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Adere inaugura galeria de arte e decoração no Shopping Lar Center +

A Associação para Desenvolvimento, Educação e Recuperação do Excepcional inaugura em 20/01/17, às 18h30, a “Galeria Adere” que conta espaço expositivo cedido pelo Shopping Lar Center, em Santana. O espaço exibe trabalhos feitos por jovens e adultos com deficiência intelectual atendidos pela instituição. Também estarão expostos objetos da Adere Design, produzidos em oficinas pedagógicas, para decoração e uso pessoal feitos com material reciclado, como cipó, hashi, lápis de cor, retalhos de pano, aparas de papel, garrafas pets, fios de tecidos diversos.
Os produtos da Adere Gourmet, como pães integrais, salgados, doces, pão de mel, chocolate, também fazem parte do cardápio de opções para o consumo consciente e de qualidade oferecido na Galeria. Também serão realizadas palestras, eventos e workshops relacionados a diferentes temas, inclusive referentes à causa que a Adere promove há 45 anos. Outra atividade para o público serão as oficinas de artesanato para quem deseja conhecer técnicas diferentes ou adquirir habilidades que complementem a renda familiar. O valor de venda será revertido aos projetos de inclusão social e profissional que a organização realiza.
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Mais informações:
Galeria Adere
Vila Guilherme: Av. Otto Baumgart, 500, segundo andar, loja 315.
www.adere.org.br

Maratona Fotográfica Cidade de São Paulo recebe inscrições para desafio +

A Maratona Fotográfica Cidade de São Paulo recebe inscrições até 23/01/17 de interessados em participar do desafio no aniversário de 463 anos da capital, em 25/01/17. O desafio começa e termina no mesmo dia e cada participante receberá três temas surpresas para se inspirar e partir para fotografar ao longo do dia com o intuito de criar um ensaio fotográfico que reflita o seu olhar sobre a cidade. Ao final, para cada tema devem ser enviadas quatro fotos pertinentes, totalizando 12 imagens que configuram o ensaio a ser enviado e julgado pelo júri, composto por dez profissionais que tem em seu trabalho uma forte ligação com a cidade. São eles: Paulo Von Poser (@paulovonposer), Renata Falzoni (@rfalzoni), Marcel Mariano (@luste_editores), Maria Isabel Ribeiro, Douglas Nascimento (@saopauloantiga), Elen Cassia (@sp4you), Kiki Millan (creatrix.com.br), Rafael (@splovers), Eleonora Kallas e Fred Busch (@brooklinbikecafe).
Para participar basta acessar o site www.maratonafotograficadesp.com.br , clicar em inscrição e seguir as orientações. A inscrição é gratuita, porém limitada a 360 inscritos maiores de 18 anos. O regulamento completo está disponível no site. Para quem não se inscrever, A Maratona Fotográfica abre a possibilidade de participação livre via hashtag #maratona_sp no Instagram. Estas imagens, entretanto, não poderão ser visualizadas através do site.
Os melhores seis ensaios qualificados ficarão expostos no link “Vencedores” do site. Todos os outros participantes terão as suas imagens disponíveis para visualização, afinal a intenção da Maratona é dividir olhares especiais sobre a cidade com todos. Todas as imagens ficarão disponíveis por 12 meses.
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www.maratonafotograficadesp.com.br

Bergamin e Gomide inicia obras para receber Fabio Mauri +

A galeria paulistana Bergamin & Gomide entrou em reformas para assim poder receber as obras do artista plástico, professor, cenógrafo, editor e gênio da vanguarda italiana do pós-guerra Fabio Mauri (1926-2009), presente nas bienais de Veneza de 54, 74, 78, 93, 2003, 2013, 2015 e na Documenta, em Kassel, em 2012. Os feitos de Mauri são inúmeros, como a fundação, em 1942, junto com Pier Paolo Pasolini, da revista “Il Setaccio”. Com Pasolini trabalhou ainda em 1964, quando o colocou no centro da Galleria d’Arte Moderna de Roma e projetou sobre ele, vestido com uma camisa branca, o filme “O Evangelho Segundo São Mateus”, do próprio Pasolini. Como professor, Mauri ensinou por 20 anos de estética da experimentação na Academia de Belas Artes de Áquila. Foi ainda diretor comercial da Arnaldo Mondadori Editore e presidente das editoras Messaggerie e Garzanti. Em 1967, fundou com Umbeto Eco, Edoardo Sanguinetti e Angelo Giglielmi a revista “Quindici”. Realizou sua primeira mostra individual em 1955, na Galleria Aureliana, em Roma, cuja apresentação foi feita por seu amigo Pasolini. Em 1957, realiza o filme “Schermi”, a sua versão do monocromo pictórico. Sua produção artística nas décadas seguintes se concentra nas instalações, performances e livros de arte e entre suas principais produções estão os livros “Che cosa è il fascismo” (1971), “Linguaggio è guerra” (1975) e “Manipolazione di cultura” (1976), além das obras “I Numeri Malefici” (1978), “Il Muro Occidentale o Del Pianto” (1993) e outras.

Livro sobre pintura monumental de Leon Pallière é lançado no MNBA +

Em 13/01/17, às 18h, em comemoração aos 80 anos de criação do Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro (RJ), ocorre o lançamento da publicação “Alegoria às Artes – Leon Pallière”, de múltipla autoria, retratando o processo de restauração e a pesquisa histórica da monumental tela “Alegoria às Artes”, atualmente em exposição no MNBA. Na mesma data, o museu abre a exposição "Grandjean de Montigny e Rio de Janeiro no Século XIX - Planos e Projetos de um Arquiteto Francês para uma Metrópole em Construção".
Encomendado pelo então diretor da Academia Imperial de Belas Artes (AIBA), Manuel de Araújo Porto-Alegre, a pintura de Leon Pallière mede 297x410 cm e foi produzida em 1855 para decorar o teto da biblioteca da academia, construída em 1826 e inexplicavelmente demolida entre 1937 e 1938.
Jean-Leon Pallière Grandjean Ferreira (Rio de Janeiro, 1823 / Paris 1887) estudou no ateliê de François-Edouard Picot, na capital francesa, e aos 25 anos retornou ao Brasil, tendo ingressado na Academia Imperial de Belas Artes. O artista conquistou um Prêmio de Viagem ao Exterior e pode assim aperfeiçoar sua arte na Itália.
Por seu lado, a AIBA foi a primeira instituição de ensino oficial da arte no Brasil e seu pórtico se encontra no Jardim Botânico do Rio de Janeiro desde os anos 1940.
A pesquisa histórica do livro, que começou a ser elaborado em paralelo ao restauro da tela, iniciado em 2014, foi desenvolvida pelos pesquisadores Pedro Xexéo e Adriana Clen. Entre outras descobertas, a dupla confirmou que a tela não foi pintada na Itália e sim sob a supervisão do então diretor da Academia Imperial de Belas Artes, o crítico de arte e artista plástico Araujo Porto Alegre, no Rio de Janeiro.
Outro levantamento dos pesquisadores concluiu que provavelmente a tela foi deslocada no 1º semestre de 1909 para o prédio da Escola Nacional de Belas Artes, que atualmente abriga o MNBA.
Um capítulo importante da publicação, de autoria da restauradora Larissa Long, aborda a história da criação do laboratório da restauração do MNBA, no tempo da diretora Maria Elisa Carazzoni, no inicio dos anos 1970.
Para o museólogo Pedro Xexéo, esta obra e mais os retratos que foram feitos por Leon Pallière representam as únicas obras sobreviventes que decoravam o prédio da AIBA, e representam “um importante testemunho desta época do século XIX, de grande relevância para a formação da cultura brasileira”.
O livro “Alegoria às Artes – Leon Pallière” foi escrito por Pedro Xexéo, Adriana Clen, Wallace e Denise Guiglemeti, Guadalupe Campos, Antonieta Middea, Fernando Vasques e Larissa Long. Tem 218 páginas. A editora é a Contra-capa.
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MNBA – Rio de Janeiro (RJ)
Cinelândia: av. Rio Branco, 199, tel. (21) 3299-0600.

CPC-USP celebra os 130 anos do nascimento de Dona Yayá +

Por ocasião dos 130 anos do nascimento de Sebastiana de Mello Freire, a Dona Yayá, completados no dia 21 de janeiro, o CPC-USP (Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo) oferece uma programação especial que reúne diferentes manifestações artísticas inspiradas na sua história.
Dona Yayá foi diagnosticada aos 30 anos como portadora de desequilíbrio mental e declarada incapaz de gerir a fortuna da qual era única herdeira. Desde então, por recomendações médicas, viveu reclusa na casa da Rua Major Diogo até sua morte, em 1961. A trágica vida dela ainda hoje instiga a curiosidade e a imaginação e é parte da história do bairro da Bela Vista.
A Casa de Dona Yayá é sede do CPC-USP desde 2004. Ela foi transferida em 1969 como herança vacante à USP, passando, ao longo das últimas décadas, por cuidadosos trabalhos de conservação e restauro. Foi tombada pelo Estado de São Paulo, em 1998, e pelo Município, em 2002.

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Programação

Exposição “Yayá, Um Lugar de Memória”.
De 22/01/17 a 19/02/17.
Seg. a sex., das 9h às 17h.

22/01/17, às 11h
Dança contemporânea
Emaranhado – Núcleo Pedro Costa Cia. de Dança
Fragmento do espetáculo "Emaranhado”, criado em 2014, que retrata a história do Bixiga por meio da dança, em uma referência às várias identidades culturais e personagens que compõem o cenário do bairro, como Dona Yayá.

31/01/17, às 19h
Mesa-redonda
Profa. Marly Rodrigues, União de Mulheres e CPC-USP

05/02/17, às 11h
Música
Prelúdio da Solidão – Juliana Amaral e Gustavo Sarzi
Espetáculo concebido especialmente para o CPC-USP em 2013, inspirado na Casa de Dona Yayá, este pequeno concerto de voz e piano tem como mote a solidão. Após circular por alguns pequenos teatros de São Paulo, agora retorna renovado.

07/02/17, às 20h
Teatro
Yayá – Cia de Teatro Humanoide
Duas histórias se fundem neste espetáculo para falar sobre a alma feminina e a loucura como escape às fatalidades das tragédias humanas: a de Dona Yayá e o conto de fadas “Sapatinhos Vermelhos”, sobre uma pobre menina órfã.

14/02/17, às 19h
Videoperformance - Conversa com a artista – “O Banho” – Marta Soares
A artista apresenta sua instalação coreográfica “O Banho” (Prêmio APCA 2004), que utiliza elementos de dança, performance e vídeo para refletir sobre questões como isolamento, sanidade, morte, num ritual de limpeza e cura.

19/02/17, às 10h - Bloco carnavalesco
Bloco da Dona Yayá - Yayartes
Bloco organizado pela União de Mulheres de São Paulo que há mais de 15 anos sai às ruas do Bixiga na semana que antecede ao Carnaval. A concentração é na Rua Coração da Europa, 1395, e o trajeto termina na Casa de Dona Yayá, numa homenagem à memória dessa figura feminina.

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Casa de Dona Yayá - São Paulo (SP)
Bela Vista: r. Major Diogo, 353, tels. (11) 2648-1501 / 1502.

Biblioteca Pública do Paraná lança a sua primeira coleção de calendários +

A Biblioteca Pública do Paraná lança a sua primeira coleção de calendários, com três tamanhos e suportes diferentes: o calendário de parede (grande), de mesa (médio) e um calendário-marcador de página (pequeno). As imagens que compõe os modelos são retratos de célebres escritores brasileiros e estrangeiros, desenhados por 20 ilustradores. Os desenhos foram publicados originalmente em edições do jornal “Cândido”, na seção Retrato de Um Artista, em que cada ilustrador teve liberdade para fazer uma leitura particular do autor sugerido. Foram retratados autores como Mário de Andrade, José Saramago, J.D. Salinger, Hilda Hilst, Dalton Trevisan, Miguel de Cervantes, Charles Bukowski, Caio Fernando Abreu, Jorge Luis Borges e Francis Scott Fitzgerald pelos artistas são: Allan Sieber, André Ducci, Benett, DW Ribatski, Fellipe Canalli, Heitor Yida, José Marconi, Klaus Koti, Leo Gibran, Manuel Depetris, Marina Moraes, Orlandeli, Pedro Franz, Renato Faccini, Ricardo Humberto, Rogério Coelho, Rômolo D'Hipolito, Samuel Casal, Theo Szczpanski e Weberson Santiago.
Os produtos podem ser adquiridos na BPP no 3º andar e custam R$ 35 (kit com os três calendários). A renda arrecadada será revertida para a realização de ações da Seção Infantil da Biblioteca.
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Biblioteca Pública do Paraná
Centro: r. Cândido Lopes, 133, tel. (41) 3221-4900. Curitiba – PR
www.pr.gov.br/bpp

Éder Oliveira, Guy Veloso, Maritza Caneca, Marepe e outros brasileiros no exteri +

O paulistano radicado em Londres Alexandre da Cunha (Galeria Luisa Strina) figura na coletiva “Soft Power”, em cartaz no ICA – The Institute of Contemporary Art, em Boston (EUA, entre 17/8 e 16/1/17.
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O artista carioca José Bechara participa da mostra coletiva “Este Lugar lembra-te Algum Sítio?”, en cartaz até 27/1/17 no Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, me Portugal. A curadoria é de Miguel Sousa Ribeiro. A exposição trata das relações entre arte e arquitetura e recebe ainda obras de Ana Bezelga, Carlos GBunga, Inês dÓrey, Fernanda Fragateiro, Edgar Martins, Carlos Nogueira, Diogo Pimentão e Nuno Sousa Vieira.
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A paulistana Cristina Schleder vai inaugurar o calendário cultural da Embaixada do Brasil em Londres com a mostra “Os Tapetes Voadores da Mata Atlântica”, em 9/2/17. Schleder apresentará fotografias que registram texturas, tramas, cores e detalhes de sua inspiração maior. A natureza. A mostra ficará em cartaz até 24/2. Curadoria de Tereza de Arruda.
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A fotógrafa e artista carioca Paula Klein, tendo fotografado mais de 200 artistas e celebridades (Alexandre Nero, Marjorie Estiano, Fernanda Machado, Milena Toscano, Álamo Facó, Oscar Niemeyer etc.) vai apresentar sua primeira individual de pintura, em fevereiro, na Auguststrasse, em Berlim.
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O paulistano Adriano Amaral (Galeria Jaqueline Martins) participa do projeto londrino Condo 2017, em que 36 espaços de arte locais abrem suas portas simultaneamente. O evento acontece nos dias 14 e 15/1/17.
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O paraense Éder Oliveira (Blau Projects) participa da mostra coletiva “Malerei – Oder Die Footografie Als Gewalt” (Pintura – Ou Fotografia como um Ato de Violência), em cartaz no Kunsthalle Lingen, em Lingen, na Alemanha, até 26/2/17.
O fotógrafo paraense Guy Veloso (Escritório de Arte Rosa Barbosa) foi convidado com seu projeto “Penitentes: Dos Ritos de Sangue à Fascinação do Fim do Mundo” na Bienal de las Américas em Denver, no Colorado (EUA), em junho de 2017. Veloso apresentará imagens de laicos Encomendadores das Almas (Penitentes), tradição religiosa de caráter secreto profundo do Brasil, documentados de 2002 até 2017. A curadoria deste trabalho cabe a Rosely Nakagawa. Trata-de do mesmo ensaio já exposto em 2010 na 29ª Bienal de São Paulo, curada por Moacir dos Anjos e Agnaldo Farias, porém, com acréscimo de fotos recentes.
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A artista mineira Rivane Neuenschander (Fortes D’Aloia & Gabriel) está na coletiva “Take Me (I’M Yours)”, no The Jewish Museum, em Nova York, até 5/2.
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A paulistana Erika Verzutti (Fortes D’Aloia & Gabriel) está na mostra coletiva “Spots, Dots, Pips, Tiles”, em cartaz no Hunter College, em Nova York, até 11/2.
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A brasileira radicana na Dinamarca Tamar Guimarães (Fortes D’Aloia & Gabriel) participa da mostra coletiva “As Told”, no Lunds Konsthall, em Lund (Suécia), até 5/3.
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Iran do Espírito Santo (Fortes D’Aloia & Gabriel) participa da coletiva “Toda Percepción es una Interpretación: You Are Part of It”, no CIFO art Space, em Miami (EUA), até 12/3.
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O baiano Marepe (Galeria Luisa Strina) participa da mostra coletiva “Bric-à-brac: The Jumble of Growth”, com curadoria de Huang Du e Gerardo Mosquera no Today Art Museum, em Pequim, na China, entre10/12/16 e 5/3/17.
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Daniel Lannes (Luciana Caravello Galeria de Arte) foi convidado para fazer uma residência de três meses no Programa Internacional de Arte de Leipzig – LIA, na Alemanha, entre novembro de 2016 e janeiro de 2017. Durante a residência o artista irá produzir novas obras que serão depois apresentadas em janeiro de 2017, durante a coletiva de inverno da instituição. Durante a sua estadia na Alemanha, Lannes participa também da coletiva “Alster Kunst Salon”, com curadoria de Andrea Von Goetz, na Merck Fink e Co, em Hamburgo. www.liap.eu/en/content/blogcategory/6/28/
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O brasiliense Gê Orthof (Luciana Caravello Galeria de Arte), que esteve recentemente nos EUA, a convite da Kohler Foundation, onde aprofundou a sua pesquisa sobre a vida e obra do artista Eddie Martin, conhecido como St. EOM, retornará ao país de Donald Trump em janeiro e fará uma residência de um mês e uma exposição individual em diálogo com a obra de St. EOM, com curadoria de Jonathan Walz e Karen Patterson, na John Michael Kohler Arts Center (Kohler Foundation, Sheboygan, Wisconsin, EUA). www.jmkac.org/home
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Pedro Varela (Galeria Zipper e Luciana Caravello Galeria de Arte) participa da coletiva “Scientia” na galeria Bangbang, em Lisboa, com os artistas Ivo Rodrigues e Pedro Almeida. A coletiva fica em cartaz até 21/1/17.
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Carolina Ponte (Luciana Caravello Galeria de Arte) inaugurou recentemente a sua segunda individual na Galeria Enrique Guerrero, na Cidade do México. A exposição “E o Silêncio?” fica em cartaz até 28/1/17. www.galeriaenriqueguerrero.com
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O Point Centre for Contemporary Art, em Nicosia, no Chipre, recebe a mostra “Completely Something Else” até 11/2/17. Participam Haris Epaminonda, Mario García Torres, João Maria Gusmão e Pedro Paiva, Phanos Kyriakou, Angelos Makrides, Maria Loboda e Constantin Thun, Christodoulos Panayiotou, Julia Rometti e Victor Costales, além dos brasileiros Daniel Steegmann Mangrané e Tiago Mestre. A curadoria é de Jacopo Crivelli Visconti.
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A Rubell Family Collection – Contemporary Art Foundation, em Miami, apresenta a mostra “New Shamans - Novos Xamãs: Brazilian Artists” até 25/8/17. A mostra apresenta obras nas mais diversas mídias dos artistas AVAF, Lucas Arruda, Thiago Martins de Melo, Sonia Gomes, Andre Komatsu, Daniel Steegmann Mangrané, Paulo Nazareth, Maria Nepomuceno, Solange Pessoa, Paulo Nimer Pjota, Marina Rheingantz, Eli Sudbrack e Erika Verzutti.
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Frederico Filippi (Galeria Leme) participa da Photo Biennale – Cities and Memory, no Museum Brandts, em Odense, na Dinamarca, entre 26/8 e 31/1/17.
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Mauro Piva (Galeria Leme) é o artista convidado da Guerrero Projects, que acontece na sede homônima do projeto, em Houston (EUA), entre 14/10 e 14/11/16.
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León Ferrari, Marcius Galan, Anna Maria Maiolino, Antonio Manuel, Cildo Meireles participam da mostra “Toda Percepción es una Interpretación: You are Part of It”, coletiva com curadoria de Eugenio Valdés Figueroa e Katrin Steffen em cartaz no CIFO Art Space, em Miami, entre 30/11 e 12/3/17.

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Beto Shwafaty (Galeria Lusa Strina) está na mostra coletiva MAC International 2016, no MAC de Belfast, na Irlanda, até 19/2/17.
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Clarissa Tossin (Galeria Luisa Strina) participa o Prêmio Marl de Videoarte, no Skulpturenmuseum Glaskasten, em Marl, na Alemanha, entre 23/10 e 12/2/17; e a coletiva Meta Modern, com curadoria de Ginger Gregg Duggan e Judith Hoos Fox, no The Palm Springs Art Museum, nos EUA, entre 9/10 e 27/2/17.
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Pedro Motta (Galeria Luisa Strina) foi selecionado para a mostra coletiva “Soulèvements”, com curadoria de Georges Didi-Huberman, que acontece no museu Jeu de Paume, em Paris, entre 18/10 e 15/1/17.
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A artista mineira Cinthia Marcelle realiza mostra individual no PS1 MoMA de Nova York. “Education by Stone” ocupa a galeria Duplex do museu com uma instalação com um quadro negro e numerosas varas de giz nas fissuras das paredes da galeria, do chão ao teto, revelando a instabilidade e fragilidade inerentes do material. A instalação fica em cartaz até março de 2017.
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O paulistano Marcius Galan (Galeria Luisa Strina) apresenta a obra “Divisão Irregular” (2014) até janeiro de 2017 na mostra “Everyday Reflections in Abstraction”, que acontece na galeria Space, em Irvine, na Califórnia (EUA).
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A artista mineira radicada em Copenhague (Dinamarca) Tamar Guimarães realiza a individual “La Incorrupta” no Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em Madri, até 27/2/17. Curadoria de João Fernandes.
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A carioca Adriana Varejão (Fortes D’Aloia & Gabriel) participa da mostra coletiva “Flesh” na York Art Gallery, em York (Inglaterra) até 19/3/17. Curadoria de Dr Jo Applin.
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“The Pools: Maritza Caneca” é a mostra individual de Maritza Canepa na Bossa Gallery, de Liliana Beltran, em Miami (EUA; www.bossagallery.com). A mostra tem curadoria de Vanda Klabin e acontece até 31/1/2017.
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O artista mineiro José Bento (Galeria Marília Razuk) participa da mostra coletiva “Spots, Dots, Pips, Tiles” na Hunter East Harlem Gallery, em Nova York, entre 12/10 e 11/2/2017. Curadoria de Arden Sherman e Maria Elena Ortiz. www.hunter.cuny.edu
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Letícia Parente (Galeria Jaqueline Martins) é a única artista brasileira selecionada para a mostra “Feminist Avant-Garde of the 1970s – Works from The Verbund Collection”, em cartaz entre 7/10 e 15/1/17 no The Photographers’ Gallery, em Viena (Áustria), curadoria de Gabriele Schor e de Anna Dannemann. Além de Parente, a mostra exibe cerca de 150 obras de outras 47 artistas, que focam suas produções em trabalhos em fotografia, vídeo, colagem, performances e filmes. Participam obras de Helena Almeida (1934, Portugal), Eleanor Antin (1935, EUA), Anneke Barger, (1939, Holanda), Lynda Benglis (1941, EUA), Judith Bernstein (1942, EUA), Renate Bertlmann (1943, Áustria), Teresa Burga (1935, Peru), Marcella Campagnano (1941, Itália), Judy Chicago (1939, EUA), Linda Christanell (1939, Áustria), Lili Dujourie (1941, Bélgica), Mary Beth Edelson (1933, EUA), Renate Eisenegger (1949, Alemanha), Valie Export (1940, Áustria), Esther Ferrer (1937, Espanha), Lynn Hershman Leeson (1941, EUA), Alexis Hunter (1948-2014, EUA), Sanja Iveković (1949, Croácia), Birgit Jürgenssen (1949-2003, Áustria), Kirsten Justesen (1943, Dinamarca), Ketty La Rocca (1938-1976, Itália), Leslie Labowitz (1946, EUA), Katalin Ladik (1942, Sérvia), Brigitte Lang (1953, Áustria), Suzanne Lacy (1945, EUA), Suzy Lake (1947, EUA), Karin Mack (1940, Áustria), Ana Mendieta (1948-1985, Cuba/EUA), Rita Myers (1947, EUA), Lorraine O'Grady (1934, EUA), Orlan (1944, França), Gina Pane (1939-1990, França), Letítia Parente (1930-1991, Brasil), Ewa Partum (1945, Polônia), Friederike Pezold (1945, Áustria), Margot Pilz (1936, Holanda) , Ulrike Rosenbach (1943, Alemanha), Martha Rosler (1943, EUA), Suzanne Santoro (1946, EUA), Carolee Schneemann (1939, EUA), Lydia Schouten (1955, Holanda), Cindy Sherman (1954, EUA), Penny Slinger (1947, Inglaterra), Annegret Soltau (1946, Alemanha), Hannah Wilke (1940-1993, EUA), Martha Wilson (1947, EUA), Francesca Woodman (1958-1981, EUA) e Nil Yalter (1938, Turquia).
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Beto Shwafaty (Galeria Luisa Strina) participa da mostra coletiva MAC International 2016, no MAC de Belfast, na Irlanda, entre 28/10 e 19/2/17.
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Cildo Meireles (Galeria Luisa Strina) participa da mostra coletiva Shanghai Project, no Shanghai Himalayas Museum, na China, entre 4/9 e 17/3/17.
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O artista paulistano, radicado no Rio de Janeiro, Vik Muniz (Galeria Nara Roesler) realiza mostra individual no Eskenazi Museum of Art, da Indiana University, em Bloomington (EUA) entre 30/9 e 5/2/17. A mostra é co-patrocinada pelo The High Museum of Art, em Atlanta, e pela Foundation for the Exhibition of Photography e cobre 25 anos de produção artística em cerca de 80 obras.

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O fotógrafo Mauro Restiffe (Galeria Fortes Vilaça) foi selecionado para a Photo Biennale – Cities and Memory, em cartaz no Brandts Museum for Kunst & Visuel Kultur, em Odense, na Dinamarca, entre 26/8 e 31/1/2017.
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Calendário sincrético Mapa das Artes 2017 homenageia Aleijadinho +

A edição 2017 do Calendário Sincrético, Cósmico, Telúrico, Turístico, Político, Ecológico e Artístico Mapa das Artes já pode ser adquirida. O impresso, único a reunir os feriados e dias santos de devoção católica, afro-brasileira, espírita, indígena, islâmica e judaica, propõe expandir o universo da arte e incluir nele questões altamente relevantes para a existência pacífica da civilização humana.
O homenageado desta edição é o escultor mulato Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho (1730-1814), que ilustra o calendário com os Passos da Paixão de Cristo, patrimônio maior da cidade de Congonhas do Campo (MG). O produto ressalta ainda a atuação de 12 museus paulistanos fundamentais na formação cultural local, regional e nacional do povo brasileiro. A unidade custa R$ 25,00 e é entregue na sua casa (cinco unidades por R$ 100,00). Faça sua reserva através do e-mail: mapadasartes@uol.com.br

Seguem abaixo as características do produto:

Sincrético – O calendário de mesa menciona as datas de reverência da devoção cristã, afro-brasileira, indígena, judaica e islâmica. Dessa forma, contempla de maneira ecumênica matrizes da formação cultural e social do povo brasileiro. É possível ainda que este calendário entre para a história como o primeiro, pelo menos no Brasil, a reunir feriados isâmicos e judaicos em um mesmo impresso.

Cósmico e telúrico – Indica as fases da Lua, eclipses, solstícios e outros eventos astronômicos que ativam as influências celestes sobre a Terra, algo muito presente na cultura e no imaginário popular, principalmente indígena.

Turístico – Estimula o turismo ao dedicar a edição à cidade de Congonhas do Campo (MG) e a uma de suas maiores riquezas: algumas das 66 estátuas que compõem as cenas dos Passos da Paixão de Cristo, obra-prima de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho (1730-1814). Outros artistas importantes participaram nas obras de construção e decoração das seis capelas, entre 1757 e 1875, como Mestre Ataíde (1762-1830), Francisco de Lima Cerqueira ( -1808) e João Nepomuceno Correia e Castro ( -1795). As cenas foram fotografadas pelo paulistano Lucas Malkut

Político e ecológico – Rememora datas e fatos da consolidação democrática do país e de conquistas importantes, como a criação do Parque Nacional do Xingu, em 14 de abril de 1961, mas também eventos flagrantes da impunidade que permeia a Justiça brasileira.
Artístico – O fio condutor de todo o pensamento crítico desta edição é a homenagem ao nosso escultor mulato Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho (1730-1814). O calendário ressalta ainda a atuação de 12 museus paulistanos fundamentais na formação cultural local, regional e nacional do povo brasileiro.

Neste momento em que tudo na vida parece sem perspectivas, se faz necessário apegarmo-nos em valores mais importantes que os econômicos e trabalharmos juntos para a construção de um mundo solidário, responsável, tolerante e sem preconceitos.
Em seu “Sermão da Primeira Dominga do Advento” (1650), padre Antonio Vieira escreveu: “Em suma, que os pecados que ultimamente hão de levar os condenados ao inferno, são os pecados de omissão... Vede que cousas são omissões e não vos espantareis do que digo. Por uma omissão perde-se uma inspiração, por uma inspiração perde-se um auxílio, por um auxílio perde-se uma contrição, por uma contrição perde-se uma alma; dai conta a Deus de uma alma, por uma omissão. Desçamos a exemplos mais públicos. Por uma omissão perde-se uma maré, por uma maré perde-se uma viagem, por uma viagem perde-se uma armada, por uma armada perde-se um Estado: dai conta a Deus de uma Índia, dai conta a Deus de um Brasil, por uma omissão”.

Se você se identificou com a proposta do Calendário Sincrético, Cósmico, Telúrico, Turístico, Político, Ecológico e Artístico Mapa das Artes 2017 e deseja garantir o seu, faça um depósito de R$ 25,00 (ou R$ 100,00 para cinco exemplares) em uma das contas abaixo e envie o comprovante junto com seu endereço completo (com CEP) para o e-mail mapadasartes@uol.com.br. Você receberá o calendário de mesa pelo correio em sua casa sem mais despesas.

Celso Fioravante
Banco Bradesco
Agência 0296
Conta 0234248-0
CPF 036.468.348-11

ou

Rex Textos
Banco CEF
Agência 1230
Conta 222-2
Código de operação (03 – depósito em conta jurídica)
CNPJ 04.405.781/0001-55

Bienal do Mercosul anuncia curador, novo presidente e datas de sua 11ª edição +

A Bienal do Mercosul, que tradicionalmente ocorre nos anos ímpares, confirmou o adiamento da sua 11ª edição para 2018. O anuncio foi feito em uma coletiva de imprensa realizada em 15/12/16, em Porto Alegre (RS), onde a Fundação anunciou também Gilberto Schwartsmann como presidente da próxima gestão e Alfons Hug como curador geral da edição, que terá como título “O Triângulo do Atlântico”.
Adiada por efeitos da crise econômica que assola o Brasil, a 11ª edição da Bienal do Mercusul vai ocorrer entre 05/04 e 04/06/18 em espaços culturais da capital gaúcha, como no MARGS, o MAC-RS e no Santander Cultural, além de ocupar espaços públicos.
O crítico de arte e curador Alfons Hug, que já atuou nas Bienais de Veneza, São Paulo, Curitiba, Montevideo, Dakar e na Bienal do Fim do Mundo (no sul da Argentina), comentou que o projeto da mostra fundamenta-se nas influências culturais dos três vértices históricos da América Latina - as matrizes europeia, americana e africana.
Gilberto Schwartsmann, presidente da gestão, declarou que a 11ª Bienal vai trabalhar com um valor orçamentário inicial de R$ 3 Milhões: "um orçamento modesto, porém, realista. Se houver a confirmação de fundos extras no decorrer da captação de recursos, poderemos expandir alguns componentes da Bienal e ampliar o orçamento".
Outro ponto dessa edição será o aprofundamento das discussões dos conteúdos programáticos da 11ª Bienal em áreas afins do conhecimento, como por exemplo, a criação de uma programação musical ou literário com base na temática “O Triângulo do Atlântico” e seus desdobramentos na música e na literatura contemporâneas. "Uma vez que um dos vértices do projeto é a contribuição artística do continente Africano à arte contemporânea, o tema 'arte africana contemporânea' será trabalhado em maior profundidade em seminários, palestras e debates", explica Schwartsmann.

Fundação Bienal anuncia João Carlos de Figueiredo Ferraz como novo presidente +

A Fundação Bienal anuncia oficialmente seu novo presidente, o empresário, economista e colecionador João Carlos de Figueiredo Ferraz. Eleito em decisão unânime do Conselho, ele inicia seu mandato em 01/01/17, que segue por dois anos, podendo se renovar por mais dois.
João Carlos Figueiredo Ferraz é o fundador e presidente do Instituto Figueiredo Ferraz. Integra o conselho de importantes instituições de arte como o Museu de Arte de São Paulo (MASP), o Museum of Modern Art’s Latin American and Caribbean Fund (LACF MOMA), o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), a Pinacoteca do Estado de São Paulo e o Museu Brasileiro de Escultura (MUBE). É membro do Conselho da Fundação Bienal desde junho de 2014.
A Fundação Bienal também anunciou sua nova diretoria executiva, que será composta pelo gestor Eduardo Saron, pela administradora Flávia Buarque de Almeida, pelo publicitário João Livi, pelo empresário Justo Werlang, pela economista Lidia Goldenstein, pela advogada Renata Mei Hsu Guimarães, pelo engenheiro Ricardo Brito Santos Pereira e pelo economista Rodrigo Bresser Pereira.

Mostra de Performance Arte Verbo 2017 recebe inscrições para 13ª edição +

A Galeria Vermelho recebe inscrições entre 12/12/16 e 01/03/17 para interessados em participar da 13ª edição da mostra de performance arte Verbo 2017, que ocorre entre 10 e 15/07/17, em parceria com a Associação Cultural Videobrasil. O programa inclui ações de artistas brasileiros e estrangeiros, e conta com o lançamento da 1ª edição do projeto “Temporada de Dança Videobrasil”. A programação também inclui uma curadoria de vídeos do acervo Videobrasil, apresentada na Sala Antonio (Vermelho), a 5ª edição do seminário Verbo Conjugado, além de oficinas de criação e de reflexão acerca da arte da performance. Os artistas interessados devem encaminhar seus projetos acompanhados de portfolio e currículo para verbo@galeriavermelho.com.br. Cada artista poderá enviar até três projetos de performances inéditas ou já apresentadas. A seleção de projetos fica por conta de Marcos Gallon, diretor artístico da mostra, Thereza Farkas, diretora institucional e de programação do Videobrasil, e pela artista Carolina Mendonça. A comissão será responsável também pela indicação do artista ou grupo que será comissionado para criar uma peça coreográfica inédita para a 1ª “Temporada de Dança Videobrasil”, que propõe fomentar aproximações entre dança, performance e artes visuais. Para isso, o selecionado passa por um período de imersão e pesquisa no acervo de vídeos do VB.
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Mais informações:
Galeria Vermelho – São Paulo (SP)
Pacaembu: r. Minas Gerais, 350, tel. (11) 3138-1520.
www.galeriavermelho.com.br

Construção de prédio do IMS em SP é documentada por Michael Wesely +

Quem passa em frente à obra de construção do novo museu do Instituto Moreira Salles (IMS) na avenida Paulista, em São Paulo (SP) – foto ao lado –, já pode perceber as estruturas de aço galvanizado ultrapassando o tapume de proteção. A estrutura mista de aço e concreto será posteriormente coberta por um imenso envelope de vidro. A escolha pelo aço galvanizado, segundo José Luiz Canal, engenheiro responsável pelo projeto, é para garantir uma maior durabilidade da estrutura, pois esse tipo de material não enferruja. O projeto é do escritório de arquitetura Andrade Morettin, e a previsão de funcionamento do museu é a partir de 2017.
Com o intuito de documentar a construção, o IMS desenvolveu o projeto “Câmera Aberta”, em parceria com o artista alemão Michael Wesely. O fotógrafo já realizou projetos semelhantes durante a reforma do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) e da praça Potsdamer, em Berlim. A técnica própria de captação de imagens, feita com câmeras que ele mesmo constrói, consiste em deixar o obturador da câmera aberto por um longo período, expondo o mesmo negativo. Foram instaladas quatro câmeras analógicas e duas câmeras digitais nas fachadas dos edifícios vizinhos ao terreno do futuro IMS, que estão em funcionamento desde o início da construção do edifício e ficarão até a sua conclusão.
Construir um amplo centro cultural em São Paulo é um antigo desejo do IMS. Desde 1996, o instituto tem uma galeria na rua Piauí, no bairro paulistano de Higienópolis, com espaço insuficiente para abrigar as grandes exposições de fotografia e artes plásticas que o IMS tem promovido no centro cultural que mantém no Rio de Janeiro (RJ).
Com o novo museu em São Paulo, não só será possível apresentar essas grandes exposições, mas também promover mostras de cinema, palestras, cursos e eventos musicais.
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Mais sobre o novo museu do IMS: ims.com.br/ims/instituto/nova-unidade
Obras de Wesely no acervo do MoMA: www.moma.org/collection/artist.php?artist_id=8194
Mais informações: www.ims.com.br
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A sede do Instituto Moreira Salles no bairro Higienópolis, em São Paulo (SP), encerrou as atividades no início de dezembro. A instituição volta a funcionar na cidade em julho de 2017, com a abertura do IMS Paulista (av. Paulista, 2.424).

Elephant Parade São Paulo recebe inscrições +

Estão abertas de 14/12/16 a 31/01/17 as inscrições para interessados em participar da Elephant Parade São Paulo para decoração de dezenas de esculturas de elefantes bebês em tamanho real. É a segunda edição do evento no Brasil - a primeira foi em Florianópolis, em 2015
As inscrições devem ser feitas pelo site www.elephantparade.com.br. Para participar, além de preencher algumas informações pessoais e enviar um breve currículo, o candidato deve enviar seu projeto de customização da escultura de elefante.
A seleção é feita por um comitê composto de representantes de áreas relacionadas à criatividade e à cultura. Os projetos aprovados serão divulgados no dia 20/02/17, no site e na página do evento no Facebook (www.facebook.com/elephantparadebrasil).
Os projetos selecionados serão expostos a partir de junho de 2017, quando as esculturas da Elephant Parade tomarão as ruas de São Paulo.
Empresas interessadas em ter seu próprio elefante e patrocinar o evento devem entrar em contato pelo email patrocinios@elephantparade.com.br

Centro de Estudos e Difusão da Arte Mineira é inaugurado em BH +

Um rico acervo sobre artes visuais mineiras, envolvendo catálogos, livros, publicações diversas, áudios e vídeos, que retratam cerca de 1700 artistas que atuaram do século 19 até os dias atuais, forma o Centro de Estudos e Difusão da Arte Mineira (CEDAM), que a Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais inaugura em 13/12/16, às 18h, no Museu Mineiro, em Belo Horizonte.
O acervo é formado pela coleção particular do renomado crítico de arte e pesquisador Márcio Sampaio, que cedeu todo o material à Superintendência de Museus e Artes Visuais de Minas Gerais. O evento de lançamento integra a programação do 9º Encontro Estadual de Museus, que ocorre nos dias 12 e 13/12/16, com o tema “Pesquisa: No e Para Museu”.
O acervo é fruto de meio século de dedicação do pesquisador e crítico Márcio Sampaio, que recolheu material sobre a arte visual mineira, compondo uma coleção com vasto registro sobre os principais e mais destacados nomes do cenário estadual. Estão incorporados ao CEDAM bibliografias e publicações sobre a arte brasileira e internacional, catálogos de exposições, gravações em vídeos e recortes de jornais e revistas, além de gravações em áudios e transcrições em CD.
O material reúne informações sobre artistas de várias épocas, especialmente com ênfase na arte moderna e contemporânea. Um dos destaques é o profundo material que detalha as manifestações do Barroco em Minas e no Brasil. Outro ponto alto, conforme o pesquisador, são os catálogos da 1ª exposição Modernista de Belo Horizonte, realizada em 1944. “É um raro e precioso acervo de informações a respeito da história da arte em Minas Gerais e no Brasil”, destaca o secretário Angelo Oswaldo. Para ele, o acesso a essa documentação “confere amplas dimensões às possibilidades de pesquisa em especial sobre a produção artística mineira”.
A Superintendente de Museus e Artes Visuais, Andréa de Magalhães Matos, comemora a chegada do acervo. “Será uma grande oportunidade de tratar de assunto tão relevante para qualquer instituição museológica e ainda de ampliar e estimular pesquisas tanto desenvolvidas pela sua própria equipe, quanto por outros profissionais, ou mesmo em atividades conjuntas”.
O crítico de arte e pesquisador avalia que a Superintendência de Museus e Artes Visuais é o espaço ideal para a guarda do material. “Todo o acervo que coletei ao longo de tantos anos terá a finalidade com que sempre sonhei. A abertura do CEDAM neste espaço museológico possibilitará que o acervo seja ampliado com a incorporação de outros documentos, em um processo contínuo de construção”.
O CEDAM irá agregar à Superintendência de Museus e Artes Visuais mais um espaço aberto ao público, para visitação e pesquisa, divulgando e valorizando a diversidade da cultura mineira.
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Museu Mineiro – Belo Horizonte (MG)
Funcionários: av. João Pinheiro, 342, tel. (31) 3269-1168.
www.cultura.mg.gov.br | http://museumineiro.blogspot.com.br

Masp anuncia programação de exposições para 2017 +

O Masp anunciou a programação de exposições para 2017. O tema da sexualidade permeia a maioria das mostras. Dez já estão confirmadas, entre coletivas e individuais, todas idealizadas e produzidas pela equipe curatorial e demais núcleos do museu.

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Coleção Masp Landmann
De janeiro a agosto
Curadora: Márcia Arcuri, curadora-adjunta de arte pré-colombiana
A coleção Edith e Oscar Landman é uma das principais coleções de arte de arte pré-colombiana da América Latina e parte de seu acervo foi cedido em comodato ao museu por 10 anos. A coleção Masp Landman, composta por cerca de 900 obras, cobre um arco temporal de quase 2.500 anos (1000 a.C. ao século 16) com peças em diversos suportes.

Avenida Paulista
De 16/02/17 a 04/06/17
Curadores: Adriano Pedrosa, diretor artístico; Fernando Oliva, curador; Tomás Toledo, curador; Luiza Proença, curadora; Camila Bechelany, curadora-assistente.
A avenida Paulista é um dos principais marcos da cidade de São Paulo e constitui um entrecruzamento de atividades, ocupações e públicos. A exposição, com obras históricas e trabalhos comissionados, pretende não apenas refletir sobre as histórias, a paisagem e a arquitetura da avenida, mas também abordar alguns temas importantes de seu cotidiano, como os projetos arquitetônicos, os protestos políticos e os usos privados e públicos da avenida. Artistas convidados: Ana Luisa Dias Batista, Luiz Roque, Dora Longo Bahia, Cinthia Marcelle, Lais Myrrha, Rubens Mano, Marcius Gallan, Graziela Kunsch, Renata Lucas, Rochelle Costi, André Komatsu, Daniel de Paula, Ibã Sales, Marcelo Cidade e Mauro Restiffe.

Teresinha Soares
De 27/04/17 a 06/08/17
Curadores: Rodrigo Moura, curador-adjunto de arte brasileira; e Camila Bechelany, curadora-assistente.
Teresinha Soares (Araxá, 1927) é uma das principais artistas que trabalhou com questões relacionadas à mulher no Brasil nos anos 1960 e 1970. Sua obra tem um caráter contestatório, transgressivo e abertamente erótico. Essa primeira retrospectiva dela em um museu reúne pinturas, desenhos, instalações e objetos, além de registros de performances e vasta documentação. Embora seu trabalho seja ainda pouco conhecido do grande público brasileiro, ela tem cada vez mais participado de exposições internacionais que a contextualizam no marco da nova figuração dos anos 1960, bem como no da arte política.

Wanda Pimentel
De 18/05/17 a 17/09/17
Curadores: Adriano Pedrosa, diretor artístico; e Camila Bechelany, curadora-assistente.
Wanda Pimentel (Rio de Janeiro; 1943) trabalha com o universo feminino em pinturas que revelam o ambiente doméstico, no qual objetos do cotidiano parecem interagir com fragmentos do corpo da mulher. A exposição no Masp contempla uma seleção de pinturas da série “Envolvimento”, do final dos anos 1960 e início dos 1970, que apresenta cenas de interiores sempre a partir de uma perspectiva intimista.

Henri de Toulouse-Lautrec
De 29/06/17 a 01/10/17
Curadores: Adriano Pedrosa, diretor-artístico; e Luciano Migliaccio, curador-adjunto de arte européia.
Henri de Toulouse-Lautrec (1864-1901) é um artista central do pós-impressionismo francês, cuja obra retrata uma viva crônica da Paris do final do século 19. Inteiramente organizada e produzida pelo Masp, a exposição apresenta uma seleção das mais emblemáticas pinturas de Toulouse-Lautrec, tais como desenhos e gravuras da vida noturna parisiense, com personagens boêmios, decadentes, sensuais e ambíguos, em cenas noturnas, cabarés, casas de concerto e nas maisons closes. O Masp possui a maior e mais importante coleção de trabalhos do artista na América Latina e é a partir dela que se constrói o conjunto apresentado na mostra.

Miguel Rio Branco
De julho a outubro
Curadores: Adriano Pedrosa, diretor-artístico; e Tomás Toledo, curador.
A exposição de Miguel Rio Branco (Las Palmas de Gran Canaria; 1946) reúne um dos mais importantes corpos de obra do artista, em uma seleção das fotografias feitas no bairro do Maciel, no Pelourinho, em Salvador (BA), no final dos anos 1970. Nessas imagens, fundamentais para a construção do seu vocabulário artístico, Rio Branco retrata a prostituição instalada nos antigos casarões coloniais baianos, seus personagens e suas histórias, humanas e violentas, registrando com lirismo e exuberância visual a relação entre sociedade, sexualidade, história e cidade. A exposição traz cerca de 40 fotografias do período.

Pedro Correia de Araújo
De 25/08/17 a 18/11/17
Curador: Fernando Oliva.
Pedro Correia de Araújo (Paris,1874 – Rio de Janeiro, 1955) foi um importante pintor e professor de sua época, tendo inclusive dirigido a Academie Ranson, em Paris, e participado dos grupos de vanguarda com Picasso, Matisse, Rivera, entre outros. De volta ao Brasil, em 1929, fixa-se no Rio de Janeiro e também participa ativamente dos círculos modernos do país, tendo convivido com Portinari, Guignard, Di Cavalcanti e Ismael Nery. É abordada uma das facetas mais pungentes da obra dele: a vida noturna, a boemia e seus personagens.

Guerrilla Girls
De 28/09/17 a dezembro de 2017
Curadores: Adriano Pedrosa, diretor artístico; e Camila Bechelany, curadora assistente.
O coletivo Guerrilla Girls foi criado nos anos 1980 e é uma das principais vozes sobre a participação das mulheres no mundo da arte. Por meio de performances e da utilização de cartazes sobre sexismo e racismo, o coletivo destaca não apenas o fato de que as mulheres artistas foram ativamente excluídas do "cânone" da arte, mas também foram exploradas como temas na história da arte, muitas vezes em nus. A exposição dos cartazes de Guerrilla Girls no Masp cria uma nova reflexão sobre o tema da sexualidade e da afirmação dos gêneros na sociedade contemporânea.

Histórias da Sexualidade
De 19/10/17 a 09/02/18
Curadores: Adriano Pedrosa, diretor artístico; Lilia Schwarcz, curadora-adjunta de histórias; Pablo León de la Barra, curador adjunto de arte latino-americana; Tomás Toledo, curador; e Camila Bechelany, curadora assistente.
A mostra reúne múltiplas representações do tema da sexualidade, organizadas em torno de núcleos temáticos.

Tunga
De 14/12/17 até 2018
Curadores: Adriano Pedrosa, diretor artístico; e Tomás Toledo, curador.
Tunga (Palmares, Pernambuco,1952 – Rio de Janeiro, 2016) é um artista central na história da arte brasileira. Em quase meio século de produção, constituiu uma obra com referências a um universo simbólico único. A mostra traz obras que lidam com o desejo e o erotismo. Reunindo trabalhos em diferentes formatos, como desenhos, esculturas e filmes, a retrospectiva é a primeira grande exposição do artista em uma grande instituição brasileira desde o recente falecimento do artista.

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Masp – Museu de Arte de São Paulo
Cerqueira César: av. Paulista, 1.578, tel. 3149-5959. Ter., qua., sex., sáb., dom. 10h/18h; qui. 10h/20h. R$ 30 e R$ 15. Estudantes, professores e maiores de 60 anos pagam meia entrada. Grátis às terças e para menores de 10 anos. www.masp.art.br

Pivô promove mostra relâmpago e seminário sobre o medo +

A artista dinamarquesa Marie Kølbæk Iversen promove entre os dias 09 e 12/12/16, no Pivô, a exposição coletiva e seminário “Via Além – Técnicas e Visões”, exposição relâmpago e seminário que discute a exploração do medo. Os eventos, que marcam o término de residência artística no espaço, contam com a participação de artistas, curadores, escritores e terapeutas brasileiros e europeus que contribuem com obras de arte e falas abertas, a fim de investigar a potência transformadora do medo. O simpósio acontece no sábado, dia 10/12, da 13h30 até 17h com contribuições de: Julia Rebouças, Rivane Neuenschwander, Júnia Rjeille Cordeiro, Guattari Reading Circle, Jørgen Vestergaard, and Marie Kølbæk Iversen. O encontro ocorre dentro da exposição curada pela dinamarquesa, com trabalhos de Balthazar Berling, Glenn Christian, Lea Porsager, Rolf Nowotny, Ovartaci e Marie Kølbæk Iversen. A exposição abre 09/12, da 13h às 19h. Imediatamente após o simpósio, às 17h, Marie Kølbæk Iversen lança “If Earth were a Body, Borders would be Wounds”, livro da obra “Mirror Therapy” presente na exposição. O lançamento será no Restaurante La Central, ao lado do Pivô.
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Mais informações:
Pivô
Centro: Edifício Copan, av. Ipiranga, 200, bloco A, loja 54, tel. (11) 3255-8703. www.pivo.org.br

Jochen Volz é o curador da participação brasileira na Bienal de Veneza +

A Fundação Bienal de São Paulo nomeou o alemão Jochen Volz (1971) como curador da participação oficial brasileira na 57ª Bienal Internacional de Arte de Veneza (Itália), que ocorre de 13/05/17 a 26/11/17. Volz também é curador da 32ª Bienal de São Paulo (em cartaz até 11/12/16). Ele dirigiu ainda a programação da Serpentine Galleries em Londres e atuou como diretor artístico do Instituto Inhotim. Foi curador do Portikus, em Frankfurt, cocurador da mostra internacional da 53ª Bienal de Veneza (2009) e da 1ª Aichi Triennial, em Nagoya (2010), e curador convidado da 27ª Bienal de São Paulo (2006).
O pavilhão do Brasil, construído em 1964, é o espaço no qual o próprio país escolhe e expõe artistas que a cada nova edição o representam. Desde 1995, a responsabilidade por essa escolha foi outorgada pelo governo brasileiro à Fundação Bienal de São Paulo. As participações brasileiras no evento são organizadas em colaboração conjunta entre o Ministério das Relações Exteriores, o Ministério da Cultura, por meio da Fundação Nacional de Artes (Funarte), e a Fundação Bienal de São Paulo.

Livro resgata produção do crítico Francisco Bittencourt +

Um dos mais importantes e atuantes críticos de arte do Brasil na década de 1970, o gaúcho Francisco Bittencourt (1933-1997) tem sua produção reunida pela primeira vez no livro “Francisco Bittencourt: Arte-Dinamite” (Editora Tamanduá Arte; 550 págs.; formato 160cm x 230cm; R$ 60), organizado pela curadora e crítica de arte Fernanda Lopes e pelo escritor Aristóteles Angheben Predebon, detentor dos direitos de publicação da obra do crítico. O lançamento é em 10/12/16, às 16h, no Paço Imperial, no Rio de Janeiro (RJ), seguido de debate com os organizadores e o crítico de arte Frederico de Morais.
Com cerca de 550 páginas, o livro apresenta um amplo panorama da produção de Bittencourt, que escreveu no “Jornal do Brasil” e na “Tribuna da Imprensa”, no Rio de Janeiro, e no “Correio do Povo”, no Rio Grande do Sul.
Há, ainda, uma entrevista concedida ao crítico a António Celestino, em 1975, publicada no jornal “Tribuna da Imprensa”.
Bittencourt foi um dos principais nomes da crítica de arte no Brasil, mais especificamente no Rio, durante os anos 1970. Foi um dos mais importantes defensores e divulgadores da geração de artistas plásticos que surgia e se consolidava naquela época, como Antonio Manuel, Anna Bella Geiger, Artur Barrio, Ascanio MMM, Cildo Meireles, Ivald Granato, Lygia Pape, Raymundo Colares, entre outros. É dele uma das expressões mais marcantes usadas até hoje para se pensar a produção artística brasileira nos anos 1970: “Geração Tranca-Ruas”.
O livro revela um rico panorama de sua obra, além de parte importante da história da arte e da crítica de arte no Brasil. Os organizadores realizaram uma ampla pesquisa de textos nos veículos de comunicação nos quais Bittencourt atuou e selecionaram cerca de 130 publicações que mostram os diferentes aspectos de sua produção crítica.No jornal “Tribuna da Imprensa”, ele escreveu a coluna semanal “Artes Plásticas”, entre 1974 e 1979. No “Correio do Povo”, colaborou com textos semanais entre 1975 e 1979. Ainda na década de 1970, trabalhou como interino no “Jornal do Brasil”.
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Paço Imperial - Rio de Janeiro (RJ)
Centro: Praça XV de novembro, 48, tel. (21) 2215-2093.

Casa das Artes promove Café da Manhã especial de fim de ano +

A Casa das Artes promove no dia 17/12/16, das 11h às 15h, mais uma edição do seu tradicional Café da manhã. Nesta última edição do ano, o evento conta com uma exposição especial de Pequenos Formatos, versão muito apreciada para as festividades de fim de ano. Além dos trabalhos expostos, o acervo apresenta também outras obras de dimensões e preços mais acessíveis.
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Mais informações:
Casa das Artes Galeria
Higienópolis: r. Bahia, 871, tel. (11) 3661-9595. Seg. a sex., 11h/19h; sáb., 10h/15h. www.casadasartes.com.br

Eduardo Kac cria a primeira obra de arte no espaço +

Desde abril de 2016, o artista brasileiro pioneiro da arte digital, arte holográfica, arte da telepresença e da bioarte, Eduardo Kac, vem preparando o astronauta francês Thomas Pesquet para desenvolver a performance artística “Inner Telescope” na estação espacial internacional, em uma zona livre de gravidade. Partindo em 17/11/16, no foguete Soyuz-FG, em Baikonur, no Cazaquistão, Pesquet está próximo de criar uma obra em papel, que remete a palavra francesa “Moi”, um instrumento escultural de observação e reflexão poética, que lança novos paradigmas sobre nossa relação com o mundo e nossa posição no universo. O trabalho será criado inteiramente no espaço, e será fotogrado flutuando livremente com o Planeta Terra ao fundo. Terráqueos poderão ver tudo mais de perto em mostras no ano que vem na sede do CNES, a agência espacial francesa, em Paris, e depois na Galeria Luciana Caravello, no Rio.

Salão dos Artistas Mortos recebe inscrições +

A 1ª edição do Salão dos Artistas Mortos, promovida por este Mapa das Artes (www.mapadasartes.com.br), recebe até 13/04/2017 inscrições de familiares, detentores de direitos, colecionadores ou mantenedores de acervos de artistas falecidos e que estejam interessados em apresentar parte da produção desses artistas em uma exposição coletiva em galeria comercial de São Paulo em 2017. O Salão tem como objetivo avaliar, selecionar, exibir, documentar, divulgar e, principalmente, recuperar a memória desses artistas que já partiram para um plano superior e cuja produção esteja momentaneamente relegada ao ostracismo ou ao esquecimento. Serão selecionados entre cinco e dez artistas, a depender do número de inscrições, da qualidade de suas produções e disponibilidade de obras para exibição e comercialização. O regulamento está disponível na seção Salões deste Mapa das Artes: http://mapadasartes.com.br/saloes.php

Semana de Museus 2017 recebe inscrições +

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) recebe inscrições de atividades para a 15ª Semana de Museus, que ocorre entre os dias 15 e 21/05/17 a partir do tema “Museus e Histórias Controversas – Dizer o Indizível em Museus”. O evento celebrar o Dia Internacional de Museus (18 de maio).
Para participar, o museu ou instituição cultural interessada deve programar atividades em torno do tema (exposições, visitas monitoradas, shows, palestras etc.) e inscrevê-las até 03/03/17 via formulário eletrônico disponível no site www.museus.gov.br.
As atividades ocorrem sob a responsabilidade da própria instituição que as inscrever. Ao Ibram cabe a mobilização do setor e a divulgação nacional da temporada cultural, além da produção da identidade visual, de texto de referência sobre o tema e do Guia da Programação, no qual o público pode encontrar informações sobre todos os eventos.
A Semana de Museus completa 15 anos em 2017. Na primeira edição (2003) foram 57 museus e instituições envolvidos, enquanto na última edição (2016) chegou-se a 1.236 participantes.
O Ibram também apresenta os resultados da pesquisa sobre a Semana de Museus 2016, realizada anualmente desde 2011. Os resultados estão disponíveis em:
www.museus.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Pesquisa_14SNM_2016.pdf
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Mais informações:
tels. (61) 3521-4142 / 4135.
semana@museus.gov.br

8ª edição do Salão dos Artistas Sem Galeria divulga selecionados +

A 8ª edição do Salão dos Artistas Sem Galeria, promovido pelo impresso e portal Mapa das Artes (www.mapadasartes.com.br), definiu os dez selecionados de sua edição 2017. Foram selecionados Lula Ricardi (SP), Maura Grimaldi (SP), Jefferson Lourenço (MG), Marcelo Barros (SP), Gunga Guerra (Moçambique/RJ), Marcelo Pacheco (SP), Luciana Kater (SP), Cesare Pergola (Itália/SP), Juliano Moraes (GO) e Cristiani Papini (MG). Os dez artistas foram escolhidos entre 194 inscritos pelo júri formado por Adriana Duarte (galerista capixaba da paulistana Casa da Xiclet), Paula Alzugaray (jornalista e editora da revista “Select”) e Rodrigo Editore (galerista e sócio da também paulistana Casa Triângulo). Os dez artistas participarão de duas exposições em São Paulo (nas galerias Sancovsky e Zipper; entre 12/1/17 e 11/2/17), em Belo Horizonte (Galeria Orlando Lemos, entre 11/3/17 e 22/4/17) e em Goiânia (Potrich Arte Contemporânea; de 6/5/17 a 3/6/17). O Salão também já negocia com a galerista carioca Patricia Costa uma exposição em sua galeria em Copacabana, nos meses de junho e julho de 2017, a depender do interesse dos artistas. A 8ª edição do Salão recebeu 194 inscrições, o que corresponde a 13% de aumento em relação à edição anterior, quando se inscreveram 172 artistas. As inscrições ficaram abertas entre 29/8/16 e 4/11/16. Os dez selecionados receberão um pró-labore de R$ 600,00 cada para despesas com o envio e retirada de suas obras de São Paulo. O Salão oferecerá ainda nesta edição dois prêmios, nos valores de R$ R$ 1.500,00 e R$ 1.000,00, aos dois artistas que mais se destacarem nas exposições em São Paulo.

Revista seLecT lança dois prêmios de R$ 20 mil em arte e educação +

A Revista Select lança a primeira edição do Prêmio seLecT de Arte e Educação, que recebe, entre 05/12/16 e 06/03/17, inscrições de todo o Brasil em duas categorias: artistas e formadores. Tanto o artista, quanto o formador, receberão R$ 20 mil, cada. Os interessados devem se inscrever através do hot site do evento: http://premio-select.com.br
O artista inscrito deve ter proposta ou foco de pesquisa que envolva estratégias de formação e mediação, visando promover o pensamento crítico e as relações entre o indivíduo e seu meio social. Na segunda categoria, que contempla um formador (professor, agenciador, formador, coletivo ou instituição), o responsável deve inscrever um projeto pedagógico de artes, assim como com o empreendimento de modelos inovadores de educação da arte ou pela arte.
O júri de seleção, formado por Giselle Beiguelman, Cayo Honorato, Paulo Portella Filho, Regina Silveira, Rosa Iavelberg e Thiago Honório, selecionará 10 finalistas, que serão convidados a realizar uma apresentação no Seminário de Arte e Educação, a ser realizado nos dias 03 e 04/05/17, no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo. Durante os dois dias de seminário dois especialistas convidados realizarão palestras como parte das atividades do evento.

APCA define os melhores de 2016 +

A APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) escolheu em 30/11/16 os melhores de 2016 nas categorias Arquitetura, Artes Visuais, Cinema, Literatura, Música Popular, Música Erudita, Rádio, Teatro, Teatro Infantil e Televisão. A cerimônia de entrega da premiação ocorre no primeiro quadrimestre de 2017, em data a ser definida, no Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros, em São Paulo (SP).
Veja os premiados em Artes Visuais e Arquitetura:
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Artes Visuais
• Grande Prêmio da Crítica – Fernando Lemos
• Exposição internacional – O Triunfo da Cor - CCBB
• Exposição nacional – Volpi - Pequenos Formatos - MAM
• Retrospectiva – No Lugar Mesmo: uma Antologia de Ana Maria Tavares – Pinacoteca de SP
• Fotografia – Gal Oppido – Sentidos da Pele
• Arte e Reflexão – O Instante Certo – Dorrit Harazin
• Iniciativa cultural – Programa Metrópolis – TV Cultura
• Votaram: Ricardo Nicola, Dalva de Abrantes, José Henrique Fabre Rolim, Bob Sousa, João J. Spinelli, Rubens Fernandes Junior, Silvia Balady, Luiz Ernesto Kawall, Fabio Magalhães, Douglas Negrisolli, Jacob Klintowitz, Enock Sacramento e Emilia Okubo.
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Arquitetura e Urbanismo
• Trajetória – Sergio Ferro
• Urbanidade – Projeto Ruas Abertas – Avenida Paulista / Fernando Haddad
• Obra de arquitetura – Escola Senai São Caetano do Sul / Claudia Nucci e Valério Pietraróia – NPC Grupo Arquitetura
• Preservação de patrimônio moderno – Luciano Brito Galeria – antiga Residência Castor Delgado Perez / Luciana Brito (promotora); João Paulo Beugger, José Armênio de Brito Cruz, Marcos Aldrighi e Renata Semin – Piratininga Arquitetos (readequação arquitetônica); André Paoliello (readequação paisagística)
• Pesquisa – Atlas fotográfico da cidade de São Paulo e arredores / Tuca Vieira
• Fronteiras da arquitetura – Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro / Fernando Meirelles, Daniela Thomas e Andrucha Waddington
• Apropriação urbana – Ocupação Hotel Cambridge / Carmen Ferreira da Silva (líder comunitária); Pitchou Luambo (coordenador do Grupo de Refugiados e Imigrantes Sem Teto); Juliana Caffé, Yudi Rafael e Alex Flynn (curadores da Residência Artística Cambridge)
• Votaram: Abilio Guerra, Fernando Serapião, Francesco Perrotta-Bosch, Gabriel Kogan, Guilherme Wisnik, Hugo Segawa, Luiz Recaman, Maria Isabel Villac, Mônica Junqueira de Camargo e Nadia Somekh.