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Artista Julião Sarmento cede coleção particular a novo centro de arte em Lisboa +

O artista e colecionador Julião Sarmento assinou nesta segunda-feira (29/5) um protocolo para ceder a sua coleção pessoal ao Pavilhão Azul, um novo Centro de Arte Contemporânea, pertencente a Câmara Municipal de Lisboa (CML), que inaugura no início de 2018.

De acordo com a CML, o protocolo com a autarquia é assinado pelo presidente, Fernando Medina, e pelo artista plástico, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

Conhecido como Pavilhão Azul, o edifício, localizado na avenida da Índia, próximo do Centro Cultural de Belém, é propriedade da Câmara Municipal de Lisboa. O protocolo visa a recuperação e devolução à cidade para acolher a coleção de reconhecida qualidade e diversidade, que ficará em depósito no período definido.

Em 2015, Julião Sarmento, 69 anos, um dos mais reconhecidos artistas portugueses, apresentou a exposição “Afinidades Eletivas”, com curadoria de Delfim Sardo, repartida entre o Museu da Eletricidade e a Fundação Carmona e Costa, também em Lisboa. A exposição mostrou 300 obras de uma centena de artistas da coleção particular de Julião Sarmento, menos de metade da coleção total.

“Não sou um colecionador. Sou um artista que junta coisas. Comecei no liceu, com um desenho que troquei com o João Maria Mendes, o meu maior amigo naquele tempo, e que desenhava muito bem”, disse Julião Sarmento, na altura, aos jornalistas, numa visita guiada à mostra.
A coleção privada do artista reúne obras em pintura, objetos, instalações, vídeos e esculturas de artistas portugueses e estrangeiros, que Julião Sarmento conheceu, com quem fez amizade ou conviveu, em algum momento da vida, e com quem trocou por peças da sua autoria, ou que lhe foram oferecidas.

Criada ao longo de mais três décadas, a coleção inclui obras de Joaquim Rodrigo, de quem Sarmento foi assistente, um retrato do artista feito por Miguel Barceló, que possui também o próprio retrato, criado pelo autor português.

Outros portugueses cruzaram a vida de Sarmento. De Álvaro Lapa a sua coleção inclui “Que horas são que horas (Os deuses antigos)”, de 1974, de Eduardo Batarda, “Thumbnails e Modelos”, de 2013, de Jorge Molder, “Mão tem de me dizer seja o que for”, de 2011, de Rui Chafes, “Vertigem V”, de 1988-1989, de Rui Sanches, “Julisa”, de 1996, de Fernando Calhau, seis peças em placas de aço quinado, de 1991.

Artistas estrangeiros também estão incluídos na coleção privada de Sarmento, como “Committee” (2000), de Andy Warhol, uma peça “sem título”, de Cindy Sherman (1990-1991), “Jimmy Paulette on David's bike” (1991), de Nan Goldin, “Monocromo Japonês” (2000), da brasileira Adriana Varejão, ou “Dragon Head 6” (1989), de Marina Abramovic.
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Informações do site do jornal português “Expresso” (www.expresso.sapo.pt) em 29/05/17.

Blau Projects anuncia os selecionados da 4ª edição projeto C.LAB Mercosul +

A Galeria Blau Projects anuncia os selecionados para a quarta edição do projeto C.LAB Mercosul, edital anual voltado a estimular e incentivar a arte contemporânea latino-americana através de jovens curadores. Os selecionados desta edição são a curadora argentina Maria Alejandra Gatti, com o projeto “Desarticulaciones”, e o brasileiro Ícaro Ferraz Vidal, com “Gramáticas Infames do Medo”. Os dois receberão um aporte financeiro de R$15 mil para produção de suas exposições, que irão acontecer de 01/06 a 01/08/17; e 01/12/17 a 01/03/18, respectivamente em São Paulo.

Os projetos foram avaliados e selecionados por uma comissão independente composta pelo curador brasileiro Mario Gioia, o curador colombiano Santiago Rueda e a argentina Mariana Rodriguez Iglesias. Os critérios de seleção incluem relevância no panorama da produção artística contemporânea, conexões e intercâmbios entre artistas que vivem e/ou trabalham na América Latina.
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Mais informações:
Blau Projects
Vila Madalena: r. Fradique Coutinho, 1.464 – Fundos. São Paulo.
Telefone (11) 3467-8819 | 3467-8801
www.blauprojects.com/clab

Secretaria da Cultura do Paraná lança o programa de incentivo DiversidArte +

A Secretaria de Estado da Cultura do Paraná lançou o programa DiversidArte, que tem por objetivo incentivar e promover ações afirmativas e inclusivas, que contribuam para o fim de todo tipo de discriminação. O evento que apresentou o projeto ocorreu no Teatro São João, na Lapa (PR).

O dever de reconhecer e valorizar grupos de culturas populares, imigrantes e discriminados, como a população negra, povos de terreiro, ciganos, indígenas, quilombolas, faxinalenses, LGBTs, movimentos de rua e idosos, contribui para a defesa das identidades e saberes desses, assim garantir seu fortalecimento e sua inserção nas políticas públicas culturais, viabilizando a criação, a produção, a difusão e a fruição cultural.


Entre as atividades já programadas, o Plano Estadual de Cultura do Paraná (PEC-PR) visa a participação em diferentes conselhos de proteção e defesa de direitos, como as ações que integram o DiversidArte: Mês da Mulher, Mês do Índio, Mês da Consciência Negra, MON para todos, Seção Braille da Biblioteca Pública do Paraná, Curso de Libras no Museu Paranaense, Arte para maiores, Sessão Sabedoria, Teatro Guaíra para todos, Exposição Gilda sem Limites, Exposição Incluídos, Exposição Negros no Paraná.

Concretos e neoconcretos ganham mostras em Nova York +

Lygia Pape, Lygia Clark, Hélio Oiticica, Judith Lauand e o grupo carioca Frente invadem Nova York nos próximos meses. A retrospectiva “Lygia Pape - A Multitude of Forms” fica em cartaz no Metropolitan Breuer, até 23/7. A galeria Luhring Augustine mantém a antologia “Lygia Clark - Modulated Space” em cartaz até 17/6. Dois dias antes do encerramento, em 15/6, a Driscoll Babcock Galleries realiza sua segunda mostra individual de Judith Lauand, novamente com curadoria de Aliza Edelman. A primeira mostra foi em 2015. O grupo carioca Frente, liderado por Ivan Serpa, ganha mostra na Galerie Lelong entre 22/6 e 5/8. Além de obras de Serpa, serão apresentados trabalhos de João José Silva Costa, Rubem Ludolf, Aluísio Carvão, Décio Vieira e outros. Em 14/7, chega ao Whitney Museum a mostra retrospectiva “Helio Oiticica: To Organize Delirium”, que já passou por Pittsburgh e Chicago. A mostra ficará em cartaz até 1/10.

Renan Marcondes, Vivian Cacuri e brasileiros no exterior +


O Centro para os Assuntos de Arte e Arquitetura (CAAA), localizado em Guimarães (Portugal), recebe entre 29/4 e 3/6/17 a mostra “O Que o Corpo Abriga”, de Renan Marcondes. Curadoria de Paulo Aureliano da Mata e Tales Frey. www.centroaaa.org
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Vivian Cacuri (Galeria Leme) participa da mostra “The Future Generation Art Prize”, em cartaz no Palazzo Contarini Polignac Dorsoduro, em Veneza, entre 12/5 e 13/8/17. A artista participa também da feira ArteBA, em Buenos Aires, entre 24 e 27/5, com o projeto “Dixit”, em parceria com Arto Lindsay.
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Jaime Lauriano (Galeria Leme) participa da mostra “Welt Kompakt?”, no Museum Quartier, em Viena (Áustria), entre 21/6 e 3/9/17.
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A galeria da Cité Internationel des Arts, em Paris, inaugura em 31/5 mostra “Tender Constructions”, de Carolina Ponte e Pedro Varela, ambos da Galeria Zipper. Carolina, artista residente na instituição, exibe desenhos elaborados por arabescos e ornamentos; Pedro exibe paisagens urbanas utópicas e florestas lisérgicas.
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A mineira Janaina Mello Landini (Galeria Zipper) participa a partir de 16/5 da Textile Biennial de Rijswilk, na Holanda. Na Itália, a artista realiza individual na Galleria Macca, em Cagliari, a partir de 25/5. Nas duas mostras, exibe obras da série “Ciclotramas”.
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O centro cultural da Fundação Brasilea, na Basiléia (Suíça) recebe a partir de 12/5 a individual “O Estrangeiro”, do artista carioca Arjan (A Gentil Carioca). A mostra fica em cartaz até 18/6/17.
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A artista Regina Silveira (Galeria Luciana Brito) participa com a obra “Touch” da mostera “Planet 9”, no Kunsthalle Darmstat, na Alemanha. A mostra fica em cartaz entre 30/5 e 27/8/17.
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O artista alagoano-pernambucano Jonathas de Andrade (Galeria Vermelho) realiza a mostra “Greater Than the Sum” no The David Roberts Art Foundation Limited (DRAFT), em Londres, entre 5/5 e 29/7/17. Jonathas foi selecionado ainda para a Sharjah Biennial 13, nos Emirados Árabes, entre 10/3 e 12/6. O artista está ainda em cartaz desde março em mostra coletiva no MoMA de Nova York com seu filme “Levante”, recentemente adquirido pela instituição. “Unfinished Conversations: New Work from the Collection” acontece entre 10/3 e 30/7 e apresenta ainda obras de John Akomfrah, Anna Boghiguian, Samuel Fosso, Iman Issa, Cameron Rowland, Wolfgang Tillmans, Kara Walker, Lynette Yiadom-Boakye e outros. Ainda nos EUA, Jonatas de Andrade apresenta o filme “O Peixe” (visto na última Bienal de São Paulo), no New Museum (www.newmuseum.org). E junto com Eduardo Srur e Marcelo Moschetta, o artista está na coletiva “Aqua - Les Artistes Contemporains et l’Enjeu de l’Eau”, uma curadoria de Adelina Von Fürstenberg para o projeto Art for the World. A mostra acontece entre 22/3 e 2/7 no Château de Penthes, na Île Rousseau, em Pregny-Chambésy, em Genebra, na Suíça.
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A paulistana Carla Zaccagnini (Galeria Vermelho) realiza a mostra “I am Also Stepping on Wet Sand” no SixthyEight Art Institute, em Copenhague, na Dinamarca, entre 5/5 e 10/6/17.
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Sonia Gomes (Mendes Wood DM) e A.R. Penck realizam mostra conjunta nas sedes da galeria paulistana em Nova York e também na Michael Werner Gallery entre 2/5 e 29/6.

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Clarissa Tossin (Galeria Luisa Strina) participa da coletiva “99 Cents or Less”, com curadoria de Jens Hoffmann, no Museum of Contemporary Art, em Detroit (EUA), entre 19/5 e 6/8/17.
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O paraense radicado em Londres Tonico Lemos Auad (Galeria Luisa Strina) participa da mostra coletiva “Loose Threads” em Bath, na Inglaterra, entre 7/5 e 3/6/17. Tonico participa também da mostra “Tamawuj - Bienal de Sharjah 13”, na Sharjah Art Foundation, nos Emirados Árabes Unidos, entre 10/3 e 12/6. Curadoria de Christine Tohme.
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A artista carioca radicada em Nova York Bia Monteiro apresenta entre 20/5 e 3/6, na mostra “Linhas Modernas”, 17 obras com influência da arquitetura moderna brasileira na Gallery Kitai, em Tóquio. www.kitaikikaku.co.jp/top
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A artista Karla Caprali participa da mostra “Woman Behind the Threads”, que acontece na Bossa Gallery, em Miami, com curadoria da galerista Liliana Beltran. A mostra conta ainda com a participação de Aurora Molina, Marina Font e Patricia Schnall Gutierrez e fica em cartaz de 27/4 a 2/6.
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A fotógrafa Claudia Andujar e a dupla de artistas multimídia Gisela Motta
e Leandro Lima, ambos da Galeria Vermelho, participam da mostra “Amazonie - Le Chamane et la Pensée de la Forêt”, que acontece no Muséum of Pointe-à-Callière, em Montreal, no Canadá, entre 20/4 e 22/10/17.
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A galeria paulistana Mendes Wood DM Brussels inicia suas atividades na Bélgica em 18/4 com a mostra “Neither”, uma curadoria de Fernanda Brenner com obras de Adriano Costa, Alexandre da Cunha, Ana Mazzei, Anna Zacharoff, Christina Mackie, Christodoulos Panayiotou, Cibelle Cavalli Bastos, Dan Coopey, Daniel Steegmann Mangrané, Dominique Gonzalez-Foerster & Manuel Raeder, Dries van Noten, Djordje Ozbolt, Erika Verzutti, f.marquespenteado, Fernando Ortega, Francesco João Scavarda, Franz West, Giulio Delvè, Hamza Halloubi, James Ensor, Jason Dodge, Joëlle Tuerlinckx, Kasper Bosmans, Katinka Bock, Lawrence Weiner, Laurent Dupont, Lucas Arruda, Luiz Roque, Mariana Castillo Deball, Matthew Lutz-Kinoy, Mauro Restiffe, Meriç Algün Ringborg, Michael Dean, Nick Mauss, Nicolas Deshayes, Nina Canell, Otobong Nkanga, Paloma Bosquê, Patricia Leite, Paul Sietsema, Rineke Dijkstra, Robert Janitz, Rodrigo Hernández, Rosemarie Trockel, Runo Lagomarsino e Sonia Gomes. A galeria fica no 13 Rue des Sablons / Zavelstraat, em Bruxelas.
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A carioca Rosângela Rennó (Galeria Vermelho) participa da coletiva “Autophoto”, em cartaz na Fondation Cartier pu l'Art Contemporain, em Paris, entre 20/4 e 24/9/17.
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A mineira Marilá Dardot (Galeria Vermelho) realiza a individual “En el Silencio Nunca Hay Silencio” no Jardín Ochil, em Mérida, no México, a partir de 22/4.
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Lucas Simões, da Luciana Caravello Galeria de Arte (Rio de Janeiro), apresenta a individual “White Lies” na galeria Lora Reynolds, em Austin, no Texas. Fazem parte da exposição esculturas da série “Abismo”, bem como uma nova série composta por seis obras em forma de coluna, em concreto e papel. “White Lies” fica em cartaz até 27/5/17.
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Geraldo de Barros e Waldemar Cordeiro protagonizam a mostra “The Revolution is Dead. Long Live the Revolution!”, em cartaz no Zentrum Paul Klee e no Kunstmuseum Bern, em Berna, na Suíça, de 13/4 a 9/7. A curadoria é de Bühler, Michael Baumgartner e Fabienne Eggelhöfer.
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O carioca Jarbas Lopes (A Gentil Carioca) participa da mostra “Boa Sorte”, em cartaz no FORUM - Fundacao Eugenio de Almeida, em Évora (Portugal), entre 6/5 e 1/10/17. A curadoria é de Elfi Turpin e Filipa Oliveira.
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O carioca João Modé participa da mostra “Bahar - The Istanbul Off-Site Project for Sharjah Biennial 13”, na Turquia, com curadoria de Abud Efendi Mansion, entre 13/5 e 10/6. www.sharjahart.org
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A carioca Maria Laet participa da mostra “La Vie Aquatique”, uma curadoria de Sandra Patron em cartaz no Musée Régional d’Art Contemporain em Sérignan (França), até 7/6/17.
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A mostra Retrospectiva “Lygia Pape - A Multitude of Forms” é a primeira exposição monográfica dedicada à artista brasileira Lygia Pape (1927-2004) nos EUA. Figura significante no desenvolvimento da arte moderna brasileira, Pape combinou abstração geométrica com noções de corpo, tempo e espaço de formas únicas que transformaram radicalmente a natureza do objeto de arte no final dos anos 1950 e início dos anos 1960. Abrangendo uma carreira prolífica e inclassificável que se estendeu por cinco décadas, esta exposição examina a obra extraordinariamente rica de Pape que se manifesta através de meios variados – desde escultura, gravura e pintura até instalação, fotografia, performance e cinema. Em cartaz no Metropolitan Breuer, em Nova York, entre 21/3 e 23/7.
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O artista mineiro Pedro Motta (Galeria Luisa Strina) foi selecionado para a mostra “Soulèvements”, com curadoria de Georges Didi-Huberman, no Museu Nacional d’Art de Catalunha, em Barcelona, na Espanha, entre 23/3 e 25/6/17.
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Clara Ianni (Galeria Vermelho) participa da mostra coletiva “Utopia/Dustopia”, no Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT), em Lisboa, entre 21/3 e 14/8/17.
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Marcelo Cidade (Galeria Vermelho) participa da mostra coletiva “Monumentos, Anti-Monumentos y Nueva Escultura Pública”, no Museo de Arte de Zapopan (MAZ), em Zapopan, no México, entre 30/3 e 30/7/17.
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A dupla de artistas Dias & Riedweg (Galeria Vermelho) participam da mostra “Von Früh bis Spät - Bildes des Alltags aus der Sammlung”, em Luzerna, na Suíça, entre 4/3 e 31/5. Participam ainda da mostra “El Borde de una Herida - Migración, Exilio y Colonialidad en el Estrecho”, que acontece no CentroCentro, em Madri (Espanha), entre 15/2 e 4/6.
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A mostra “Claudia Andujar. Tomorrow Must Not Be Yesterday” fica em cartaz no
Museum für Moderne Kunst, em Frankfurt, na Alemanha, entre 18/2 e 25/6.
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Sonia Gomes (Mendes Wood DM) e Rivane Neuenschwander (Fortes D’Aloia & Gabriel) participam da mostra coletiva “Entangled: Threads & Making”, no espaço Turner Contemporary, em Margate, no Reino Unido, até 7/5. A mostra tem curadoria de Karen Wright e conta ainda com obras de Anni Albers, Caroline Achaintre, Ghada Amer, Paola Anziché, Hrafnhildur Arnardóttir / Shoplifter, Phyllida Barlow, Marion Baruch, Karla Black, Margrét H Blöndal, Regina Bogat, Louise Bourgeois, Geta Brătescu, Sonia Delaunay, Ximena Garrido-Lecca, Eva Hesse, Ann Cathrin November Høibo, Laura Ford, Mona Hatoum, Marianne Heske, Sheila Hicks, Susan Hiller, Maureen Hodge, Christiane Löhr, Kate MccGwire, Annette Messager, Lucy + Jorge Orta, Arna Óttarsdottir, Sidsel Paaske, Maria Papadimitriou, Anna Ray, Maria Roosen, Ursula von Rydingsvard,; Hannah Ryggen, Betye Saar, Judith Scott, Samara Scott, Kiki Smith, Aiko Tezuka, Rosemarie Trockel, Tatiana Trouvé, Frances Upritchard e Joana Vasconcelos.
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Jac Leirner (Fortes D’Aloia & Gabriel) realiza a mostra individual “Institutional Ghost” no Irish Museum of Modern Art, em Dublin (Irlanda) até 5/6.
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Tamar Guimarães (Fortes D’Aloia & Gabriel) divide com o dinamarquês Kasper Akhoj a obraa “A Minor History of Trembling Matter”, em cartaz entre 18/2 e 18/6, na Albright-Knox Art gallery, em Buffalo (EUA). A obra trata de uma pesquisa realizada pelos artistas na cidade de Palmelo, no interior de Goiás, considerada a Capital do Espiritismo no Brasil, visto que metade de seus habitantes são adeptos da religião. Ainda este ano a obra será apresentada no Los Angeles County Museum como parte da mostra Pacific Standard Time: LA/LA. Os dois artistas participam ainda da mostra “Black Box”, em cartaz no The Baltimore Museum of Art entre 8/2 e 11/6. A curadoria é de Kristen Hileman.
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Rivane Neuenschwander, Hélio Oiticica, Detanico Lain e Cinthia Marcelle participam da mostra coletiva “Punto de Partida. Colección Isabel y Agustín Coppel”, em cartaz até 11/6 na Fundación Banco Santander, em Madri. A curadoria é de Magnolia de la Garza e Patrick Charpenel, que partem da idéia de mestiçagem para realizar uma leitura da arte contemporânea mundial. A mostra traz 120 obras de 57 artistas, como Jimmie Durham, Superflex, Abraham Cruzvillegas, Alighiero Boetti, Ulises Carrión, Gabriel Orozco, Mario García Torres, Leonor Antunes, Gary Hill, Pierre Huyghe, Wolfgang Tillmans, Marcel Broodthaers, Bruce Nauman e Cindy Sherman.
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A artista carioca Maria Nepomuceno participa da mostra “Afetosintesys”, no Stavanger Art Museum, em Stavanger, na Noruega, entre 17/3 e 28/5. www. museumstavanger.no
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A artista mineira radicada no Rio de Janeiro Laura Lima participa da mostra “Illusion and Revelation”, curadoria de Ernst Caramelle, em cartaz no Bonnefanten Museum, em Maastricht, na Holanda, até 27/11/17. www.bonnefantren.nl

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O fotógrafo paraense Guy Veloso (Escritório de Arte Rosa Barbosa) foi convidado com seu projeto “Penitentes: Dos Ritos de Sangue à Fascinação do Fim do Mundo” para a Bienal de las Américas, em Denver, no Colorado (EUA), em junho de 2017. Trata-se de um trabalho de cunho antropológico de Veloso, que retrata grupos laicos de Encomendadores das Almas (Penitentes), que durante certas épocas do ano, saem noite adentro rezando pelos “espíritos sofredores”, geralmente cobrindo rostos com panos ou capuzes, em alguns casos mais dramáticos, praticando autoflagelação. Curadoria de Maluca Salazar.
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A Rubell Family Collection – Contemporary Art Foundation, em Miami, apresenta a mostra “New Shamans - Novos Xamãs: Brazilian Artists” até 25/8/17. A mostra apresenta obras nas mais diversas mídias dos artistas AVAF, Lucas Arruda, Thiago Martins de Melo, Sonia Gomes, Andre Komatsu, Daniel Steegmann Mangrané, Paulo Nazareth, Maria Nepomuceno, Solange Pessoa, Paulo Nimer Pjota, Marina Rheingantz, Eli Sudbrack e Erika Verzutti.

The National Gallery of Canada recebe doação avaliada em 12 milhões de dólares +

A The National Gallery of Canada ganhou nesta terça, 09/05/17, uma coleção com 197 obras de arte, avaliada em cerca de 12 milhões de dólares. O anuncio foi feito pelo colecionador e doador Bob Rennie na abertura da Bienal de Veneza em comemoração aos 150 anos do Canadá, como um presente à nação.
A coleção reúne trabalhos de alguns dos maiores nomes da arte contemporânea daquele país, além de artistas de grande renome internacional, como a colombiana Doris Salcedo, e os canadenses Brian Jungen, Damian Moppett, Rodney Graham, Ian Wallace e Geoffrey Farmer, que representa o país nesta 57ª edição da Bienal de Veneza.
Em forma de agradecimento ao gesto generoso, a The National Gallery of Canada vai nomear uma de suas salas como o nome de do colecionador, onde vai exibir obras de artistas contemporâneos.
"Há alguns anos, queremos dar um presente da nossa coleção para o Canadá, para a nação. Com as celebrações do 150º aniversário do país decidimos que este era o momento para fazê-lo”, disse Bob Rennie. “Uma das missões da Coleção Rennie é abranger a carreira de artistas com profundidade. O trabalho de Ian Wallace em nossa coleção é um excelente exemplo disso, e foi importante para garantir que seu corpo de trabalho permanecesse junto. Além disso, reconhecer a seleção deste ano de Geoffrey Farmer para representar o Canadá na Bienal de Venezia nos deixa muito felizes”, completou ele.
Bob Rennie é um comerciante do setor imobiliário e diretor da Fundação Rennie. Ele é um ex-presidente do Comitê de Aquisições da América do Norte da Tate Modern e membro do Conselho Internacional Tate e do Conselho de Curadores do Instituto de Arte de Chicago. Ele também faz parte do Conselho Consultivo da British Columbia. Em 2008, Bob foi reconhecido com um doutorado honorário pela Universidade Emily Carr, e em 2014 foi nomeado para a Ordem da Colúmbia Britânica por sua distinta liderança e excepcional dedicação ao fortalecimento e aperfeiçoamento das artes e da cultura na Colúmbia Britânica.
A Coleção Rennie é uma das maiores coleções de arte contemporânea do Canadá, tem evoluído ao longo de vários anos para se concentrar em trabalhos que abordam questões de identidade, comentários sociais, injustiça e os desafios da apropriação, da pintura, da fotografia e do cinema.

Homenageando Leonilson, 18º Prêmio Arte na Escola Cidadã recebe inscrições +

O Prêmio Arte na Escola Cidadã, realizado pelo Instituto Arte na Escola por meio da Lei de Incentivo à Cultura, recebe inscrições até 28/05/17, através do link: www.artenaescola.org.br/premio. Podem se inscrever professores de arte de todo o território nacional. Todos os inscritos receberão um material com proposta educativa a partir da obra "Puros e Duros" (1991), de Leonilson, artista homenageado nesta 18ª edição do Prêmio.
São cinco categorias de premiação: Educação Infantil, Ensino Fundamental 1, Ensino Fundamental 2, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA). Os participantes devem desenvolvido projetos em Artes Visuais, Dança, Música ou Teatro, entre 2015 e maio de 2017, em escolas de ensino regular, públicas ou particulares.
Os professores premiados recebem R$ 10 mil, publicações e certificado, além de participarem da cerimônia de premiação e de vivências culturais na cidade de São Paulo. As escolas nas quais os projetos foram desenvolvidos também recebem prêmios, como equipamentos e publicações para a biblioteca.
Cada professor vencedor tem ainda seu projeto registrado em um documentário produzido pelo Instituto Arte na Escola. Após a cerimônia de premiação, os cinco documentários produzidos se desdobram em materiais de formação para outros professores de Artes.
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Mais informações: www.artenaescola.org.br/premio

Semana de Museus chega à sua 15ª edição com cerca de mil museus participantes' +

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) promove entre 15 e 21/05/17 a 15ª edição da Semana de Museus em comemoração ao Dia Internacional de Museus (18/05), em 485 municípios de todo o país. Sob o tema “Museus e Histórias Controversas: Dizer o Indizível em Museus”, a edição conta com 1070 museus que participam de 3 mil atividades, entre exposições, mesas-redondas, visitas guiadas, exibição de filmes e oficinas. Anualmente, a discussão a trabalhar o tema durante a Semana de Museus ampliou, dado objetivo de promover, divulgar e valorizar os museus brasileiros, aumentar seu público visitante e intensificar a relação dos museus com a sociedade.
Este ano, o Ibram disponibiliza a programação da Semana em formato de busca rápida, que permite ao usuário encontrar atividades por estado, cidade, museu ou palavra-chave, além de endereço da instituição assim como os contatos de telefone e e-mail. Acesse pelo link www.guiadaprogramacao.museus.gov.br

Após a Semana de Museus ocorre o 7º Fórum Nacional de Museus, entre 30/05/17 e 03/06/17, em Porto Alegre (RS). O evento bienal tem como tema a “Recomendação da Unesco sobre a Proteção e Promoção de Museus e Coleções”, documento considerado como referência para as políticas públicas nas próximas décadas, que destaca o papel dos museus e suas coleções em um processo de desenvolvimento cada vez mais sustentável. As inscrições online para todas as atividades do evento estão abertas até 26/05/17e podem ser feitas gratuitamente no link www.fnm.museus.gov.br/inscricoes. No ato de credenciamento em Porto Alegre, será solicitado 1kg de alimento não perecível que será doado a instituições da cidade.

Confira abaixo alguns destaques da programação:
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15/05 a 18/06, das 07h30 às 11h30 - Museu José Veiga (Ibicuí – Bahia)
Exposição - resgatando as histórias contadas e narradas no Museu José Veiga de modo a buscar um novo olhar nas entrelinhas do passado e na comprovação com o presente.
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19/05, das 14h às 16h - Canto das Memórias Mestre Zé Negão (Camaragibe – Pernambuco)
Ação Educativa - Roda de diálogos com a Mestra Fátima, que partilhará suas memórias e vivências enquanto mestra do bordado e da costura.
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16/05 a 19/05, das 07h às 16h - Museu do Escravo (Belo Vale – Minas Gerais)
Ação Educativa - Projeto O Indizível da Escravidão: contempla alunos dos 6º anos da Rede Estadual de Ensino e discute a escravidão no Brasil, um assunto pouco ou não abordado nas escolas ou no cotidiano.
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20/05 a 21/05, das 13h às 17h - Museu Histórico Nacional (Rio de Janeiro – Rio de Janeiro)
Ação Educativa - Julgamentos Históricos: Figuras importantes de nossa história serão julgadas pelo júri popular (visitantes). No julgamento o dizível e o indizível balizarão as argumentações da promotoria e defesa.

-17/05 - 19h30 às 22h - Associação Museu Nacional do Calçado (Novo Hamburgo – Rio Grande do Sul).
Aula aberta - Narrativas controversas nos Museus e nos Monumentos: entre o dito e o “não dito”. Evento realizado em parceria com o Museu e os cursos de História e Pedagogia da Universidade Feevale.
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16/05, das 09h às 12h - Museu da Imagem e do Som de Goiás (Goiânia – Goiás).

Audição Comentada de Discos de Vinil: Através de discos selecionados (jazz e rock) serão discutidos temas, por vezes indizíveis, como racismo e sexismo.
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Mais informações:
www.museus.gov.br/tag/15a-semana-de-museus

6º Prêmio CNI Marcantonio Vilaça anuncia artistas e curadores finalistas +

A 6ª edição do Prêmio Marcantonio Vilaça CNI Sesi Senai anunciou a lista de artistas selecionados. Os 20 artistas vão receber premiação de R$ 50 mil, cada, além de participar de exposições itinerantes entre dezembro de 2017 e dezembro de 2018, por capitais brasileiras. Na categoria Curador, o vencedor receberá o valor de R$ 25 mil. Os finalistas são: Ana Avelar (Curitiba PR), Douglas de Freitas (São Paulo, SP) e Josué Mattos (Criciúma, SC). O premiado realizará um projeto de exposição premiado nas quatro cidades que receberão a itinerância do Prêmio (Rio de Janeiro, Fortaleza, Goiânia e Porto Alegre).
Em agosto, os artistas selecionados participam de uma exposição coletiva no Museu Brasileiro da Escultura (MuBE), em São Paulo. No evento de abertura, serão conhecidos os vencedores do Prêmio (5 artistas e 1 curador).
Além de Marcus Lontra, curador do Prêmio, o júri é composto pelos críticos Cauê Alves (São Paulo, SP), Jailton Moreira (Porto Alegre, RS), Marcelo Campos (Rio de Janeiro, RJ), Moacir dos Anjos (Recife, PE), além dos vencedores de edições anteriores: o curador vencedor do 5º Prêmio Marcantonio Vilaça, Divino Sobral (Goiânia, GO) e a artista vencedora do 2º Prêmio Marcantonio Vilaça, Lucia Laguna (Rio de Janeiro, RJ).
Artistas selecionados:
Alice Miceli (RJ), Bruno Vilela (PE), Camila Soato (DF), Dalton Paula (GO), Daniel Lannes (RJ), Éder Oliveira (PA), Edith Derdyk (SP), Fernando Lindote (SC), Jaime Lauriano (SP), João Angelini (DF), João Loureiro (SP), Marcelo Moscheta (SP), Mariana Manhães (RJ), Pablo Lobato (MG), Pedro Motta (MG), Rochelle Costi (SP), Rodrigo Sassi (SP), Suzana Queiroga (RJ), Thiago Martins de Mello (MA) e Tony Camargo (PR).

Santander Cultural realiza o seminário Curadoria em Artes Visuais +

O Santander Cultural realiza entre 18/05/17 a 13/07/17 o seminário “Curadoria em Artes Visuais – um Panorama Histórico e Prospectivo”, que propõe uma reflexão sobre a prática e o pensamento curatorial no mundo contemporâneo. O programa é gratuito e ocorre às quintas-feiras, das 18h30 às 21h30, com os oito encontros de três horas de duração cada, que proporcionam um espaço de fala ampliado tanto para os palestrantes quanto para os alunos. Participam Cauê Alves, André Venzon, Mônica Hoff, Marília Panitz, Suely Rolnik, Frederico Morais, Marta Mestre, Ceres Storchi, Nico Rocha, Moacir dos Anjos e José Augusto Ribeiro. O caráter político, perspectivas educativas e dimensões históricas da curadoria contemporânea estão no programa das aulas. Organizado por Fernanda Albuquerque e Gabriela Motta. Inscrições gratuitas pelo e-mail: ecult03@santander.com.br ou pelo telefone (51) 3287 - 5941.
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Confira a programação:
18/05 – Abertura - Curadoria em diálogo – A prática curatorial e suas relações com a história da arte, a educação e os processos artísticos
Com Cauê Alves – Curadoria e história da arte;
André Venzon – Curadoria e prática artística;
Mônica Hoff – Curadoria e educação.

25/05 - Afinal, o que é curadoria?, com Marília Panitz
Um possível mapeamento da atividade na segunda metade do século XX: curadoria como organização; curadoria como sintaxe; curadoria como discurso autoral; curadoria, acompanhamento crítico e crítica; curadoria e parceria.

01/06 - O saber-do-corpo nas práticas curatoriais, com Suely Rolnik
Driblando o inconsciente colonial-capitalístico. A nova versão do capitalismo, financeirizado, passa a ter como sua principal fonte de exploração e acumulação. A figura do curador nasce neste contexto como mediador de tal negociação, do que resultam perspectivas divergentes que materializam-se em suas práticas.

08/06 - Curadoria como mediação – Sobre a dimensão educativa da prática curatorial, com Frederico Morais.
A mediação como instrumento de aproximação entre obra e espectador. A relação entre projetos educativos e projetos curatoriais. De que maneira projetos expositivos podem contribuir para a formação humanista e plural da sociedade como um todo?

22/06 - A curadoria como crítica – Imaginários institucionais e instituintes de uma prática, com Marta Mestre.
Imaginários em disputa e subjetividades em construção nas práticas críticas e curatoriais, desde os anos 1970 até hoje. Se o "institucional" se refere à sociedade e aos seus instrumentos políticos e econômicos operando de forma “harmoniosa”, o "instituinte" implica uma abertura às dinâmicas conflitivas da sociedade civil e seus diversos capitais simbólicos.

29/06 - Curadoria e percursos museográficos, com Ceres Storchi e Nico Rocha
Desenho interpretativo e desenho de exposições de arte: questões da construção de um pensamento para uma narrativa museográfica. Autoralidade, autonomia, compartilhamento e subordinação. Visualidade, raciocínio, percepção e interpretação.

06/07 - Pensamento curatorial como prática social – Curadoria em diálogo com o contexto, com Moacir dos Anjos.
De que maneira a organização de mostras de arte pode se vincular ao ambiente social e político no qual está inserida ou sobre o qual se debruça? Como proposições expositivas podem agregar ou agredir contextos sociais?

13/07 - A arte contemporânea desde a globalização, com José Augusto Ribeiro
Este encontro aborda a expansão do circuito de arte para regiões até então negligenciadas, África, América Latina, Ásia e leste europeu, a partir de 1980, e discute a posição que a arte brasileira assume nesta reconfiguração do mapa cultural do mundo.
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Santander Cultural
Centro: r. Sete de Setembro, 1.028, tel. (51) 3287-5500. Porto alegre – RS.
scultura@santander.com.br | www.santandercultural.com.br

Casa de Oswaldo Cruz prorroga inscrições de chamada pública de pintura artística +

A Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) prorroga as inscrições até 31/05/17 para chamada pública voltada a artistas interessados em realizar um painel de pintura artística inédito no edifício do Centro de Documentação em História da Saúde (CDHS), no Rio de Janeiro. Em um período de 120 dias, o projeto selecionado deverá ter como inspiração a história, memória e patrimônio das Ciências e da Saúde no Brasil e estabelecer diálogo com os acervos institucionais. Podem participar artistas brasileiros e estrangeiros maiores de 18 anos, residentes no Brasil. O valor da execução é de R$ 100 mil.
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Mais informações e inscrições pelo site www.coc.fiocruz.br

Mural Anti-Brexit criado por Banksy aparece em Dover +

O enigmático artista de rua Banksy criou um mural em Dover, sudoeste da Inglatrerra, para tratar da saída do Reino Unido da União Europeia. A obra, que retrata um pintor removendo uma das estrelas da bandeira da União Europeia, simboliza claramente a saída do Reino Unido da UE, programada para acontecer oficialmente em abril 2019.
Os representantes de Banksy confirmaram que o trabalho foi feito pelo artista, que também postou algumas imagens da obra em sua conta Instagram.
A localização do trabalho é altamente significativa. O mural apareceu durante a noite no edifício “Castle Amusements”, perto do terminal de balsas que conecta o Reino Unido com a Europa continental. Além disso, Dover está localizada em frente ao Canal de Calais, antigo local de um vasto campo de refugiados, onde Bansky criou uma série de obras no final de 2015. As obras incluem um trabalho que representa o fundador da Apple, Steve Jobs, o filho de um migrante sírio, e um outro baseado na icônica pintura do século XIX de Théodore Géricault, “Raft of the Medusa”, o qual retrata os refugiados acenando para um iate de luxo.
O momento também é relevante. O Reino Unido está se preparando para uma eleição geral em 8 de junho, convocada pela primeira-ministra Theresa May, que está buscando um mandato mais forte para enfrentar a oposição ao Brexit no Parlamento. Enquanto isso, na França, o centrista pró-UE Emmanuel Macron ganhou uma vitória esmagadora sobre o euro-cética Marine Le Pen nas eleições gerais realizadas no domingo. Le Pen prometeu realizar um referendo para a França deixar a EU se ela ganhasse.
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Com informações de matéria de Lorena Moñoz-Alonso publicada no site Artnet | 08/05/17

Art Fund Museum of the Year 2017 anuncia finalistas +

O prêmio de maior prestígio destinado a museus no Reino Unido, Art Fund Museum of the Year 2017, anuncia os cinco finalistas. O vencedor recebe o prêmio de £ 100 mil e será anunciado em uma cerimônia no British Museum em 05/07/17. Pela primeira vez, os outros museus indicados receberão £ 10 mil, em reconhecimento pelas suas realizações. Cada um desses museus teve um ano notável, com demonstrações de um verdadeiro compromisso com a inovação e experimentação de novas perspectivas de ver e compreender suas coleções.
Nos últimos seis anos, os vencedores do prêmio foram o V&A (2016), Whitworth (2015), Yorkshire Sculpture Park (2014), William Morris Gallery (2013), Royal Albert Memorial Museum (2012) e o British Museum (2011).
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Confira a lista dos museus indicados ao prêmio deste ano:

Lapworth Museum of Geology, em Birmingham

Fundado em 1880, o Lapworth é um dos principais museus geológicos do Reino Unido. O museu que reabriu recentemente, em 2016, trouxe de volta coleções científicas significativas, com 250 mil espécimes que vão desde esqueletos de dinossauros a rochas vulcânicas.

National Heritage Centre for Horseracing & Sporting Art, em Newmarket

O complexo com três atrações em uma: o National Horseracing Museum, o Fred Packard Museum e as Galerias do British Sporting Art. O projeto combina história, ciência, arte esportiva britânica e a cultura das corridas de cavalo, com estábulos restaurados e a arena recém-construída.

Sir John Soane’s Museum, em Londres

Projetado pelo grande arquiteto neo-classical Sir John Soane (1753-1837), foi doado à nação após sua morte, de acordo com seus desejos como uma “academia das artes”, que tem recebido visitantes gratuitamente há dois séculos. Um terceiro espaço foi aberto ao público, e parte da coleção foi reposta em exposição e a totalidade de sua coleção de 40 mil itens está agora disponível online.


Tate Modern, em Londres

A galeria nacional de arte moderna e contemporânea inaugurou o novo prédio Switch House, em 2016, que já recebeu seis milhões de visitantes desde então. As exposições incluem desde escultura e instalação até performance e trabalho colaborativo, refletindo a evolução radical da coleção Tate.

Hepworth Wakefield

Situado em um prédio projetado por David Chipperfield e com vista para o River Calder, o Hepworth Wakefield criou, em 2016, o Prêmio Hepworth de Escultura, lançado para inflamar o debate e o envolvimento com a escultura contemporânea e reafirmar a posição de Yorkshire como o lar da escultura britânica moderna.
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Mais informações:
British Museum
Great Russell St, Bloomsbury, London WC1B 3DG, Reino Unido
www.artfund.org

Av. Paulista recebe mostra anual UGT 10 anos: Objetivos para Transformar o Mundo +

A Avenida Paulista recebe novamente a partir de 23/04/17 a exposição anual “UGT 10 anos: 17 Objetivos para Transformar o Mundo”, da União Geral dos Trabalhadores (UGT), em homenagem ao Dia Internacional dos Trabalhadores (01/05). A mostra fotográfica traz 34 painéis de grandes dimensões espalhados pela Avenida Paulista, rua Augusta e a alameda Campinas, e retrata o Brasil de norte a sul sob diferentes aspectos, sobre a crise dos últimos 10 anos até o se espera até 2030. Participam trabalhos de renomados fotógrafos da Folhapress, Getty Images, Estadão Conteúdo, Nitro Imagem, Olhar Imagem, entre outros, como Lalo de Almeida, Rogério Assis, Kenia Ribeiro, Sergio Zacchi, Leo Drumond e João Marcos Rosa, Ricardo Funari, Miguel Schincariol, Paulo Fridman, Evaristo Sá, Luiz Souza, Eduardo Anizelli, Joel Silva, Rogério Cassimiro, Clayton de Souza, J.F. Diório, Gabriela Bil e Dida Sampaio e Cris Berger.
A mostra tem parceria da Organização das Nações Unidas (ONU), por meio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil, que serão implementados pelo Brasil e mais 198 países até 2030 e sua intenção é adotar uma agenda global de desenvolvimento sustentável para melhorar a vida da população mundial. Acabar com a pobreza, promover a prosperidade e o bem-estar para todos, proteger o meio ambiente e enfrentar as mudanças climáticas. A abertura oficial da exposição em 23/04/17, às 14h, em frente ao Conjunto Nacional, e fica em cartaz até 30/05/17.
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Mais informações:
Conjunto Nacional
Cerqueira César: av. Paulista, 2.073. São Paulo - SP.

Mapa das Artes completa quinze anos e inaugura nova seção nas redes sociais +

Há quinze anos surgia a primeira edição do Mapa das Artes São Paulo, um guia cultural com o objetivo de mapear as artes plásticas na cidade no período da 25ª Bienal de São Paulo, que ia de 23 de março a 02 de junho de 2002. Foram listados 105 espaços, como museus, espaços institucionais, galerias, ateliês, serviços e eventos. Já em sua primeira edição contou com a colaboração dos seguintes anunciantes: Luisa Strina, Casa Triângulo, Marília Razuk, Dan, Mônica Filgueiras, Fortes Vilaça (agora mudou de nome), Brito Cimino (se separaram), Baró Senna (se separaram), Rosa Barbosa (virou escritório de arte), Valu Ória (virou consultora), Adriana Penteado (fechou), Portal (fechou), Thoms Cohn (fechou), Galeria São Paulo (fechou), além do Centro Brasileiro Britânico, do site brasileiro de arte Artenet (criado pelos irmãos gêmeos Eduardo e Elias Rezende, que fechou) e do Pix Studio (das ex- sócias Yael Steiner e Leslie Markus, que também fechou). O Mapa das Artes agradece aos anunciantes, artistas, curadores, críticos, jornalistas, curadores, diretores de museus e público em geral o interesse e o apoio durante esses 15 anos. Para celebrar essa data histórica, o Mapa das Artes inaugura hoje uma nova sessão, que vai ilustrar curiosidades e assuntos que marcaram a história da arte no Brasil nas redes sociais (www.facebook.com/mapadasartesbrasil/ e @mapadasartesoficial).

CCSP divulga lista de selecionados no Programa de Exposições 2017 +

O Centro Cultural São Paulo divulgou a lista de artistas selecionados Programa de Exposições 2017. O júri, formado por Celso Ramiro de Andrade, Ivo Costa Mesquita, Monica Panizza Nador, Nathalie Schreckenberg e Maria Adelaide Nascimento Ponte, selecionou 15 projetos artísticos, sendo 12 Exposições Individuais (R$10.000,00, cada), uma Proposta Curatorial (R$50.000,00) e dois Prêmios de Pesquisa (R$ 15.000, cada). Os projetos selecionados nas categorias Exposição e Proposta Curatorial ganham exposições no decorrer do ano; já os selecionados na categoria Prêmio Pesquisa, terão seus projetos integrados ao acervo do Arquivo Multimeios do CCSP. O programa recebeu 550 inscrições de artistas, curadores e pesquisadores de todo o país.
Confira a lista de selecionados:

Exposições individuais
Selecionados:
Affonso Uchoa e Warley Desali
Alex Topini
Aline Dias
André Luiz Costa De Souza
Andréa Tavares
Bruno Brito
Bruno Ferreira
Cristiane Mohallem
Felipe Fittipaldi
Filipe Miguel dos Santos Barrocas
Gabriela Ferreira Sellan
Thalita Constantinesco Hamaoui
Suplentes (em ordem de classificação)
Thaieny Dias
Bruno Bernardi

Prêmio Pesquisador
Selecionadas (em ordem alfabética)
Janaina Barros Silva Viana
Marcela Antunes de Souza
Suplentes (em ordem de classificação)
Leonardo de Araujo Beserra
Renata Aparecida Felinto dos Santos

Proposta curatorial
Selecionado
Raphael Fonseca
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Mais informações:
Centro Cultural São Paulo
Paraíso: r. Vergueiro, 1.000, tel. (11) 3397-4002. Ter. a sex., 10h/20h; sáb. e dom., 10h/18h. www.centrocultural.sp.gov.br

Julian Gonzales Garcia ganha museu na Espanha +

O espanhol Julian Gonzales Garcia chegou ao Brasil aos 19 anos e, em fevereiro, completou 80 anos, ocasião em que recebeu uma homenagem na cidade natal, Fuente de Cantos, que fica na rota dos peregrinos que fazem o Caminho de Santiago (Via de La Plata) a partir de Sevilha.
Antes de deixar sua terra, Garcia esculpiu algumas obras que marcaram a vida dos moradores da cidade. Uma delas foi “El Gran Cristo”, que está até hoje na catedral local. Por conta dessa obra, o escultor foi localizado no Brasil por um professor universitário de sua cidade, especializado em história da arte. Esse contato acabou culminando na proposta da prefeitura de Fuente de Cantos de criar um museu com as obras do artista, inaugurado em 28 de fevereiro, dia do aniversário de Garcia.
O acervo do museu, com 27 obras sacras (todas criadas no Brasil), foi doado pelo escultor. Em São Paulo, Garcia tem esculturas expostas no Paço Municipal de São Bernardo do Campo (simbolizando João Ramalho), além de representações de Cristo em igrejas de Santo André e de São Caetano.
Ao longo da vida, Garcia dedicou-se a diversas atividades. Chegou a ter uma indústria de móveis em São Bernardo e forneceu o mobiliário da novela “Que Rei sou Eu?”, da Rede Globo. No entanto, nunca deixou de esculpir e distribuía as obras para os amigos (se recusava a vendê-las). Quando surgiu a oportunidade de reunir seus trabalhos num único local, ele pediu as obras de volta, para enviá-las à Espanha.

“I Love You Baby” de Leda Catunda vence o Prêmio Bravo de Artes Visuais +

A Artista Leda Catunda levou para casa um troféu criado pelo artista Iran do Espírito Santo. Ela foi a vencedora do Prêmio de Cultura Bravo!, que teve cerimônia realizada na noite de quarta-feira, 29/03/17, no Sesc Pinheiros. A visão de Leda Catunda sobre o mundo atual, com seus encantos, fantasias, ilusões e mentiras, foram traduzidos na exposição “I Love You Baby”, exibida em 2016, Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo.
Nas palavras do curador da mostra, Paulo Miyada, a sensibilidade da artista nasce do convívio constante com a pintura, sua história e seus desdobramentos contemporâneos,  e se expande em choque apaixonado pela abundância de imagens, marcas e estilos que rege o cotidiano de quase todo cidadão atual, dentro e fora das grandes cidades. Observadora sagaz do chamado consumo afetivo, a artista investiga as padronizações de comportamento ao mesmo tempo em que há uma busca pela diferenciação. “É uma característica muito curiosa do nosso tempo. Considerando que somos 7 bilhões de habitantes no planeta, a possibilidade de ser um ser original é muito pequena.”

Metropolitan de NY apresenta retrospectiva de Lygia Pape no Met Breuer +

Lygia Pape, uma das mais importantes artistas da a história da arte brasileira, ganhou neste mês uma exposição retrospectiva sobre sua trajetória no Met Breuer, nova filial do Metropolitan Museum, em Nova York. Intitulada "A Multidão de Formas", a exposição foi inaugurada em 21/003/17 e reúne pinturas, desenhos, relevos, livros experimentais, fotografias, performances e vídeos abrangendo sua carreira multidisciplinar de cinco décadas.
Ao lado de Lygia Clark e Hélio Oiticica, Pape (1927-2004) foi uma figura chave no desenvolvimento da arte moderna brasileira. Iniciou sua carreira artística como parte do movimento do Concreto (Grupo Frente) no Rio de Janeiro, que retomou os legados da abstração geométrica. O movimento então evoluiu em 1959 para o grupo neoconcreto, que priorizava a experimentação e o processo sobre a tradição.
Suas preocupações se moveram para uma exploração do corpo no tempo e no espaço, e sua prática começou a explorar maneiras de integrar o objeto de arte com a experiência de vida, através de performance ao vivo e vídeo. Ela também foi uma das pioneiras no tocante à participação e interação do público, duas noções que hoje são comuns na arte contemporânea.

A exposição exibe algumas de suas obras mais famosas, incluindo séries selecionadas de xilogravuras Tecelares da década de 1950, sua “Divisor” (1968), sua série fotográfica de vida urbana no Rio de Janeiro “Espaços imantados” 1982 e 1995), e obras escultóricas e instalações como “Ttéia” (1976-2004).
Em 2011, a obra de Pape foi objeto de uma retrospectiva aclamada no Museo Reina Sofía de Madri, que então viajou para a Serpentine Gallery de Londres e para a Pinacoteca do Estado de São Paulo. Em abril de 2016, a galeria Hauser & Wirth anunciou a representação exclusiva mundial de Pape. A mostra segue em cartaz até 23/07/17.

Acervo de MASP pode ser visitado através da realidade virtual do Google Art +

A partir de hoje é possível visitar o acervo do MASP da sua casa ou do seu celular. O museu com o mais expressivo acervo de arte ocidental da América Latina anunciou nesta semana o lançamento de sua coleção na plataforma Google Arts & Culture, do Instituto Cultural do Google.
O app permite que as pessoas naveguem pelos mais de mil itens cadastrados por uma linha do tempo, por cores ou por popularidade. Seis exposições, em sua totalidade, também foram destacadas e há, ainda, a possibilidade de navegar por 12 obras selecionadas pelos curadores do MASP em realidade virtual. 20 de obras foram digitalizadas com a tecnologia Art Camera, capaz de tornar visíveis detalhes que dificilmente poderiam ser vistos a olho nu, ao captar imagens com mais de um bilhão de pixels. Acesse: https://goo.gl/TjvmZc

Pace Gallery abre seu segundo endereço em Hong Kong +

A Pace Gallery vai abrir um segundo espaço em Hog Kong, e já tem exposições de grandes nomes da arte agendadas. O presidente da Pace, Marc Glimcher, disse em declaração que desde 2008 quando abriu uma sede em Seul, sintiu a necessidade de ter um espaço em Hong Kong, que hoje é um dos epicentros do mercado de arte mundial. Em 2014 a Pace abriu uma pequena galeria distrito comercial de Hong Kong, onde apresentou emocionantes exposições para o público local. O novo espaço será dedicado a grandes mostras, com espaço para receber obras de grande escala, sendo um passo a frente nos planos de expansão da Pace. A nova sede de HK já tem mostras marcadas de artistas como de Julian Schnabel, Chuck Close, Alexander Calder e Lee Ufan.

Artistas e Críticos pedem remoção de pintura da Whitney Biennial +

Desde a abertura da Whitney Biennial, no dia 17/03/17, no Whitney Museum of American Art, a pintura “Open Casket”, da artista Dana Schutz está causando revolta em artistas, críticos, escritores e público.

Mais de duas dúzias de artistas e escritores pedem em carta aberta para que a pintura seja retirada da mostra e destruída. A controversa obra se baseia em uma fotografia histórica que retrata o funeral do adolescente afro-americano Emmett Til, depois que ele foi brutalmente morto no Mississippi, em 1955, por, supostamente, ter assobiado para uma mulher branca. A mãe de Till insistiu em ter um funeral de caixão aberto para seu filho. "Deixe as pessoas verem o que eu vi", disse ela. A imagem do corpo desfigurado foi publicada na revista Jet e tornou-se um catalisador para o movimento dos direitos civis.

A artista berlinense Hannah Black, junto com outros artistas, lançou uma campanha exigindo que os curadores da Bienal, Christopher Y. Lew e Mia Locks retirem o quadro e Dana Schutz da mostra. “Não é aceitável para uma pessoa branca transmutar o sofrimento de um negro em lucro e diversão", argumenta Black.

Em resposta à controvérsia sobre a pintura, Schutz emitiu a seguinte declaração: "Eu não sei o que é ser negro na América, mas eu sei o que é ser uma mãe. Emmett era o único filho de Mamie Till. O pensamento de qualquer coisa acontecendo ao seu filho está além da compreensão. Sua dor é a sua dor. Meu compromisso com esta imagem foi através da empatia com sua mãe.

Prêmio Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas divulga os 20 finalistas +

Uma das premiações mais importantes do país, O Prêmio CNI SESI SENAI Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas, anunciou os 20 selecionados para a categoria artista na sexta edição do evento. Entre os 633 inscritos, concorrem ao prêmio de R$ 50 mil os seguintes artistas: Alice Miceli (RJ), Bruno Vilela (PE), Camila Soato (DF), Dalton Paula (GO), Daniel Lannes (RJ), Éder Oliveira (PA), Edith Derdyk (SP), Fernando Lindote (SC), Jaime Lauriano (SP), João Angelini (DF), João Loureiro (SP), Marcelo Moscheta (SP), Mariana Manhães (RJ), Pablo Lobato (MG), Pedro Motta (MG), Rochelle Costi (SP), Rodrigo Sassi (SP), Suzana Queiroga (RJ), Thiago Martins de Mello (MA) e Tony Camargo (PR).
Já os finalistas na categoria curador, cuja bolsa prêmio é de R$ 25 mil, serão divulgados no mês de abril.
O júri de seleção foi composto por Marcus Lontra, Cauê Alves (São Paulo, SP), Jailton Moreira (Porto Alegre, RS), Marcelo Campos (Rio de Janeiro, RJ), Moacir dos Anjos (Recife, PE), além dos vencedores de edições anteriores: o curador vencedor do 5º Prêmio Marcantonio Vilaça, Divino Sobral (Goiânia, GO) e a artista vencedora do 2º Prêmio Marcantonio Vilaça, Lucia Laguna.
Em agosto, os artistas e curadores selecionados participam de uma exposição coletiva no Museu Brasileiro da Escultura (MuBE), em São Paulo. No evento de abertura, serão conhecidos os vencedores do Prêmio. Além da premiação em dinheiro, haverá o acompanhamento dos artistas vencedores por um curador, a realização do projeto curatorial premiado e a apresentação dessas obras em uma mostra itinerante que vai percorrer quatro cidades do Brasil, a partir de dezembro de 2017.

Dineo Seshee Bopape é a vencedora do 4o Future Generation Art Prize +

Participante da 32a Bienal de São Paulo, a artista sul africana Dineo Seshee Bopape é a vencedora dos US$ 100 mil cedidos na 4ª edição do Future Generation Art Prize. Voltado para artistas de até 35 anos de idade, este é um grande concorrido concurso internacional, criado pelo pela Victor Pinchuk Foundation, em Kiev, na Ucrânia, em 2009. As artistas brasileiras Carla Chaim e Vivian Caccuri, que estavam na disputa, ainda concorrem a prêmios especiais e residências artísticas, e exibem seus trabalhos em uma exposição em Veneza, que ocorre paralelamente à Bienal. Na Bienal de São Paulo ela apresentou a instalação site-specific “:indeed it may very well be the ___________ itself (:de fato isso pode bem ser __________ em si)”, composta por estruturas de terra comprimida sobre as quais objetos com forte carga emocional são dispostos. Eles têm formas que lembram os jogos de tabuleiro chamados Morabaraba (Mancala) e Diketo, que são variações do que se conhece no Brasil como Trilha. O trabalho contempla ideias e desenhos que falam de contenção e deslocamento, de ocupação e hospedagem, além da questão política e histórico-social implícita na exclusão da terra. O trabalho de Bopape é um protesto íntimo que nos leva a captar memórias fugazes. A terra comprimida é gesto de lembrança que faz o espectador se aproximar daquilo que tem sido considerado imaterial e/ou erodido ao longo da história.

65 artistas concorrem ao Prêmio Pipa em três categorias +

Um comitê formado por 25 membros indicou a lista de 65 artistas para a 8a edição do Prêmio Pipa, uma das maiores premiações do país. Eles concorrem em três categorias. No “Pipa online”, com prêmios de R$10.000, e R$5.000 para o primeiro e segundo lugar, quem escolhe os vencedores é o público por meio de votação no site da premiação. Os vencedores serão anunciados no dia 7/8.

No “PIPA Voto Popular Exposição”, uma exposição no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeira apresenta os quatro artistas selecionados pelo Comitê de Indicação. A mostra entra em cartaz em 23/09, dando ao público a oportunidade de votar no seu artista favorito. O artista que tiver mais votos é contemplado com R$ 24.000.

O Prêmio final, de R$130.00, é destinado a um dos quatro artistas que participam da exposição do MAM-RJ, que será selecionado por um júri composto de 5 a 7 membros. Parte da premiação é para financiar uma residência artística da Residency Unlimited, em Nova York. 

Confira a lista de indicados:
Adriano Amaral 
Aleta Valente
Alexandre Canonico
Ana Luisa Santos
Ana Mazzei 
Ana Prata
Ana Vaz
André Ricardo
Anton Steenbock
Antonio Obá
Arjan Martins 
Arthur Chaves
Bárbara Wagner 
Bruno Cançado
Carla Guagliardi 
Celina Portella 
Christus Nobrega
Cinthia Marcelle 
Dalton Paula
Daniel Jablonski
Daniel Steegmann Mangrané 
Warley Desali
Éder Oliveira 
Eleonora Fabião
Erika Verzutti 
Fabricio Lopez 
Felipe Meres 
Francisco Magalhães
Gustavo von Ha 
Guy Veloso
Ivan Grilo 
Jonathas de Andrade 
Jorge Luiz Fonseca
Jorge Menna Barreto 
Karina Zen
Lucia Laguna 
Luísa Nobrega 
Lyz Parayzo
Mara de Carli
Marco Veloso
Maria Laet 
Marina Camargo 
Mario Bands
Michelle Mattiuzzi
Orlando da Rosa Farya
Paloma Bosquê 
Pedro França 
Raïssa de Góes 
Regina Parra 
Renato Pera 
Ricardo Càstro
Rodrigo Garcia Dutra 
Romy Pocztaruk 
Rosana Paulino
Rubiane Maia
Sofia Borges 
Tiago Carneiro Da Cunha
Tony Camargo 
Túlio Pinto
Ulysses Bôscolo de Paula
Vicente de Mello
Vijai Patchineelam 
Virginia Pinho