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CAIXA CULTURAL - Av. Almirante Barroso

  • O artista urbano Tomaz Viana, o Toz, apresenta na mostra “Toz - Cultura Insonia” trabalhos que tem como tema o personagem que se tornaria um dos mais significativos entre suas obras: Insonia, uma entidade noturna e onipresente. São telas e esculturas de materiais diversos, manequins especialmente criados para este projeto com pinturas e figurino, além de uma grande instalação interativa para o público. Em 16/06, às 16h, ocorre uma visita guiada com o artista; distribuição de senhas com 1h de antecedência (de 29/05/18, às 18h a 26/08/18).
  • A mostra inédita Loucuras Anunciadas de Goya apresenta a coleção Le Follie, também conhecida por “Disparates”, que reúne 20 gravuras feitas em torno de 1815 e 1823, ou o ciclo mais obscuro e complexo que Francisco de Goya (1746-1828) já fez. Composta por imagens enigmáticas percorrem visões, violência, sexo e deboche relacionadas com o regime absolutista da época, toda a série foi editada postumamente pela Academia de Belas Artes de Madri, que adquiriu as pranchas em 1864. Em 11/07, às 19h, ocorre uma palestra com a curadora da exposição Mariza Bertoli (de 10/07/18, às 19h, a 07/10/18).
  • Centro: av. Almirante Barroso, 25, esquina com av. Rio Branco, próximo à estação Carioca do Metrô, tels. (21) 3980-3815. Ter. a dom., 10h/21h. www.caixacultural.com.br

CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL

  • A exposição Construções Sensíveis 20 obras, de 60 autores, de sete países da América Latina, em uma variedade de suportes: pinturas, desenhos, esculturas, objetos, instalações, fotografias e vídeos pertencentes a coleção Ella Fontanals-Cisneros. Sob curadoria de Rodolfo de Athayde e Ania Rodríguez, a mostra apresenta um recorte da abstração, junto ao importante legado do concretismo e neoconcretismo brasileiros, apresentada pelas poéticas abstratas que prosperaram em outros países a partir dos anos de 1930. Participam Julio Le Parc, Lygia Clark, Hélio Oiticica, Mira Schendel, Geraldo de Barros, Thomas Farkaz, Edgar Negret, Leo Matiz, Antonio Llorens, Maria Freire, Gego, Magdalena Fernández e outros (de 27/06/18 a 17/09/18).
  • A grande retrospectiva do artista nova-iorquino de ascendência afro-caribenha Jean-Michel Basquiat reúne 80 peças, entre quadros, desenhos, gravuras e pratos pintados, pertencentes à coleção da família Mugrabi, dona das maiores coleções de Basquiat do mundo. A retrospectiva traz obras feitas logo depois que ele deixou de vender cartões postais de sua autoria nas ruas até os momentos finais de sua produção. Nessa trajetória, ganham destaque os desenhos, que eram menos valorizados anteriormente. As obras são do megacolecionador israelense Jose Mugrabi. A mostra já passou pelas cidades de São Paulo, Brasília e Belo Horizonte (de 12/10/18 a 08/01/19).
  • O espaço tem várias salas de exposição, três teatros, um cinema, dois auditórios, um salão de chá, uma bomboniére e uma biblioteca com cerca de 140 mil volumes. Livro do Artista é exposição permanente com trabalhos exclusivos de artistas como Anna Maria Maiolino, Artur Barrio, Beatriz Milhazes, Carlos Zílio, Gabriela Machado, Luciano Figueiredo, Nuno Ramos e Waltercio Caldas.
  • O Banco do Brasil e Sua História conta a história do banco, que em 2008 completou 200 anos. A mostra recria, com mobiliário de época, o ambiente que abrigou a Presidência do banco no período de 1937 a 1960. Visitação: ter. a dom., 10h/18h.
  • A exposição permanente Galeria de Valores abriga a Coleção de Numismática do banco. São mais de 36 mil moedas. Curadoria de Denise Mattar.
  • Centro: r. Primeiro de Março, 66, estação Uruguaiana do Metrô, tel. (21) 3808-2020. Qua. a seg., 9h/21h. www.bb.com.br/cultura

CENTRO CULTURAL CÂNDIDO MENDES | PEQUENA GALERIA - Centro

  • A artista Fátima Villarin exibe na exposição “O Real da Dor” esculturas em grandes dimensões em aço inox, madeira e estopa, que funcionam como possibilidades tácteis e, quando empregados juntos, revelam as relações antagônicas existentes entre estes materiais (de 24/07/18, das 19h às 21h30, a 31/08/18).
  • Centro: r. da Assembléia, 10, subsolo, Praça XV, tel. (21) 3543-6436. Seg. a sex., 12h/19h. www.candidomendes.edu.br

CENTRO CULTURAL CORREIOS

  • A mostra coletiva Uma Afirmação da Presença apresenta um conjunto de selfies de 70 artistas convidados a realizar uma autoimagem conceitual, referenciada aos autorretratos produzidos ao longo da História da Arte. São expostos objetos, pinturas, fotografias, instalações, vídeos e performance. Participam Aleteia Daneluz, Aline Reis, Ana Biolchini, Ana Herter, Analu Nabuco, Bb Schmitt, Carolina Kaastrup, Coletivo Papaimagem, Gilda Santiago, Jaques Faing, Julie Brasil, Lea Soibelman, Lucia Figueiredo, Lucia Lopes Meneghini, Marco Antonio Portela, Maria Lucia Maluf, Miro P.S, Ney Valle, Patrícia Tavares, Reinaldo Cotia Braga, e outros (de 25/07/18, às 19h, a 09/09/18).
  • A exposição “Coexistências” do Volta Coletivo de Arte apresenta instalações e pinturas inspiradas no cotidiano, afetos e violências investigados nas obras de cinco artistas visuais Ana Paula Lopes, Bruno Schmidt, Marcello Rosauro, Paloma Carvalho e Roberto Barciela (de 08/08/18 a 23/09/18).
  • A exposição “Forame Magno” de Mayer reúne obras que dialogam com a história da arte e medicina legal. O artista disseca suas telas de madeira que revelam a tinta que se apresenta feito pele, onde a lâmina avoluma traços e permite dimensões à imagem, com uma reflexão sobre a impermanência e fragilidade da vida. Curadoria de Isabel Sanson Portella (de 11/08/18, às 15h, a 29/09/18).
  • Centro: r. Visconde de Itaboraí, 20, tels. (21) 2253-1580. Ter. a dom., 12h/19h. www.correios.com.br

CENTRO CULTURAL LIGHT

  • A exposição Traços Brasileiros – A Cultura Brasileira pela Ótica de Artistas Plásticos é coletiva de artistas do Atelier Oruniyá (Rio de Janeiro) e do Grupo Casa Amarela (Barra Mansa), além de artistas formandos da Escola de Belas Artes da UFRJ e UFRRJ. São expostos trabalhos que retratam o Brasil em sua ampla diversidade de manifestações culturais, lendas, hábitos, brincadeiras, ícones artísticos, enfim, os traços que compõem o imaginário brasileiro ao longo de sua extensão geográfica e folclórica. Curadoria e coordenação de designer e pesquisador Guilherme Lopes Moura (de 09/08/18 a 06/09/18).
  • O edifício, construído em 1911 como sede e garagem de bondes da Light, abriga desde 1994 o centro cultural que oferece ao público diversos espaços e galerias, além do Teatro Lamartine Babo. Exibe um acervo fotográfico sobre o Rio Antigo e arquivo de textos relativo aos serviços prestados pela Light desde 1904.
  • Centro: av. Marechal Floriano, 168, tels. (21) 2211-4420 / 4543. Ter. a dom., 9h/21h. www.lightrio.com.br

ESPAÇO FURNAS CULTURAL

  • A exposição Olhares Cruzados - 10 anos apresenta a trajetória do projeto de intercâmbio cultural através de oficinas de fotografia e entre crianças e adolescentes do Brasil, África, América Latina e Caribe. São expostas 24 fotografias dos fotógrafos Ricardo Teles, Andréa D’Amato, José Bassit, Sérgio Zacchi, o moçambicano Mauro Pinto, o boliviano Fernando Sória, o senegalês Kane Sy e o etíope Yemane Gebresalassie, que acompanharam de perto as oficinas e se inseriram no processo. A exposição ainda conta com 24 painéis com fotografias, desenhos, entrevistas e reprodução de objetos produzidos pelos jovens (a partir de 17/09/15).
  • Botafogo: r. Real Grandeza, 219, tel. (21) 2528-5166. Seg. a sex., 9h/17h. www.furnas.com.br

GALERIA DE ARTE IBEU

  • A mostra da 47ª edição do Novíssimos 2018 conta com trabalhos em pintura, instalação, objeto, fotografia e desenho de 12 artistas selecionados por convocatória. São eles: Agrippina R. Manhattan (RJ), Danielle Cukierman (RJ), Daniela Paoliello (MG), Leka Mendes (SP), Letícia Pumar (RJ), Marc do Nascimento (SP), Marina Hachem (SP), Renata Nassur (RJ), Rodrigo Ferrarezi (SP), Samantha Canovas (SP), Sani Guerra (RJ) e Willy Reuter (RJ). Curadoria de Cesar Kiraly (de 18/07/18, às 18h, a 24/08/18).
  • Jardim Botânico: r. Maria Angélica, 168. Seg. a qui, 13h/19h; sex., 13h/18h, te. (21) 3239-2863. www.ibeu.org.br

INSTITUTO CASA ROBERTO MARINHO

  • Inaugurando o novo espaço cultural, onde era a casa de Roberto Marinho, a mostra Modernos 10, Destaques da Coleção reúne 124 obras do acervo do jornalista (de 28/04/18 a 30/09/18)
  • 10 Contemporâneos traz artistas contemporâneos que homenageiam o novo espaço ao criar gravuras sobre o tema “casa”. Curadoria de Lauro Cavalcanti (de 28/04/18 a 30/09/18).
  • Cosme Velho: r. Cosme Velho, 1.105.

INSTITUTO MOREIRA SALLES - Gávea

  • A mostra Sergio Larrain: um Retângulo na Mão traz retrospectiva da produção do fotógrafo chileno (1931-2012), conhecido por retratar a paisagem e, sobretudo, os habitantes de seu país e de tantos outros destinos por onde passou. Larrain, que costumava criar imagens com ângulos e cortes pouco convencionais, integrou o time da consagrada agência Magnum, na década de 1960. Em sua passagem pelo Rio, a retrospectiva ganha uma breve seção que recupera a atuação do fotógrafo na revista O Cruzeiro Internacional, entre 1957 e 1960. Curadoria da francesa Agnès Sire (de 12/05/18, às 17h, a 09/09/18).
  • A casa inaugurada em 1951, com projeto arquitetônico de Olavo Redig de Campos (1906-1984) e paisagístico de Roberto Burle Marx (1909-1994), foi residência da família Moreira Salles. Posteriormente foi adaptada e transformou-se em centro cultural. Atualmente abriga salas de exposição e de aula, biblioteca, auditório, cafeteria, loja de arte, ateliê e dependências para hóspedes.
  • Gávea: r. Marquês de São Vicente, 476, tel. (21) 3284-7400. Ter. a dom., 11h/20h. www.ims.com.br

JACARANDÁ

  • Coletiva Interfluxos – Colapso como Perspectiva, sob curadoria de Luiz Guilherme Vergara, reúne um conjunto de trabalhos de artistas que compõe o Programa de Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes da Universidade Federal Fluminense. Participam Anita Sobar, Denise Adams, Diana Kolker, Karen Aquine e Não Fui Eu, além dos convidados especiais Carlos Vergara, Raul Mourão e Família 5 Estrelas (até 28/06/18).

OI FUTURO

  • O espaço funciona no prédio de 1918 do antigo Museu do Telephone, no Flamengo. Ele chamava-se Centro Cultural Telemar até novembro de 2006, quando foi adotado o nome Oi Futuro.
  • O Museu das Telecomunicações, inaugurado em janeiro de 2007 no Oi Futuro, tem 210 m² e ocupa o sexto andar do espaço cultural. Ele apresenta exposição permanente sobre a história da comunicação humana, com documentos e objetos museológicos aliados a recursos de alta tecnologia. São mais de 120 vídeos produzidos por cerca de 90 instituições nacionais e internacionais. O museu trabalha com hipertexto, permitindo aos visitantes uma infinidade de “janelas” de informações num mesmo local. Na entrada, o visitante recebe um aparelho portátil para que possa interagir com as instalações e ouvir os textos dos filmes exibidos. Um dos principais objetos em exposição é um exemplar do primeiro PC vendido no mundo - ele está imerso numa espécie de cubo gigante de gelo. Visitação: ter. a dom., 11h/17h.
  • Flamengo: r. Dois de Dezembro, 63, tel. (21) 3131-3060. Ter. a dom., 11h/20h. www.oifuturo.org.br

OI FUTURO - IPANEMA

  • A filial em Ipanema do Oi Futuro, inaugurada em setembro de 2009, instalada em um edifício art déco, ocupa 1.500 m² de uma antiga central telefônica. O espaço conta com galeria de arte, sala para exibição de peças e filmes, um café e uma filial da Oi Kabum! Escola de Arte e Tecnologia.
  • Ipanema: r. Visconde de Pirajá, 54, tel. (21) 3131-9333. Ter. a dom., 13h/21h. www.oifuturo.org.br

SOLAR GRANDJEAN DE MONTIGNY

  • Espaço abriga a mostra coletiva Gávea Território de Diversidades, Morada de Contradições, uma produção da PUC-RJ e do Instituto Moreira Salles (de 25/7 a 26/10/18).
  • O solar é um exemplo da arquitetura neoclássica brasileira. Tombado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) desde 1938, preservado e restaurado, fica na entrada do campus da PUC-Rio (é museu universitário da instituição desde 1980). Construído como residência do arquiteto francês Auguste Henri Victor Grandjean de Montigny (1776-1850), que veio ao Brasil em 1816 integrando a Missão Artística Francesa trazida por D. João VI, é considerado um dos mais importantes exemplos da adaptação da arquitetura neoclássica ao clima tropical. Realiza exposições históricas e artísticas dedicadas à cultura brasileira dos séculos 19 ao 21. Também oferece acervo com obras de artistas brasileiros e estrangeiros que participaram de exposições no local, como Burle Marx, Thereza Miranda, Carlos Scliar, entre outros, doadas pelos próprios artistas ou por suas famílias. Tem ainda arquivo e biblioteca.

THE MAZE

  • O espaço inaugurado em 1997 possui acervo permanente com cerca de 50 obras dos artistas Nadkarni, Urbinati e Darel, além de fotografias de diversos autores. A arquitetura da edificação é inspirada no estilo mediterrâneo.
  • Catete: r. Tavares Bastos, 414, tel. (21) 2558-5547.

UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ - campus Praça Onze

  • O campus Praça Onze abriga a mostra permanente Exposição do Acervo da UniversidArte, com obras de Abraham Palatnik, Adriana Tabalipa, Aluisio Carvão, Daniel Senise, Fatima Magalhães, Frederico Dalton, João Carlos Goldberg, Luiz Ernesto, Nelson Felix, Rosana Ricalde e outros.

UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ - campus Presidente Vargas

  • Exposição Permanente do Acervo da UniversidArte reúne obras de Abraham Palatnik, Adriana Tabalipa, Aluisio Carvão, Ana Muglia, Angela Freiberger, Angelo Venosa,Carlos Muniz, Daniel Senise, Eliane Duarte, Enrica Bernardelli, Fatima Magalhães, Frederico Dalton, João Carlos Goldberg, João Magalhães, João Uchôa, Leila Danziger, Lia do Rio, Luciano Figueiredo, Luiz Ernesto, Nelson Felix, Regina Vater, Rosana Ricalde, Suzi Coralli, Vicente de Mello e Walton Hoffmann.