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editorial
Feliz ano do Cão da Terra!!!

Feliz Ano Novo a todos! Pois é! Finalmente 2018 começou... Seja aqui no Brasil, onde do Carnaval só restaram cinzas... Seja na China, que, em 16/2, deu boas vindas o auspicioso Ano do Cão da Terra (até 4/2/19)! Um ano regido pelo Cão e com o elemento dominante Terra acontece a cada 60 anos e é motivo de alegria para todo o mundo!

As comemorações, contudo, devem ser cautelosas, pois o ano tende a ser marcado por graves problemas de segurança e pelo aumento de movimentos sociais conservadores (vide o Brasil e o mundo!). Em contraposição a esses tempos nebulosos, existe a esperança de que prevaleçam os valores universais do Cão (diálogo, solidariedade, igualdade, justiça etc.) e isso torne 2018 mais amigo do homem.

Vale ainda contar com as energias do astro regente Júpiter, que ajuda os negócios, a saúde, o amor e o trabalho. Júpiter é generoso com todo o zodíaco, mas este ano especialmente com os nascidos em Sagitário ou Escorpião, desde que evitem exageros e euforia demasiados! Lembre-se que quando a esmola é grande, o santo desconfia!

Dadivosa será ainda a regência do poderoso Xangô, orixá do conhecimento, da justiça, da sabedoria e do equilíbrio das forças, sincretizado em São José (Xangô Aganju, 19/3), Santo Antonio (Xangô Abomi, 13/6), São João Batista (Xangô Agodô, 24/6), São Pedro (Xangô Alufam, 29/6) e São Jerônimo (Xangô Alafim-Eché, 30/9), sem esquecer de mencionar Xangô D’Jacutá, que não tem sincretismo com santos católicos.

Além do sábio Xangô, as artes plásticas podem contar com uma mãozinha de Exú, o orixá da comunicação, da paciência e da disciplina, aquele que nos ensina a partir de nossos erros. 2018 será assim um ano de bons augúrios para os artistas, curadores, críticos e galeristas que não têm pressa em conseguir resultados. Serão privilegiados aqueles que plantaram no tempo certo e que souberem a melhor época para colher. Imediatismos, golpes de sorte e casuísmos não terão terreno fértil este ano. Recomenda-se valorizar os mais idosos! Saravá!

As cores indicadas para atrair boas vibrações em 2018 são roxo, lilás e violeta, informação esta já confirmada pela Pantone, que elegeu a “Ultra Violet 18-3838” como a cor do ano, pois remete à criatividade, à expressão artística e à reflexão espiritual ao promover a união do espírito com a matéria. Os esportistas devem optar por uniformes do Los Angeles Lakers ou do Paris Saint Germain!

Mas voltando às artes plásticas, tomara que essa energia púrpura ajude o circuito de arte, que passará por mais uma prova de fogo com a 14ª edição da SP-Arte, que acontece no Pavilhão da Bienal, no Ibirapuera, entre 11 e 15/4.

O Mapa das Artes aproveita este editorial para se despedir do galerista, colecionador e amigo Thomas Cohn, que morreu em 5/2, aos 83 anos, e que dedicou boa parte de sua vida à promoção da arte brasileira contemporânea.

O Mapa das Artes agradece o artista Antoine Guerreiro do Divino Amor pela cessão de um frame do vídeo “Supercomplexo Metropolitano Expandido” (2017), que ilustra a capa deste Mapa das Artes.

Celso Fioravante
Editor