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ATELIÊ DA IMAGEM ESPAÇO CULTURAL

  • Em “Estado Misto”, a fotógrafa Andréa Bernardelli exibe a série “Oco” composta por 57 fotografias redondas e uma retangular com um círculo cortado todas, com a intenção de tangenciar a própria ideia de foco e margem e de aparição e desaparição no mundo do visível. Curadoria de Eder Chiodetto (de 07/04/17, às 19h, a 10/06/17).

CAIXA CULTURAL - Av. Almirante Barroso

  • À Mercê do Impossível – Ana Cristina Cesar é a primeira mostra totalmente dedicada à vida e à obra de Ana C. (1952 – 1983), poeta carioca tida como uma das principais artistas da geração de poetas que marcou os anos 1970 no Brasil. Serão exibidos escritos, fotografias e vídeos do acervo pessoal, que visa não só homenagear sua trajetória, mas promover questionamentos e reflexões acerca de sua obra. A exposição é dividida em quatro diferentes núcleos – textual, fotográfico e videográfico, sonoro e kids – além de peças e documentos, as primeiras edições de seus livros, um filme sobre sua poética e ainda um seminário, que ocorre em 01/04, a partir das 14h (de 21/03/17, às 19h, a 07/05/17).
  • A coletiva Nós discute as relações de afeto por meio de 20 trabalhos, entre desenhos, objetos, performances, instalações, vídeos, bordados, diagramas, esculturas e pinturas de artistas de diferentes gerações. Participam obras de Arthur Bispo do Rosário, Alexandre Sá, Ana Miguel, Anna Maria Maiolino, Cristina Salgado, Daniela Mattos, Leo Ayres, Renato Bezerra de Mello, Ricardo Basbaum e Tunga (de 30/03/16, às 19h, a 08/05/17).
  • A coletiva Pintura (Diálogo de artistas) apresenta 12 trabalhos de doze artistas diferentes, selecionados e dispostos de maneira que a unidade da mostra se dá pela investigação pictórica de cada participante e não pelo diálogo entre as obras. Participam obras de Paulo Nimer PJota, Hugo Houayek, James Kudo, Pedro Varela, Rafael Alonso, Vânia Mignone, Zalinda Cartaxo, Alvaro Seixas, Elvis Almeida e Willian Santos, e dos portugueses Rui Macedo e Ema M. A mostra aposta na diversidade de pesquisas genuínas de pintura utilizando ora a tela e seus meios tradicionais, ora experimentações para ampliar o questionamento sobre as possibilidades da arte no tempo presente. Em 15/04/17, às 17h, ocorre palestra com Fernanda Lopes, Ivair Reinaldin e Raphael Fonseca (de 18/03/17, às 17h, a 14/05/17).
  • A mostra O Tempo dos Sonhos: Arte Aborígene Contemporânea da Austrália traz um conjunto de 70 trabalhos, entre pinturas, esculturas e impressões, que englobam um período de 45 anos, desde o despertar da comercialização da arte aborígene contemporânea na década de 1970 até o presente. As obras são pertencentes a coleção da Coo-ee Art Gallery, a mais antiga galeria de arte aborígene da Austrália, e selecionadas pelo curador brasileiro Clay D´Paula e pelos australianos Adrian Newstead e Djon Mundine. Entre os destaques estão pinturas do celebrado artista Rover Thomas (1926-1998) e Emily Kame Kngwarray (1910-1996). Outro destaque são as chamadas bark paintings, um tipo de pintura sobre entrecasca de eucalipto típica do norte da Austrália e uma das formas de expressão artística de cerca de 40 mil anos. Em 14/03, às 19h, ocorre visita guiada com o curador, a pesquisadora de arte indígena Germana Portella e o artista Karajá Xoha. Em 22/04, às 15h, uma conversa aberta com a especialista em arte aborígene no Brasil, Ilana Goldstein (de 14/03/17, às 19h, a 14/05/17).
  • A exposição Daqui pra Frente – Arte Contemporânea em Angola exibe um conjunto de produções recentes de três artistas da nova geração do país, Délio Jasse, Mónica de Miranda e Yonamine. Com a curadoria de Michelle Sales, são exibidas fotografias, vídeos e instalações que fazem um mapeamento da fronteira estética entre a Angola de hoje e as imagens submersas e muitas vezes escondidas de um passado colonial recente (de 21/03/17, às 19h, a 14/05/17).
  • Centro: av. Almirante Barroso, 25, esquina com av. Rio Branco, próximo à estação Carioca do Metrô, tels. (21) 3980-3815. Ter. a dom., 10h/21h. www.caixacultural.com.br

CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL

  • “A Reinvenção da Pintura” é mostra retrospectiva do mestre da arte cinética Abraham Palatnik, e reúne um conjunto de 92 trabalhos, criados entre 1940 e 2016. A exposição traz pinturas, desenhos, esculturas, móveis, objetos e estudos sobre luz, movimento e instalações elétricas, que permitem observar a quebra dos limites entre pintura e escultura, além das primeiras associações entre arte e tecnologia. Curadoria de Pieter Tjabbes e Felipe Scovino. Em 22/03, às 18h30, ocorre uma palestra com os curadores. Retirada de senha uma hora antes (de 01/02/17, às 19h, a 24/04/17).
  • O pintor pernambucano Cicero Dias (1907-2003) ganha uma grande exposição em sua homenagem. A mostra itinerante apresenta ao público cerca de 125 obras de um dos mais importantes artistas brasileiros do século XX, cuja trajetória é reconhecida internacionalmente. Além das pinturas e desenhos, a exposição também contextualizando a história do artista evidenciando sua relação com poetas e intelectuais brasileiros, e sua participação no circuito de arte europeu, através de fac-símiles de cartas, textos e fotos trocadas com Manuel Bandeira, Gilberto Freyre, Murilo Mendes, José Lins do Rego, Mário Pedrosa, Pierre Restany, Paul Éluard, Roland Penrose, Pablo Picasso, Alexander Calder, entre outros. Curadoria de Denise Mattar (01/08/17 a 25/09/17).
  • O espaço tem várias salas de exposição, três teatros, um cinema, dois auditórios, um salão de chá, uma bomboniére e uma biblioteca com cerca de 140 mil volumes. Livro do Artista é exposição permanente com trabalhos exclusivos de artistas como Anna Maria Maiolino, Artur Barrio, Beatriz Milhazes, Carlos Zílio, Gabriela Machado, Luciano Figueiredo, Nuno Ramos e Waltercio Caldas.
  • O Banco do Brasil e Sua História conta a história do banco, que em 2008 completou 200 anos. A mostra recria, com mobiliário de época, o ambiente que abrigou a Presidência do banco no período de 1937 a 1960. Visitação: ter. a dom., 10h/18h.
  • A exposição permanente Galeria de Valores abriga a Coleção de Numismática do banco. São mais de 36 mil moedas. Curadoria de Denise Mattar.
  • Centro: r. Primeiro de Março, 66, estação Uruguaiana do Metrô, tel. (21) 3808-2020. Qua. a seg., 9h/21h. www.bb.com.br/cultura

CENTRO CULTURAL LIGHT

  • O edifício, construído em 1911 como sede e garagem de bondes da Light, abriga desde 1994 o centro cultural que oferece ao público diversos espaços e galerias, além do Teatro Lamartine Babo. Exibe um acervo fotográfico sobre o Rio Antigo e arquivo de textos relativo aos serviços prestados pela Light desde 1904.
  • Centro: av. Marechal Floriano, 168, tels. (21) 2211-4420 / 4543. Ter. a dom., 9h/21h. www.lightrio.com.br

CENTRO SEBRAE DE REFERÊNCIA DO ARTESANATO BRASILEIRO

  • Na mostra “Territórios”, Bia Lessa exibe uma instalação nas paredes da sala recobertas por compensado de madeira, centenas de metros de fios de lã, e cerca de 2,5 milhões de pregos, que formam escritas sobre a história e o trabalho de artesãos de Sergipe e Alagoas. Curadoria de Renata Piazzalunga (de 19/01/17, às 19h, a 01/07/17).

ESPAÇO CULTURAL BNDES

  • A exposição Assis Horta: Retratos traz cerca de 200 fotografias em preto e branco do renomado fotógrafo mineiro, que se tornou uma referência ao registrar os primeiros retratos de operários legalmente registrados no Brasil, com a criação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), desde 1943 aos anos 1970. A exposição é dividia em três módulos: as fotografias das carteiras profissional e os primeiros retratos 3x4 com data; outro módulo com fotografias de identidade civil e o retrato como gênero artístico; e finamente imagens do operário brasileiro da época no estúdio fotográfico, sozinho ou com os amigos e família. Inclui ainda uma parte interativa com uma reprodução do antigo estúdio fotográfico “Foto Assis”, onde o visitante pode interagir fazendo suas próprias imagens nos mesmos moldes das antigas, revivendo todo o cenário e o clima das fotografias. A curadoria é do pesquisador Guilherme Rebello Horta (de 15/03/17 a 05/05/17).
  • Centro: av. República do Chile, 100, próximo à estação Carioca do Metrô, tel. (21) 2172-7770. Seg. a sex., 10h/19h. www.bndes.gov.br/espacobndes

ESPAÇO FURNAS CULTURAL

  • A exposição Olhares Cruzados - 10 anos apresenta a trajetória do projeto de intercâmbio cultural através de oficinas de fotografia e entre crianças e adolescentes do Brasil, África, América Latina e Caribe. São expostas 24 fotografias dos fotógrafos Ricardo Teles, Andréa D’Amato, José Bassit, Sérgio Zacchi, o moçambicano Mauro Pinto, o boliviano Fernando Sória, o senegalês Kane Sy e o etíope Yemane Gebresalassie, que acompanharam de perto as oficinas e se inseriram no processo. A exposição ainda conta com 24 painéis com fotografias, desenhos, entrevistas e reprodução de objetos produzidos pelos jovens (a partir de 17/09/15).
  • Botafogo: r. Real Grandeza, 219, tel. (21) 2528-5166. Seg. a sex., 9h/17h. www.furnas.com.br

GALERIA DE ARTE IBEU

  • Fundada em 1960, a galeria do Instituto Brasil - Estados Unidos tem mais de 350 obras em acervo.
  • Copacabana: av. N. Sra. de Copacabana, 690, 2º andar, tels. (21) 3816-9400 / 9473. Seg. a sex., 13h/19h. http://ibeugaleria.blogspot.com | www.ibeu.org.br

INSTITUTO MOREIRA SALLES - Gávea

  • A mostra “Otto Stupakoff: Beleza e Inquietude” é retrospectiva dedicada ao fotógrafo paulistano Otto Stupakoff (1935-2009). Com curadoria de Bob Wolfenson e Sergio Burgi, a exposição reúne cerca de 300 fotografias, além de publicações e vídeos apresentando sua extensa produção no período entre 1955 e 2005. Pioneiro da fotografia de moda no Brasil, Stupakoff foi um dos fotógrafos brasileiros de maior projeção internacional e, além de ensaios de moda e retratos de celebridades para revistas como Harper’s Bazaar, Life, Esquire, Glamour, Look e Vogue, Stupakoff também tem trabalhos de experimentações no limite do abstracionismo. Na abertura, ocorre uma mesa-redonda com Bob Wolfenson, Sergio Burgi e Thomaz Souto Corrêa. (de 13/12/16, às 19h, a 30/04/17).
  • A mostra J. Carlos: Originais apresenta um conjunto de 290 desenhos de um dos maiores cronistas visuais do Brasil, José Carlos de Brito e Cunha (1884-1950). A exposição mostra instantes decisivos da longa e variada de sua produção com uma seleção dentre mil desenhos originais, inclui caricaturas, charges, cartuns, alfabetos tipográficos, vinhetas, publicidade, que integram a coleção Eduardo Augusto de Brito e Cunha, sob a guarda do IMS desde 2015. J. Carlos foi um dos primeiros representantes do modernismo no Brasil, com a leitura – direta ou indireta – que fez do art nouveau e da art déco e publicações de imprensa e publicidade, que precisavam recorrer ao desenho para vender seus produtos e valorizar o que era noticiado. Curadoria de Cássio Loredano, Julia Kovensky e Paulo Roberto Pires (de 25/03/17, às 18h, a 22/10/17).
  • A casa inaugurada em 1951, com projeto arquitetônico de Olavo Redig de Campos (1906-1984) e paisagístico de Roberto Burle Marx (1909-1994), foi residência da família Moreira Salles. Posteriormente foi adaptada e transformou-se em centro cultural. Atualmente abriga salas de exposição e de aula, biblioteca, auditório, cafeteria, loja de arte, ateliê e dependências para hóspedes.
  • Gávea: r. Marquês de São Vicente, 476, tel. (21) 3284-7400. Ter. a dom., 11h/20h. www.ims.com.br

OI FUTURO

  • O espaço funciona no prédio de 1918 do antigo Museu do Telephone, no Flamengo. Ele chamava-se Centro Cultural Telemar até novembro de 2006, quando foi adotado o nome Oi Futuro.
  • O Museu das Telecomunicações, inaugurado em janeiro de 2007 no Oi Futuro, tem 210 m² e ocupa o sexto andar do espaço cultural. Ele apresenta exposição permanente sobre a história da comunicação humana, com documentos e objetos museológicos aliados a recursos de alta tecnologia. São mais de 120 vídeos produzidos por cerca de 90 instituições nacionais e internacionais. O museu trabalha com hipertexto, permitindo aos visitantes uma infinidade de “janelas” de informações num mesmo local. Na entrada, o visitante recebe um aparelho portátil para que possa interagir com as instalações e ouvir os textos dos filmes exibidos. Um dos principais objetos em exposição é um exemplar do primeiro PC vendido no mundo - ele está imerso numa espécie de cubo gigante de gelo. Visitação: ter. a dom., 11h/17h.
  • Flamengo: r. Dois de Dezembro, 63, tel. (21) 3131-3060. Ter. a dom., 11h/20h. www.oifuturo.org.br

OI FUTURO - IPANEMA

  • A filial em Ipanema do Oi Futuro, inaugurada em setembro de 2009, instalada em um edifício art déco, ocupa 1.500 m² de uma antiga central telefônica. O espaço conta com galeria de arte, sala para exibição de peças e filmes, um café e uma filial da Oi Kabum! Escola de Arte e Tecnologia.
  • Ipanema: r. Visconde de Pirajá, 54, tel. (21) 3131-9333. Ter. a dom., 13h/21h. www.oifuturo.org.br

SOLAR GRANDJEAN DE MONTIGNY

  • O Projeto Impresso, um ateliê de gravura onde artistas desenvolvem experimentações e técnicas gráficas, apresenta a mostra Hundertwasser - Em Torno das Cinco Peles com artistas participantes que referenciam escritores, como Machado de Assis, Italo Calvino, Jorge Luiz Borges, para compor seus trabalhos. Participam Angela Rolim, Célia Cotrim, Claudia Tebyriçá, Claudio Roberto Castilho, Cynthia Dreyer, Eliane Avellar, Grasi Fernasky, José Luderitz, Márcia Clayton, Marciah Rommes, Silvana Soriano, Sonia Távora, Teresa Stengel e Zula (de 18/03/17, das 16h às 20h, a 28/04/17).
  • O solar é um exemplo da arquitetura neoclássica brasileira. Tombado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) desde 1938, preservado e restaurado, fica na entrada do campus da PUC-Rio (é museu universitário da instituição desde 1980). Construído como residência do arquiteto francês Auguste Henri Victor Grandjean de Montigny (1776-1850), que veio ao Brasil em 1816 integrando a Missão Artística Francesa trazida por D. João VI, é considerado um dos mais importantes exemplos da adaptação da arquitetura neoclássica ao clima tropical. Realiza exposições históricas e artísticas dedicadas à cultura brasileira dos séculos 19 ao 21. Também oferece acervo com obras de artistas brasileiros e estrangeiros que participaram de exposições no local, como Burle Marx, Thereza Miranda, Carlos Scliar, entre outros, doadas pelos próprios artistas ou por suas famílias. Tem ainda arquivo e biblioteca.

SOLAR VISCONDE DO RIO SECO | CENTRO DE REFERÊNCIA DO ARTESANATO BRASILEIRO

  • A exposição Territórios apresenta de uma forma lúdica e atraente o universo dos artesãos das cidades de Poço Redondo, Sítios Novos e Poço Verde, em Sergipe, e Ilha do Ferro e Entremontes, em Alagoas. Com concepção visual de Bia Lessa, e curadoria de Renata Piazzalunga, são exibidas instalações e obras criadas com renda, bordado, tecidos e madeira (de 20/01/17 a 01/07/17).
  • Centro: Praça Tiradentes, 67. Ter. a Sáb, 10h/18h.

THE MAZE

  • O espaço inaugurado em 1997 possui acervo permanente com cerca de 50 obras dos artistas Nadkarni, Urbinati e Darel, além de fotografias de diversos autores. A arquitetura da edificação é inspirada no estilo mediterrâneo.
  • Catete: r. Tavares Bastos, 414, tel. (21) 2558-5547.

UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ - campus Praça Onze

  • O campus Praça Onze abriga a mostra permanente Exposição do Acervo da UniversidArte, com obras de Abraham Palatnik, Adriana Tabalipa, Aluisio Carvão, Daniel Senise, Fatima Magalhães, Frederico Dalton, João Carlos Goldberg, Luiz Ernesto, Nelson Felix, Rosana Ricalde e outros.

UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ - campus Presidente Vargas

  • Exposição Permanente do Acervo da UniversidArte reúne obras de Abraham Palatnik, Adriana Tabalipa, Aluisio Carvão, Ana Muglia, Angela Freiberger, Angelo Venosa,Carlos Muniz, Daniel Senise, Eliane Duarte, Enrica Bernardelli, Fatima Magalhães, Frederico Dalton, João Carlos Goldberg, João Magalhães, João Uchôa, Leila Danziger, Lia do Rio, Luciano Figueiredo, Luiz Ernesto, Nelson Felix, Regina Vater, Rosana Ricalde, Suzi Coralli, Vicente de Mello e Walton Hoffmann.