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BIBLIOTECA NACIONAL

  • O prédio, em estilo neoclássico, foi projetado pelo arquiteto Francisco Marcelino de Souza Aguiar. Inaugurado em 1910, reúne um acervo de cerca de nove milhões de peças, entre raridades como a Bíblia de Mogúncia, impressa em 1462, a edição dos Lusíadas de 1572 e gravuras de Albert Dürer. É a maior e mais importante biblioteca do Brasil. Atualmente está à disposição do público na Internet o Projeto Biblioteca Virtual da Cartografia Histórica dos Séculos XVI a XVIII, um acervo de 1.517 mapas restaurados, catalogados e digitalizados.
  • Centro: av. Rio Branco, 219, tel. (21) 3095-3879. Seg. a sex., 9h/20h; sáb., 9h/15h. www.bn.br

CASA HISTÓRICA DO MARECHAL DEODORO

  • O sobrado construído entre 1808 e 1817 tem características típicas do período colonial. Além de servir de residência para o Marechal Deodoro da Fonseca, proclamador da República Brasileira, foi na Casa Histórica de Deodoro, chamada assim desde 1889, que foi decidido o primeiro Ministério Republicano, no dia 09 de novembro de 1889, assim como também nela decidiu-se como seria a Bandeira Nacional, no dia 19 de novembro do mesmo ano.
  • Centro: Praça da República, 197, tel. (21) 2222-0126. Ter. a sex., 10h/16h.

CASA DE CULTURA LAURA ALVIM

  • Inaugurada em 1986, tem programação de cursos e três salas de projeção para exibição de filmes voltados para arte. No andar superior está localizado um teatro com 245 poltronas especialmente projetadas por Oscar Niemeyer. A casa possui ainda uma galeria de arte, três salas de aula, livraria e cafeteria. O Museu de Laura abriga exposição permanente de móveis e objetos que pertenceram a Laura Alvim. O museu funciona de terça a domingo, das 15h às 20h.

CASA FRANÇA-BRASIL

  • Construído em 1820, o edíficio em estilo neoclássico é obra de Grandjean de Montigny (1776-1850), arquiteto da Missão Francesa. Originalmente foi criado para ser a sede da primeira Associação Comercial do País.

CENTRO CULTURAL DA JUSTIÇA ELEITORAL

  • A exposição permanente A História do Voto apresenta 14 ilustrações de vinil sobre MDF com cerca de 3m de altura e dois vídeos da TV Cultura que falam sobre a trajetória das eleições no Brasil. A mostra pretende enfatizar a importância do voto para crianças e adolescentes (longa duração).
  • Centro: r. Primeiro de Março, 42, tel. (21) 2253-7566. Qua. a dom., 12h/19h.

CENTRO CULTURAL DA SAÚDE

  • O palacete que abriga o centro cultural foi projetado por Gastão Bahiana para ser o Pavilhão da Estatística na exposição do Centenário da Independência, em 1922.
  • Centro: praça Marechal Âncora, s/nº, térreo, tel. (21) 2240-5568. Ter. a sáb., 10h/17h. www.ccs.saude.gov.br

CENTRO CULTURAL JUSTIÇA FEDERAL

  • A exposição “Tudo Que Se Toca Vira Arte” traz vídeos do Coletivo PapaImagem, realizados com celular e instalados no espaço da galeria, que transitam entre quatro correntes conceituais: o vídeo como escrita, o vídeo como performance (corpo), o vídeo plástico e a espacialização da imagem. As obras são resultado de leituras, reflexões e discussões do grupo sobre as temáticas, que estão no cotidiano: vemos o que vemos ou vemos aquilo que nos mostram? A curadoria é de Lúcia Avancini (de 25/05/18, às 19h, a 08/07/18).
  • A exposição de Luiz Sisinno exibe em “Amores Instantâneos” um conjunto de 30 fotografias antigas abandonadas ou esquecidas, que remetem à procura observada em tempos contemporâneos; combinadas a frases de perfis de aplicativos de relacionamentos. O artista destaca o poder e impacto das mensagens, que retiradas do contexto do aplicativo adquirem novos significados (de 23/05/18, às 19h, a 07/07/18).
  • O antigo prédio construído em 1905 foi projetado pelo arquiteto sevilhano Adolpho Morales de Los Rios, onde sediou o Supremo Tribunal Federal até 1960. Fechado, passou por período de reformas entre 1994 e reaberto em abril 2011, como Centro Cultural. O edifício dispõe de 13 salas de exposições, teatro, biblioteca, cinema e cafeteria, além de possuir elementos do classicismo francês, assoalho original, portas talhadas pelo artista português Manoel Ferreira Tunes e painéis de Rodolfo Amoedo.
  • Cinelândia: av. Rio Branco, 241, 3º andar, tel. (21) 3261-2550. Ter. a dom., 12h/19h. www.ccjf.trf2.gov.br

CENTRO CULTURAL MUNICIPAL JOSÉ BONIFÁCIO

  • Localizado na Gamboa, bairro da zona portuária da cidade, o prédio foi construído em 1877 para abrigar a Escola José Bonifácio. O centro cultural foi criado em 1983 e abriga exposições, apresentações de filmes e vídeos, seminários, teatro e dança.

CENTRO CULTURAL MUNICIPAL LAURINDA SANTOS LOBO

  • O centro cultural, criado em 1979 por sugestão do teatrólogo e romancista Paschoal Carlos Magno (1906-1980), funciona no casarão em estilo eclético que a Baronesa de Parina ergueu, em 1907, e que o general Pinheiro Machado comprou para presentear o amigo Joaquim Lima Pires Ferreira, antigo senador do Império.

CENTRO CULTURAL MUNICIPAL ODUVALDO VIANNA FILHO

  • Construído em 1918, o “Castelinho do Flamengo” foi transformado em centro cultural em 1982. A videoteca do local foi modernizada e transformou-se em midiateca. Além de oferecer o já conhecido acervo com 800 fitas de vídeo, disponibiliza agora computadores para acesso à internet e equipamentos de DVD. O acesso ao acervo e equipamentos da midiateca é gratuito, basta cadastrar-se. Funcionamento: Ter. a sex., 10h/19h. A Sala Vianinha abriga mostra permanente do patrono do espaço, com fotos e pôsteres de algumas das peças e filmes dele.
  • Flamengo: Castelinho do Flamengo, Praia do Flamengo, 158, estação Largo do Machado do Metrô, tels. (21) 2205-0655 / 0276. Ter. a sáb., 10h/20h; dom., 10h/18h. www.rio.rj.gov.br/culturas

CENTRO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO RIO DE JANEIRO

  • Instalado em um palacete construído em 1879 para ser a residência de Joaquim Fonseca Guimarães, passou a abrigar, a partir do século 20, o tradicional Colégio Jacobina, que funcionou até meados da década de 1980. Em 1987, com a edificação arruinada, as fachadas foram tombadas; e, a partir de 1995, ocorreu um trabalho de restauração das mesmas. O interior do espaço, totalmente novo, foi projetado pelo arquiteto Alcides Horácio para receber exposições de arquitetura e urbanismo. Desde novembro de 1997 o CAU apresenta mostras.
  • Botafogo: r. São Clemente, 117, tel. (21) 2286-8606. Ter. a dom., 11h/19h.

CENTRO DE ARTES CALOUSTE GULBENKIAN

  • O prédio de três andares abriga a galeria de arte Ismael Nery, o Teatro Gonzaguinha, um auditório, uma sala de vídeo e 20 salas e oficinas onde são ministrados cursos de arte.
  • Exposições permanentes: Calouste Gulbenkian – O Grande Amador das Artes. Mostra com reproduções do acervo do colecionador e patrono do centro de artes. Memórias de um Tempo. Exposição com obras e documentos do acervo do local doados por artistas e pessoas que fazem parte da história da instituição.

CENTRO MUNICIPAL DE ARTE HÉLIO OITICICA

  • O prédio foi construído no século 19 para abrigar a sede do Conservatório Dramático Brasileiro. Localizado na parte histórica do Rio, o espaço reúne obras de Hélio Oiticica e deveria promover exposições temporárias de Hélio e de artistas nacionais e estrangeiros, mas elas têm sido raras.
  • Centro: r. Luís de Camões, 68, tels. (21) 2232-4213 / 2213. Seg., qua. e sex., 12h/20h; ter., qui. e sáb., 10h/18h. www.rio.rj.gov.br/culturas

CENTRO NACIONAL DE FOLCLORE E CULTURA POPULAR

  • O espaço, instalado em dois casarões do final do século 19, é tombado pelo IPHAN. Foi criado em 1968, mas seu acervo já vinha sendo constituído desde a década de 1950. Possui cerca de 1.500 objetos em exposição permanente.
  • Catete: r. do Catete, 181, tel. (21) 2285-0441. Ter. a sex., 11h/18h; sáb. e dom., 15h/18h. www.cnfcp.gov.br

ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE

  • Em “Academia”, Marcos Chaves apresenta uma instalação inspirada na prática de academias gregas - ao ar livre - que, neste ensaio, traz fotografias de pessoas utilizando equipamentos feitos com baldes, latas e cimento, como investigação visual das academias de pedras, das praias e subúrbios do Rio (de 24/04/18, às 19h, a 27/05/18).
  • “Estás Vendo Coisas” é filme de Barbara Wagner e Benjamin de Burca que mostra a paisagem social e profissional da música Brega do Recife, tendo como cenário a indústria dos videoclipes por uma ideia de futuro pontuada pelo desejo de sucesso. Escrito e encenado por participantes do brega, o filme acompanha dois personagens principais – o cabeleireiro / MC Porck e a bombeira / cantora Dayana Paixão – em seus percursos entre o estúdio e o palco que, semelhante a um musical, traz o interior de uma casa noturna os gestos seguidos de canções sobre amor, fidelidade, sucesso e riqueza (de 24/04/18, às 19h, a 27/05/18).
  • Com cerca de 60 professores atuando em cursos e programas, a escola atende cerca de 2.000 alunos, e realiza cursos, palestras e seminários, exposições.

ESPAÇO CULTURAL MUNICIPAL SÉRGIO PORTO

  • O local é um dos espaços culturais mais interessantes do Rio. Integra a Rede Municipal de Teatros da Secretaria Municipal de Cultura. Tem uma programação variada, com exposições de arte, palestras, debates, workshops, espetáculos de teatro, recitais de poesia, dança, concertos musicais e lançamentos de livros, revistas, CDs e vídeos.
  • Humaitá: r. Humaitá, 163 (entrada pela r. Visconde Silva, s/nº), tel. (21) 2266-0896. Ter. a dom., 14h/22h. www.rio.rj.gov.br/culturas

FUNARTE

  • O espaço, localizado no mezanino do Palácio Gustavo Capanema, abriga três galerias de artes plásticas (Sergio Milliet, Lygia Clark e Macunaíma) e uma específica para fotografia, além do auditório Gilberto Freyre, com 380 lugares, onde são realizados concertos, cursos, palestras, seminários e projeções audiovisuais.
  • Centro: r. da Imprensa, 16, tel. (21) 2279-8078. Seg. a sex., 10h/18h. www.funarte.gov.br

FUNDAÇÃO CASA DE RUI BARBOSA

  • A mansão onde está instalado o museu, construída em 1849, em estilo neoclássico, serviu de residência a Rui Barbosa (1849-1923) durante os últimos 28 anos de sua vida. Possui um acervo de 1.400 peças de mobiliário, objetos decorativos e de uso pessoal e pinturas, além de uma preciosa biblioteca. O parque, de cerca de 9 mil m², é uma das poucas áreas verdes no bairro de Botafogo.
  • Botafogo: r. São Clemente, 134, próximo ao Metrô Botafogo, tel. (21) 3289-4600. Ter. a sex., 10h/17h; sáb. e dom., 14h/18h. www.casaruibarbosa.gov.br

FUNDAÇÃO EVA KLABIN

  • Viagem pela História da Arte. As obras expostas refletem a paixão da colecionadora Eva Klabin (1903-1991), que reuniu um dos mais importantes acervos de arte clássica dos museus brasileiros com 1.100 peças, entre antiguidades, pinturas, esculturas, pratarias, mobiliário e tapetes. O público pode ver preciosidades da arte italiana dos períodos Renascentista e Barroco, além de objetos procedentes da Ásia, do Egito Antigo, da América pré-colombiana e da Europa. Visitas guiadas agendadas previamente por telefone para um mínimo de quatro pessoas; caso não haja este mínimo, o interessado será encaixado em um grupo que esteja se formando.
  • Lagoa: av. Epitácio Pessoa, 2.480, próximo à estação Cantagalo do Metrô, tels. (21) 3202-8550 / 8551. Ter. a dom., 14h/18h. Ingr.: R$ 10 e R$ 5 (para estudantes e maiores de 60 anos). Crianças até 10 anos não pagam. Grátis aos domingos para o público em geral. www.evaklabin.org.br

GALERIA 535 - OBSERVATÓRIO DE FAVELAS

  • Inaugurada em janeiro de 2010, a galeria é um espaço de arte permanente que tem o objetivo de integrar-se ao corredor cultural da cidade, reforçando a idéia de identidade da região, assim como proporcionar uma programação voltada para as artes na periferia.
  • Maré: r. Teixeira Ribeiro, 535, tel. (21) 3105-4599. Seg. a sex., 9h/17h.

IGREJA DA ORDEM TERCEIRA DE SÃO FRANCISCO DA PENITÊNCIA

  • O local mantém um pequeno museu de arte sacra, mas o destaque é o interior da igreja, considerada uma das expressões máximas do barroco brasileiro dos séculos 17 e 18. Iniciada em 1657, a igreja passou por um processo de restauro que durou 12 anos e trouxe novamente à luz o trabalho de três dos principais artistas portugueses da época: o entalhador Manuel de Brito, o mestre-escultor Francisco Xavier de Brito (uma das influências de Aleijadinho) e o pintor Caetano da Costa Coelho.
  • Centro: largo da Carioca, 5. Ter. a sex., 9h/12h e 13h/16h. R$ 2.

INSTITUTO DOS ARQUITETOS DO BRASIL - IAB

  • A sede do IAB-RJ ocupa um prédio tombado, construído em 1904, com projeto de Francisco de Azevedo Monteiro Caminhoá. Conta com uma sala de exposição com 300m², um auditório para 120 pessoas, um mezanino para mostras com cerca de 200m² e uma biblioteca.
  • Flamengo: r. do Pinheiro, 10, térreo, tels. (21) 2557-4480 / 4192. Seg. a sex., 10h/20h.

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO BRASILEIRO

  • Fundado em 21 de outubro de 1838, o IHGB é a mais antiga instituição do gênero nas Américas. Possui um vasto acervo bibliográfico, iconográfico e museológico, aberto à visitação e pesquisa. O museu exibe móveis, pratarias, louças, cristais e obras de arte, como o quadro “Coroação de D. Pedro II”, de Manuel de Araújo Porto Alegre, paisagens de Frans Post e retratos de nativos brasileiros feitos por Eckhout.
  • Centro: av. Augusto Severo, 8, 10º andar, tel. (21) 2252-4430. Seg. a sex., 9h30/17h.

LARGO DAS ARTES

  • Instalado em uma construção do século 19, com cerca de 400m², o espaço integra o conjunto arquitetônico da região do Largo de São Francisco, que conta com a Igreja de São Francisco de Paula, o Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, o Real Gabinete Português de Leitura e o Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica.

MAM (MUSEU DE ARTE MODERNA)

  • A exposição “Chutes Inesquecíveis”, de Analívia Cordeiro apresenta, pela primeira vez no Rio de Janeiro, esculturas, desenhos e vídeos inspirados nos estudos de movimento e dança que a artista que desenvolve há quatro décadas. A exposição explora três chutes inesquecíveis: a bicicleta e o voleio feitos por Pelé, em 1968; e o golpe yokogueri kekome executado por Bruce Lee, nos anos 1960; além de uma experiência ao vivo de seu sistema de captura de movimento com o público. Curadoria de Fernando Cocchiarale (de 26/05/18, às 15h, a 22/07/18).
  • Coincidindo com o 70º aniversário do museu e do próprio artista, "Arruda, Victor" apresenta retrospectiva das cinco décadas de trajetória de Victor Arruda, entre trabalhos recentes, inéditos, assim como projetos especiais, além de sua pintura pioneira que foge de classificações. Curadoria Adolfo Montejo Navas (de 17/03/18, das 15h às 18h, a 17/06/18).
  • Em “Monolux”, Vicente de Mello apresenta trabalhos que tratam da primeira natureza da fotografia: os fotogramas. São imagens singulares, simples impressões construídas pela velatura da luz direta que ocorre pelo contato de objetos sobre a superfície do papel fotográfico. Curadoria Eucanãa Ferraz (de 17/03/18, das 15h às 18h, a 17/06/18).
  • Guy Brett: A Proximidade Crítica é exposição tributo, homenagem e reconhecimento à longa dedicação intelectual e afetiva do crítico e curador inglês Guy Brett (1942) à arte brasileira e promoveu como um admirador de artistas, principalmente, nos anos 1960. São expostas 36 obras dos artistas Antonio Manuel (1947), Waltercio Caldas (1946), Lygia Clark (1920 – 1988), Carla Guagliardi (1956), Jac Leirner (1961), Cildo Meireles (1948), Hélio Oiticica (1937 – 1980), Lygia Pape (1927 – 2004), Mira Schendel (1919 – 1988) e Tunga (1952 – 2016). Curadoria de Paulo Venancio Filho em colaboração com Luciano Figueiredo (de 25/11/17, das 15h às 18h, a 24/06/18).
  • A exposição Estados da Abstração no Pós-Guerra traz uma seleção de 23 obras de 20 grandes artistas desse movimento e suas tendências nascidos nos EUA – Alexander Calder (1898 – 1976), Jackson Pollock (1912 – 1956) e Robert Motherwell (1915 – 1991); Alemanha – Josef Albers (1888 – 1976), Jean Arp (1886 – 1966) e Hans Hartung (1904 – 1989); Suíça – Max Bill (1908 –1994); Itália – Lucio Fontana (1899 – 1968) e Bruno Munari (1907 – 1998); França – César (1921 – 1998); Jean Fautrier (1897 – 1964); e Pierre Soulages (1919); Argentina – Enio Iommi (1926 – 2013); Venezuela – Carlos Cruz-Diez (1923); Uruguai – María Freire (1917 – 2015); Inglaterra – Ben Nicholson (1894 – 1982); Escócia – Alan Davie (1920); Bélgica – Henri Michaux (1899 – 1984); Eslováquia – Gyula Kosice (1924); e Hungria – Victor Vasarely (1908 –1997) (de 25/11/17, das 15h às 18h, a 24/06/18).
  • O artista Matheus Rocha Pitta exibe na mostra “Memória Menor” um conjunto de três estelas, termo usado na arqueologia para definir elementos pré-históricos como lajes ou colunas de pedra, que portam inscrições sobre três acontecimentos ocorridos no Rio nos últimos cinco anos: o caso Amarildo (2013), o adolescente acorrentado a um poste (2014), e um rapaz vestindo farda policial, depois de detido. Curadoria de Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes (de 03/03/18, às 15h, a 01/07/18).
  • Desde 1993, o MAM-RJ tem, em regime de comodato, a Coleção Gilberto Chateaubriand, internacionalmente conhecida como o mais completo conjunto de arte moderna e contemporânea brasileira. Outro acervo em comodato é a Coleção Joaquim Paiva, com cerca de 1.500 obras de fotógrafos brasileiros e estrangeiros. Há ainda um terceiro acervo fotográfico, adquirido em parte graças a uma doação especial da White Martins. Além deste, há também a Coleção Esther Emílio Carlos, doada ao museu após sua morte. O museu tem projeto arquitetônico de Affonso Eduardo Reidy (1909-1964) e paisagístico de Roberto Burle Marx (1909-1994).
  • A mostra Genealogias do Contemporâneo – Coleção Gilberto Chateaubriand / MAM Rio consiste em um recorte do acervo com obras desde o período moderno, como Tarsila do Amaral e Flávio de Carvalho, chegando até os anos 1970 com Artur Barrio e Cildo Meireles. A mostra, que tem curadoria de Luiz Camillo Osorio, reúne cerca de 100 obras em diferentes técnicas como pintura, escultura, fotografia, desenho e objeto, de artistas como Aluisio Carvão, Amilcar de Castro, Antonio Dias, Antonio Manuel, Ascânio MMM, Carlos Vergara, Candido Portinari, Cildo Meireles, Franz Weissmann, Helio Oiticica, José Pancetti, Lygia Clark, Sergio Camargo,Tarsila do Amaral, Tunga, Waltercio Caldas, Wesley Duke Lee e outros (exposição de longa duração).
  • A mostra permanente MAM: Sua História, Seu Patrimônio reúne obras que traduzem 65 anos de existência do museu, desde a construção até as exposições mais importantes. A trajetória é mostrada através de uma maquete, um vídeo e cerca de 100 documentos, dentre fotos, catálogos, folders, convites e outras publicações.
  • Alucinações à Beira Mar, com curadoria de Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes, traz um panorama da produção artística das últimas décadas a partir de uma seleção de obras das três coleções: Gilberto Chateaubriand, Joaquim Paiva e a do próprio museu. São expostas cerca de 200 obras, entre pinturas, esculturas, gravuras, fotografias, vídeos e estudos, que percorrem mais de um século de produção artística, brasileira e estrangeira, de 57 artistas. Entre eles, Victor Brecheret, Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral, Alberto da Veiga Guignard, Flávio de Carvalho, Anita Malfatti, Maria Martins, José Pancetti, Candido Portinari, Cícero Dias, Lygia Clark, Geraldo de Barros, Abraham Palatnik, Nelson Leirner, Hélio Oiticica, Rubens Gerchman, Beatriz Milhazes, Cristina Canale, Marcos Chaves, Adriana Varejão e outros. Fotografias de Marc Ferrez , Augusto Malta, Marcel Gautherot, e outros. E ainda obras de mestres como Auguste Rodin, Constantin Brancusi, Jacques Lipchitz, Henry Moore, Alberto Giacometti, Robert Motherwell, e outros (de 25/11/17, das 15h às 18h; mostra de longa duração).
  • Aterro do Flamengo: av. Infante Dom Henrique, 85, tel. (21) 3883-5600. Ter. a sex., 12h/18h; sáb. e dom., 11h/18h. R$ 14; R$ 7 (estudantes maiores de 12 anos e pessoas maiores de 60 anos); aos domingos, ingresso-família para até 5 pessoas a R$ 14 por grupo. Entrada gratuita para crianças de até 12 anos. Às quartas-feiras, a partir das 12h, entrada franca para o público em geral. www.mamrio.org.br

MAR (MUSEU DE ARTE DO RIO)

  • A exposição Claudio Paiva - O Colecionador de Linhas apresenta uma seleção de trabalhos de diversos momentos de sua trajetória, entre anos 1960 até seu falecimento em 2011. Serão apresentados cerca de 200 obras, entre desenhos com suportes e técnicas variadas, instalações e vídeos, entre uma série de entrevistas inéditas com depoimentos sobre o artista, lembranças afetivas por parte dos amigos que lhe acompanharam ao longo de sua vida. Curadoria de Evandro Salles e Catherine Bompuis (de 11/11/17 a 03/06/18).
  • A mostra Feito Poeira Ao Vento - Fotografias na Coleção do Museu de Arte do Rio apresenta um recorte da significativa coleção de fotografias do museu, com nomes como Berna Reale, Julio Leite, Adriana Varejão, Andy Warhol, Walter Carvalho, Claudia Jaguaribe,Man Ray, Paulo Nazareth, Daniel Lima Santiago, Rodrigo Braga, Marc Ferrez, Walter Firmo, Pierre Verger, João Farkas, Luiz Braga, Hudinilson Jr, Geraldo de Barros, Paulo Bruscky, Katie van Scherpenberg, Yuri Firmeza, Delson Uchoa, Pablo Lobato, Jonathas de Andrade, Raul Mourão, entre outros. Curadoria de Evandro Salles (a partir de 19/08/17, às 20h, a 15/07/18).
  • A mostra de longa duração O Rio do Samba: Resistência e Reinvenção comemora os cinco anos do museu, dividida em núcleos e andares do espaço, com 800 obras que investigam a história do Rio de Janeiro, sob os aspectos sociais, culturais e políticos do mais brasileiro dos ritmos, de artistas como Candido Portinari, Di Cavalcanti, Heitor dos Prazeres, Guignard, Ivan Morais, Pierre Verger e Abdias do Nascimento; fotografias de Marcel Gautherot, Walter Firmo, Evandro Teixeira, Bruno Veiga e Wilton Montenegro; gravuras de Debret e Lasar Segall; parangolés de Hélio Oiticica, e uma instalação de Carlos Vergara desenvolvida com restos de fantasias. O prato de porcelana de João da Baiana e joias originais de Carmem Miranda são algumas das raridades em exibição. Participam ainda artistas convidados que criam instalações especialmente para a mostra, como Jaime Lauriano, Djalma Corrêa, Gustavo Speridião e João Vargas. Curadoria de Ernesto Neto e o carnavalesco da Mangueira, Leandro Vieira. Grátis de 28/04 a 31/05; após, R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia para pessoas com até 21 anos, estudantes de escolas particulares, universitários, pessoas com deficiência e servidores públicos). Bilhete Único R$ 32 (inteira) R$ 16 (meia) para cariocas e residentes no Rio (exposição de 28/04/18 a 2019).
  • Centro: praça Mauá, s/n°, tel. (21) 2203-1235. Ter. a dom., 10h/17h. Ingr.: R$ 8. Estudantes têm 50% de desconto. Grátis às terças-feiras. www.museudeartedorio.org.br

MNBA (MUSEU NACIONAL DE BELAS ARTES)

  • A exposição A Reinvenção do Rio de Janeiro: Avenida Central e a Memória Arquitetônica traz 60 peças, entre pinturas, documentos, objetos, gravuras e fotografias, que resgatam parte da história do museu, como parte das comemorações de aniversário de 81 anos da MNBA (de 13/01/18, às 14h, a 27/05/18).
  • A exposição O Colecionismo no Brasil – Eugène Boudin e os Barões de São Joaquim traz 24 pinturas do artista pré-impressionista Louis Eugène Boudin (1824 – 1898) pertencente ao Museu Nacional de Belas Artes é o maior numa instituição pública fora da França. Inclui também obras de outros artistas franceses deste acervo, como Alfred Sisley, Edouard Detaille e François Bonvin (de 25/07/17, às 15h, a 26/08/18).
  • O museu está instalado no edifício da antiga Escola Nacional de Belas Artes. Conta com galerias que abrigam acervo de obras de arte brasileira do século 17 ao século 20 e trabalhos de artistas estrangeiros, entre pinturas, esculturas e desenhos. Possui ainda coleções de arte popular brasileira, arte africana e mobiliário.
  • Exposições permanentes. Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea abriga cerca de 170 obras do acervo do museu, entre pinturas, esculturas, gravuras, desenhos e instalações de artistas como Portinari, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Pancetti, Goeldi, Iberê Camargo, Daniel Senise e outros. Louis Eugène Boudin na Coleção dos Barões de São Joaquim traz 20 quadros do pintor pertencentes ao acervo do MNBA. Esculturas Estrangeiras do Acervo reúne 13 obras de artistas como Auguste Rodin, Rogério Yrurtia e José Belloni, entre outros. A escultura de Martins Ribeiro retrata Leônidas da Silva, um dos principais jogadores de futebol do mundo e conhecido como “Diamante Negro”.
  • Para homenagear os 50 anos da fundação de Brasília, o MNBA apresenta uma serigrafia do artista Athos Bulcão. Intitulada "Azulejos do Parque (estudo para painel para o Parque da Cidade, Brasília)", a obra, de 1980, integra o projeto ‘Peça em Destaque’ e poderá ser vista no nicho do 3º piso.
  • Galeria de Arte Brasileira do Século XIX é mostra de 230 obras de alguns dos mais significativos autores produzidas no século 19 no Brasil. Entre as obras estão "Batalha do Avai", de Pedro Américo; "Batalha dos Guararapes" e "Primeira Missa no Brasil", ambas de Vitor Meireles; "Más Notícias", de Rodolfo Amoedo; "Descanso da Modelo", de Almeida Junior; e "Gioventù", de Eliseu Visconti. Há ainda obras de Rodolfo Bernardelli, Almeida Reis, Chaves Pinheiro, Belmiro de Almeida, Debret, Agostinho da Mota, Taunay, Araújo Porto Alegre, Zeferino da Costa, Castagneto, Antonio Parreira, Henrique Bernardelli, Facchinetti e Estevão Silva (a partir de 17/02/11, às 18h).
  • Esquecimentos e Lembranças: a Coleção Grondona e a Pintura Genovesa, com curadoria do pesquisador Anaildo Bernardo Baraçal, reúne 25 pinturas e um gesso dos recentes resultados da pesquisa que revelou uma “nova coleção” do Museu, resgatando a História do genovês José Estevão Grondona (1783 – 1850) (até março 2018).
  • Cinelândia: av. Rio Branco, 199, metrô Cinelândia, tel. (21) 3299-0600. Ter. a sex., 10h/18h; sáb. e dom., 13h/18h. R$ 8 (inteira), R$ 4 (meia) e R$ 8 (ingresso para quatro pessoas da mesma família); grátis aos domingos. www.mnba.gov.br | www.facebook.com/MNBARio

MUSEU ARQUIDIOCESANO DE ARTE SACRA DO RIO DE JANEIRO

  • O museu possui um acervo com mais de 4 mil peças, como esculturas, pinturas, mobiliários, pratarias, porcelanas, condecorações, joalheria e objetos devocionais dos períodos colonial, imperial e republicano.
  • Centro: av. República do Chile, 245, tel. (21) 2240-2669. Qua., sáb. e dom., 10h/16h; ter., qui. e sex., com agendamento prévio.

MUSEU BISPO DO ROSÁRIO ARTE CONTEMPORÂNEA

  • A mostra Almofadinhas traz resultado de trabalhos do grupo formado Rodrigo Mogiz (BH), Fábio Carvalho (RJ) e Rick Rodrigues (ES), desenvolvido durante a Residência Artística Casa B, que tem o bordado como principal técnica. A exposição conta com trabalhos dos três artistas, tanto obras já existentes quando as que serão criadas durante a residência, junto a trabalhos de Arthur Bispo do Rosário, criando-se um diálogo simbólico. Curadoria de Diana Kolker e Ricardo Resende (de 28/04/18, das 11h às 17h, a 06/07/18).
  • As atividades museológicas da Colônia Juliano Moreira começaram nos anos 1950, mas o museu foi fundado apenas em 1982, inicialmente com o nome de Museu Nise da Silveira, psiquiatra responsável pelo tratamento de pacientes com distúrbios mentais por meio da prática artística. Sua reserva técnica conta com um acervo com mais de 800 obras da coleção Arthur Bispo do Rosário e obras de Antônio Bragança, Fernando Diniz, Melanie, Gilmar Ferreira, Leonardo Lobão, José Rufino, Raimundo Camilo e outros. Dispõe de três galerias, sala de ação educativa e da Escola Livre de Artes Visuais (aberta a toda a comunidade / seg. a sex., 10h/16h).

MUSEU CARMEN MIRANDA

  • O museu tem no acervo trajes de cena e sociais restaurados da artista, duas cópias de trajes inspirados nos originais, além de turbantes, sapatos plataformas e reproduções fotográficas da trajetória da cantora.
  • Flamengo: av. Rui Barbosa (em frente ao nº 560), tel. (21) 2299-5586. Ter. a sex., 10h/17h; sáb. e dom., 12h/17h.

MUSEU CASA DE BENJAMIN CONSTANT

  • O museu funciona na casa localizada na chácara onde viveu Benjamin Constant Botelho de Magalhães (1833-1891), como professor da Escola Militar da Corte. A área arborizada de mais de 10 mil m² que circunda a casa-museu é aberta ao público (seg. a sex., 8h/17h; sáb. e dom., 13h/17h).
  • Santa Teresa: r. Monte Alegre, 255, tel. (21) 2509-1248. Qua. a dom., 13h/17h. R$ 2. Grátis às quartas-feiras.

MUSEU CASA DO PONTAL

  • O museu possui uma das mais bonitas e abrangentes coleções de arte popular brasileira. Seu acervo foi reunido durante 40 anos pelo designer francês Jacques van de Beuque e tem 8 mil obras de mais de 200 artistas de todo o País. A exposição permanente é organizada tematicamente em suas galerias. Está localizado a apenas 45 minutos de Copacabana, entre o mar e a reserva ecológica da Serra de Grumari.
  • O museu recebe a instalação “O Bunker”, de Osgemeos, primeira obra dos irmãos Otávio e Gustavo Pandolfo que fica permanentemente no Rio de Janeiro. A instalação, nos jardins, apresenta elementos escultóricos, arquitetônicos e de pintura (mostra permanente).
  • Recreio dos Bandeirantes: Estrada do Pontal, 3.295, tels. (21) 2490-2429 / 4013. Ter. a sex., 9h30/17h; sáb. e dom., 10h30/18h. R$ 12 (adultos) e R$ 6 (crianças e maiores de 60 anos). Entrada franca para brasileiros às terças-feiras de 2016. www.museucasadopontal.com.br

MUSEU D. JOÃO VI

  • A exposição Escola de Belas Artes: 1816-2016. Duzentos Anos Construindo a Arte Brasileira apresentar a produção artística realizada na EBA, hoje pertencente à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Serão exibidos cerca de 300 obras, entre gravuras, esculturas, pinturas, desenhos, documentos, trabalhos de pensionistas, trabalhos premiados, designs, instalações, vídeos e multimídias, performances e happenings, de 200 artistas que fizeram parte da história em duzentos anos, desde século 19 aos dias atuais. Curadoria de Angela Ancora da Luz e produção de Anderson Eleotério e Izabel Ferreira (em 2016).
  • Ilha do Fundão: Av. Pedro calmon, 550, Cidade Universitária, tel. 2598-1653. www.eba.ufrj.br

MUSEU DA CHÁCARA DO CÉU

  • O local era a casa do industrial Raymundo Ottoni de Castro Maya (1894-1968). Construída pelo arquiteto moderno Wladimir Alves de Souza (1908-1994), é rodeada de jardins e parque, com vista panorâmica da Baía de Guanabara e do Centro do Rio. Inaugurado em 1972, o museu reúne acervo de arte moderna, mobiliários e objetos decorativos, além da coleção Brasiliana, com mapas dos séculos 17 e 18, pinturas, aquarelas, gravuras e álbuns de Debret, Rugendas, Taunay e outros.
  • Santa Teresa: r. Murtinho Nobre, 93, tel. (21) 3970-1127. Diariamente (exceto ter.), 12h/17h. R$ 2. Grupos escolares, menores de 12 e maiores de 65 anos não pagam. Entrada franca às quartas-feiras para o público em geral. www.museuscastromaya.com.br

MUSEU DA IMAGEM E DO SOM | MIS

  • Primeiro museu audiovisual do País, reúne valioso acervo de filmes, vídeos, partituras, fotos, gravuras de Frans Post, serigrafias de Aluísio Carvão, Cildo Meireles e Carlos Scliar, instrumentos musicais, rádios e vitrolas, além de várias coleções importantes como as de Augusto Malta, Elizeth Cardoso, Jacob do Bandolim, Nara Leão, Irmãs Batista e Nelson Motta, entre outros.
  • Centro: praça Rui Barbosa, 1, tels. (21) 2332-9068. Seg. a sex., 11h/17h. www.mis.rj.gov.br

MUSEU DA MARÉ

  • O espaço, inaugurado em maio de 2006 na Casa de Cultura da Maré, é o único museu nas cercanias de uma favela no Rio de Janeiro (RJ). O acervo tem fotografias, documentos escritos, objetos do cotidiano dos moradores da comunidade e objetos históricos doados por famílias locais.
  • Maré: r. Guilherme Maxwell, 26, tel. (21) 3868-6748. Seg. a sex., 10h/18h; sáb., 10h/14h.

MUSEU DA REPÚBLICA

  • O Palácio do Catete, sede da Presidência da República entre 1897 e 1960, foi residência de 18 presidentes. Transformado em museu a partir de 1960 e fechado para restauração entre 1983 e 1989, possui intensa programação cultural que inclui exposições, música, teatro, cinema, vídeo, lojas, restaurantes e livraria. Abriga acervo de 20 mil livros, sete mil peças e 80 mil documentos referentes à história do país. Exposições permanentes: Getúlio, Presidente do Brasil reúne parte do acervo da Coleção Vargas e imagens do arquivo do CPDOC/FGV; e 1858-1896 – Barão de Nova Friburgo, que conta a história da família do barão e da baronesa de Nova Friburgo e do próprio Palácio do Catete.
  • A mostra A Res Publica Brasileira é um projeto desenvolvido e resultante de parceria entre o Ministério da Cultura e o Ministério do Turismo no qual o visitante utiliza um equipamento de audioguia para auxiliar na visitação ao museu. O aparelho emite informações sobre elementos arquitetônicos e decorativos de diferentes épocas e estilos, acervo, objetos, mobiliários e obras de artistas brasileiros e estrangeiros (mostra de longa duração).
  • Catete: r. do Catete, 153, tel. (21) 3235-2650. Ter. a sex., 10h/17h; sáb. e dom., 14h/18h. R$ 6 e R$ 3 (estudantes). Entrada franca às quartas e aos domingos. Maiores de 65 anos e crianças de até 10 anos não pagam. www.museudarepublica.org.br

MUSEU DE IMAGENS DO INCONSCIENTE

  • O museu foi criado em 1952 pela psiquiatra Nise da Silveira (1906-1999) e reúne trabalhos de terapia ocupacional produzidos pelos internos do centro psiquiátrico Instituto Municipal Nise da Silveira. Possui acervo estimado em 350 mil obras.
  • A mostra de longa duração "Nise da Silveira: Caminhos de uma Psiquiatra Rebelde" aborda a vida da médica alagoana por meio de fotografias e depoimentos. Nise (1906-1999) rompeu com os métodos truculentos usados com os indivíduos com diagnóstico de esquizofrenia, e passou a utilizar a arte como parte do tratamento. Ela também deu início ao acervo científico-artístico de obras dos internos do antigo Centro Psiquiátrico Nacional de Engenho de Dentro. Hoje o centro tem o nome de Instituto Municipal Nise da Silveira. A mostra trata dos caminhos profissionais de Nise e da relação afetiva que ela manteve com os artistas do centro psiquiátrico. São mostradas 40 obras de nomes como Fernando Diniz, Emygdio de Barros, Raphael Domingues, entre outros. No Museu Vivo estão as produções atuais dos freqüentadores dos ateliês de pintura e modelagem do local.
  • Engenho de Dentro: r. Ramiro Magalhães, 521, tels. (21) 3111-7464 / 7465. Seg. a sex., 9h/16h.

MUSEU DO AÇUDE

  • A exposição "Jazida", de Elizabeth Jobim, consiste em uma série de trabalhos de medidas variadas. Cada um compreende um ou dois elementos e variam entre 40cm a 180cm de comprimento. As sete peças são feitas em concreto pigmentado e fazem alusão a elementos da arquitetura como os degraus, bases e pilastras existentes no jardim ao redor. Seriam minérios extraídos, acumulados recentemente ou ruínas de tempos passados?, questiona a artista. Ali, paralelepípedos descansam reclinados e lajes e colunas amontoam-se num arranjo meio desalinhado (de 20/05/18, das 12h às 15h, a 20/11/18).
  • Situado na Floresta da Tijuca, no Alto da Boa Vista, foi a antiga residência do empresário e mecenas Raymundo Ottoni de Castro Maya (1894-1968). Oferece ao público uma área verde de mais de 150 mil m² e ricos acervos de arte. Três exposições permanentes podem ser vistas. Retratos de Raymundo mostra quem foi esse empresário, mecenas, colecionador e ecologista que legou suas duas casas e suas diversas coleções ao carioca: o Museu do Açude e o Museu Chácara do Céu, em Santa Teresa. Arte Oriental e Barroca exibe mais de 70 peças em bronze, ferro e pedra chinesa, indiana e indo-chinesa, de vários períodos, além de três serviços da Companhia das Índias e outras raridades, como as peças da cultuada Dinastia Song (séc. X ao XIV). Na área externa, o visitante pode caminhar pelo Espaço de Instalações Permanentes, que apresenta obras de importantes artistas contemporâneos brasileiros: Lygia Pape, Nuno Ramos, Hélio Oiticica, Iole de Freitas, Anna Maria Maiolino, Fernanda Gomes, Eduardo Coimbra, Waltercio Caldas, José Resende e Angelo Venosa. Há também um trabalho do polonês Piotr Uklanski.
  • Alto da Boa Vista: estrada do Açude, 764, tel. (21) 3433-4990. Ter. a dom., 11h/17h. R$ 2. Entrada franca às quintas-feiras. www.museuscastromaya.com.br

MUSEU DO AMANHÃ

  • O museu inaugura com mostras dedicadas às ciências, em formatos diferentes para que os visitantes passem por diversos tipos de experiência. O museu vai explorar variedades do amanhã nos campos da matéria, da vida e do pensamento, além de debater diversos tipos de questões como mudanças climáticas, crescimento e longevidade populacionais, nos próximos 50 anos. Na abertura, ocorre o Viradão de Inauguração; ingressos são de R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada) (a partir 16/12/15, das 10h às 17h).

MUSEU DO FOCLORE EDSON CARNEIRO

  • A mostra E o Que é um Objeto de Museu Sem as Histórias que o Cercam? apresenta uma parte da vasta coleção de objetos de acervo do museu, muitas delas nunca exibidas, e que trazem suas narrativas e personagens da cultura popular brasileira, bem como a voz dos poetas de cordel e os artistas de muros. Esta mostra está em processo de desenvolvimento contínuo e na criação de significados junto ao público, na tentativa de interpretar a realidade (mostra de longa duração).
  • Catete: r. do Catete, 179, tel (21) 2285-2545 / 0891. museu.folclore@iphan.gov.br

MUSEU DO ÍNDIO

  • A construção de 1880 é sede de um dos mais importantes acervos de povos indígenas da América Latina. São 14 mil objetos, 500 mil documentos e 16 mil obras nacionais e estrangeiras sobre etnologia indígena, muitas delas trazidas pelo Marechal Rondon (1865-1958) no começo do século passado. Possui ainda 50 mil imagens, entre fotos, filmes e vídeos, e 200 registros sonoros. O jardim do museu abriga quatro ambientações em tamanho natural construídas pelos próprios índios.
  • Botafogo: r. das Palmeiras, 55, tel. (21) 2286-8899. Ter. a sex., 10h/17h; sáb. e dom., 13h/17h. www.museudoindio.org.br

MUSEU DO PRIMEIRO REINADO

  • O espaço, que foi residência da Marquesa de Santos (1797-1867), completou 180 anos em 2006. Desde 1979 é sede do Museu do Primeiro Reinado, com exposições de mobiliário de época, quadros de Taunay, Bertichem e outros artistas, além de objetos pessoais da marquesa. A casa, construída a pedido do Imperador, tem seus salões decorados por artistas da Missão Artística Francesa. Exposições permanentes: "Sala Príncipe de Joinville", com mobília estilo Império Francês que pertenceu ao Príncipe de Joinville, genro de D. Pedro I, objetos em porcelana e cristal da época do I Reinado; "Sala Mobiliário Luso Brasileiro", com mobiliário representativo do móvel português, abrangendo desde o século 17 ao 19, paisagens do Rio de Janeiro do século 19, de pintores como Taunay, Fachinetti e Stalloni; "Sala Memória da Marquesa de Santos", onde estão expostos objetos de adorno que pertenceram à marquesa; “Sala D. Pedro I”, narrativa da vida do Imperador e fatos marcantes do I Reinado por meio de exposição de gravuras; e “Meios de Transporte e São Cristóvão”, os meios de transportes usados na época da casa e um pouco da história de São Cristóvão.
  • São Cristóvão: av. Pedro II, 293, tels. (21) 2332-4513 / 4514. Ter. a sex., 11h/17h. www.funarj.rj.gov.br

MUSEU HISTÓRICO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

  • Seu acervo inclui mobiliário, armaria, escultura, pintura, gravura e fotografia. Entre as obras em exposição, há quadros de Taunay, Visconti, Glaziou, Armando Viana e Grandjean de Montigny. Por doação da Prefeitura, o museu abriga atualmente 16 aquarelas do século 19, de artistas como Thomas Ender, Eduardo de Martino e Príncipe Adalberto da Prússia. Esculturas contemporâneas estão expostas nos jardins.
  • Gávea: estrada de Santa Marinha, s/nº, Parque da Cidade, tel. (21) 2512-2353. Ter. a sex., 10h/16h; sáb., dom., e fer., 10h/15h. www.rio.rj.gov.br/culturas

MUSEU HISTÓRICO NACIONAL

  • O museu reúne precioso acervo histórico que inclui desde carruagens e ambientações do Império a uma farmácia homeopática do século 19.
  • O museu apresenta várias mostras de longa duração. Em Do Móvel ao Automóvel: Transitando pela História, o público pode apreciar a coleção de meios de transportes terrestres do MHN em sua totalidade, a partir da restauração de inúmeras viaturas. Cadeirinhas de arruar, berlindas, traquitanas e até um automóvel do início do século XX. Coleções de Moedas - Uma Outra História: moedas, selos e sinetes, papel moeda, medalhas, condecorações e cartões telefônicos, entre outros objetos, contam a formação da coleção de numismática do MHN, cuja origem remonta a 1880. São quase 200 mil peças e a coleção do museu é considerada uma das mais importantes do gênero na América Latina. A exposição Farmácia Homeopática Teixeira Novaes é uma minuciosa reconstituição da tradicional farmácia que funcionou de 1847 a 1983 na Rua Gonçalves Dias, no Centro do Rio de Janeiro, e foi doada ao museu em 1987. As Moedas Contam a História é exposição sobre a evolução da moeda no mundo, do século VII a.C. ao XX, abrangendo praticamente todas as regiões habitadas do planeta. Apresenta um panorama da história política, econômica e social. Entre as peças, uma das primeiras moedas cunhadas no mundo, um meio estáter de prata do rei Creso, da Lídia, datada do século VI a.C.; moeda romana retratando o Imperador Júlio Cesar de 46 a.C. e outra em bronze – 80 dracmas – com a imagem da rainha do Egito Cleópatra VII. Todas as moedas atualmente em circulação, inclusive o Euro, também estão em exposição.
  • Peças indígenas, marcos de posse, armaria, uniformes e pinturas de combates integram a exposição Expansão, Ordem e Defesa. Destaque para o monumental quadro “Combate Naval de Riachuelo”, de Vitor Meireles (exposição de longa duração).
  • Memória do Estado Imperial enfoca desde o Brasil Colônia e a chegada da corte portuguesa em 1808 até os primeiros dias da Proclamação da República (mostra permanente).
  • A exposição A Construção da Nação – 1822 – 1889 apresenta a construção simbólica da Nação a partir da Independência do Brasil até o exílio da família imperial com a proclamação da República. A mostra aborda os conflitos e as soluções sob a égide do Imperador D. Pedro I; a abdicação e o retorno a Portugal; o cumprimento da Constituição, assegurando o trono a D. Pedro II; a consolidação do Estado Imperial; a economia baseada na mão de obra escrava; a guerra da Tríplice Aliança; a atuação da Princesa Isabel para abolição da escravidão, o exílio a partir da Proclamação da República. A Cidadania em Construção - 1889 à Atualidade é exposição sobre o sistema republicano instaurado a partir de 1889, que deu início à experiência democrática no Brasil. A mostra aborda os direitos políticos, civis e sociais, através de vídeos e imagens (ambas a partir de 22/11/10).
  • A trajetória da instituição é ilustrada em Multivisão Panorâmico, projetado no teto decorado com pintura de Carlos Oswald (1882-1971).
  • A mostra Museu Histórico Nacional: 90 Anos de Histórias conta a história desse exemplar museu brasileiro, uma referência para os administradores públicos e para a cultura nacional (a partir de 02/08/12).
  • Centro: praça Marechal Âncora, s/nº, tels. (21) 2550-9220 / 9224. Ter. a sex., 10h/17h30; sáb., dom. e fer., 14h/18h. R$ 8. Entrada franca para crianças de até 5 anos; alunos e professores de escolas públicas; e brasileiros maiores de 65 anos. Entrada franca aos domingos para o público em geral. www.museuhistoriconacional.com.br

MUSEU NACIONAL

  • O palácio que abriga o museu desde 1892 foi doado ao príncipe-regente Dom João VI pelo comerciante português Elias Antônio Lopes, em 1808. Atualmente exibe coleção de esqueletos de animais pré-históricos, cerâmicas etruscas, ataúdes egípcios, múmias, armas e objetos indígenas do mundo todo, além de minerais e animais taxidermizados. O museu possui ainda um horto de 40 mil m² e uma biblioteca de ciências naturais e antropológicas com 442 mil volumes.
  • A mostra permanente Nos Passos da Humanidade apresenta uma síntese do processo evolutivo humano de sete milhões de anos para cá, como peças originais (fósseis e material lítico) e réplicas raras dos principais fósseis de hominídeos.
  • Na mostra Fósseis do Continente Gelado - O Museu Nacional na Antártica o visitante pode conhecer um pouco como era a Antártica de 80 milhões de anos atrás. A exposição exibe os resultados da primeira expedição realizada por pesquisadores do museu na Antártica, em 2006 e 2007. Entre os achados, vértebras e nadadeiras de um réptil marinho de 80 milhões de anos, expostas junto com sua réplica inédita em tamanho real.
  • O museu está fechado para visitantes desde 12/01/15, por tempo indeterminado, por falta de verba para pagar os serviços de limpeza e vigilância.

MUSEU VILLA-LOBOS

  • O museu foi criado em 1960, ano seguinte à morte do compositor, por inspiração de sua segunda mulher, com a finalidade de preservar o acervo e divulgar a sua obra. Desde a sua criação, esteve localizado no 9º andar do antigo Palácio da Cultura, no Centro do Rio. A partir de 1986, passou a funcionar no bairro de Botafogo, em um casarão do século 19, tombado pela Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (atual Iphan). No acervo constam partituras manuscritas e impressas, correspondências, documentos, recortes de jornais, programas de concertos - nacionais e estrangeiros -, fotografias, filmes, discos, livros, objetos de uso pessoal, instrumentos musicais, homenagens e condecorações.

PAÇO IMPERIAL

  • O carioca Alexandre Vogler apresenta instalação composta por um conjunto de 10 serigrafias sobre papel, desenvolvidas a partir da observação das lentes de Fresnel e reunidas para instaurar um campo de energia condensada. Texto de Felipe Scovino (de 21/3, às 18h30, a 27/5/18).
  • A mostra individual de Geraldo Marcolini apresenta uma série de pinturas a óleo realizadas a partir de um arquivo de imagens fotográficas, tanto pessoais quanto apropriadas do universo digital (de 21/3, às 18h30, a 27/5/18).
  • Com curadoria de Glória Ferreira, Helena Trindade mostra cerca de 45 obras, entre objetos, instalações, fotos, esculturas, vídeos e performance (no dia da abertura) que ocupam as quatro salas do segundo pavimento da instituição (de 21/3, às 18h30, a 27/5/18).
  • Hilton Berredo situa seu trabalho atual como a mais recente tentativa de dar forma às questões de arte que me interessam desde os anos 1980 (de 21/3, às 18h30, a 27/5/18).
  • Com curadoria de Guilherme Bueno, Marcos Abreu exibe gravuras e lança mão da repetição e da serialidade como modos de persistir em torno de dilemas que um meio pode colocar (de 21/3, às 18h30, a 27/5/18).
  • Osvaldo Carvalho pinta a partir de imagens que lhes chegam das janelas midiáticas, das memórias perdidas, dos sonhos suspensos, dos pesadelos à espreita. curadoria de Marisa Flórido (de 21/3, às 18h30, a 27/5/18).
  • Suzana Queiroga ocupa três salas do Paço Imperial com trabalhos recentes e inéditos, dentre pinturas, esculturas, instalações e vídeos sobre o tempo, o infinito, a paisagem e a cartografia. curadoria de Raphael Fonseca. Em 19/05, às 15h, a artista e o curador realizam uma visita guiada pela exposição "Miradouro" (de 21/03/18, às 18h30, a 27/05/18).
  • Residência do Governador e do Vice-Rei no século 18, com a chegada de João VI tornou-se Paço Real em 1808 e Paço Imperial a partir de 1822. Ateliê Permanente de Sergio Camargo. O ateliê do carioca Sergio Camargo (1930-1990), fechado desde a morte do artista, foi transferido do local original em Jacarepaguá para a Sala do Armazém do Rei, no Paço Imperial, em 2002. Além do ambiente do ateliê, também são exibidas obras que revelam a pesquisa desenvolvida por Camargo com o material que mais o seduziu e influenciou: o mármore de Carrara. Também são apresentados estudos e pequenos modelos em madeira. Curadoria de Ronaldo Brito.

PARQUE DA CATACUMBA

  • Mais conhecido por grupos de esportistas, abriga trilhas, vegetação exuberante e um museu a céu aberto. São 32 esculturas de artistas nacionais e estrangeiros como Franz Weissmann, Bruno Giorgi e Carybé.
  • Lagoa: av. Epitácio Pessoa, 3.000, tel. (21) 2521-2540. Diariamente, 9h/17h.

PARQUE DAS RUÍNAS CENTRO CULTURAL MUNICIPAL

  • A 6ª edição do Projeto Passagem, “Mato” o artista Leo Ayres apresenta em “Mato” um conjunto de objetos feitos com materiais sensíveis a intenção de gerar uma pausa no corpo, no tempo e na relação com o espaço. Neste lugar onde pisamos deparamos com luzes, ervas-daninhas, água, barro, todos inseridos um a um dentro da passagem de forma peculiar e meticulosa. Curadoria de Gabriela Dottori (de 19/05/18, das 14h às 18h, a 17/06/18).
  • O parque tem um mirante de onde se tem uma vista de 360º do Rio. O local foi residência de Laurinda Santos Lobo (1878-1946).