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BIBLIOTECA NACIONAL

  • A exposição Pernambuco 1817, a Revolução comemora o bicentenário da revolução pernambucana que, em 1817, conseguiu instaurar durante 75 dias um república independente no estado. São expostas obras raras, manuscritos e uma série de documentos históricos, pertencentes ao acervo da biblioteca. Curadoria de Maria Eduarda Marques (de 10/05/17, às 18h30, a 09/07/17).
  • O prédio, em estilo neoclássico, foi projetado pelo arquiteto Francisco Marcelino de Souza Aguiar. Inaugurado em 1910, reúne um acervo de cerca de nove milhões de peças, entre raridades como a Bíblia de Mogúncia, impressa em 1462, a edição dos Lusíadas de 1572 e gravuras de Albert Dürer. É a maior e mais importante biblioteca do Brasil. Atualmente está à disposição do público na Internet o Projeto Biblioteca Virtual da Cartografia Histórica dos Séculos XVI a XVIII, um acervo de 1.517 mapas restaurados, catalogados e digitalizados.
  • Centro: av. Rio Branco, 219, tel. (21) 3095-3879. Seg. a sex., 9h/20h; sáb., 9h/15h. www.bn.br

CASA HISTÓRICA DO MARECHAL DEODORO

  • O sobrado construído entre 1808 e 1817 tem características típicas do período colonial. Além de servir de residência para o Marechal Deodoro da Fonseca, proclamador da República Brasileira, foi na Casa Histórica de Deodoro, chamada assim desde 1889, que foi decidido o primeiro Ministério Republicano, no dia 09 de novembro de 1889, assim como também nela decidiu-se como seria a Bandeira Nacional, no dia 19 de novembro do mesmo ano.
  • Centro: Praça da República, 197, tel. (21) 2222-0126. Ter. a sex., 10h/16h.

CASA DE CULTURA LAURA ALVIM

  • Oskar Metsavaht exibe um conjunto de pinturas, fotografias, esculturas e videoinstalação na mostra “Ipanema por Oskar Metsavaht”, resultado de sua relação com famoso bairro carioca, e da investigação sobre os significados territoriais e estéticos do lugar (de 30/03/17 a 04/06/17).
  • Inaugurada em 1986, tem programação de cursos e três salas de projeção para exibição de filmes voltados para arte. No andar superior está localizado um teatro com 245 poltronas especialmente projetadas por Oscar Niemeyer. A casa possui ainda uma galeria de arte, três salas de aula, livraria e cafeteria. O Museu de Laura abriga exposição permanente de móveis e objetos que pertenceram a Laura Alvim. O museu funciona de terça a domingo, das 15h às 20h.

CASA FRANÇA-BRASIL

  • A mostra Viragens: Arte Brasileira em Outros Diálogos traz um recorte da Coleção da Fundação Edson Queiroz, sediada na Universidade de Fortaleza (Unifor). A seleção visa criar diálogos múltiplos que perpassam alguns capítulos da arte brasileira, com obras feitas entre 1913 e os anos 1980, com 75 obras de artistas como Alfredo Volpi, Candido Portinari, Rubem Valentim, Hélio Oiticica, Mira Schendel e Anita Malfatti (de 25/05/17 a 25/06/17).
  • Construído em 1820, o edíficio em estilo neoclássico é obra de Grandjean de Montigny (1776-1850), arquiteto da Missão Francesa. Originalmente foi criado para ser a sede da primeira Associação Comercial do País.

CENTRO CULTURAL DA JUSTIÇA ELEITORAL

  • A exposição permanente A História do Voto apresenta 14 ilustrações de vinil sobre MDF com cerca de 3m de altura e dois vídeos da TV Cultura que falam sobre a trajetória das eleições no Brasil. A mostra pretende enfatizar a importância do voto para crianças e adolescentes (longa duração).
  • Centro: r. Primeiro de Março, 42, tel. (21) 2253-7566. Qua. a dom., 12h/19h.

CENTRO CULTURAL DA SAÚDE

  • O palacete que abriga o centro cultural foi projetado por Gastão Bahiana para ser o Pavilhão da Estatística na exposição do Centenário da Independência, em 1922.
  • Centro: praça Marechal Âncora, s/nº, térreo, tel. (21) 2240-5568. Ter. a sáb., 10h/17h. www.ccs.saude.gov.br

CENTRO CULTURAL JUSTIÇA FEDERAL

  • O antigo prédio construído em 1905 foi projetado pelo arquiteto sevilhano Adolpho Morales de Los Rios, onde sediou o Supremo Tribunal Federal até 1960. Fechado, passou por período de reformas entre 1994 e reaberto em abril 2011, como Centro Cultural. O edifício dispõe de 13 salas de exposições, teatro, biblioteca, cinema e cafeteria, além de possuir elementos do classicismo francês, assoalho original, portas talhadas pelo artista português Manoel Ferreira Tunes e painéis de Rodolfo Amoedo.
  • Em "Campos de Altitude", Kitty Paranaguá exibe um série de fotografias feitas em comunidade carentes do Rio de Janeiro e seus moradores, como Pavão Pavãozinho, Complexo do Alemão, Providência, Cantagalo, Vidigal, Rocinha e Mata Machado. Amostra faz parte da programação do FotoRio 2017 (a partir de 17/05/17, às 18h).
  • Ana Carolina Fernandes apresenta em sua individual "Os Veios Abertos da Baía de Guanabara" 11 imagens aéreas foram feitas em algumas horas de sobrevoo de helicóptero pela Baía sobre poluição das águas cariocas. O título da mostra parafraseia o livro “As veias abertas da América Latina", de 1971, do escritor uruguaio Eduardo Galeano (1940-2015) (a partir de 17/05/17, às 18h).
  • Cinelândia: av. Rio Branco, 241, 3º andar, tel. (21) 3261-2550. Ter. a dom., 12h/19h. www.ccjf.trf2.gov.br

CENTRO CULTURAL MUNICIPAL JOSÉ BONIFÁCIO

  • Localizado na Gamboa, bairro da zona portuária da cidade, o prédio foi construído em 1877 para abrigar a Escola José Bonifácio. O centro cultural foi criado em 1983 e abriga exposições, apresentações de filmes e vídeos, seminários, teatro e dança.

CENTRO CULTURAL MUNICIPAL LAURINDA SANTOS LOBO

  • A mostra Pintura do Tipo Brasileira apresenta produções recentes de Antonio Bokel, Manfredo de Souzanetto, Osvaldo Carvalho e Raimundo Rodriguez. Curadoria e texto Renata Gesomino (de 5/5 a 4/6/17).
  • O centro cultural, criado em 1979 por sugestão do teatrólogo e romancista Paschoal Carlos Magno (1906-1980), funciona no casarão em estilo eclético que a Baronesa de Parina ergueu, em 1907, e que o general Pinheiro Machado comprou para presentear o amigo Joaquim Lima Pires Ferreira, antigo senador do Império.

CENTRO CULTURAL MUNICIPAL ODUVALDO VIANNA FILHO

  • Construído em 1918, o “Castelinho do Flamengo” foi transformado em centro cultural em 1982. A videoteca do local foi modernizada e transformou-se em midiateca. Além de oferecer o já conhecido acervo com 800 fitas de vídeo, disponibiliza agora computadores para acesso à internet e equipamentos de DVD. O acesso ao acervo e equipamentos da midiateca é gratuito, basta cadastrar-se. Funcionamento: Ter. a sex., 10h/19h. A Sala Vianinha abriga mostra permanente do patrono do espaço, com fotos e pôsteres de algumas das peças e filmes dele.
  • Flamengo: Castelinho do Flamengo, Praia do Flamengo, 158, estação Largo do Machado do Metrô, tels. (21) 2205-0655 / 0276. Ter. a sáb., 10h/20h; dom., 10h/18h. www.rio.rj.gov.br/culturas

CENTRO CULTURAL MUNICIPAL PARQUE DAS RUÍNAS

  • O parque tem um mirante de onde se tem uma vista de 360º do Rio. O local foi residência de Laurinda Santos Lobo (1878-1946).

CENTRO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO RIO DE JANEIRO

  • Instalado em um palacete construído em 1879 para ser a residência de Joaquim Fonseca Guimarães, passou a abrigar, a partir do século 20, o tradicional Colégio Jacobina, que funcionou até meados da década de 1980. Em 1987, com a edificação arruinada, as fachadas foram tombadas; e, a partir de 1995, ocorreu um trabalho de restauração das mesmas. O interior do espaço, totalmente novo, foi projetado pelo arquiteto Alcides Horácio para receber exposições de arquitetura e urbanismo. Desde novembro de 1997 o CAU apresenta mostras.
  • Botafogo: r. São Clemente, 117, tel. (21) 2286-8606. Ter. a dom., 11h/19h.

CENTRO DE ARTES CALOUSTE GULBENKIAN

  • O prédio de três andares abriga a galeria de arte Ismael Nery, o Teatro Gonzaguinha, um auditório, uma sala de vídeo e 20 salas e oficinas onde são ministrados cursos de arte.
  • Exposições permanentes: Calouste Gulbenkian – O Grande Amador das Artes. Mostra com reproduções do acervo do colecionador e patrono do centro de artes. Memórias de um Tempo. Exposição com obras e documentos do acervo do local doados por artistas e pessoas que fazem parte da história da instituição.

CENTRO MUNICIPAL DE ARTE HÉLIO OITICICA

  • O prédio foi construído no século 19 para abrigar a sede do Conservatório Dramático Brasileiro. Localizado na parte histórica do Rio, o espaço reúne obras de Hélio Oiticica e deveria promover exposições temporárias de Hélio e de artistas nacionais e estrangeiros, mas elas têm sido raras.
  • Centro: r. Luís de Camões, 68, tels. (21) 2232-4213 / 2213. Seg., qua. e sex., 12h/20h; ter., qui. e sáb., 10h/18h. www.rio.rj.gov.br/culturas

CENTRO NACIONAL DE FOLCLORE E CULTURA POPULAR

  • O espaço, instalado em dois casarões do final do século 19, é tombado pelo IPHAN. Foi criado em 1968, mas seu acervo já vinha sendo constituído desde a década de 1950. Possui cerca de 1.500 objetos em exposição permanente.
  • Catete: r. do Catete, 181, tel. (21) 2285-0441. Ter. a sex., 11h/18h; sáb. e dom., 15h/18h. www.cnfcp.gov.br

ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE

  • Com cerca de 60 professores atuando em cursos e programas, a escola atende cerca de 2.000 alunos, e realiza cursos, palestras e seminários, exposições.

ESPAÇO CULTURAL MUNICIPAL SÉRGIO PORTO

  • O local é um dos espaços culturais mais interessantes do Rio. Integra a Rede Municipal de Teatros da Secretaria Municipal de Cultura. Tem uma programação variada, com exposições de arte, palestras, debates, workshops, espetáculos de teatro, recitais de poesia, dança, concertos musicais e lançamentos de livros, revistas, CDs e vídeos.
  • Humaitá: r. Humaitá, 163 (entrada pela r. Visconde Silva, s/nº), tel. (21) 2266-0896. Ter. a dom., 14h/22h. www.rio.rj.gov.br/culturas

FUNARTE

  • O espaço, localizado no mezanino do Palácio Gustavo Capanema, abriga três galerias de artes plásticas (Sergio Milliet, Lygia Clark e Macunaíma) e uma específica para fotografia, além do auditório Gilberto Freyre, com 380 lugares, onde são realizados concertos, cursos, palestras, seminários e projeções audiovisuais.
  • Centro: r. da Imprensa, 16, tel. (21) 2279-8078. Seg. a sex., 10h/18h. www.funarte.gov.br

FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA

  • A mansão onde está instalado o museu, construída em 1849, em estilo neoclássico, serviu de residência a Rui Barbosa (1849-1923) durante os últimos 28 anos de sua vida. Possui um acervo de 1.400 peças de mobiliário, objetos decorativos e de uso pessoal e pinturas, além de uma preciosa biblioteca. O parque, de cerca de 9 mil m², é uma das poucas áreas verdes no bairro de Botafogo.
  • Botafogo: r. São Clemente, 134, próximo ao Metrô Botafogo, tel. (21) 3289-4600. Ter. a sex., 10h/17h; sáb. e dom., 14h/18h. www.casaruibarbosa.gov.br

FUNDAÇÃO EVA KLABIN

  • Viagem pela História da Arte. As obras expostas refletem a paixão da colecionadora Eva Klabin (1903-1991), que reuniu um dos mais importantes acervos de arte clássica dos museus brasileiros com 1.100 peças, entre antiguidades, pinturas, esculturas, pratarias, mobiliário e tapetes. O público pode ver preciosidades da arte italiana dos períodos Renascentista e Barroco, além de objetos procedentes da Ásia, do Egito Antigo, da América pré-colombiana e da Europa. Visitas guiadas agendadas previamente por telefone para um mínimo de quatro pessoas; caso não haja este mínimo, o interessado será encaixado em um grupo que esteja se formando.
  • Lagoa: av. Epitácio Pessoa, 2.480, próximo à estação Cantagalo do Metrô, tels. (21) 3202-8550 / 8551. Ter. a dom., 14h/18h. Ingr.: R$ 10 e R$ 5 (para estudantes e maiores de 60 anos). Crianças até 10 anos não pagam. Grátis aos domingos para o público em geral. www.evaklabin.org.br

GALERIA 535 - OBSERVATÓRIO DE FAVELAS

  • Inaugurada em janeiro de 2010, a galeria é um espaço de arte permanente que tem o objetivo de integrar-se ao corredor cultural da cidade, reforçando a idéia de identidade da região, assim como proporcionar uma programação voltada para as artes na periferia.
  • Maré: r. Teixeira Ribeiro, 535, tel. (21) 3105-4599. Seg. a sex., 9h/17h.

IGREJA DA ORDEM TERCEIRA DE SÃO FRANCISCO DA PENITÊNCIA

  • O local mantém um pequeno museu de arte sacra, mas o destaque é o interior da igreja, considerada uma das expressões máximas do barroco brasileiro dos séculos 17 e 18. Iniciada em 1657, a igreja passou por um processo de restauro que durou 12 anos e trouxe novamente à luz o trabalho de três dos principais artistas portugueses da época: o entalhador Manuel de Brito, o mestre-escultor Francisco Xavier de Brito (uma das influências de Aleijadinho) e o pintor Caetano da Costa Coelho.
  • Centro: largo da Carioca, 5. Ter. a sex., 9h/12h e 13h/16h. R$ 2.

INSTITUTO DOS ARQUITETOS DO BRASIL - IAB

  • A sede do IAB-RJ ocupa um prédio tombado, construído em 1904, com projeto de Francisco de Azevedo Monteiro Caminhoá. Conta com uma sala de exposição com 300m², um auditório para 120 pessoas, um mezanino para mostras com cerca de 200m² e uma biblioteca.
  • Flamengo: r. do Pinheiro, 10, térreo, tels. (21) 2557-4480 / 4192. Seg. a sex., 10h/20h.

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO BRASILEIRO

  • Fundado em 21 de outubro de 1838, o IHGB é a mais antiga instituição do gênero nas Américas. Possui um vasto acervo bibliográfico, iconográfico e museológico, aberto à visitação e pesquisa. O museu exibe móveis, pratarias, louças, cristais e obras de arte, como o quadro “Coroação de D. Pedro II”, de Manuel de Araújo Porto Alegre, paisagens de Frans Post e retratos de nativos brasileiros feitos por Eckhout.
  • Centro: av. Augusto Severo, 8, 10º andar, tel. (21) 2252-4430. Seg. a sex., 9h30/17h.

LARGO DAS ARTES

  • Instalado em uma construção do século 19, com cerca de 400m², o espaço integra o conjunto arquitetônico da região do Largo de São Francisco, que conta com a Igreja de São Francisco de Paula, o Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, o Real Gabinete Português de Leitura e o Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica.

MAM (MUSEU DE ARTE MODERNA)

  • A mostra “Trilha para 2 Lugares e Trilha para 2 Lugares” apresenta trabalho homônimo inédito de Nelson Felix, que compõe a quarta e última parte da série “O Método Poético para Descontrole de Localidade”, iniciada em 1984. A instalação é composta por um cabo de aço que atravessa o espaço do museu, a ponto de captar e emitir sons, apontados para duas direções: a ilha grega de Citera e a cidade de Santa Rosa, no pampa argentino. Em uma pequena sala fechada e toda forrada por espuma, haverá três monitores onde serão exibidos vídeos que registram a vivência do artista em cada um desses locais (de 08/04/17, das 15h às 18h, a 04/06/17).
  • A mostra "Cassaro e as Dobras no Espaço-Tempo" apresenta um panorama da produção do artista Franklin Cassaro (Rio de Janiero; 1962). São exibidas obras que ilustram seu processo criativo, com instalações, esculturas, objetos, fotografias e obras interativas. Destaque para o inflável “Volume flutuante bioconcreto e branco” (1999), pertencente ao acervo do museu. Curadoria de Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes (de 27/05/17, das 15h às 18h, a 02/07/17).
  • Realizada pela Pinakotheke Cultural, a mostra Jaildo Marinho – Cristalização reúne 19 obras, entre pinturas, esculturas e a instalação que dá nome à mostra do artista pernambucano radicado em Paris. O artista utiliza mármore de Carrara em suas esculturas e na instalação “Cristalização” inclui tinta acrílica, trabalhos que tratam sobre o tempo efêmero da existência humana, em oposição ao da formação mineral. Curadoria do crítico de arte francês Jacques Leenhardt (de 27/05/17, das 15h às 18h, a 02/07/17).
  • A mostra A Volta das Coleções do MAM, com curadoria de Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes, reúne cerca de 100 obras de 24 artistas de diferentes nacionalidades e gerações, pertencentes às três grandes coleções do museu – a própria, a de Gilberto Chateaubriand e a de Joaquim Paiva. Participam trabalhos de Alair Gomes, Antonio Dias, Antonio Manuel, Athos Bulcão, Geraldo de Barros, Cabelo, Carlos Zilio, Gilvan Samico, Ivan Grilo, Jac Leirner, Mário Fontenelle, Milton Machado, Raymundo Collares, Rosangela Rennó, Vicente de Mello e Waltercio Caldas, os alemães Bernd & Hilla Becher, Grete Stern, Josef Albers, Wolf Vostell, a norte-americana Diane Arbus, o taiuanês Hsieh Tehching e o espanhol Juan Pratginestós (de 06/05/17, das 15h às 18h, a 06/08/17).
  • Desde 1993, o MAM-RJ tem, em regime de comodato, a Coleção Gilberto Chateaubriand, internacionalmente conhecida como o mais completo conjunto de arte moderna e contemporânea brasileira. Outro acervo em comodato é a Coleção Joaquim Paiva, com cerca de 1.500 obras de fotógrafos brasileiros e estrangeiros. Há ainda um terceiro acervo fotográfico, adquirido em parte graças a uma doação especial da White Martins. Além deste, há também a Coleção Esther Emílio Carlos, doada ao museu após sua morte. O museu tem projeto arquitetônico de Affonso Eduardo Reidy (1909-1964) e paisagístico de Roberto Burle Marx (1909-1994).
  • A mostra Genealogias do Contemporâneo – Coleção Gilberto Chateaubriand / MAM Rio consiste em um recorte do acervo com obras desde o período moderno, como Tarsila do Amaral e Flávio de Carvalho, chegando até os anos 1970 com Artur Barrio e Cildo Meireles. A mostra, que tem curadoria de Luiz Camillo Osorio, reúne cerca de 100 obras em diferentes técnicas como pintura, escultura, fotografia, desenho e objeto, de artistas como Aluisio Carvão, Amilcar de Castro, Antonio Dias, Antonio Manuel, Ascânio MMM, Carlos Vergara, Candido Portinari, Cildo Meireles, Franz Weissmann, Helio Oiticica, José Pancetti, Lygia Clark, Sergio Camargo,Tarsila do Amaral, Tunga, Waltercio Caldas, Wesley Duke Lee e outros (exposição de longa duração).
  • A mostra permanente MAM: Sua História, Seu Patrimônio reúne obras que traduzem 65 anos de existência do museu, desde a construção até as exposições mais importantes. A trajetória é mostrada através de uma maquete, um vídeo e cerca de 100 documentos, dentre fotos, catálogos, folders, convites e outras publicações.
  • Aterro do Flamengo: av. Infante Dom Henrique, 85, tel. (21) 3883-5600. Ter. a sex., 12h/18h; sáb. e dom., 11h/18h. R$ 14; R$ 7 (estudantes maiores de 12 anos e pessoas maiores de 60 anos); aos domingos, ingresso-família para até 5 pessoas a R$ 14 por grupo. Entrada gratuita para crianças de até 12 anos. Às quartas-feiras, a partir das 12h, entrada franca para o público em geral. www.mamrio.org.br

MAR (MUSEU DE ARTE DO RIO)

  • Leopoldina, Princesa da Independência, das Artes e das Ciências apresenta a vida e o legado da Princesa Leopoldina em uma cronologia narrativa dos principais fatos da vida, desde seu nascimento, em 1797, na Áustria, até sua morte em 1826. A exposição reúne cerca de 350 peças, entre obras de arte, iconografia, documentos, vestuário e mobiliário, além de itens de botânica, zoologia e mineralogia. O grande destaque é a coleção de documentos, recém-adquiridos pelo museu, sobre o Congresso de Viena que, realizado em 1815, reorganizou os poderes do continente, então fragmentado por guerras e revoluções. A chegada da Princesa, em 1817, abriu as portas das Américas em termos tanto comerciais como culturais e sociais. Curadoria de Luis Carlos Antonelli, Paulo Herkenhoff, Solange Godoy e Pieter Tjabbes (de 12/07/16, às 11h, a 26/06/17).
  • A mostra Lugares do Delírio, idealizada por Paulo Herkenhoff e com curadoria de Tania Rivera, apresenta cerca de 150 trabalhos que colocam em suspenso a delimitação entre o normal e o dito “louco”. A exposição trata sobre a linha tênue sobre arte e loucura e suas forças em comum da transformação da realidade. Participam instalações, mapas, performances, pinturas e objetos de Cildo Meireles, Laura Lima, Anna Maria Maiolino, Arthur Bispo do Rosário, Fernand Deligny, Lygia Clark, Raphael Domingues, Gustavo Speridião, Fernando Diniz, Cláudio Paiva, Geraldo Lúcio Aragão e outros (de 07/02/17 a 16/07/17).
  • O artista Alexandre Sequeira desenvolve relações em processos de encontro com pessoas e convivências em determinadas comunidades que têm, na fotografia, uma potente mediação. Na exposição “Meu mundo Teu” seis projetos envolvendo esse modo de relacionar-se com o outro serão apresentados e passam a integrar o acervo do museu. Curadoria de Clarissa Diniz e Janaina Melo (de 29/11/16, às 10h, a 16/07/17).
  • Centro: praça Mauá, s/n°, tel. (21) 2203-1235. Ter. a dom., 10h/17h. Ingr.: R$ 8. Estudantes têm 50% de desconto. Grátis às terças-feiras. www.museudeartedorio.org.br

MIDRASH CENTRO CULTURAL

  • A artista carioca, radicada em São Paulo, Lena Bergstein exibe na exposição “Cartas de Odessa”, uma série inédita feita com superposições e escritas sobre fotografias antigas de sua família oriunda da Ucrânia, e também em registros que ela mesma fez. Durante a exposição, entre 26/04, 03 e 10/05, às 20h, Lena ministra um curso que discute a relação entre arte e escrita a partir das cinco civilizações escriturais da Antiguidade: Mesopotâmia, Egito, China, Islamismo e Judaísmo, até nossos dias (de 19/04/17, às 19h, a 31/05/17).
  • Leblon: r. General Venâncio Flores, 184, tel. (21) 2239-1800 / 2222. Seg. a qui., 9h/22h; dom., horários especiais. secretaria@midrash.org.br | www.midrash.org.br

MNBA (MUSEU NACIONAL DE BELAS ARTES)

  • Na exposição “Memórias sobre Papel”, o artista carioca Marcos Duprat apresenta um conjunto de 36 obras sobre papel, feitos entre 1977 e 2017. Essa seleção ilustra as transformações em sua linguagem, por meio de lápis de cor, crayon, pastel seco e oleoso, aquarela e óleo sobre diferentes papéis, onde a luz é o elemento protagônico de articulação dessas imagens (de 16/05/17, às 12h, a 02/07/17).
  • A exposição Paisagem na Academia exibe um conjunto de 21 obras, entre gravuras, pinturas a óleo, uma pintura a têmpera e aquarelas sobre papel, que traçam um pequeno percurso a partir dos trabalhos de seis professores que se sucederam o ensino da pintura de paisagem na Academia de Belas Artes, que funcionou no Rio de Janeiro, até 1890. Participam trabalhos de sete artistas que foram professores na Academia entre 1816 e 1890: Nicolas Antoine Taunay, Manuel de Araujo Porto-Alegre, Agostinho da Motta, Victor Meirelles, Leôncio Vieira, Rodolpho Amoêdo e Antonio Parreiras. Curadoria de Carlos Terra e Ana Cavalcanti (de 09/05/17, às 12h, a 09/07/17).
  • Depois de uma restauração completa, iniciada em 2013, a tela monumental “Alegoria às Artes”, de Leon Pallière (Neto do conhecido arquiteto Grandjean de Montigny,) voltará a ser exibida, depois de décadas longe do público, além de documentos, esculturas e dois retratos. Encomendada pelo então diretor da Academia Imperial de Belas Artes(AIBA), Manuel de Araújo Porto-Alegre, a pintura mede 297 x 410 cm e foi produzida em 1855 para decorar o teto da blblioteca da Academia, construída em 1826 e inexplicavelmente demolida entre 1937 e 1938. A obra representa as musas da Arquitetura, da Pintura, da Escultura, Poesia e Música (de 06/08/16 a 30/07/17).
  • Com 10 anos do projeto “Ver e Sentir Através do Toque” Suzana Queiroga apresenta série de objetos, instalações e esculturas, voltados à acessibilidade e a sustentabilidade através da arte contemporânea. Destaque para “Topos” (2009), obra estimulada a partir da percepção tátil, focada no desenvolvimento de uma rica experiência sensorial com cegos e videntes. Curadoria de Simone Bibian, Rossano Antenuzzi, Daniel Barretto (de 16/05/17, às 12h, a 29/10/17).
  • O museu está instalado no edifício da antiga Escola Nacional de Belas Artes. Conta com galerias que abrigam acervo de obras de arte brasileira do século 17 ao século 20 e trabalhos de artistas estrangeiros, entre pinturas, esculturas e desenhos. Possui ainda coleções de arte popular brasileira, arte africana e mobiliário.
  • Exposições permanentes. Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea abriga cerca de 170 obras do acervo do museu, entre pinturas, esculturas, gravuras, desenhos e instalações de artistas como Portinari, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Pancetti, Goeldi, Iberê Camargo, Daniel Senise e outros. Louis Eugène Boudin na Coleção dos Barões de São Joaquim traz 20 quadros do pintor pertencentes ao acervo do MNBA. Esculturas Estrangeiras do Acervo reúne 13 obras de artistas como Auguste Rodin, Rogério Yrurtia e José Belloni, entre outros. A escultura de Martins Ribeiro retrata Leônidas da Silva, um dos principais jogadores de futebol do mundo e conhecido como “Diamante Negro”.
  • Para homenagear os 50 anos da fundação de Brasília, o MNBA apresenta uma serigrafia do artista Athos Bulcão. Intitulada "Azulejos do Parque (estudo para painel para o Parque da Cidade, Brasília)", a obra, de 1980, integra o projeto ‘Peça em Destaque’ e poderá ser vista no nicho do 3º piso.
  • Galeria de Arte Brasileira do Século XIX é mostra de 230 obras de alguns dos mais significativos autores produzidas no século 19 no Brasil. Entre as obras estão "Batalha do Avai", de Pedro Américo; "Batalha dos Guararapes" e "Primeira Missa no Brasil", ambas de Vitor Meireles; "Más Notícias", de Rodolfo Amoedo; "Descanso da Modelo", de Almeida Junior; e "Gioventù", de Eliseu Visconti. Há ainda obras de Rodolfo Bernardelli, Almeida Reis, Chaves Pinheiro, Belmiro de Almeida, Debret, Agostinho da Mota, Taunay, Araújo Porto Alegre, Zeferino da Costa, Castagneto, Antonio Parreira, Henrique Bernardelli, Facchinetti e Estevão Silva (a partir de 17/02/11, às 18h).
  • Cinelândia: av. Rio Branco, 199, metrô Cinelândia, tel. (21) 3299-0600. Ter. a sex., 10h/18h; sáb. e dom., 13h/18h. R$ 8 (inteira), R$ 4 (meia) e R$ 8 (ingresso para quatro pessoas da mesma família); grátis aos domingos. www.mnba.gov.br | www.facebook.com/MNBARio

MUSEU ARQUIDIOCESANO DE ARTE SACRA DO RIO DE JANEIRO

  • O museu possui um acervo com mais de 4 mil peças, como esculturas, pinturas, mobiliários, pratarias, porcelanas, condecorações, joalheria e objetos devocionais dos períodos colonial, imperial e republicano.
  • Centro: av. República do Chile, 245, tel. (21) 2240-2669. Qua., sáb. e dom., 10h/16h; ter., qui. e sex., com agendamento prévio.

MUSEU BISPO DO ROSÁRIO ARTE CONTEMPORÂNEA

  • As atividades museológicas da Colônia Juliano Moreira começaram nos anos 1950, mas o museu foi fundado apenas em 1982, inicialmente com o nome de Museu Nise da Silveira, psiquiatra responsável pelo tratamento de pacientes com distúrbios mentais por meio da prática artística. Sua reserva técnica conta com um acervo com mais de 800 obras da coleção Arthur Bispo do Rosário e obras de Antônio Bragança, Fernando Diniz, Melanie, Gilmar Ferreira, Leonardo Lobão, José Rufino, Raimundo Camilo e outros. Dispõe de três galerias, sala de ação educativa e da Escola Livre de Artes Visuais (aberta a toda a comunidade / seg. a sex., 10h/16h).

MUSEU CARMEN MIRANDA

  • O museu tem no acervo trajes de cena e sociais restaurados da artista, duas cópias de trajes inspirados nos originais, além de turbantes, sapatos plataformas e reproduções fotográficas da trajetória da cantora.
  • Flamengo: av. Rui Barbosa (em frente ao nº 560), tel. (21) 2299-5586. Ter. a sex., 10h/17h; sáb. e dom., 12h/17h.

MUSEU CASA DE BENJAMIN CONSTANT

  • O museu funciona na casa localizada na chácara onde viveu Benjamin Constant Botelho de Magalhães (1833-1891), como professor da Escola Militar da Corte. A área arborizada de mais de 10 mil m² que circunda a casa-museu é aberta ao público (seg. a sex., 8h/17h; sáb. e dom., 13h/17h).
  • Santa Teresa: r. Monte Alegre, 255, tel. (21) 2509-1248. Qua. a dom., 13h/17h. R$ 2. Grátis às quartas-feiras.

MUSEU CASA DO PONTAL

  • O museu possui uma das mais bonitas e abrangentes coleções de arte popular brasileira. Seu acervo foi reunido durante 40 anos pelo designer francês Jacques van de Beuque e tem 8 mil obras de mais de 200 artistas de todo o País. A exposição permanente é organizada tematicamente em suas galerias. Está localizado a apenas 45 minutos de Copacabana, entre o mar e a reserva ecológica da Serra de Grumari.
  • O museu recebe a instalação “O Bunker”, de Osgemeos, primeira obra dos irmãos Otávio e Gustavo Pandolfo que fica permanentemente no Rio de Janeiro. A instalação, nos jardins, apresenta elementos escultóricos, arquitetônicos e de pintura (mostra permanente).
  • Recreio dos Bandeirantes: Estrada do Pontal, 3.295, tels. (21) 2490-2429 / 4013. Ter. a sex., 9h30/17h; sáb. e dom., 10h30/18h. R$ 12 (adultos) e R$ 6 (crianças e maiores de 60 anos). Entrada franca para brasileiros às terças-feiras de 2016. www.museucasadopontal.com.br

MUSEU D. JOÃO VI

  • A exposição Escola de Belas Artes: 1816-2016. Duzentos Anos Construindo a Arte Brasileira apresentar a produção artística realizada na EBA, hoje pertencente à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Serão exibidos cerca de 300 obras, entre gravuras, esculturas, pinturas, desenhos, documentos, trabalhos de pensionistas, trabalhos premiados, designs, instalações, vídeos e multimídias, performances e happenings, de 200 artistas que fizeram parte da história em duzentos anos, desde século 19 aos dias atuais. Curadoria de Angela Ancora da Luz e produção de Anderson Eleotério e Izabel Ferreira (em 2016).
  • Ilha do Fundão: Av. Pedro calmon, 550, Cidade Universitária, tel. 2598-1653. www.eba.ufrj.br

MUSEU DA CHÁCARA DO CÉU

  • O local era a casa do industrial Raymundo Ottoni de Castro Maya (1894-1968). Construída pelo arquiteto moderno Wladimir Alves de Souza (1908-1994), é rodeada de jardins e parque, com vista panorâmica da Baía de Guanabara e do Centro do Rio. Inaugurado em 1972, o museu reúne acervo de arte moderna, mobiliários e objetos decorativos, além da coleção Brasiliana, com mapas dos séculos 17 e 18, pinturas, aquarelas, gravuras e álbuns de Debret, Rugendas, Taunay e outros.
  • Santa Teresa: r. Murtinho Nobre, 93, tel. (21) 3970-1127. Diariamente (exceto ter.), 12h/17h. R$ 2. Grupos escolares, menores de 12 e maiores de 65 anos não pagam. Entrada franca às quartas-feiras para o público em geral. www.museuscastromaya.com.br

MUSEU DA IMAGEM E DO SOM | MIS

  • Primeiro museu audiovisual do País, reúne valioso acervo de filmes, vídeos, partituras, fotos, gravuras de Frans Post, serigrafias de Aluísio Carvão, Cildo Meireles e Carlos Scliar, instrumentos musicais, rádios e vitrolas, além de várias coleções importantes como as de Augusto Malta, Elizeth Cardoso, Jacob do Bandolim, Nara Leão, Irmãs Batista e Nelson Motta, entre outros.
  • Centro: praça Rui Barbosa, 1, tels. (21) 2332-9068. Seg. a sex., 11h/17h. www.mis.rj.gov.br

MUSEU DA MARÉ

  • O espaço, inaugurado em maio de 2006 na Casa de Cultura da Maré, é o único museu nas cercanias de uma favela no Rio de Janeiro (RJ). O acervo tem fotografias, documentos escritos, objetos do cotidiano dos moradores da comunidade e objetos históricos doados por famílias locais.
  • Maré: r. Guilherme Maxwell, 26, tel. (21) 3868-6748. Seg. a sex., 10h/18h; sáb., 10h/14h.

MUSEU DA REPÚBLICA

  • O artista Zé Carlos Garcia exibe na mostra "Do Pó ao Pó" obras que refletem sobre os simbolismos que acompanham o ser humano, como vida e morte, permanência, deterioração, pedra e pó, e também retoma sua pesquisa sobre monumentos urbanos (de 13/05/17, às 16h, a 20/08/17).
  • O artista Alessandro Sartore apresenta a obra "fa pianger e sospirare", na qual utiliza uma delicada porcelana, luz, fumaça e música para acionar, ao mesmo tempo, memórias afetiva, visual e auditiva dos visitantes (de 13/05/17, às 16h, a 20/08/17).
  • O Palácio do Catete, sede da Presidência da República entre 1897 e 1960, foi residência de 18 presidentes. Transformado em museu a partir de 1960 e fechado para restauração entre 1983 e 1989, possui intensa programação cultural que inclui exposições, música, teatro, cinema, vídeo, lojas, restaurantes e livraria. Abriga acervo de 20 mil livros, sete mil peças e 80 mil documentos referentes à história do país. Exposições permanentes: Getúlio, Presidente do Brasil reúne parte do acervo da Coleção Vargas e imagens do arquivo do CPDOC/FGV; e 1858-1896 – Barão de Nova Friburgo, que conta a história da família do barão e da baronesa de Nova Friburgo e do próprio Palácio do Catete.
  • A mostra A Res Publica Brasileira é um projeto desenvolvido e resultante de parceria entre o Ministério da Cultura e o Ministério do Turismo no qual o visitante utiliza um equipamento de audioguia para auxiliar na visitação ao museu. O aparelho emite informações sobre elementos arquitetônicos e decorativos de diferentes épocas e estilos, acervo, objetos, mobiliários e obras de artistas brasileiros e estrangeiros (mostra de longa duração).
  • Catete: r. do Catete, 153, tel. (21) 3235-2650. Ter. a sex., 10h/17h; sáb. e dom., 14h/18h. R$ 6 e R$ 3 (estudantes). Entrada franca às quartas e aos domingos. Maiores de 65 anos e crianças de até 10 anos não pagam. www.museudarepublica.org.br

MUSEU DE IMAGENS DO INCONSCIENTE

  • O museu foi criado em 1952 pela psiquiatra Nise da Silveira (1906-1999) e reúne trabalhos de terapia ocupacional produzidos pelos internos do centro psiquiátrico Instituto Municipal Nise da Silveira. Possui acervo estimado em 350 mil obras.
  • A mostra de longa duração "Nise da Silveira: Caminhos de uma Psiquiatra Rebelde" aborda a vida da médica alagoana por meio de fotografias e depoimentos. Nise (1906-1999) rompeu com os métodos truculentos usados com os indivíduos com diagnóstico de esquizofrenia, e passou a utilizar a arte como parte do tratamento. Ela também deu início ao acervo científico-artístico de obras dos internos do antigo Centro Psiquiátrico Nacional de Engenho de Dentro. Hoje o centro tem o nome de Instituto Municipal Nise da Silveira. A mostra trata dos caminhos profissionais de Nise e da relação afetiva que ela manteve com os artistas do centro psiquiátrico. São mostradas 40 obras de nomes como Fernando Diniz, Emygdio de Barros, Raphael Domingues, entre outros. No Museu Vivo estão as produções atuais dos freqüentadores dos ateliês de pintura e modelagem do local.
  • Engenho de Dentro: r. Ramiro Magalhães, 521, tels. (21) 3111-7464 / 7465. Seg. a sex., 9h/16h.

MUSEU DO AÇUDE

  • Situado na Floresta da Tijuca, no Alto da Boa Vista, foi a antiga residência do empresário e mecenas Raymundo Ottoni de Castro Maya (1894-1968). Oferece ao público uma área verde de mais de 150 mil m² e ricos acervos de arte. Três exposições permanentes podem ser vistas. Retratos de Raymundo mostra quem foi esse empresário, mecenas, colecionador e ecologista que legou suas duas casas e suas diversas coleções ao carioca: o Museu do Açude e o Museu Chácara do Céu, em Santa Teresa. Arte Oriental e Barroca exibe mais de 70 peças em bronze, ferro e pedra chinesa, indiana e indo-chinesa, de vários períodos, além de três serviços da Companhia das Índias e outras raridades, como as peças da cultuada Dinastia Song (séc. X ao XIV). Na área externa, o visitante pode caminhar pelo Espaço de Instalações Permanentes, que apresenta obras de importantes artistas contemporâneos brasileiros: Lygia Pape, Nuno Ramos, Hélio Oiticica, Iole de Freitas, Anna Maria Maiolino, Fernanda Gomes, Eduardo Coimbra, Waltercio Caldas, José Resende e Angelo Venosa. Há também um trabalho do polonês Piotr Uklanski.
  • Alto da Boa Vista: estrada do Açude, 764, tel. (21) 3433-4990. Ter. a dom., 11h/17h. R$ 2. Entrada franca às quintas-feiras. www.museuscastromaya.com.br

MUSEU DO AMANHÃ

  • O museu inaugura com mostras dedicadas às ciências, em formatos diferentes para que os visitantes passem por diversos tipos de experiência. O museu vai explorar variedades do amanhã nos campos da matéria, da vida e do pensamento, além de debater diversos tipos de questões como mudanças climáticas, crescimento e longevidade populacionais, nos próximos 50 anos. Na abertura, ocorre o Viradão de Inauguração; ingressos são de R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada) (a partir 16/12/15, das 10h às 17h).

MUSEU DO FOCLORE EDSON CARNEIRO

  • A mostra E o Que é um Objeto de Museu Sem as Histórias que o Cercam? apresenta uma parte da vasta coleção de objetos de acervo do museu, muitas delas nunca exibidas, e que trazem suas narrativas e personagens da cultura popular brasileira, bem como a voz dos poetas de cordel e os artistas de muros. Esta mostra está em processo de desenvolvimento contínuo e na criação de significados junto ao público, na tentativa de interpretar a realidade (mostra de longa duração).
  • Catete: r. do Catete, 179, tel (21) 2285-2545 / 0891. museu.folclore@iphan.gov.br

MUSEU DO ÍNDIO

  • A construção de 1880 é sede de um dos mais importantes acervos de povos indígenas da América Latina. São 14 mil objetos, 500 mil documentos e 16 mil obras nacionais e estrangeiras sobre etnologia indígena, muitas delas trazidas pelo Marechal Rondon (1865-1958) no começo do século passado. Possui ainda 50 mil imagens, entre fotos, filmes e vídeos, e 200 registros sonoros. O jardim do museu abriga quatro ambientações em tamanho natural construídas pelos próprios índios.
  • Botafogo: r. das Palmeiras, 55, tel. (21) 2286-8899. Ter. a sex., 10h/17h; sáb. e dom., 13h/17h. www.museudoindio.org.br

MUSEU DO PRIMEIRO REINADO

  • O espaço, que foi residência da Marquesa de Santos (1797-1867), completou 180 anos em 2006. Desde 1979 é sede do Museu do Primeiro Reinado, com exposições de mobiliário de época, quadros de Taunay, Bertichem e outros artistas, além de objetos pessoais da marquesa. A casa, construída a pedido do Imperador, tem seus salões decorados por artistas da Missão Artística Francesa. Exposições permanentes: "Sala Príncipe de Joinville", com mobília estilo Império Francês que pertenceu ao Príncipe de Joinville, genro de D. Pedro I, objetos em porcelana e cristal da época do I Reinado; "Sala Mobiliário Luso Brasileiro", com mobiliário representativo do móvel português, abrangendo desde o século 17 ao 19, paisagens do Rio de Janeiro do século 19, de pintores como Taunay, Fachinetti e Stalloni; "Sala Memória da Marquesa de Santos", onde estão expostos objetos de adorno que pertenceram à marquesa; “Sala D. Pedro I”, narrativa da vida do Imperador e fatos marcantes do I Reinado por meio de exposição de gravuras; e “Meios de Transporte e São Cristóvão”, os meios de transportes usados na época da casa e um pouco da história de São Cristóvão.
  • São Cristóvão: av. Pedro II, 293, tels. (21) 2332-4513 / 4514. Ter. a sex., 11h/17h. www.funarj.rj.gov.br

MUSEU HISTÓRICO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

  • Seu acervo inclui mobiliário, armaria, escultura, pintura, gravura e fotografia. Entre as obras em exposição, há quadros de Taunay, Visconti, Glaziou, Armando Viana e Grandjean de Montigny. Por doação da Prefeitura, o museu abriga atualmente 16 aquarelas do século 19, de artistas como Thomas Ender, Eduardo de Martino e Príncipe Adalberto da Prússia. Esculturas contemporâneas estão expostas nos jardins.
  • Gávea: estrada de Santa Marinha, s/nº, Parque da Cidade, tel. (21) 2512-2353. Ter. a sex., 10h/16h; sáb., dom., e fer., 10h/15h. www.rio.rj.gov.br/culturas

MUSEU HISTÓRICO NACIONAL

  • A exposição Nirvana: Taking Punk to the Masses (Nirvana: Levando o Punk para as Missas) retrata a história da banda e a revolução cultural e musical da geração da década de 1990. São exibidas peças pessoais dos integrantes, instrumentos icônicos, fotos, vídeos, depoimentos, álbuns, cartazes, entre outras, que vão desde a origem do grupo, em Aberdeen, às grandes turnês internacionais. A mostra tem parceria com The Museum of Pop Culture de Seattle (MoPOP) (EUA). Curadoria de Jacob McMurray (de 20/06/17 a 20/08/17).
  • O artista chinês Zhong Weixing exibe na mostra “Face a face com grandes fotógrafos” um conjunto de retratos de importantes nomes da fotografia contemporânea mundial. Entre os retratados estão Sebastião Salgado, Miguel Rio Branco, Vik Muniz, Robert Frank, Bernard Plossu, Duane Michals, Cristina de Middel, Martin Parr e William Klein, entre outros. A ideia do projeto , buscar a personalidade do fotógrafo por trás das lentes, após mergulhar intensamente na obra do autor, em uma visão plural de interpretação pessoal do retratado, como fragmentos da obra destes autores. Curadoria de Jean-Luc Monterosso e Milton Guran (de 11/05/17 a 16/07/17).
  • O museu reúne precioso acervo histórico que inclui desde carruagens e ambientações do Império a uma farmácia homeopática do século 19.
  • O museu apresenta várias mostras de longa duração. Em Do Móvel ao Automóvel: Transitando pela História, o público pode apreciar a coleção de meios de transportes terrestres do MHN em sua totalidade, a partir da restauração de inúmeras viaturas. Cadeirinhas de arruar, berlindas, traquitanas e até um automóvel do início do século XX. Coleções de Moedas - Uma Outra História: moedas, selos e sinetes, papel moeda, medalhas, condecorações e cartões telefônicos, entre outros objetos, contam a formação da coleção de numismática do MHN, cuja origem remonta a 1880. São quase 200 mil peças e a coleção do museu é considerada uma das mais importantes do gênero na América Latina. A exposição Farmácia Homeopática Teixeira Novaes é uma minuciosa reconstituição da tradicional farmácia que funcionou de 1847 a 1983 na Rua Gonçalves Dias, no Centro do Rio de Janeiro, e foi doada ao museu em 1987. As Moedas Contam a História é exposição sobre a evolução da moeda no mundo, do século VII a.C. ao XX, abrangendo praticamente todas as regiões habitadas do planeta. Apresenta um panorama da história política, econômica e social. Entre as peças, uma das primeiras moedas cunhadas no mundo, um meio estáter de prata do rei Creso, da Lídia, datada do século VI a.C.; moeda romana retratando o Imperador Júlio Cesar de 46 a.C. e outra em bronze – 80 dracmas – com a imagem da rainha do Egito Cleópatra VII. Todas as moedas atualmente em circulação, inclusive o Euro, também estão em exposição.
  • Peças indígenas, marcos de posse, armaria, uniformes e pinturas de combates integram a exposição Expansão, Ordem e Defesa. Destaque para o monumental quadro “Combate Naval de Riachuelo”, de Vitor Meireles (exposição de longa duração).
  • Memória do Estado Imperial enfoca desde o Brasil Colônia e a chegada da corte portuguesa em 1808 até os primeiros dias da Proclamação da República (mostra permanente).
  • A exposição A Construção da Nação – 1822 – 1889 apresenta a construção simbólica da Nação a partir da Independência do Brasil até o exílio da família imperial com a proclamação da República. A mostra aborda os conflitos e as soluções sob a égide do Imperador D. Pedro I; a abdicação e o retorno a Portugal; o cumprimento da Constituição, assegurando o trono a D. Pedro II; a consolidação do Estado Imperial; a economia baseada na mão de obra escrava; a guerra da Tríplice Aliança; a atuação da Princesa Isabel para abolição da escravidão, o exílio a partir da Proclamação da República. A Cidadania em Construção - 1889 à Atualidade é exposição sobre o sistema republicano instaurado a partir de 1889, que deu início à experiência democrática no Brasil. A mostra aborda os direitos políticos, civis e sociais, através de vídeos e imagens (ambas a partir de 22/11/10).
  • A trajetória da instituição é ilustrada em Multivisão Panorâmico, projetado no teto decorado com pintura de Carlos Oswald (1882-1971).
  • A mostra Museu Histórico Nacional: 90 Anos de Histórias conta a história desse exemplar museu brasileiro, uma referência para os administradores públicos e para a cultura nacional (a partir de 02/08/12).
  • Centro: praça Marechal Âncora, s/nº, tels. (21) 2550-9220 / 9224. Ter. a sex., 10h/17h30; sáb., dom. e fer., 14h/18h. R$ 8. Entrada franca para crianças de até 5 anos; alunos e professores de escolas públicas; e brasileiros maiores de 65 anos. Entrada franca aos domingos para o público em geral. www.museuhistoriconacional.com.br

MUSEU INTERNACIONAL DE ARTE NAIF DO BRASIL

  • O museu foi criado pela Fundação Lucien Finkelstein e abriga sua coleção particular, uma das maiores do gênero no país. Fica em uma casa do século 19 cercada de mangueiras centenárias, numa área de mil m², e possui mais de seis mil obras de arte.
  • Exposições permanentes. Rio de Janeiro Naïf. Os 40 principais pontos turísticos do Rio vistos pelo pincel dos naïfs brasileiros. Brasil Brasis. Uma seleção dos grandes expoentes da arte naïf brasileira. "Brasil, Cinco Séculos". Tela gigante de Aparecida Azedo conta a história do Brasil desde o descobrimento até a inauguração de Brasília. “Rio de Janeiro Gosto de Você, Gosto dessa Gente Feliz”, tela com 4m x 7m da pintora Lia Mittarakis retratando a cidade do Rio em uma visão panorâmica. Brasil Bom de Bola. Coletiva de mais de 30 artistas naïfs brasileiros enfocando o futebol e as Copas do Mundo. Quem Conta um Conto. Lendas e mitos populares do Brasil vistos por naïfs de diferentes Estados.
  • A exposição interativa Brazil, 5 Séculos: um Olhar Naïf apresenta o quadro “Brazil, 5 séculos”, de Aparecida Azedo, considerada a maior tela de arte naïf do mundo com 1,40m x 24m. A exposição inclui 23 pinturas do acervo do MIAN, que cria um diálogo entre o olhar da pintora com o de outros artistas. Na abertura é lançado o app homônimo do museu a partir de 30/06/15, às 18h).

MUSEU NACIONAL

  • O palácio que abriga o museu desde 1892 foi doado ao príncipe-regente Dom João VI pelo comerciante português Elias Antônio Lopes, em 1808. Atualmente exibe coleção de esqueletos de animais pré-históricos, cerâmicas etruscas, ataúdes egípcios, múmias, armas e objetos indígenas do mundo todo, além de minerais e animais taxidermizados. O museu possui ainda um horto de 40 mil m² e uma biblioteca de ciências naturais e antropológicas com 442 mil volumes.
  • A mostra permanente Nos Passos da Humanidade apresenta uma síntese do processo evolutivo humano de sete milhões de anos para cá, como peças originais (fósseis e material lítico) e réplicas raras dos principais fósseis de hominídeos.
  • Na mostra Fósseis do Continente Gelado - O Museu Nacional na Antártica o visitante pode conhecer um pouco como era a Antártica de 80 milhões de anos atrás. A exposição exibe os resultados da primeira expedição realizada por pesquisadores do museu na Antártica, em 2006 e 2007. Entre os achados, vértebras e nadadeiras de um réptil marinho de 80 milhões de anos, expostas junto com sua réplica inédita em tamanho real.
  • O museu está fechado para visitantes desde 12/01/15, por tempo indeterminado, por falta de verba para pagar os serviços de limpeza e vigilância.

MUSEU VILLA-LOBOS

  • O museu foi criado em 1960, ano seguinte à morte do compositor, por inspiração de sua segunda mulher, com a finalidade de preservar o acervo e divulgar a sua obra. Desde a sua criação, esteve localizado no 9º andar do antigo Palácio da Cultura, no Centro do Rio. A partir de 1986, passou a funcionar no bairro de Botafogo, em um casarão do século 19, tombado pela Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (atual Iphan). No acervo constam partituras manuscritas e impressas, correspondências, documentos, recortes de jornais, programas de concertos - nacionais e estrangeiros -, fotografias, filmes, discos, livros, objetos de uso pessoal, instrumentos musicais, homenagens e condecorações.

PAÇO IMPERIAL

  • Residência do Governador e do Vice-Rei no século 18, com a chegada de João VI tornou-se Paço Real em 1808 e Paço Imperial a partir de 1822. Ateliê Permanente de Sergio Camargo. O ateliê do carioca Sergio Camargo (1930-1990), fechado desde a morte do artista, foi transferido do local original em Jacarepaguá para a Sala do Armazém do Rei, no Paço Imperial, em 2002. Além do ambiente do ateliê, também são exibidas obras que revelam a pesquisa desenvolvida por Camargo com o material que mais o seduziu e influenciou: o mármore de Carrara. Também são apresentados estudos e pequenos modelos em madeira. Curadoria de Ronaldo Brito.

PARQUE DA CATACUMBA

  • Mais conhecido por grupos de esportistas, abriga trilhas, vegetação exuberante e um museu a céu aberto. São 32 esculturas de artistas nacionais e estrangeiros como Franz Weissmann, Bruno Giorgi e Carybé.
  • Lagoa: av. Epitácio Pessoa, 3.000, tel. (21) 2521-2540. Diariamente, 9h/17h.

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RJ - GALERIA CANDIDO PORTINARI

  • Revista Expandida reúne obras de Alexandre Sá, Gaziela kunsch, Newton Goto, Regina Melim, Rosana Ricalde e Traplev (de 26/05/17, às 17h, a 21/07/17).
  • Maracanã: r. São Francisco Xavier, 524, tel. (21) 2587-7650. Seg. a sex., 10h/19h.