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CCSP divulga lista de selecionados no Programa de Exposições 2017 +

O Centro Cultural São Paulo divulgou a lista de artistas selecionados Programa de Exposições 2017. O júri, formado por Celso Ramiro de Andrade, Ivo Costa Mesquita, Monica Panizza Nador, Nathalie Schreckenberg e Maria Adelaide Nascimento Ponte, selecionou 15 projetos artísticos, sendo 12 Exposições Individuais (R$10.000,00, cada), uma Proposta Curatorial (R$50.000,00) e dois Prêmios de Pesquisa (R$ 15.000, cada). Os projetos selecionados nas categorias Exposição e Proposta Curatorial ganham exposições no decorrer do ano; já os selecionados na categoria Prêmio Pesquisa, terão seus projetos integrados ao acervo do Arquivo Multimeios do CCSP. O programa recebeu 550 inscrições de artistas, curadores e pesquisadores de todo o país.
Confira a lista de selecionados:

Exposições individuais
Selecionados:
Affonso Uchoa e Warley Desali
Alex Topini
Aline Dias
André Luiz Costa De Souza
Andréa Tavares
Bruno Brito
Bruno Ferreira
Cristiane Mohallem
Felipe Fittipaldi
Filipe Miguel dos Santos Barrocas
Gabriela Ferreira Sellan
Thalita Constantinesco Hamaoui
Suplentes (em ordem de classificação)
Thaieny Dias
Bruno Bernardi

Prêmio Pesquisador
Selecionadas (em ordem alfabética)
Janaina Barros Silva Viana
Marcela Antunes de Souza
Suplentes (em ordem de classificação)
Leonardo de Araujo Beserra
Renata Aparecida Felinto dos Santos

Proposta curatorial
Selecionado
Raphael Fonseca
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Mais informações:
Centro Cultural São Paulo
Paraíso: r. Vergueiro, 1.000, tel. (11) 3397-4002. Ter. a sex., 10h/20h; sáb. e dom., 10h/18h. www.centrocultural.sp.gov.br

Julian Gonzales Garcia ganha museu na Espanha +

O espanhol Julian Gonzales Garcia chegou ao Brasil aos 19 anos e, em fevereiro, completou 80 anos, ocasião em que recebeu uma homenagem na cidade natal, Fuente de Cantos, que fica na rota dos peregrinos que fazem o Caminho de Santiago (Via de La Plata) a partir de Sevilha.
Antes de deixar sua terra, Garcia esculpiu algumas obras que marcaram a vida dos moradores da cidade. Uma delas foi “El Gran Cristo”, que está até hoje na catedral local. Por conta dessa obra, o escultor foi localizado no Brasil por um professor universitário de sua cidade, especializado em história da arte. Esse contato acabou culminando na proposta da prefeitura de Fuente de Cantos de criar um museu com as obras do artista, inaugurado em 28 de fevereiro, dia do aniversário de Garcia.
O acervo do museu, com 27 obras sacras (todas criadas no Brasil), foi doado pelo escultor. Em São Paulo, Garcia tem esculturas expostas no Paço Municipal de São Bernardo do Campo (simbolizando João Ramalho), além de representações de Cristo em igrejas de Santo André e de São Caetano.
Ao longo da vida, Garcia dedicou-se a diversas atividades. Chegou a ter uma indústria de móveis em São Bernardo e forneceu o mobiliário da novela “Que Rei sou Eu?”, da Rede Globo. No entanto, nunca deixou de esculpir e distribuía as obras para os amigos (se recusava a vendê-las). Quando surgiu a oportunidade de reunir seus trabalhos num único local, ele pediu as obras de volta, para enviá-las à Espanha.

“I Love You Baby” de Leda Catunda vence o Prêmio Bravo de Artes Visuais +

A Artista Leda Catunda levou para casa um troféu criado pelo artista Iran do Espírito Santo. Ela foi a vencedora do Prêmio de Cultura Bravo!, que teve cerimônia realizada na noite de quarta-feira, 29/03/17, no Sesc Pinheiros. A visão de Leda Catunda sobre o mundo atual, com seus encantos, fantasias, ilusões e mentiras, foram traduzidos na exposição “I Love You Baby”, exibida em 2016, Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo.
Nas palavras do curador da mostra, Paulo Miyada, a sensibilidade da artista nasce do convívio constante com a pintura, sua história e seus desdobramentos contemporâneos,  e se expande em choque apaixonado pela abundância de imagens, marcas e estilos que rege o cotidiano de quase todo cidadão atual, dentro e fora das grandes cidades. Observadora sagaz do chamado consumo afetivo, a artista investiga as padronizações de comportamento ao mesmo tempo em que há uma busca pela diferenciação. “É uma característica muito curiosa do nosso tempo. Considerando que somos 7 bilhões de habitantes no planeta, a possibilidade de ser um ser original é muito pequena.”

Metropolitan de NY apresenta retrospectiva de Lygia Pape no Met Breuer +

Lygia Pape, uma das mais importantes artistas da a história da arte brasileira, ganhou neste mês uma exposição retrospectiva sobre sua trajetória no Met Breuer, nova filial do Metropolitan Museum, em Nova York. Intitulada "A Multidão de Formas", a exposição foi inaugurada em 21/003/17 e reúne pinturas, desenhos, relevos, livros experimentais, fotografias, performances e vídeos abrangendo sua carreira multidisciplinar de cinco décadas.
Ao lado de Lygia Clark e Hélio Oiticica, Pape (1927-2004) foi uma figura chave no desenvolvimento da arte moderna brasileira. Iniciou sua carreira artística como parte do movimento do Concreto (Grupo Frente) no Rio de Janeiro, que retomou os legados da abstração geométrica. O movimento então evoluiu em 1959 para o grupo neoconcreto, que priorizava a experimentação e o processo sobre a tradição.
Suas preocupações se moveram para uma exploração do corpo no tempo e no espaço, e sua prática começou a explorar maneiras de integrar o objeto de arte com a experiência de vida, através de performance ao vivo e vídeo. Ela também foi uma das pioneiras no tocante à participação e interação do público, duas noções que hoje são comuns na arte contemporânea.

A exposição exibe algumas de suas obras mais famosas, incluindo séries selecionadas de xilogravuras Tecelares da década de 1950, sua “Divisor” (1968), sua série fotográfica de vida urbana no Rio de Janeiro “Espaços imantados” 1982 e 1995), e obras escultóricas e instalações como “Ttéia” (1976-2004).
Em 2011, a obra de Pape foi objeto de uma retrospectiva aclamada no Museo Reina Sofía de Madri, que então viajou para a Serpentine Gallery de Londres e para a Pinacoteca do Estado de São Paulo. Em abril de 2016, a galeria Hauser & Wirth anunciou a representação exclusiva mundial de Pape. A mostra segue em cartaz até 23/07/17.

Acervo de MASP pode ser visitado através da realidade virtual do Google Art +

A partir de hoje é possível visitar o acervo do MASP da sua casa ou do seu celular. O museu com o mais expressivo acervo de arte ocidental da América Latina anunciou nesta semana o lançamento de sua coleção na plataforma Google Arts & Culture, do Instituto Cultural do Google.
O app permite que as pessoas naveguem pelos mais de mil itens cadastrados por uma linha do tempo, por cores ou por popularidade. Seis exposições, em sua totalidade, também foram destacadas e há, ainda, a possibilidade de navegar por 12 obras selecionadas pelos curadores do MASP em realidade virtual. 20 de obras foram digitalizadas com a tecnologia Art Camera, capaz de tornar visíveis detalhes que dificilmente poderiam ser vistos a olho nu, ao captar imagens com mais de um bilhão de pixels. Acesse: https://goo.gl/TjvmZc

Pace Gallery abre seu segundo endereço em Hong Kong +

A Pace Gallery vai abrir um segundo espaço em Hog Kong, e já tem exposições de grandes nomes da arte agendadas. O presidente da Pace, Marc Glimcher, disse em declaração que desde 2008 quando abriu uma sede em Seul, sintiu a necessidade de ter um espaço em Hong Kong, que hoje é um dos epicentros do mercado de arte mundial. Em 2014 a Pace abriu uma pequena galeria distrito comercial de Hong Kong, onde apresentou emocionantes exposições para o público local. O novo espaço será dedicado a grandes mostras, com espaço para receber obras de grande escala, sendo um passo a frente nos planos de expansão da Pace. A nova sede de HK já tem mostras marcadas de artistas como de Julian Schnabel, Chuck Close, Alexander Calder e Lee Ufan.

Artistas e Críticos pedem remoção de pintura da Whitney Biennial +

Desde a abertura da Whitney Biennial, no dia 17/03/17, no Whitney Museum of American Art, a pintura “Open Casket”, da artista Dana Schutz está causando revolta em artistas, críticos, escritores e público.

Mais de duas dúzias de artistas e escritores pedem em carta aberta para que a pintura seja retirada da mostra e destruída. A controversa obra se baseia em uma fotografia histórica que retrata o funeral do adolescente afro-americano Emmett Til, depois que ele foi brutalmente morto no Mississippi, em 1955, por, supostamente, ter assobiado para uma mulher branca. A mãe de Till insistiu em ter um funeral de caixão aberto para seu filho. "Deixe as pessoas verem o que eu vi", disse ela. A imagem do corpo desfigurado foi publicada na revista Jet e tornou-se um catalisador para o movimento dos direitos civis.

A artista berlinense Hannah Black, junto com outros artistas, lançou uma campanha exigindo que os curadores da Bienal, Christopher Y. Lew e Mia Locks retirem o quadro e Dana Schutz da mostra. “Não é aceitável para uma pessoa branca transmutar o sofrimento de um negro em lucro e diversão", argumenta Black.

Em resposta à controvérsia sobre a pintura, Schutz emitiu a seguinte declaração: "Eu não sei o que é ser negro na América, mas eu sei o que é ser uma mãe. Emmett era o único filho de Mamie Till. O pensamento de qualquer coisa acontecendo ao seu filho está além da compreensão. Sua dor é a sua dor. Meu compromisso com esta imagem foi através da empatia com sua mãe.

Aretha Sadick faz contação de histórias em exposição no Sesc Belenzinho +

A multiartista Aretha Sadick, em parceria com a Cia do Sal , realiza contação de histórias neste sábado e domingo, 24 e 25/03/17, às 16h, no Sesc Belenzinho. As atividades integram a programação da mostra de artes negras “Motumbá - Memórias e Existências Negras”, em cartaz na unidade. A artista contas as seguintes histórias: “A criação do mundo – História de Yemanja”; “A lenda do milho” (História Indígena; e “A incrível história de Itty” (Inspirada em Ananse e o Baú de histórias). Aretha Sadick usa o teatro, a moda e a performance como plataformas para falar de suas experiências e questionamentos como corpo/pessoa negra na sociedade. Seu trabalho de pesquisa sobre gênero, trazendo os recortes de sexualidade e raça, a permitiram realizar debates, residências artísticas dentro e fora do país, desfiles e editoriais e dirigir um programa sobre moda e música na plataforma 'Drag-se' no youtube. Masculinidade e Feminilidade e tudo o que está 'Entre' são elementos para o trabalho de Aretha Sadick. Atividades gratuitas.

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Mais informações:
Sesc Belenzinho
Belenzinho: r. Padre Adelino, 1.000, próximo à estação Belém do Metrô, tel. (11) 2076-9700. Ter. a sáb., 10h/21h; dom., 10h/19h. www.sescsp.org.br

Associação Brasileira de Críticos de Arte anuncia os indicados ao Prêmio ABCA +

A Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) anuncia os indicados ao prêmio destinado aos artistas visuais, curadores, críticos, autores e instituições culturais, que mais se destacaram e contribuíram para a cultura nacional em 2016. Os vencedores do Prêmio ABCA serão anunciados em 24/04/17 e a cerimônia e entrega do troféu, criado pela artista Maria Bonomi, será em 23/05/17, às 20h, no Sesc Vila Mariana. A votação é feita por cédula rubricada com as indicações aprovadas e a apuração dos resultados é realizada por uma comissão de associados, com a participação da diretoria. Confira a lista de indicados:
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Prêmio Gonzaga Duque (crítico associado pela atuação durante o ano)
Felipe Chaimovich
Luiz Camillo Osorio
Raul Córdula
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Prêmio Sérgio Milliet (crítico por pesquisa publicada)
José Armando Pereira da Silva: Artistas na Metrópole Galeria Domus 1947 -1951 Histórias, Críticas, Documentos e Obras. São Paulo: Via Impressa Edições de Arte, 2016.
Mirian de Carvalho: A brasilidade na pintura de César Romero. Salvador: Expoart, 2016.
Paula Ramos: A modernidade Impressa. Editora UFRGS.
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Prêmio Mario Pedrosa (artista contemporâneo)
Eder Santos
José Rufino
José Spaniol
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Prêmio Ciccillo Matarazzo (personalidade atuante no meio artístico)
Justo Werlang
Ladi Biezus
Patricia Rousseaux
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Prêmio Mário de Andrade (crítico de arte pela trajetória – filiado ou não)
Denise Mattar
Icleia Borsa Cattani
Tadeu Chiarelli
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Prêmio Clarival do Prado Valladares (artista pela trajetória)
Abraham Palatnik
Ana Maria Tavares
José Roberto Aguilar
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Prêmio Maria Eugênia Franco (curadoria pela exposição)
Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes pela curadoria da mostra “Em Polvorosa – um panorama das coleções MAM Rio”, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
Marta Mestre pela curadoria da mostra “Por aqui tudo é novo”, no Instituto Inhotim
Veronica Stigger pela curadoria da mostra “Útero do mundo” apresentada no Museu de Arte Moderna de São Paulo;
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Prêmio Rodrigo Mello Franco de Andrade (instituição pela programação e atividade no campo da arte)
Caixa Cultural Brasil
Fundação Vera Chaves Barcellos
Serviço Social do Comércio (SESC) – Brasil
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Prêmio Paulo Mendes de Almeida (melhor exposição)
Alex Flemming: RetroPerspectiva, apresentada pelo MAC - Museu de Arte Contemporânea de São Paulo;
Francisco Brennand – Senhor da várzea, da argila e do fogo, realizada pelo Santander Cultural, em Porto Alegre;
Portugal Portugueses – Arte Contemporânea, apresentada pelo Museu Afro Brasil.
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Prêmio Antônio Bento (difusão das artes visuais na mídia)
Catraca Livre
Caderno Ilustrada / Folha de S.Paulo
Revista Select
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Mais informações:
Sesc Vila Mariana
Vila Mariana: r. Pelotas, 141, tels. (11) 5080-3000 e 0800-11-8220.
www.abca.art.br

Prêmio Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas divulga os 20 finalistas +

Uma das premiações mais importantes do país, O Prêmio CNI SESI SENAI Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas, anunciou os 20 selecionados para a categoria artista na sexta edição do evento. Entre os 633 inscritos, concorrem ao prêmio de R$ 50 mil os seguintes artistas: Alice Miceli (RJ), Bruno Vilela (PE), Camila Soato (DF), Dalton Paula (GO), Daniel Lannes (RJ), Éder Oliveira (PA), Edith Derdyk (SP), Fernando Lindote (SC), Jaime Lauriano (SP), João Angelini (DF), João Loureiro (SP), Marcelo Moscheta (SP), Mariana Manhães (RJ), Pablo Lobato (MG), Pedro Motta (MG), Rochelle Costi (SP), Rodrigo Sassi (SP), Suzana Queiroga (RJ), Thiago Martins de Mello (MA) e Tony Camargo (PR).
Já os finalistas na categoria curador, cuja bolsa prêmio é de R$ 25 mil, serão divulgados no mês de abril.
O júri de seleção foi composto por Marcus Lontra, Cauê Alves (São Paulo, SP), Jailton Moreira (Porto Alegre, RS), Marcelo Campos (Rio de Janeiro, RJ), Moacir dos Anjos (Recife, PE), além dos vencedores de edições anteriores: o curador vencedor do 5º Prêmio Marcantonio Vilaça, Divino Sobral (Goiânia, GO) e a artista vencedora do 2º Prêmio Marcantonio Vilaça, Lucia Laguna.
Em agosto, os artistas e curadores selecionados participam de uma exposição coletiva no Museu Brasileiro da Escultura (MuBE), em São Paulo. No evento de abertura, serão conhecidos os vencedores do Prêmio. Além da premiação em dinheiro, haverá o acompanhamento dos artistas vencedores por um curador, a realização do projeto curatorial premiado e a apresentação dessas obras em uma mostra itinerante que vai percorrer quatro cidades do Brasil, a partir de dezembro de 2017.

Dineo Seshee Bopape é a vencedora do 4o Future Generation Art Prize +

Participante da 32a Bienal de São Paulo, a artista sul africana Dineo Seshee Bopape é a vencedora dos US$ 100 mil cedidos na 4ª edição do Future Generation Art Prize. Voltado para artistas de até 35 anos de idade, este é um grande concorrido concurso internacional, criado pelo pela Victor Pinchuk Foundation, em Kiev, na Ucrânia, em 2009. As artistas brasileiras Carla Chaim e Vivian Caccuri, que estavam na disputa, ainda concorrem a prêmios especiais e residências artísticas, e exibem seus trabalhos em uma exposição em Veneza, que ocorre paralelamente à Bienal. Na Bienal de São Paulo ela apresentou a instalação site-specific “:indeed it may very well be the ___________ itself (:de fato isso pode bem ser __________ em si)”, composta por estruturas de terra comprimida sobre as quais objetos com forte carga emocional são dispostos. Eles têm formas que lembram os jogos de tabuleiro chamados Morabaraba (Mancala) e Diketo, que são variações do que se conhece no Brasil como Trilha. O trabalho contempla ideias e desenhos que falam de contenção e deslocamento, de ocupação e hospedagem, além da questão política e histórico-social implícita na exclusão da terra. O trabalho de Bopape é um protesto íntimo que nos leva a captar memórias fugazes. A terra comprimida é gesto de lembrança que faz o espectador se aproximar daquilo que tem sido considerado imaterial e/ou erodido ao longo da história.

65 artistas concorrem ao Prêmio Pipa em três categorias +

Um comitê formado por 25 membros indicou a lista de 65 artistas para a 8a edição do Prêmio Pipa, uma das maiores premiações do país. Eles concorrem em três categorias. No “Pipa online”, com prêmios de R$10.000, e R$5.000 para o primeiro e segundo lugar, quem escolhe os vencedores é o público por meio de votação no site da premiação. Os vencedores serão anunciados no dia 7/8.

No “PIPA Voto Popular Exposição”, uma exposição no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeira apresenta os quatro artistas selecionados pelo Comitê de Indicação. A mostra entra em cartaz em 23/09, dando ao público a oportunidade de votar no seu artista favorito. O artista que tiver mais votos é contemplado com R$ 24.000.

O Prêmio final, de R$130.00, é destinado a um dos quatro artistas que participam da exposição do MAM-RJ, que será selecionado por um júri composto de 5 a 7 membros. Parte da premiação é para financiar uma residência artística da Residency Unlimited, em Nova York. 

Confira a lista de indicados:
Adriano Amaral 
Aleta Valente
Alexandre Canonico
Ana Luisa Santos
Ana Mazzei 
Ana Prata
Ana Vaz
André Ricardo
Anton Steenbock
Antonio Obá
Arjan Martins 
Arthur Chaves
Bárbara Wagner 
Bruno Cançado
Carla Guagliardi 
Celina Portella 
Christus Nobrega
Cinthia Marcelle 
Dalton Paula
Daniel Jablonski
Daniel Steegmann Mangrané 
Warley Desali
Éder Oliveira 
Eleonora Fabião
Erika Verzutti 
Fabricio Lopez 
Felipe Meres 
Francisco Magalhães
Gustavo von Ha 
Guy Veloso
Ivan Grilo 
Jonathas de Andrade 
Jorge Luiz Fonseca
Jorge Menna Barreto 
Karina Zen
Lucia Laguna 
Luísa Nobrega 
Lyz Parayzo
Mara de Carli
Marco Veloso
Maria Laet 
Marina Camargo 
Mario Bands
Michelle Mattiuzzi
Orlando da Rosa Farya
Paloma Bosquê 
Pedro França 
Raïssa de Góes 
Regina Parra 
Renato Pera 
Ricardo Càstro
Rodrigo Garcia Dutra 
Romy Pocztaruk 
Rosana Paulino
Rubiane Maia
Sofia Borges 
Tiago Carneiro Da Cunha
Tony Camargo 
Túlio Pinto
Ulysses Bôscolo de Paula
Vicente de Mello
Vijai Patchineelam 
Virginia Pinho

Alemanha lança nova Bienal de Fotografia Contemporânea +

Um time de curadores apresenta o projeto da 1ª Biennale für aktuelle Fotografie (1ª Bienal de Fotografia Contemporânea), que acontece entre 09/09/17 a 05/11/17, em três cidades alemãs, Mannheim, Ludwigshafen e Heidelberg.
A bienal nasceu do que antes era conhecido como Fotofestival Mannheim-Ludwigshafen-Heidelberg, lançado em 2005.

Para esta primeira edição, a bienal conseguiu obter apoio financeiro pela Fundação Cultural Federal Alemã, que vai contribuir consideravelmente para o novo evento.

Seis membros do time curatorial, que inclui Florian Ebner, Christin Müller, Fabian Knierim, Boaz Levin, Kerstin Meincke, and Kathrin Schönegg, apresentaram o projeto da edição de 2017, com o tema “Fotografia de Despedida”. A partir do assunto, o projeto busca "lançar luz sobre formas radicais de manipulação de imagens na era digital e apresentar um olhar alternativo na história da fotografia", de acordo com o comunicado de imprensa.

"Nossa equipe de curadores vê a atual revolução nas culturas visuais como uma oportunidade para submeter à fotografia a um exame crítico e redefini-la", disse Ebner.

"A exposição é dedicada aos usos sociais e artísticos do médium na era das ‘imagens em rede’", disse Müller. "Ao mesmo tempo, nós olhamos para trás em uma cultura de 175 anos de imagem fotográfica analógica."
Com obras e novas comissões de mais de 60 artistas participantes, a bienal será exibida em sete instituições de arte nas três cidades.
Edições futuras continuarão seguir o mesmo formato, em convidar bianualmente curadores e alternando suas participações, para se envolverem com novas questões sobre fotografia contemporânea.

Mudanças sociais e políticas na imagem são temas de exposição em NY +

O International Center of Photography Museum, de Nova York, apresenta, até 07/05/17, a exposição “Perpetual Revolution: The Image and Social Change”, que dá continuidade a tradição da instituição em explorar o impacto social e histórico da cultura visual.
Nos dias de hoje, os espectadores estão condicionados por fluxos aparentemente intermináveis de novos tipos de imagens de mídia em uma escala sem precedentes. Perpetual Revolution explora a relação entre o mundo da imagem opressiva que nos confronta e o mundo social volátil, provocador, e violento.

A mostra propõe que esteja acontecendo uma revolução em curso política, social e tecnológica, e que os novos métodos digitais de produção, exibição e distribuição de imagens estão ao mesmo tempo reportando e produzindo mudanças sociais. As transformações sociais e políticas dos últimos anos não teriam acontecido com a velocidade e com tanta profundidade se não fosse pelas possibilidades cada vez maiores oferecidas por esta revolução.

A exposição é dividida em seis núcleos temáticos que discutem essas questões críticas transformadas pela cultura visual: “#BlackLivesMatter” (movimento ativista da cultura afro-americana), “a fluidez de gênero”, “a mudança climática”, “a propaganda terrorista”, o crescimento da direita e as eleições de 2016”0, e a crise dos refugiados.

MAC USP promove aula sobre Lavagem de Dinheiro e Obras de Artes +

O Programa de Pós Graduação Interunidades em Estética e História da Arte (PGEHA USP) convida em 08/03/17, às 14h, para a aula inaugural “A Lavagem de Dinheiro e as Obras de Artes”, com o Desembargador Federal Fausto Martin de Sanctis, no Auditório do MAC. O desembargador é autor de vários livros sobre lavagem de dinheiro e é pioneiro nas práticas atuais de justiça de destinam recursos obtidos em delações a entidades filantrópicas, como indenização à sociedade pelos crimes cometidos, além de doações de obras de artes a entidades culturais. Nesta palestra Fausto discute o tema do seu livro “A Lavagem de Dinheiro por meio de Obras de Arte: uma perspectiva Judicial Criminal. Organização da Dra. Cristina Freire.
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Mais informações:
Auditório do Museu de Arte Contemporânea MAC-USP
Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, 1.301, antigo prédio do Detran, tel. (11) 2648-0254. São Paulo - SP.
www.mac.usp.br

Mac de Niterói anuncia nova gestão e nova curadoria +

O Museu de Arte Contemporânea de Niterói respira novos ares! O Mac anunciou nesta semana seu novo gestor, Marcelo Velloso, que substitui Luiz Guilherme Vergara. A curadoria do museu fica a cargo do mexicano Pablo León de la Barra. Velloso já trabalhou como superintendente de Cultura, Eventos e Turismo do Rio de Janeiro, onde também foi encarregado de chefiar a Representação Regional do Ministério da Cultura. Pablo já passou pro instituições como Guggenheim, em Nova York, David Roberts Art Foundation, em Londres, e pela Casa França-Brasil.

Museus de NY exibem obras de Jonathas de Andrade +

Dois grandes museus de Nova York exibem obras do artista alagoano Jonathas de Andrade nos próximos meses. No MoMA, ele apresenta o filme “O Levante” (2013), adquirido pela instituição, que negocia ainda compra do vídeo “Peixe”, uma das obras mais marcantes da 32ª Bienal de São Paulo. A exposição “Unfinished Conversations: New Work from the Collection”, em cartaz entre 19/3 a 30/07, reúne obras de doze artistas, que foram recentemente integradas a coleção da instituição. Em 10/04, o MoMA realiza uma conversa na qual a produção do brasileiro é o tema central do encontro. Enquanto as negociações com o MoMA não são finalizadas, os nova-iorquinos podem ver o filme “Peixe” no New Museum, a primeira individual do artista em um museu nos Estados Unidos, em cartaz até 04/09/17. Ele também está em cartaz, até 14/05/17, com uma individual no The Powe Plant, um grande centro cultural em Toronto, Canadá.

Anish Kapoor vai doar Prêmio de US $ 1 milhão para ajudar refugiados +

O artista Anish Kapoor foi anunciado em 05/02/17 como o vencedor do Genesis Prize Laureate 2017, e disse que usará o prêmio de US $ 1 milhão para tentar aliviar a crise dos refugiados. Kapoor nasceu em Bombaim, na Índia, é filho de uma mãe judia iraquiana e de pai indiano.
"A identidade e a história judaicas testemunharam condições recorrentes de indiferença, perseguição e Holocausto", disse Kapoor em um comunicado, relatado pelo jornal The Guardian. "Repetidamente, tivemos de nos recuperar e nos reidentificar. Como herdeiros e portadores de valores judaicos, é impróprio, portanto, ignorar a situação das pessoas perseguidas, que perderam tudo e tiveram que fugir como refugiados em perigo mortal ".
"Eu sou um artista, não um político, e sinto que devo falar contra a indiferença pelo sofrimento dos outros", continuou a declaração de Kapoor. "Há hoje mais de 60 milhões de refugiados no mundo, qualquer que seja a geografia do deslocamento, a crise dos refugiados está aqui na nossa porta ... O seu bem-estar é o nosso bem-estar; Seu desespero é nosso ".

Kapoor tem falado por muito tempo em nome dos refugiados, em 2015, ao lado do artista e amigo Ai Weiwei realizou uma caminhada em Londres para chamar atenção para a crise. Ele vê o Prêmio Gênesis como uma oportunidade para fazer uma espécie de apelo à comunidade judaica global , convocando as pessoas a ajudar os milhões de pessoas deslocadas em todo o mundo.

"Nos dá enorme prazer em conceder este prêmio de prestígio a Anish Kapoor", disse Stan Polovets, presidente e co-fundador da Genesis Prize Foundation em um comunicado. "O profundo impacto do trabalho de Anish continua uma longa história de contribuição judaica para as artes ... Nós admiramos particularmente como, em uma era freqüentemente caracterizada por cinismo e indiferença, Anish defende continuamente os desfavorecidos do mundo, desafiando todos nós a fazer mais para ajudar ", continueou ele.
Anish Kapoor, que também é um cavaleiro do reino britânico, junta-se a uma lista de destinatários anteriores do prêmio, que foi fundada há quatro anos. O primeiro prêmio foi para o empresário e ex-prefeito de Nova York Michael Bloomberg, o segundo para o ator Michael Douglas eo terceiro para o violinista Itzhak Perlman.
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Com informações do site www.artnet.com

Arthur Barrio ganha o Grande Prêmio Fundação EDP Arte 2016 +

Conhecido por suas obras polêmicas com forte carga política, algumas criadas com sangue, carne ou urina, Arthur Barrio é um dos artistas mais respeitados pela sua atuação na arte experimental. Sua relevância artística, já reconhecida com o Prêmio Velazquez e na Bienal de Veneza, em 2011, são atestadas mais uma vez com o Grande Prêmio Fundação EDP Arte 2016, concebido artista em 03/02/17. Ele também foi um dos artista da 11ª Documenta de Kassel.

Com a atribuição do Grande Prémio Fundação EDP Arte 2016, Artur Barrio é homenageado com uma exposição de caráter retrospectivo e antológico, com a publicação de um catálogo que constitui uma importante referência historiográfica e bibliográfica, bem como com prêmio em dinheiro no valor de 50 mil euros.

A obra de Barrio explora o efêmero e o transitório, interessando-se pelos efeitos simbólicos e pela aparição de uma beleza inesperada, por meio de ações, performances, instalações e vídeos.

Barrio foi escolhido por um júri composto por nomes internacionais ligados as artes, entre os quais Hans Ulrich Obrist, da Serpentine Gallery, em Londres, Suzanne Cotter, a diretora do Museu de Serralves, Chus Martínez, diretora do Instituto de Arte de Basileia, Pedro Gadanho, diretor do MAAT e Antônio Mexia, presidente executivo da EDP.

O Grande Prémio Fundação EDP Arte, criado em 2000, é uma iniciativa trienal que pretende consagrar artistas plásticos de nacionalidade portuguesa, com carreira consolidada e historicamente relevante, cujo trabalho contribui para afirmar e fundamentar as tendências estéticas contemporâneas.

Itaú Cultural lança programa de pesquisa em economia da Cultura +

O Itaú Cultural anuncia a criação do programa Observatório Itaú Cultural de Pesquisa em Economia da Cultura 2017, dedicado a fomentar a produção de reflexões sobre o setor cultural e a compartilhar as experiências e os conhecimentos resultantes. De abrangência internacional, o programa premiará projetos ligados a universidades ou centros de pesquisa no Brasil e no exterior com objetivo de reunir estudos da economia da cultura em vários aspectos, como sistemas de informação, indicadores, financiamento, internacionalização, mercado de trabalho, demanda e desenvolvimento territorial. Serão contemplados até dez projetos, abrangendo duas carteiras: Pesquisa em Andamento, voltada para o incentivo a projetos de pesquisa (o contemplado receberá apoio financeiro no valor máximo de R$24 mil); e Pesquisa Concluída, voltada para a divulgação de pesquisas, monografias, dissertações, teses, análises e estudos comparados cujo tema esteja relacionado ao campo amplo da economia da cultura (cada autor do trabalho concluído contemplado será oferecido apoio financeiro no valor de 5 mil, 10 mil ou 15 mil reais, proporcionalmente ao tempo, à metodologia e à complexidade de realização da pesquisa). As inscrições podem ser feitas entre 13/03/17 a 30/04/17. Mais informações no link http://migre.me/vYy3D .

Mostra reúne obras inéditas de Botticelli nos EUA +

A exposição “Botticelli and the Search for the Divine: Florentine Painting between the Medici and the Bonfires of the Vanities”, do mestre italiano Sandro Botticelli (1445-1510), ocorre no Muscarelle Museum of Art, no Estado de Virginia, nos Estados Unidos, de 11/02/17 a 14/05/17, e segue para o Museum of Fine Arts de Boston, de 15/04/17 a 09/07/17. São 16 obras. Entre os destaques estão duas representações isoladas da Vênus, pinturas inéditas nos Estados Unidos. Há ainda obras de outros ícones do Renascimento, como Filippo Lippi, Filippino Lippi e Antonio del Pollaiuolo.

Pinacoteca de São Paulo ganha complexo arquitetônico +

A Pinacoteca do Estado de São Paulo oficializou em 25/01/17 a conquista do complexo arquitetônico onde funcionará a partir de 2018 a Pina Contemporânea, terceiro edifício da instituição voltado a exposições de obras das últimas décadas. A diretoria e o conselho da Pinacoteca estudam propostas inovadoras de ocupação para o espaço. “A ideia é que os artistas se aproximem do dia a dia do museu e que eles possam compartilhar experiências de forma inédita. Os planos são embrionários e estamos muito felizes com essa conquista”, disse Tadeu Chiarelli, diretor geral da instituição.
"Os museus funcionam com planejamento a longo prazo e, nesse sentido, a expansão da Pinacoteca para esse novo edifício é um projeto que geminamos agora para colher os benefícios mais adiante. É um passo importante na ampliação das possibilidades de acesso do público", afirma o Secretário da Cultura do Estado de São Paulo, José Roberto Sadek.
O novo espaço fica a 50m do edifício da Pinacoteca, na av. Tiradentes, esquina com a r. Ribeiro de Lima, em um terreno dentro do Parque da Luz cedido pelo Governo do Estado de São Paulo e que sediou até 2014 o Grupo Escolar Prudente de Moraes.
Tem cerca de 7 mil m², com 3.200 m² de área construída. O primeiro edifício que abrigou a escola foi projetado pelo Escritório Ramos de Azevedo, o mesmo que projetou os outros dois espaços da Pinacoteca. Incendiado em 1930, foi substituído, no ano de 1950, por um edifício projetado por Hélio Duarte, importante arquiteto modernista.
A expectativa é que a reforma do espaço, que não contempla nesse primeiro momento uma grande intervenção arquitetônica no complexo, comece ainda no primeiro semestre deste ano e que ele seja inaugurado em 2018. Para isso, devem ser investidos cerca de R$ 5 milhões, captados junto à iniciativa privada.

Tadeu Chiarelli coordena a primeira edição da BienalSur +

Tadeu Chiarelli (curador, professor da Universidade de São Paulo e diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo) é o assessor de coordenação da primeira edição da BienalSur, com estreia simultânea em 28 países no último trimestre deste ano. O evento multidisciplinar tem como objetivo criar uma rede de instituições culturais e universidades para a produção não somente de mostras, mas também de material de reflexão sobre o presente e o futuro da criação artística.

CPC-USP celebra os 130 anos do nascimento de Dona Yayá +

Por ocasião dos 130 anos do nascimento de Sebastiana de Mello Freire, a Dona Yayá, completados no dia 21 de janeiro, o CPC-USP (Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo) oferece uma programação especial que reúne diferentes manifestações artísticas inspiradas na sua história.
Dona Yayá foi diagnosticada aos 30 anos como portadora de desequilíbrio mental e declarada incapaz de gerir a fortuna da qual era única herdeira. Desde então, por recomendações médicas, viveu reclusa na casa da Rua Major Diogo até sua morte, em 1961. A trágica vida dela ainda hoje instiga a curiosidade e a imaginação e é parte da história do bairro da Bela Vista.
A Casa de Dona Yayá é sede do CPC-USP desde 2004. Ela foi transferida em 1969 como herança vacante à USP, passando, ao longo das últimas décadas, por cuidadosos trabalhos de conservação e restauro. Foi tombada pelo Estado de São Paulo, em 1998, e pelo Município, em 2002.

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Programação

Exposição “Yayá, Um Lugar de Memória”.
De 22/01/17 a 19/02/17.
Seg. a sex., das 9h às 17h.

22/01/17, às 11h
Dança contemporânea
Emaranhado – Núcleo Pedro Costa Cia. de Dança
Fragmento do espetáculo "Emaranhado”, criado em 2014, que retrata a história do Bixiga por meio da dança, em uma referência às várias identidades culturais e personagens que compõem o cenário do bairro, como Dona Yayá.

31/01/17, às 19h
Mesa-redonda
Profa. Marly Rodrigues, União de Mulheres e CPC-USP

05/02/17, às 11h
Música
Prelúdio da Solidão – Juliana Amaral e Gustavo Sarzi
Espetáculo concebido especialmente para o CPC-USP em 2013, inspirado na Casa de Dona Yayá, este pequeno concerto de voz e piano tem como mote a solidão. Após circular por alguns pequenos teatros de São Paulo, agora retorna renovado.

07/02/17, às 20h
Teatro
Yayá – Cia de Teatro Humanoide
Duas histórias se fundem neste espetáculo para falar sobre a alma feminina e a loucura como escape às fatalidades das tragédias humanas: a de Dona Yayá e o conto de fadas “Sapatinhos Vermelhos”, sobre uma pobre menina órfã.

14/02/17, às 19h
Videoperformance - Conversa com a artista – “O Banho” – Marta Soares
A artista apresenta sua instalação coreográfica “O Banho” (Prêmio APCA 2004), que utiliza elementos de dança, performance e vídeo para refletir sobre questões como isolamento, sanidade, morte, num ritual de limpeza e cura.

19/02/17, às 10h - Bloco carnavalesco
Bloco da Dona Yayá - Yayartes
Bloco organizado pela União de Mulheres de São Paulo que há mais de 15 anos sai às ruas do Bixiga na semana que antecede ao Carnaval. A concentração é na Rua Coração da Europa, 1395, e o trajeto termina na Casa de Dona Yayá, numa homenagem à memória dessa figura feminina.

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Casa de Dona Yayá - São Paulo (SP)
Bela Vista: r. Major Diogo, 353, tels. (11) 2648-1501 / 1502.

Bienal do Mercosul anuncia curador, novo presidente e datas de sua 11ª edição +

A Bienal do Mercosul, que tradicionalmente ocorre nos anos ímpares, confirmou o adiamento da sua 11ª edição para 2018. O anuncio foi feito em uma coletiva de imprensa realizada em 15/12/16, em Porto Alegre (RS), onde a Fundação anunciou também Gilberto Schwartsmann como presidente da próxima gestão e Alfons Hug como curador geral da edição, que terá como título “O Triângulo do Atlântico”.
Adiada por efeitos da crise econômica que assola o Brasil, a 11ª edição da Bienal do Mercusul vai ocorrer entre 05/04 e 04/06/18 em espaços culturais da capital gaúcha, como no MARGS, o MAC-RS e no Santander Cultural, além de ocupar espaços públicos.
O crítico de arte e curador Alfons Hug, que já atuou nas Bienais de Veneza, São Paulo, Curitiba, Montevideo, Dakar e na Bienal do Fim do Mundo (no sul da Argentina), comentou que o projeto da mostra fundamenta-se nas influências culturais dos três vértices históricos da América Latina - as matrizes europeia, americana e africana.
Gilberto Schwartsmann, presidente da gestão, declarou que a 11ª Bienal vai trabalhar com um valor orçamentário inicial de R$ 3 Milhões: "um orçamento modesto, porém, realista. Se houver a confirmação de fundos extras no decorrer da captação de recursos, poderemos expandir alguns componentes da Bienal e ampliar o orçamento".
Outro ponto dessa edição será o aprofundamento das discussões dos conteúdos programáticos da 11ª Bienal em áreas afins do conhecimento, como por exemplo, a criação de uma programação musical ou literário com base na temática “O Triângulo do Atlântico” e seus desdobramentos na música e na literatura contemporâneas. "Uma vez que um dos vértices do projeto é a contribuição artística do continente Africano à arte contemporânea, o tema 'arte africana contemporânea' será trabalhado em maior profundidade em seminários, palestras e debates", explica Schwartsmann.