.vilaitororo.org.br

VILA ITORORÓ CANTEIRO ABERTO | GOETHE NA VILA

  • A partir da construção de tijolos de gesso e de um labirinto dentro do Goethe na Vila, o curitibano Fernando Ribeiro reflete sobre o presente, passado e futuro da Vila Itororó por meio da performance duracional “Distentio Anime”. Presente todos os dias da ocupação, o artista recebe o público para conversar, dialogar e pensar conjuntamente sobre seu projeto (de 03/05/18 a 26/05/18).
  • Rua Pedroso, 238, Bela Vista (Metrô São Joaquim). Tel: 3253-0187. Qui., 16h/ 17h e das 18h/ 20h; sex., 16h/ 17h; sáb., 14h/ 17h. www.vilaitororo.org.br