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Bienal do Mercosul anuncia curador, novo presidente e datas de sua 11ª edição +

A Bienal do Mercosul, que tradicionalmente ocorre nos anos ímpares, confirmou o adiamento da sua 11ª edição para 2018. O anuncio foi feito em uma coletiva de imprensa realizada em 15/12/16, em Porto Alegre (RS), onde a Fundação anunciou também Gilberto Schwartsmann como presidente da próxima gestão e Alfons Hug como curador geral da edição, que terá como título “O Triângulo do Atlântico”.
Adiada por efeitos da crise econômica que assola o Brasil, a 11ª edição da Bienal do Mercusul vai ocorrer entre 05/04 e 04/06/18 em espaços culturais da capital gaúcha, como no MARGS, o MAC-RS e no Santander Cultural, além de ocupar espaços públicos.
O crítico de arte e curador Alfons Hug, que já atuou nas Bienais de Veneza, São Paulo, Curitiba, Montevideo, Dakar e na Bienal do Fim do Mundo (no sul da Argentina), comentou que o projeto da mostra fundamenta-se nas influências culturais dos três vértices históricos da América Latina - as matrizes europeia, americana e africana.
Gilberto Schwartsmann, presidente da gestão, declarou que a 11ª Bienal vai trabalhar com um valor orçamentário inicial de R$ 3 Milhões: "um orçamento modesto, porém, realista. Se houver a confirmação de fundos extras no decorrer da captação de recursos, poderemos expandir alguns componentes da Bienal e ampliar o orçamento".
Outro ponto dessa edição será o aprofundamento das discussões dos conteúdos programáticos da 11ª Bienal em áreas afins do conhecimento, como por exemplo, a criação de uma programação musical ou literário com base na temática “O Triângulo do Atlântico” e seus desdobramentos na música e na literatura contemporâneas. "Uma vez que um dos vértices do projeto é a contribuição artística do continente Africano à arte contemporânea, o tema 'arte africana contemporânea' será trabalhado em maior profundidade em seminários, palestras e debates", explica Schwartsmann.